Sábado, 27.02.16

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DEOLINDA

Novo disco aclamado pela crítica nacional



"Outras Histórias" é um dos melhores álbuns da música popular portuguesa da última década."

5***** Gonçalo Frota in Ípsilon, Público a 12 de fevereiro, 2016

"São um dos maiores fenómenos da música pop portuguesa, ao quarto álbum contam Outras Histórias, mas continuam a fundir ou confundir elementos da música tradicional portuguesa com outros do pop-rock."

Manuel Halpern in Jornal de Letras a 17 de fevereiro, 2016

"Outras Histórias", o quarto álbum do grupo, é o baile de sempre mas com novos passos, vindos de recantos distintos e sempre escolhidos a dedo. 

4**** Tiago Pereira in Observador a 19 de fevereiro, 2016

 "O quarto álbum da banda de Lisboa traz várias 'deolindas' dentro, da veraneante à que dança o funaná."

Lia Pereira in Revista E, Expresso a 20 de fevereiro, 2016

"Quarto álbum dos Deolinda, terceira reinvenção... E em várias direcções, todas certas. (…) As letras (mais crónicas de costumes ou mais colunas de opinião politica) continuam certeiras. E as músicas ainda mais."

5***** António Pires in Time Out a 24 de fevereiro, 2016

Editado há menos de uma semana, "Outras Histórias" tem recebido largos elogios dos meios de comunicação nacionais e tem sido amplamente divulgado, não como mais um disco dos Deolinda, mas como um dos melhores discos nacionais editados em Portugal na última década. Tudo graças à capacidade de se reinventarem de álbum para álbum, experimentando neste diferentes recursos musicais e parcerias, arriscando nos arranjos e interpretação, sempre sem perder de vista as histórias do quotidiano com que nos identificamos, crónicas de costumes narradas com fina ironia. 

O disco será apresentado ao vivo já este fim de semana semana em Famalicão, onde os Deolinda iniciam a nova digressão com dois concertos, dias 26 e 27. Muitas datas e cidades se seguem em Portugal e além-fronteiras, para consultar aqui. Em Lisboa, os Deolinda actuam no Teatro Tivoli BBVA, dia 22 de Abril, e no Porto, dia 6 de Maio, na Casa da Música. A primeira amostra do que serão estes concertos foi revelada no showcase que a banda fez, nos estúdios da TVI: aqui.


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Quinta-feira, 11.02.16

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Orq. Gulbenkian & Orq. Geração 
Música
20 Fev | 18:00H
5€

 

São fortes os laços que unem a Orquestra Geração | Sistema Portugal à Fundação Calouste Gulbenkian. Lançada a ideia, há já quase uma década, da criação de um projeto de inclusão social através da música, a Fundação depressa o acolheu, amparando os primeiros passos deste conceito inovador com raízes no El Sistema. A ideia depressa cresceu e se desenvolveu, levando a aprendizagem da música a jovens e comunidades que nunca antes tinham tido contacto com a prática orquestral, reforçando as suas competências sociais, escolares e crescendo com mais oportunidades de vida.


percorrido, podemos afirmar que a Orquestra Geração deixou a sua meninice para passar definitivamente à idade adulta.


É neste contexto, partilhando do mesmo prazer de fazer música, que a Orquestra Geração e a Orquestra Gulbenkian apresentam o programa do presente concerto, trocando experiências e percursos diversos que se encontram num mesmo palco.



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Segunda-feira, 28.12.15

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Saiu a 30 de Outubro a colectânea de carreira dos UHF “O Melhor de 300 Canções”, um repertório que começa em 1979 com “Jorge Morreu”, e segue até 2015 com o inédito “Soube Sempre Que Eras Tu”.


São 35 sucessos de carreira e dois inéditos que revelam gravações originais, regravações de clássicos, takes ao vivo e canções nunca antes editadas no formato digital. Este duplo CD mostra dois universos do som dos UHF: “O Rock” e “O Roll”.


“Puseste o Diabo Em Mim”, original de 1984 agora regravado, é já um vídeo de sucesso na plataforma Youtube, com realização de Zé Pinheiro.


Em 2016, o espectáculo “O Melhor de 300 Canções” retrata ao vivo os sucessos de uma carreira.

 

Música
23 Jan.| 21:30H | 12,5€



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Quinta-feira, 19.11.15

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AZUL ESPIGA

Café-Concerto


Canções tradicionais desfilando nos trilhos do jazz

 

O pianista Alberto Rodrigues apresenta o álbum de estreia do projeto Azul Espiga, no qual confluem duas correntes em busca de um país comum: as canções tradicionais portuguesas, onde pontuam as memórias, a música e as histórias do trabalho no campo portuguesas, e o jazz, marcado pela riqueza harmónica, pelas texturas sonoras e pelo improviso.

Sábado, 21 de novembro às 23:30
Bar ACERT



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Sexta-feira, 03.07.15
JULHO/JULY/JULIO '15
Corona na Casa ♒ Minus & MRDolly ♒ Raez ♒ Tio Rex ♒ We Bless This Mess
 
♒DATAS/DATES/FECHAS♒
➸ 4 JULHO: Tio Rex - LISBOA, O Bom O Mau e O Vilão
➸ 4 JULHO: Corona + Minus + Raez (DJ set) - PORTO, Armazém 5
➸ 11 JULHO: We Bless This Mess - Fnac Gaia Shopping (17h) ● Fnac Mar Shopping (22h)
➸ 12 JULHO: We Bless This Mess - PORTO, Cidade+
➸ 17 JULHO: Raez (DJ set) - PORTO, Candywaves 001 // Maus Hábitos
➸ 23 JULHO: Corona - BARCELOS, Milhões de Festa
➸ 24 JULHO: Tio Rex - VILA REAL, CLUB de Vila Real
➸ 25 JULHO: Tio Rex - PORTO, Mercado Bom Sucesso
➸ 31 JULHO: Tio Rex - SETÚBAL, Taverna da Arca D'água
 
 
 
A Biruta tonta no Verão. Há mais em Agosto.


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Quinta-feira, 18.06.15

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Itinerário do Sal - ópera multimédia 

Miso Ensemble

Três espectáculos da ópera multimédia Itinerário do Sal de Miguel Azguime estão integrados nas Festas de Lisboa; 

dias 23, 24 e 25 de Junho às 22h00 no O'culto da Ajuda.

 

Com composição de música e texto de Miguel Azguime, e composição vídeo de Paula Azguime, o Itinerário do Sal é um one man show que assenta na metáfora do Sal como elemento essencial à vida e à sustentabilidade, e como ingrediente único que marca a diferença entre a insipidez e o sabor. Itinerário do Sal é um paradigma da aliança entre criatividade, tecnologia e inovação nas artes performativas, que liga, de forma singular, tradição e contemporaneidade, teatro, música e imagem, sendo uma reflexão sobre a criação e a loucura, que gira em torno da linguagem, da palavra-sentido e da palavra-som...

http://www.misomusic.com/index.php?option=com_content&view=article&id=23&Itemid=132&lang=pt

Textos, composição e interpretação: Miguel Azguime

Composição vídeo, electrónica e difusão sonora: Paula Azguime

Imagem e Câmara: Perseu Mandillo

Programação vídeo: Andre Bartetzki

Técnica: Miso Studio

 

Itinerário do Sal no YouTube

www.azguime.net

 

O’culto da Ajuda
Miso Music Portugal
art music centre
because sound matters
..............................................................
+ 351 213620382
 

Travessa das Zebras, nº 25/27, 

(à Calçada da Ajuda)

1300-589 Santa Maria de Belém, 

Lisboa, Portugal 



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Domingo, 31.05.15

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Junho traz concerto de Pedro Madeira a Lisboa

 

O Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, vai receber Pedro Madeira para um concerto no dia 5 de junho, pelas 22h00. O cantor continua a dar cartas no panorama musical português e  o seu novo single, “Relógio”, é disso exemplo. Este é o segundo tema de extraído do seu mais recente trabalho, “De Lisboa para ti”, que conta com um vídeo gravado entre Londres e Lisboa, o qual já ultrapassou as 30 mil visualizações no YouTube.

 

Pedro Madeira nasceu a 11 de novembro de 1992 e é natural de Vendas Novas. Desde cedo que revelou uma forte aptidão para a música, que se foi desenvolvendo nas aulas de piano, o seu instrumento de eleição, e no coro Oficina do Canto de Montemor-o-Novo, ao qual pertenceu durante dois anos.


A sua primeira oportunidade no mundo da música surgiu em 2006, com a participação no Festival da Canção Júnior. Nessa altura, começou a compor, juntamente com um amigo, a música com a qual saiu vencedor, "Deixa-me Sentir". E  a 2 de dezembro desse ano representou Portugal na Roménia, país anfitrião do Festival Eurovisão da Canção Júnior. 

 

Depois de um ano de conquistas, lançou o seu primeiro álbum "Dá-me a tua mão", que o veio sedimentar no panorama musical nacional. Do seu segundo trabalho, "Viagem", lançado em 2009, o single "Descobre-me" fez parte da banda sonora da telenovela da TVI "Sentimentos", contribuindo para um maior reconhecimento do artista. O trabalho seguinte, "Onze", deu continuindade à aposta do cantor, autor e compositor na experiência com nomes de referência para apadrinharem a sua jornada: a Ramón Galarza juntaram-se João Martins e Carlos Juvandes. "Tempo para viver" foi o single de avanço e o tema "Inflamável" marcou mesmo a carreira de Pedro Madeira, batendo alguns recordes. O ano de 2014 trouxe o quarto álbum, "De Lisboa para ti", e com ele nasceu uma nova responsabilidade: continuar fiel ao seu estilo, cativando novos públicos. Os dois temas de avanço, "A Lenda" e "Aprendiz", expressam bem essa evolução. "LX" e “Relógio” são os singles de apresentação e prometem "roubar" o coração dos portugueses.

 

Sem nunca deixar os estudos para segundo plano, o jovem cantor é licenciado em Comunicação Social e Cultural e tem o Mestrado de Televisão e Cinema, pela Universidade Católica de Lisboa.

 

 



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Quinta-feira, 07.05.15

Sarah Nery edita EP homónimo

 

O EP de estreia de Sarah Nery, homónimo, tem edição marcada para o próximo dia 11 de maio. “No time to waste”, o single de apresentação, permite desvendar um pouco daquilo que será o primeiro trabalho da cantora e compositora, que terá o selo da Music In My Soul.

 

Sarah Nery nasceu a 27 de Julho de 1988, em Cabo Verde, onde teve o seu primeiro contacto com a música Gospel, no coro da igreja que frequentava habitualmente.


Aos 18 anos viajou para Portugal, para continuar os seus estudos. E foi no nosso país que se apaixonou pela música e descobriu a sua vocação para escrever, compor e cantar. Após muito esforço e dedicação, Sarah conseguiu lançar a sua primeira música, "Heaven", e mais tarde o tema “Tchap tchara”.


O seu estilo musical varia entre Pop, House e R&B e, embora tenha escrito as suas primeiras músicas em inglês, começa também a ponderar lançar algumas em português e em crioulo.


Sarah Nery tem grandes influências de uma ampla variedade de artistas, nos quais se destacam Craig David, Michael Jackson, Rihanna, Usher, Beyonce, Justin Timberlake, Bruno Mars, Pink, Coldplay, Muse, Jessie J, Kylie Minogue, Avril Lavigne, Ivete Sangalo, Nelson Freitas, Susana Lubrano, Beto Dias, Anselmo Ralph e David Fonseca.

 

 



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Segunda-feira, 19.01.15

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"Os Candeio assumem-se como uma banda de música portuguesa que escreve canções.

 

 O álbum de estreia da banda, "A Máquina do tempo somos nós- vol 1 ", será editado no mês de Março de 2015, pela Music in my Soul.

 

 Este álbum percorre uma grande variedade de estilos,que se fundem num rock planante .

 

O single de estreia, "És Nevoa", é a prova de que os Candeio nos conseguem tocar com uma intimidade palpável. Este tema brinda-nos com uma sonoridade suave, mas também, incisiva e penetrante."

 

 

 

Mais informações em:www.facebook.com/candeiomusica

videos:www.youtube.com/candeiomusica

 

 

Membros

 

Vozes - Hugo Claro e Sofia Sousa Claro

 Guitarras - Pedro Ataíde

 Baixo - Nuno Fernandes

 Bateria - Ricardo Rações



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Quinta-feira, 01.01.15

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A BBC Radio3 antecipa o novo álbum da fadista Luísa Rocha, que tem “uma voz que, ouvindo-a, faz-nos parar imediatamente o que estamos a fazer, para a escutar”, disse à Lusa o produtor Michael Rossi.

O segundo álbum de Luísa Rocha, "Fado Veneno", é editado em 2015, mas um dos temas, “Quando Chegar a Hora”, pode já ser escutado no programa “Late Junction”, de Michael Rossi, na BBC Radio3.

A escolha, - explicou Michael Rossi à Lusa -, “em primeiro lugar, foi pela melodia, que tem a maravilhosa qualidade agridoce que é um sinónimo dessa palavra portuguesa intraduzível que é ‘saudade’".

“Quando Chegar a Hora” é uma letra de António Rocha, que Luísa Rocha interpreta na melodia tradicional do fado Alexandrino, de Joaquim de Campos.

“Mesmo sem conhecer ou entender as palavras, implicitamente entendemo-las através da melodia e a forma como a Luísa [Rocha] lhes dá vida”, disse o produtor britânico.

Michael Rossi realçou à Lusa o seu interesse “de há muitos anos pelo fado” e afirmou que encontra na voz de Luísa Rocha, uma “qualidade de canto que nos faz querer parar o que estamos a fazer e ouvi-la imediatamente”.

“Esta não é uma qualidade que tenha experimentado muitas vezes, e quando isso acontece, o que me vem à mente é a grande dama dos cantos populares escoceses, Jean Redpath”, acrescentou.

Mas há outras vozes e intérpretes que produtor resgata da memória quando escuta a criadora de “Na Mesa do Santo Ofício”, e uma delas é Amália Rodrigues.

“Quando ouvi a Luísa [Rocha] fiquei encantado com a sua voz - a riqueza do tom, a profundidade de alma que encontramos no seu canto. Ela revela algumas dessas qualidades, que ouvimos na Amália Rodrigues ainda jovem”.

O produtor radiofónico realçou, todavia, que do primeiro álbum, “Uma Noite de Amor”, saído em 2011, e a gravação do novo álbum, “houve uma certa maturidade e a voz ganhou plenitude”.

Referindo-se ao novo álbum da fadista, que será editado em 2015, Michael Rossi afirmou: “uma vez mais salienta-se a beleza da sua voz e o seu compromisso autêntico com a música”.

Além do fado Franklin de Sextilhas, Luísa Rocha interpreta no novo álbum, produzido por Carlos Manuel Proença, outras melodias tradicionais, nomeadamente o fado Súplica e o Menor do Porto, ao lado de músicas inéditas de autoria, entre outros, de Guilherme Banza.

Quanto aos letristas, além de António Rocha, a fadista interpreta poemas de Carlos Malato, autor do fado que dá título ao álbum, Maria de Lourdes de Carvalho, Tozé Brito, Jorge Fernando, Nuno Miguel Guedes e Gonçalo Salgueiro.

“A Luísa Rocha não se limita a cantar bem, ela interioriza aquilo que canta, daí compreendermos as melodias e entendermos as palavras. A sua alma respira música”, disse o produtor à Lusa, acrescentando que outros profissionais da emissora britânica salientam a “voz lindíssima, com grão, e a capacidade de comunicar a essência das palavras através da paixão com que se entrega na interpretação da melodia, permitindo compreender intuitivamente o que se escuta, ouvi-la é uma verdadeira dádiva”, rematou.

 

Retirado do Sapo Música



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Terça-feira, 09.12.14

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Os Prado lançam hoje o novo tema/video chamado 'Cata-vento'. 
 
 
Após a participação no Festival Termómetro e no CD sampler da Custom Made Music estão em preparação novos temas para gravação de um EP no 1º semestre de 2015.
 
 

 

 



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Domingo, 09.11.14

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Uma voz. Um piano.

Autor, compositor e cantor de temas intemporais como Festa da Vida, Amélia dos Olhos Doces, Ruas de Lisboa, Alcácer que vier, Meu Menino Povo, Carlos Mendes apresenta um espetáculo intimista para comemoração dos seus 50 anos de carreira.

Num espetáculo a solo, ao piano, Carlos Mendes convida-nos à partilha sincera de uma vida cheias de histórias, de risos e celebrações que marcaram, inevitavelmente, a história da música portuguesa.

Festa da Vida é um espetáculo diferente do habitual, mais intimista, onde se canta e se conta, onde se ouvem risos e libertam emoções; onde se brinca com o passado e se sonha com o futuro.

Uma voz. Um piano. Juntos, no grande palco da Vida, da Alegria e dos Afetos.

 

Local - Centro Cultural Olga Cadaval | Sala "No Palco"
Data - Dia 22 de Novembro de 2014
Hora - 21:30 horas
Informações: 21 910 71 18 | Reservas: Ticketline (707 234 234, www.ticketline.pt)
Locais de Venda: Centro Cultural Olga Cadaval, Lojas FNAC, Agências Abreu, Lojas Worten, C.C. Dolce Vita, El Corte Inglês.



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Sábado, 18.10.14

Prado

 

 

Prado é um trio instrumental de Lisboa formado por Nuno Damião na guitarra, Francisco Artur no contrabaixo e Flávio Pena na bateria em 2013. Apresenta um rock orgânico, textural e por vezes improvisado.      

 

Em Abril de 2014 fez as primeiras gravações com captação, mistura e masterização de André Pinheiro. Para a imagem e design contou com a colaboração da fotógrafa Inês Dias 

 

Em Setembro de 2014 surge o convite para participar no CD October Sampler 2014 da editora norte-americana Custom Made Music com o tema 'Lada' . A Custom Made Music é uma editora do estado de Virginia especializada em Shoegaze, Indie, Pós-Punk, editou discos de Peter Hook and the Light, Modern Man. Last Remaining Pinnacle, etc.

 

Site:

https://www.facebook.com/pradolx

 

  

Formação:

Nuno Damião – guitarra, teclados

Francisco Artur – contrabaixo

Flávio Pena – bateria

 

Fotos de Inês Dias - http://www.lomography.com.br/homes/saidseni

Contacto :  prado.em.lisboa@gmail.com

 

 

‘Lada’ é o tema dedicado ao automóvel de origem russa. O ‘vídeo loop’ está aqui:

 

 

‘Rupu’ foi o primeiro tema que apresentamos e está aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=gS8syP--8Ec

 

Download gratuito em

https://pradomusic.bandcamp.com



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Terça-feira, 07.10.14

 

​Miguel Maat, nasceu em Lisboa em 1978.

A sua iniciação no mundo da música começou em 1988 no Colégio Militar, tendo durante 8 anos pertencido ao Orfeão, primeiro com Soprano e posteriormente como Baixo. Em 1992, já com a guitarra por instrumento foi convidado para a Banda Rock do Colégio Militar, atividade que manteve até perfazer 17 anos.

Em 1998, após ingresso na Academia Militar foi convidado a pertencer à Banda Rock da Academia Militar, onde permaneceu até terminar o curso. Miguel Maat, manteve- se na música atuando em bares e festas privadas com o grupo musical "Impressão Tua", ao mesmo tempo que ia compondo alguns temas em parceria com a letrista Ana Sírius e com outros músicos. Em 2012, fruto do amadurecimento musical e da imensa paixão pela música, surge o seu primeiro álbum a solo "No Silêncio dos teus olhos" um álbum Rock de influências diversas, como Funk, Swing e Jazz.

Em 2013 inicia-se um novo ciclo musical com a integração do Didgeridoo, explorando uma fusão de sonoridades e estilos, tendo por base este instrumento ancestral.

Em 2014 funda a Didge Creature – Escola de Didgeridoo, onde promove e divulga atividades no âmbito deste instrumento, ao mesmo tempo que integra o projecto Vertigem Sonora “Concertos de Didgeridoo, Taças Tibetanas e Instrumentos do Mundo”.

Ainda em 2014 apresenta o seu novo EP "Tatuagem / Bola de Trapos", revelando uma nova tendência Rock & Drone, com integração plena deste instrumento de sopro num Rock/World Music de influências.

Vísdeo de Tatuagem

 

 

www.miguelmaat.net
http://www.facebook.com/miguelmaatoficial



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Quinta-feira, 18.09.14
Uma Questão de Princípio” é o nome do álbum de estreia dos D.A.M.A.
D.A.M.A

“Uma Questão de Princípio” é o nome do álbum de estreia dos D.A.M.A. que chega às lojas a 29 de Setembro.

O primeiro longa duração do colectivo lisboeta conta com a participação especial da cantora e compositora brasileira Gaby Luthai, de Mia Rose e de Salvador Seixas, e inclui os sucessos "Balada do Desajeitado" (mais de 1 milhão de views no Youtube), "Luísa", que já se encontram disponíveis digitalmente, e “Popless”, bem como muitos outros temas contagiantes.

Francisco M. Pereira (Kasha), Miguel Coimbra e Miguel Cristovinho são o núcleo central dos D.A.M.A., banda oriunda de Lisboa que se destaca pelas suas canções contagiantes, empatia com o público e energia das actuações ao vivo.

Os D.A.M.A. têm vindo a conquistar os palcos nacionais por onde passam, como são exemplo máximo as actuações ao vivo nas Semanas Académicas da FSCH/Nova em Lisboa, Santarém, Egas Moniz (Costa da Caparica) e Algarve/Faro, onde a banda levou o público ao rubro e a cantar em uníssono vários temas do seu repertório.

No dia 13 de Julho 2014, o colectivo assegurou a primeira parte do concerto de One Direction no Estádio do Dragão (Porto) e conseguiu cativar uma verdadeira multidão de fãs da banda britânica, colocando todo o estádio a cantar em uníssono.

"Balada do Desajeitado" foi o tema que colocou os D.A.M.A. na história da música portuguesa, ainda em alta rotação nas rádios nacionais, com o vídeo a atingir mais de 1 milhão de visualizações no YouTube. “Luísa” foi a canção que sucedeu este grande êxito e também já está a ter impacto um pouco por todo o país.

 
video "Luísa"


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SAM SMITH  Esgota concertos no Reino Unido em minutos

 

SAM SMITH

Esgota concertos no Reino Unido em minutos

"In The Lonely Hour" já vendeu dois milhões de cópias

O álbum de estreia de Sam Smith, "In The Lonely Hour", chegou recentemente à marca de dois milhões de cópias vendidas em todo o mundo. Esta fasquia é ultrapassada no momento em que o britânico se prepara para dar uma série de concertos esgotados nos Estados Unidos.

 Ao mesmo tempo, o autor de "Stay With Me" anunciou já alguns concertos para a primavera de 2015, com as datas agendadas para o Reino Unido a esgotarem em poucos minutos. Glasgow, Manchester, Wolverhampton e Londres, com três datas na mítica 02 Academy, em Brixton, receberão o músico em março do próximo ano. Todos os concertos estão já esgotados. 

Nos últimos dias Sam Smith viu o seu álbum de estreia voltar ao número um de discos mais vendidos no Reino Unido, coincidindo com a edição do novo single "I’m Not the Only One". 

O músico, de 22 anos, deu recentemente em Portugal um concerto marcante na edição deste ano do NOS Alive, momento que o consolidou junto do público nacional. 

 “In the Lonely Hour", o seu trabalho de estreia, é um disco composto por dez faixas. O álbum saiu depois de Sam Smith ter estado nos tops da BBC e de ter vencido o BRIT Critics Choice Award. Foi recentemente nomeado para os Q Awards nas categorias de Best New Act e Best Track. 

 No decorrer das gravações do disco, Sam Smith colaborou com outros artistas: Fraser T Smith, Two Inch Punch, Eg White, Disclosure, Zane Lowe, Tourist e Jimmy Napes, o seu parceiro de composição de longa-data, foram alguns dos parceiros musicais recentes do britânico.

Lançado em maio, "In The Lonely Hour" teve como primeiro single o tema "Money on My Mind". Sam Smith é também conhecido por dar voz a "Latch", um dos temas mais populares dos Disclosure e a "La La La" de Naughty Boy.

 

 



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Segunda-feira, 15.09.14

 Cordis

 

CORDIS  - TEATRO MIGUEL FRANCO - LEIRIA
 Entrada: 8€
03 OUTUBRO 2014 | SEXTA-FEIRA | 21H30

 

Em pleno coração do centro de Leiria encontra-se o Centro Cultural Mercado Sant’ Ana, edificio que remonta a 1929, e onde está instalado o Teatro Miguel Franco, com lotação para 213 lugares, que será palco no proximo dia 03 de Outubro de mais um grande espetáculo da CORDIS Tour 2014.

Este auditório vai testemunhar a fusão entre o piano e a guitarra portuguesa (de Coimbra), e os músicos Paulo Figueiredo e Bruno Costa vão apresentar um alinhamento de peças de reconhecidos compositores como Artur e Carlos Paredes, Francisco Martins e António Portugal, bem como alguns originais já editados em CD.

 

É um espetáculo a não perder pela primeira vez em Leiria, que reserva a surpresa de uma convidada muito especial e com cariz solidário – 20% das receitas revertem a favor do Projeto Social da Escola Secundária Afonso Lopes Vieira.

Informações:

 

www.cordismusic.pt

https://www.facebook.com/cordispianoeguitarraportuguesa

 

CORDIS  breve biografia

CORDIS surgiu em Setembro de 2008, com o CD CORDIS piano e guitarra portuguesa e um concerto de apresentação em Coimbra, onde a tradição da música de Guitarra Portuguesa foi confrontada com uma nova abordagem explorada pelo encontro invulgar do piano com a guitarra.

 

A apresentação pública de CORDIS 2 aconteceu a 30 de Setembro de 2011, no Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra. Este concerto de lançamento do CD contou com a participação dos músicos convidados que colaboraram na edição deste novo trabalho de piano e guitarra portuguesa.

 

Com CORDIS piano & guitarra portuguesa completamente esgotado, o cd CORDIS 2, já na sua terceira edição, foi apresentado em diversos palcos - Festival Fresh Mood 2.0, Festival José Afonso, Musibéria, Festival de Outono, Pausas Musicais, entre outros. O concerto CORDIS & Cuca Roseta (com Quarteto Opus Quatro) encerrou o 5º Festival das Artes (Coimbra).

 

Em 2013, o CORDIS produziu o primeiro DVD, gravado ao vivo em setembro de 2011, no Teatro Académico de Gil Vicente, onde teve lugar o seu lançamento numa edição de luxo, no dia 15 de novembro de 2013: PACK triplo que contém o DVD + cd CORDIS piano & guitarra portuguesa + cd CORDIS 2.  Depois de Cascais, Albergaria, Horta, Fátima, Miranda do Corvo, já em 2014, o CORDIS ruma agora a outras cidades, palcos de novas apresentações, com uma agenda totalmente preechida para a rentrée.



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Quarta-feira, 09.07.14

Homenagem a CARLOS PAREDES por BUDDA POWER BLUES

BUDDA POWER BLUES

Novo vídeo em homenagem ao mestre CARLOS PAREDES

No ano em que se assinala o 10º aniversário da morte de um dos maiores vultos da música nacional, Budda Power Blues decide homenagear o guitarrista português re-interpretando um dos seus mais icónicos temas: "Verdes Anos". Falamos naturalmente de Carlos Paredes.


A forma a que a banda encontrou para o fazer é aquela que melhor lhe assenta: ao vivo e a cores. Mas não se trata de um concerto, nem de um tradicional videoclip. Trata-se de uma performance de um tema registada em áudio e vídeo, seguida de um jantar tertúlia sobre a banda e a vida e obra de Carlos Paredes.


A 22 de Março, aquela que é considerada por muitos como a a melhor formação de Blues Nacional, registou a sua versão da obra do mestre Paredes, nos estúdios Glider, em Lisboa.


Musicalmente Budda optou por fundir dois temas de dois mundos diferentes: de um lado "Verdes Anos", do outro "Since I've Been Lovin' You" dos britânicos Led Zeppelin. Desta forma cruzam-se influências da banda, mas que muito pouco têm de comum entre si.


A versão de Budda Power Blues congrega tudo aquilo que é icónico na sua forma de estar, como sendo a riqueza harmónica, a extrema amplitude de dinâmica, o improviso, a leveza e a rudeza.


A razão desta homenagem é assinalar o desaparecimento daquele que Budda considera o maior nome da música nacional e um dos grandes génios da humanidade.

 

 

IN CONCERT

NESTE SÁBADO - DIA 12 DE JULHO  @ BLUES EXPRESS LUXEMBOURG
Neste festival os Budda Power Blues tocarão ao lado de nomes como; Steven Seagal (USA), Jimmie Vaughan (USA),The Brew (UK), Thorbjorn Risager & The Black Tornado (DK). Com 45 bandas em 11 palcos, numa grande festa  organizada pela Câmara Muicipal de Differdange/Luxembourg.

Os Budda Power Blues tocarão às 01H30 no Lents Stage.
ENTRADA LIVRE


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Quarta-feira, 04.06.14

 

SLIMMY no Festival Rádio Faneca
LHAVO * 7 JUNHO * 18:30 HORAS

 FESTIVAL RÁDIO FANECA
Slimmy apresenta o seu formato electro-acústico, com o músico convidado Quico serrano, no próximo dia 7 de Junho, na Filarmónica Ilhavense, inserido no Festival de artes per formativas Rádio Faneca.

Slimmy continua a levar as suas canções a um público mais local, com um espetáculo intimista, especialmente preparado para auditórios e outros espaços onde o contacto com o público é mais próximo e de total cumplicidade, sempre na companhia em palco do músico e produtor dos seus discos Quico Serrano, dos Plaza.

Após o sucesso da primeira edição, em 2012, a Câmara Municipal de Ílhavo através do Centro Cultural voltam a ocupar o Centro Histórico e o Jardim Henriqueta Maia com o Festival Rádio Faneca, que mais uma vez convocou a comunidade a participar nos processos artísticos e que apresenta uma programação de cruzamentos entre as artes per formativas, visuais e a música.
Local - Ílhavo * Filarmónica Ilhavense

Data - Dia 7 de Junho de 2014

Hora - 18:30 horas

Preço do bilhete - Gratuito

 

 

 



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Sábado, 17.03.12


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Sábado, 15.10.11
O Festival da Amadora decidiu assinalar este ano os 60 anos da série americana Peanuts
O Festival da Amadora decidiu assinalar este ano os 60 anos da série americana Peanuts (DR)
O humor é o tema central da 22ª edição do Festival Internacional de BD da Amadora, que este ano decorre entre 21 de Outubro e 6 de Novembro.

A exposição “O Humor na Banda Desenhada”, situada no Fórum Luís de Camões (Brandoa) – onde estará instalado o núcleo central do festival –, celebra o centenário do humorismo em Portugal e o peso que ele tem na banda desenhada nacional. Em destaque está a criação, em 1911, da Sociedade de Humoristas Portugueses. O segundo módulo é dedicado ao humor na BD internacional e ao seu papel na evolução histórica e geográfica desde 1800 até ao tempo presente.

O Festival da Amadora decidiu também assinalar este ano os 60 anos da série americana Peanuts, criada em Outubro de 1950 por Charles M. Schulz, com uma exposição antológica, desenvolvida em colaboração com a Peanuts Worlwide e o Museu Charles Schulz.

A nova geração de autores portugueses está amplamente representada numa mostra colectiva que apresenta originais de Rui Lacas (álbum “Asteroid Fighters”, prémio para o melhor álbum português em 2010), Filipe Andrade (álbum “BRK”, prémio do melhor desenho de álbum português), Filipe Melo (álbum “As Incríveis Aventuras de Dog Mendonça e PizzaBoy”, prémio do melhor argumento de álbum português), Nelson Martins (“Tout sur les Célibataires”, prémio do melhor álbum português em língua estrangeira) e Richard Câmara (prémio da melhor ilustração para livro infantil, “O Homem que ia contra as Portas”).

Ainda na Brandoa, a exposição “Ano Editorial” apresenta os livros nomeados para os prémios nacionais de BD 2011, a atribuir pelo festival.

Como em anos anteriores, a organização promove extensões do festival em outros equipamentos culturais do concelho da Amadora. Assim, a Galeria Municipal Artur Boal recebe uma exposição antológica de Fernando Relvas. Na Casa Roque Gameiro podem ser vistos os originais de Yara Kono, prémio nacional de ilustração em 2010. 

Nos Recreios da Amadora estará patente a exposição “AmadoraCartoon”, enquanto no Centro Nacional da BD e da Imagem se apresenta a exposição “História com Humor”, dedicada a Artur Correia e António Gomes de Almeida. No Museu Municipal de Arqueologia pode ser vista a mostra “Um Dia há Quatro Mil Anos, Um Menino como Eu”, de João Martins. 

Finalmente, a Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos acolhe “José Pires, 50 Anos de BD” e a Escola Superior de Teatro e Cinema recebe as pranchas originais do álbum “É de Noite que Faço as Perguntas”, de David Soares, André Coelho, Daniel Silvestre, João Maio Pinto, Jorge Coelho e Richard Câmara.

Além da habitual presença de autores portugueses, para participarem em sessões de autógrafos, debates e encontros, estarão este ano na Amadora Alex Baladi (Suíça), Luiz Gê (Brasil), Roberta Gregory (Estados Unidos), Juan Cavia, Santiago Villa (ambos da Argentina) e Eric Maltaite (Bélgica), entre outros.



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Sexta-feira, 15.07.11

MOVE.AR - FESTIVAL DE ARTES DE RUA DE SETÚBAL

 

Move.AR – Festival de Artes de Rua de Setúbal anima a cidade

 

Pintura facial, malabarismo, modelagem de balões, espectáculos de pirofaga, instalações, estátuas vivas, artesanato urbano, teatro de rua, oficinas para crianças, actividades para bebés, entre muitas outras acções que o Festival de Artes de Rua de Setúbal – Move.AR proporciona a todos os públicos. O Festival é organizado pelo Teatro do Elefante e decorre até dia 17 de Julho, com programação durante todo o dia em vários locais da cidade.

 

No festival são apresentados múltiplos modos de articulação entre as diversas formas de Arte. Deste modo promove-se a intervenção artística de qualidade em espaços acessíveis a todos, estimulando as múltiplas formas de colaboração entre as actividades artísticas, as indústrias do lazer e os agentes económicos e turísticos locais, em geral.

 

No fim de semana que marca o final do primeiro período do Festival, que regressa entre os dias 8 e 19 de Agosto, destaca-se a Oficina de Percussão, dinamizada por Bruno Cintra do Agora Teatro. Esta Oficina dirige-se a crianças a partir dos 4 anos, na qual são explorados os ritmos tradicionais individualmente e em conjunto, bem como os próprios instrumentos.Acompanhando a música ao vivo de uma gaita de foles, a oficina decorre no dia 14 de Julho, pelas 17 horas, no Parque Urbano de Albarquel, com inscrição para os contactos da Companhia. A par da oficina mantêm-se actividades todas as manhãs na Placa Central da Avenida Luísa Todi, como a pintura facial, a modelagem de balões, entre outros. Entre as 10.30h e as 13h, aproximadamente, este espaço é animado e proporciona um conjunto de acções, com participação gratuita para todos, bem como todas as informações sobre o Festival.

 

O  festival é organizado pelo Teatro do Elefante, uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura - DGArtes, e apoiado pela Câmara Municipal de Setúbal e Made In Café|Kids. Todas as informações podem ser cedidas pelos contactos do Teatro do Elefante, elefante@teatrodoelefante.net, 927 751 881 e 916 887 596.

 



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Quinta-feira, 31.03.11
Mad Men vai regressar para quinta temporada
 
A série Mad Men vai regressar para uma quinta temporada no ano que vem. Segundo a AMC, a cadeia televisiva que transmite a série nos Estados Unidos, explicou que o atraso se deve a uma discórdia com o criador, Matthew Weinwe, sobre a hora da estreia televisiva.

Porém, tendo em conta o sucesso da série, a AMC ofereceu a Weinwe um contrato de mais três temporadas no valor de 30 milhões de dólares.

Por seu lado, o criador do programa, não está de acordo com algumas das propostas da cadeia sobretudo a ideia de reduzir o tempo de cada episódio em dois minutos para juntar publicidade. Weiner defende que isto fará da série de publicitário dos anos 60 um espectáculo «totalmente diferente».

Os fãs da série já inundaram as redes sociais com queixas sobre o atraso no regresso da série.

 

Via Sol



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Sábado, 26.03.11
Filme de Manoel de Oliveira no primeiro Festival Internacional de Pequim
 
O último filme de Manoel de Oliveira, O Estranho Caso de Angélica será exibido na China em Abril, durante o primeiro Festival Internacional de Cinema de Pequim, disse hoje fonte da organização do certame. 

Co-produção envolvendo quatro países (Portugal, Brasil, França e Espanha), O Estranho Caso de Angélica, realizado em 2010, é também o único filme de um autor português incluído na programação do festival de Pequim, indicou a mesma fonte.

Cerca de 100 filmes estrangeiros - cinco vezes mais do que a quota anual de importação em vigor na China - vão ser exibidos no certame, entre 23 e 28 de Abril.

É «um festival sem prémios» e, alem de exibir filmes que provavelmente não chegarão às salas chinesas, pretende servir como «plataforma de cooperação» entre produtores, académicos e animadores de certames idênticos.

Entre os filmes já anunciados, e por ora só disponíveis em DVD piratas, figuram Cisne NegroA Rede Social127 Horas e O Indomável.

O Festival, organizado pela Administração Estatal da Rádio, Cinema e Televisão e o governo municipal de Pequim, assume-se como uma iniciativa «inovadora, aberta e orientada para o mercado».

Desde 2003, as receitas de bilheteira dos cinemas chineses subiram em média 35 por cento ao ano e em 2010 ultrapassaram os 1.086 milhões de euros, mais de 10 por cento dos quais facturados pelo filme de James Cameron, Avatar.

 

Via Sol



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Sexta-feira, 25.03.11
«Possessão», uma das obras de Paula Rego expostas em Serralves
«Possessão», uma das obras de Paula Rego expostas em Serralves

 

 

Museu do Porto recorre aos seus próprios fundos para organizar exposição com obras deAntónio ArealJorge Queiroz e Paula Rego.

Algumas obras de Paula Rego nunca antes expostas poderão ser vistas a partir de amanhã no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto.

Trata-se da mostra "Recordações da Casa Rosa", patente ao público até 12 de junho, na qual se reúnem ainda trabalhos de António Areal e Jorge Queiroz.

Para organizar esta exposição o museu recorreu à sua própria coleção e organizou-a de modo a poder colocar em confronto os universos de três artistas que, em comum, têm, pelo menos, o recurso à figura e à narrativa.

As obras agora em exposição, dizem os responsáveis pela mostra, "podem facilmente ser associáveis a uma 'biblioteca' surrealista, transportando-nos para uma dimensão onírica, transgressora dos limites da representação". Resistem, no entanto, a essa possibilidade "pela sua singularidade, fugindo a uma identificação com um paradigma".

As ficções de Paula

Embora as histórias sejam uma componente fundamental da pintura de Paula Rego (1935), a artista, como diz João Fernandes, diretor do Museu de Serralves e comissário da exposição, "nunca se dedica a uma mera ilustração dos acontecimentos ou das situações suscitados pelo seu ponto de partida. Os livros e as histórias que lhe servem de referência funcionam como um intertexto da ficção que cada trabalho seu constitui".

António Areal (Porto, 1934 - Lisboa, 1978), a par da produção visual manteve uma produção ativa no domínio da teoria e da crítica de arte e, como se diz na apresentação da exposição, "foi sempre uma referência importante para outros artistas, entre os quais Paula Rego".

Na sua obra constata-se o recurso a soluções formais oriundas do universo da banda desenhada e da arte gráfica. Em Serralves, serão apresentadas duas séries de desenhos, datadas de 1968 e 1972.

Ecos do surrealismo

A primeira corresponde a trabalhos que, "revelando ainda ecos do surrealismo, traduzem já influências da arte op e da pop, assim como o recurso a composições formais associáveis às artes gráficas", refere o texto de apresentação.

Na série de 1972, já afastado do contexto artístico devido a problemas de saúde, António Areal dedica-se quase em exclusivo ao desenho.

Jorge Queiroz, nascido em Lisboa em 1966, recorre a meios de registo diversificados, como a grafite, o lápis de cor, o pastel de óleo, o acrílico ou o guache.

Produz desenhos "que apresentam uma profusão de elementos figurativos e abstratos que se justapõem, fundem e transformam e que, através de processos análogos à livre associação, constituem exuberantes ficções, alheias a qualquer narrativa ou guião".

Nos dias 16 e 28 de abril, às 15h30 e às 18h30, respetivamente, e a 2 de junho, às 18h30, serão feitas visitas guiadas à exposição. A visita do dia 16 é exclusiva para Amigos de Serralves.

 
Via Expresso


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Segunda-feira, 21.03.11
Orquestra YouTube dedica concerto inaugural às vítimas de desastres naturais

 

 

O concerto inaugural da Orquestra Sinfónica do YouTube, que integra o trompetista português Pedro Silva e o violinista brasileiro Vasken Fermanian, estudante em Castelo Branco, foi hoje dedicado às vítimas de desastres naturais no Japão Austrália e Nova Zelândia.

O espectáculo na Casa da Ópera de Sydney incluiu a participação de vários solistas convidados e revestiu-se de um carácter multimédia expresso em performances como a da ucraniana Ksenya Simonova, com os seus desenhos em areia concebidos em tempo real, e o artista digital Android Jones, que ao longo do concerto criou várias das projecções observáveis no interior do auditório e também na sua característica estrutura arquitectónica exterior.

Michael Tilson Thomas conduziu o concerto desta manhã (hora de Lisboa) e, perante os cerca de 2.500 espectadores que quase lotaram a sala e os largos milhares que o terão acompanhado pela internet, declarou, a propósito da experiência que esta semana reuniu os 101 músicos de 33 países escolhidos para o colectivo:«Sei que os membros da orquestra se associam a mim no agradecimento à Google e ao YouTube por nos terem dado esta oportunidade e os meios de a partilhar convosco».

«O programa do concerto foi planeado há meses de forma a ser espectacular e colorido», continuou o maestro norte-americano, «mas hoje estamos conscientes das pessoas que no Japão, na Austrália e na Nova Zelândia estão a sofrer os efeitos de desastres naturais».

O concerto inaugural da Orquestra Sinfónica do YouTube 2011 foi, por isso, dedicado a essas populações, procurando demonstrar que a música, embora de uma «beleza que parece muito frágil»,«pode ser um conforto em tempos como estes».

Através da internet, pôde verificar-se que Pedro Silva actuava a meio da fila de sopros disposta na primeira posição que se elevava acima dos naipes de cordas, enquanto Vasken Fermanian se encontrava à esquerda da formação, no grupo dos primeiros violinos.

O primeiro músico tem 20 anos, reside em Santa Maria da Feira, frequenta a Licenciatura em Música da Universidade do Minho e, entre os 12 trompetistas que chegaram à final, foi um dos quatro escolhidos para o colectivo do YouTube.

Vasken Fermanian tem a mesma idade e estuda violino na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, mas é natural de Fortaleza, no Brasil, e, entre 79 finalistas desse instrumento, foi um dos 31 seleccionados para a formação..

Criado em Fevereiro de 2005, o YouTube é o maior site de vídeos da internet e em 2009 lançou «a primeira orquestra colaborativa do mundo», em que os músicos prestam provas em vídeo e são avaliados através da internet por um júri que escolhe os finalistas, votados depois online pela comunidade de utilizadores do site.

Na sua primeira edição, a orquestra do YouTube recebeu cerca de 3.000 candidaturas de 70 países, acabando por escolher 94 músicos, entre os quais o violinista português Tiago Santos. Em 2010, terá recebido 10.000 inscrições e escolhido 336 finalistas, entre os quais se incluiu também a flautista Ana Carina Sousa, o violinista Nuno Vasconcelos, o trompista Luís Duarte Moreira e o oboísta Samuel Bastos.

 

Via Sol



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Quarta-feira, 16.03.11
Queen fazem 40 anos
 
Os 40 anos de existência dos Queen são assinalados pela reedição dos primeiros cinco álbuns, remasterizados, da banda britânica e pela compilação Queen - Deep Cuts 1973-1976 de canções que não estiveram nos tops.
 

Os álbuns remasterizados são Queen IQueen IIShear Heart Attack,A Day at the Opera e A Day at the Races, postos à venda em cd nomais e em edições especiais com dois discos e materiais inéditos.

 

Com vendas globais de mais de 170 milhões de álbuns, os Queen deixaram temas como Bohemian RhapsodyCrazy little thing called loveWe are the champions e Radio Ga Ga.

 

Criada no início dos anos 1970, a banda era então constituída por Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon.

 

A morte do vocalista Freddy Mercury em Novembro de 1991, aos 45 anos, não impediu que a banda se mantivesse, obtendo mesmo um enorme êxito de vendas - 20 milhões - com o álbum Made in Heaven (1995) que incluía as últimas gravações deixadas pelo vocalista nascido em Zanzibar.

 

A banda manteve o nome, mas hoje é constituída por Brian May, Roger Taylor e Paul Rodgers.

 

Via SOL



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Sábado, 29.01.11

 

Acordo ortográfico

 

Em relação ao acordo ortográfico, não vi referências específicas sobre: 1. Connoscoem Portugal, que os brasileiros escrevem com um "n" (conosco). 2. Húmido (e derivados) que no Brasil são escritos sem "h" vão perder ou não o "h"? (aplica-se o ponto 1 ou 2 da Base II do acordo?)
Pierre Filipe (Brasil)


O Acordo Ortográfico não é explícito relativamente à questão colocada, mas permite-nos verificar que, neste e em outros casos, as diferenças ortográficas entre o português europeu e o português do Brasil não vão desaparecer com a aplicação deste acordo.

Em relação às formas connosco/conosco, mas também em relação a outros contextos análogos, como comummente/comumente, não há no Acordo Ortográfico de 1990, nomeadamente na Base IV, que diz respeito às sequências consonânticas, qualquer indicação sobre este contexto consonântico, o que permite manter as tradições ortográficas de Portugal (ex.: connosco, comummente) e do Brasil (ex.: conosco, comumente).

Relativamente ao uso do h inicial, a Base II do Acordo Ortográfico preconiza, na alínea a) do ponto 1, que o h inicial se emprega "por força da etimologia: haver, hélice, hera, hoje, hora, homem, humor", o que justifica o uso de húmido com agá (válido na norma europeia do português) ou sem agá (válido na norma brasileira do português), uma vez que este pode derivar do adjectivo latino humidus que tem também uma varianteumidus.
Por outro lado, a alínea a) do ponto 2 da mesma base indica que o h inicial se suprime "quando, apesar da etimologia, a sua supressão está inteiramente consagrada pelo uso: erva, em vez de herva; e, portanto, ervaçal, ervanário, ervoso (em contraste comherbáceo, herbanário, herboso, formas de origem erudita)", o que justifica o uso deúmido sem agá (válido na norma brasileira do português), mesmo que não houvesse o adjectivo latino umidus.
Se compararmos a Base II do Acordo de 1990 com a correspondente Base III do Acordo de 1945 (para o português de Portugal) ou com o ponto III do Formulário Ortográfico de 1943 (para o português do Brasil), verificamos que não há nenhuma alteração pertinente nas prescrições ortográficas, mas antes que húmido ou úmido são justificáveis segundo os critérios explicitados, apesar de as tradições ortográficas das duas normas consagrarem apenas uma das formas em cada norma.

 

 

Via Flip



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“2 milhões de refugiados, provenientes das províncias de leste, chegam esgotados pelas estradas” (Alemanha)

“2 milhões de refugiados, provenientes das províncias de leste, chegam esgotados pelas estradas” (Alemanha)
Centro de Documentação e Informação – Diário de Notícias Dossier Mapas (1939-1945); pasta – campos de concentração

...) Permitam-me começar com uma citação de Elie Wiesel: "Não transmitir uma experiência é traí-la." Relembrar o passado e os milhões de pessoas que pereceram no Holocausto é o mínimo que podemos fazer para honrar a sua experiência. A memória é o que devemos às vítimas, aos sobreviventes, aos libertadores e a nós próprios.

 

Entre 17 de Junho e 8 de Julho de 1940, Aristides de Sousa Mendes , Cônsul de Portugal em Bordéus, emitiu vistos de entrada a 30.000 judeuse outros refugiados em fuga de uma França ocupada pelos nazis. Em menos de três semanas conseguiu salvar o equivalente a uma cidade inteira da destruição quase certa. (...) Não exagero ao dizer que milhões de pessoas que hoje estão vivas devem a sua existência, de forma directa ou indirecta, a este homem corajoso que morreu indigente e em desgraça, punido pelo governo de Salazar por ter desobedecido à ordem directa de suspender a emissão de vistos a judeus refugiados. (...)

 

Eis a definição de um verdadeiro herói: um homem que desobedece ao seu próprio governo e que paga um elevado preço pessoal para fazer o que está certo - salvar pessoas inocentes da morte e do sofrimento. Esta é, também, a definição de um verdadeiro diplomata: alguém que usou o seu cargo influente para ajudar as pessoas a atravessar as fronteiras para a segurança no meio de uma guerra terrível. (...)

É, indubitavelmente, uma história encorajadora. A maioria das histórias do Holocausto não o é.

 

(...) O Holocausto - como conceito e como sistema - teve origem na mente dos homens. Não foi uma catástrofe natural. Foi uma catástrofe provocada pelo homem. O preconceito está a aumentar nos nossos próprios países, mas também noutros lados, tanto na esfera pública como nos bastidores. É justamente a este nível que a luta tem de ser travada.

 

Genocídios e crimes contra a humanidade continuam a ocorrer em muitos lugares do mundo. O conhecimento sobre as origens, os motivos e o significado do Holocausto é imprescindível para sensibilizar a opinião pública e mobilizar forças para fazer recuar essas tendências. (...)

Temos de ter sempre bem presente na nossa memória a fragilidade da vida humana e a vulnerabilidade das nossas sociedades. Temos de preservar a memória do Holocausto para a posteridade como uma lição sobre a falta de moral da humanidade. Fazemo-lo com a esperança de que possamos, de facto, aprender com os acontecimentos do passado. (...)

 

Gostaria de citar uma parte do discurso do Professor Yehuda Bauer, Presidente Honorário do ITF , proferido há exactamente cinco anos, na Assembleia-Geral das Nações Unidas, no Dia Internacional da Memória do Holocausto : "Certamente, o Holocausto revela as profundezas da depravação humana, porém, nas suas margens, encontram-se os picos do sacrifício pessoal em prol dos outros. E isso mostra-nos que existe uma alternativa".

 

A nossa memória colectiva é o que define o nosso presente e futuro. Sem a memória do Holocausto, não conseguiremos construir sociedades democráticas e pluralistas nas quais a diversidade étnica, cultural e religiosa seja não só tolerada mas, também, respeitada e valorizada.

 

Devemo-lo ao sacrifício pessoal de Aristides de Sousa Mendes. (...) Devemo-lo á criança esquecida que foi morta e cujo nome não entrou na História. (...)"

Clique para visitar o museu
MUSEU VIRTUAL
ARISTIDES SOUSA MENDES

 

Via expresso



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Terça-feira, 18.01.11

Não foi só no aclamado Femina (2009) que Paulo Furtado colaborou com outros músicos, nacionais e estrangeiros, mais ou menos conhecidos. Quem for aos Coliseus, para a semana (dia 21 no Porto, no dia seguinte em Lisboa), terá o privilégio de passar em revista algumas dessas parcerias, numa noite que se adivinha única e recheada de surpresas. Dead Combo, Nell Assassin, DJ Ride, Rita Redshoes, Lisa Kekaula, Mick Collins e Jim Diamond são alguns dos convidados.

Mick (que produziu os dois primeiros álbuns dos White Stripes) e Jim – vocalista dos Dirtbombs e dos Gories – participaram no disco Black Rusty Pussyboat, cujas músicas foram feitas 10 minutos antes da entrada em estúdio, inspiradas por uma garrafa de Macieira. Todo o relato deste feliz encontro, pela voz do Legendary Tigerman, no vídeo abaixo.

 

 

 

 

 

Via BodySpace.net



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