Terça-feira, 09.10.12

6 certezas sobre sexo que deve esquecer

Deixe as suas certezas sobre sexo para trás e aumente a temperatura na cama

Por vezes agarramo-nos a determinadas certezas, apesar destas serem antiquadas. Nunca dá por si a pensar que chegou a altura de pensar em algo novo? 

1ª certeza sobre sexo: Sexo bom dura horas e horas 
Correcção: Relações sexuais boas duram o tempo que queremos que durem. 

Pode ser uma “rapidinha” quando está à espera dos sogros e a adrenalina começa a correr nas veias. Permita que os desejos urgentes do seu parceiro, de possuí-la naquele preciso momento, a entusiasmem. Pode também ser uma maratona sexual no Domingo de manhã, na qual descobre zonas erógenas esquecidas e tenta todas as posições que conhece, e talvez até inventa umas novas. 

2ª certeza sobre sexo: o homem toma sempre a iniciativa
Correcção: Mulheres, assumam o controlo!

Normalmente, a iniciativa é sempre do mesmo parceiro. Na maioria dos casos, este parceiro é o homem, independentemente de quão emancipada ou excitada está a mulher. Os homens adoram que as mulheres assumam o controlo – sentem-se mais desejados e você sente-se mais confiante, o que vai, sem sombra de dúvida, elevar a temperatura no quarto (ou no WC, sofá, balcão da cozinha...).

3ª certeza sobre sexo: cada um dos parceiros investe 50% de esforço na elação sexual
Correcção: Isto deve aplicar-se ao balanço anual, mas cada pessoa deve investir aquilo que lhe apetece nesse momento.

Isto significa que se o seu parceiro está cansado, deixe-o descansar e render-se ao prazer, enquanto o mima. Quem sabe se essa razão 20-80% não aumenta o seu prazer para 150%.

4ª certeza sobre sexo: Relação sexual é o coito
Correcção: Relação sexual pode ser tudo.

Quando chegamos ao coito, a “verdadeira relação sexual”, sentimos que o prazer que obtemos num simples beijo ou carícias é só para “principiantes”. Ainda se lembra de como gostou de se conhecer, em termos sexuais? Talvez deva aprender algo com os “principiantes”: esteja completamente presente em cada beijo, em cada toque, quando estiver a saboreá-los, sem se apressar para o derradeiro objectivo – o orgasmo.

5ª certeza sobre sexo: as fantasias são privadas
Correcção: Também pode contar as suas fantasias ao seu companheiro. Podem partilhar fantasias ou realizá-las juntos.

Partilhar fantasias vai estimular o vosso desejo sexual e criar sentimentos ainda mais fortes de confiança e proximidade. Ver um filme erótico ou ler literatura erótica juntos pode ser um bom começo, e depois podem criar os vossos próprios guiões eróticos.

6ª certeza sobre sexo: quando se conhece bem o parceiro, sabe-se “em que botões carregar” 
Correcção: A menos que tenha uma relação com um robot, tudo pode mudar.

Mesmo que pense que conhece o seu parceiro por dentro e por fora, continue a explorar as zonas erógenas do seu corpo e as mudanças nos seus desejos, à medida que os anos passam. Descubram-se novamente e os vossos laços serão fortificados – mesmo fora do quarto.

 

Noticia do Sapo Mulher



publicado por olhar para o mundo às 08:44 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Segunda-feira, 08.10.12

Não finja que está a gostar!

 

Pode sair-lhe caro

 

Se fingir que fica excitada com algo que não a excita durante a relação sexual, em breve o sexo vai transformar-se num pesadelo. Exprima os seus desejos! 

Tem de revelar os seus desejos ao seu parceiro

 

O objectivo do bom sexo é deixar-se levar e ter em conta os desejos do seu parceiro, sendo que o seu parceiro tem também em conta os seus desejos e faz tudo o que a excita. É por isso que não é boa ideia ficar em silêncio e pensar que o seu parceiro vai achar que os seus desejos são estranhos ou que a vai julgar. As mulheres costumam ter mais problemas com este tipo de situações. 

Têm medo que os homens passem a vê-las como prostitutas, o que implica que não as vejam como futuras esposas. Esta situação é naturalmente indesejável porque as priva de ter prazer e faz com que passem a sentir que falta sempre algo no sexo. Por outro lado, os homens têm medo que as suas parceiras digam que não, que achem que os seus desejos são depravados ou que reajam mal. 

É sempre importante falar sobre estas questões e é por isso que aconselhamos que mostre, assim que possível, e de forma amável e agradável, o que quer, o que gostava de experimentar, o que acha que falta fazer e quais são as suas fantasias. Mesmo que a reacção inicial seja algo turbulenta, não desista e continue a explicar, ou então espere por uma ocasião mais apropriada, encarando a partilha dos seus desejos de forma diferente. 

Os preconceitos devem ser deixados à porta do quarto

 

A maioria dos preconceitos são completamente desnecessários e provavelmente vão rir-se deles mais tarde. São apenas fruto da sua imaginação e deixarão de existir se falar honestamente sobre eles com o seu parceiro. As mulheres são normalmente preconceituosas em relação ao sexo anal, esperma, garganta funda, sexo mais brusco e alguma dominação marota, por exemplo. 

Os homens não sabem como exprimir estes desejos adequadamente e por isso não os revelam, tornando-se muitas vezes infelizes e insatisfeitos com a sua vida sexual. Caros senhores, um dos maiores erros que podem cometer é trair a vossa parceira só por estarem convencidos que ela não gostaria de experimentar certas coisas. Deve perguntar-se primeiro se chegou alguma vez a dizer-lhe o que quer fazer. 

Se já o fez, analise a forma como lhe perguntou. Foi suficientemente persistente, fez as coisas certas sem a forçar a nada? Uma palavra gentil resulta sempre bem, só tem de ser paciente, especialmente se a sua parceira não for muito experiente neste tipo de assuntos ou um pouco conservadora. 

Tácticas para realizar os seus desejos mais secretos

 

Comece com uma abordagem astuta e assim não vai insultar a sua parceira, para que ela não ache que está insatisfeito com a sua vida sexual e que só consegue satisfazer-se através das suas fantasias. Também aconselhamos as mulheres a não seguirem essas linhas de raciocínio para não ficarem com a sensação que os seus parceiros já não têm interesse no sexo normal e que só ficam excitados com as coisas que ainda não fizeram com eles. 

Caras senhoras, não se trata disso; o conceito é semelhante ao da sobremesa, um ingrediente adicional para apimentar o sexo. Estas são coisas que os vossos parceiros gostam e que as querem fazer ocasionalmente. O mesmo também se aplica a si. Deve falar ao seu parceiro sobre os seus desejos e não tenha medo que ele a passe a olhar para si da forma errada. Por exemplo, diga-lhe que quer que lhe faça mais sexo oral, estendendo-o ao ânus, que gostava de experimentar sexo em público e muito mais. Não tenha vergonha dos seus desejos. 

Não os reprima e comece a fantasiar com outra pessoa. O seu parceiro só pode realizar os seus desejos se os revelar. Como já dissemos anteriormente, revelar os seus desejos exige paciência e uma abordagem e experimentação gradual. É melhor deixar que as coisas aconteçam espontaneamente e no calor da paixão. 


Retirado de Sapo Mulher



publicado por olhar para o mundo às 18:53 | link do post | comentar

Quarta-feira, 21.03.12

Sexo e prazer sem pudores

Tem dúvidas sobre um dos maiores prazeres da vida? Nós respondemos a algumas perguntas "proibidas"

 

Que mulher não tem uma série de dúvidas sobre sexo e alguma vergonha de perguntar? Isso é normal. Mas estas interrogações não podem significar um obstáculo ao prazer. “Quanto mais a mulher conhecer o seu corpo, mais fácil será explorar a sua própria sexualidade”, diz a psiquiatra Carla Gil.

 

1. Sou muito tímida para pedir o que quero na cama. Como encontrar a forma certa de o dizer?

A melhor maneira de expressar os seus desejos é a subtileza. “Em vez de dizer ao parceiro que quer ser beijada no pescoço, por exemplo, ofereça-lhe o pescoço! Quando ele começar, incentive-o a continuar”, sugere Nelma Penteado, professora de artes sensuais.

 

2. É normal as mulheres se masturbarem?

Completamente normal. “A masturbação é importante para a mulher descobrir em que partes do seu corpo sente mais prazer”, explica o sexólogo Carlos Borges.A masturbação não tem de incluir a penetração de objectos, como um vibrador, ou do dedo. Basta dar prazer à mulher.

 

3. Sinto dor nas relações. O meu médico diz que não tenho nada fisicamente. Porque me dói?

Pode ter vaginismo, uma contracção da musculatura da vagina, que impede a entrada do pénis. Ao forçar a penetração, o homem provoca a dor. Também pode ser falta de lubrificação, por causas físicas (problema hormonal) ou psicológicas.

 

4. As grávidas podem fazer sexo normalmente?

Desde que não seja uma gravidez considerada de risco, a mulher pode fazer sexo normalmente. Caso a futura mamã sinta contracções no final da gravidez, é melhor evitar o ato sexual. No entanto, se ela e o bebé estão de perfeita saúde e o médico autorizar, é possível ter sexo.

 

5. O meu parceiro ejacula rapidamente. Como faço para prolongar esse tempo?

Quando o homem ejacula antes dos cinco minutos de penetração e não consegue controlar esse impulso, é possível que ele tenha ejaculação precoce. Geralmente, isso é causado por factores psicológicos como ansiedade ou trauma sexual na infância e deve ser tratado por psicólogos especializados.

6. Que doenças da terceira idade podem prejudicar a minha vida sexual?


De acordo com Anne Hooper alguns distúrbios nessa faixa etária podem comprometer a relação sexual. Entre eles, estão a artrite, que ataca as articulações e prejudica a mobilidade durante a relação sexual. Outros inimigos  são as diabetes, que podem provocar infecções vagina e vulva, caso não seja tratado adequadamente. Nos homens, as diabetes podem causar impotência.

 

7. Quais são as fantasias que as mulheres querem realizar

Um estudo realizado pela terapeuta sexual americana Gina Ogden mostrou quais são as fantasias que as mulheres mais desejam realizar. Elas são:

1 Fazer sexo com um ator, cantor ou outro homem lindo e famoso.

2 Ser dominada pelo parceiro durante o ato sexual.

3 Ser amarrada pelo parceiro durante a relação.

4 Sexo com alguém proibido, como o cunhado ou o vizinho.

5 Sexo com algum professor ou com um aluno.

6 Cenários românticos, como sexo numa praia ao luar.

7 Experimentar o acto sexual com outras mulheres.

8 Fazer sexo com sentimentos profundos envolvidos.

9 Sexo em locais perigosos, que aumentam a emoção.

10 Usar brinquedos sexuais, como vibradores.

 

8. Costumo pensar noutros homens para ter um orgasmo. Depois sinto culpa. Fantasiar é igual a trair?

Fantasias ajudam o casal a não cair na rotina. Mas, se as encara como traição, isso indica que se sente insatisfeita na relação.

 

9. Devo fingir orgasmo para satisfazer o meu marido?

Esse é um conflito comum para muitas mulheres. Elas preferem fingir um orgasmo a admitir que não tiveram prazer. Uma solução é parar de fingir e pedir ao parceiro carícias que facilitem o seu orgasmo.

 

10. Em que lugar da vagina a mulher sente maior prazer?

É no famoso ponto G, aquele tal que promete orgasmos intensos e maravilhosos. Ele fica atrás do osso púbico, dentro da parede da vagina. Pode encontrá-lo explorando a vagina com o dedo ou com toques do parceiro.

 

11. Porque é que a vagina faz uns barulhos estranhos?

Porque o movimento do pénis faz entrar e sair ar da vagina. Isso é normal, mas, se o barulho for escandaloso, opte pelo bom humor. Se quiser evitar esse ruído estranho, faça sexo na posição de concha.

 

12. O que fazer se o meu parceiro falhar na cama?

Seja carinhosa. “Trate a situação com naturalidade”, ensina Carla Gil. Beije-o, abrace-o, puxe outro assunto. A excitação voltará naturalmente e podem recomeçar a folia com mais fôlego.

 

13. Sinto mais prazer nos preliminares do que no acto. É normal?

É sim. Nos preliminares, o casal descobre os pontos sensíveis um do outro. “As pessoas acham que a penetração é a parte mais importante, mas é só mais uma etapa”, explica Carla Gil.

 

14. Há problema em fazer sexo menstruada?

A menstruação não  deve atrapalhar em nada. “A maioria dos homens não sente nojo. A mulher é que acha anti-higiénico”, afirma Carla Gil. Agora, se o seu parceiro se sente desconfortável com o facto, que tal convidá-lo para uma sessão de prazer debaixo do chuveiro?

 

15. Tenho vergonha de receber e fazer sexo oral, mas queria experimentar. Como?

Que tal começar por brincar? Pode ser com chantily (ou mel), por exemplo. Passe-o nas partes do seu corpo em que gostaria de ser excitada e deixe a língua do seu parceiro fazer o resto. Vá só até onde quiser.

 

16. Invejo uma amiga que diz sentir muito prazer com o sexo anal. Como obter esse prazer?

É uma questão de exercício. A região anal proporciona prazer, porque é uma zona erógena. Mas como não tem lubrificação natural, alguns vasos da entrada do ânus podem romper com a penetração e provocar sangramento e dor. Para evitar isso, use lubrificantes e relaxe durante a penetração.

 

17. Adoro sexo com o meu parceiro, mas só chego ao orgasmo quando me masturbo. Como mudar isso?

Algumas mulheres não atingem o orgasmo com a penetração. “Isso acontece porque o clitóris fica afastado  da entrada da vagina, não permitindo a sua estimulação pelo pénis”. Neste caso, o parceiro deve estimulá-lo com a mão. Mas isso também pode ser um bloqueio emocional. Há mulheres que não conseguem entregar-se de corpo e alma ao acto sexual.

 

18. Tenho vontade de experimentar o sexo oral simultâneo, mas não sei se o meu marido quer. Como sugerir-lhe isso?

Não sugira. A cama não é uma área para travar debates, e sim um local de prazer onde, em princípio, deve acontecer tudo o que o casal desejar. Se  está com vontade de experimentar um 69,  dê o primeiro passo e deixar as coisas acontecerem.

 

Via Activa



publicado por olhar para o mundo às 22:41 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Terça-feira, 01.02.11

 

Os homens também chora, ou, quando as vitimas são eles

Quem me conhece sabe que sou acérrima defensora dos direitos do Homem e que me indigno sempre que leio ou vejo mais uma notícia sobre a violência dos homens contra as mulheres. No outro dia falava sobre isso com um amigo meu e prometi-lhe escrever sobre o outro lado do espelho, mostrando que eles também sofrem.

 

Se por uma lado é desprezível que, em pleno século XXI, as mulheres continuem a ser vítimas de violência doméstica, hediondo é também o facto de, cada vez mais, se assistir à violência da mulher contra o homem, muitas vezes - se não na maior parte delas - através da pressão psicológica, manipulação e intrépidos joguetes familiares.

Do alto da sua masculinidade, eles ainda têm vergonha em afirmar que são violentados, alvo de perseguição e que esta violência não se mede em equimoses, mas em nódoas negras emocionais, que ferem o corpo, mas sobretudo a alma. E quando existem filhos, estes servem de desculpa para uma violência que não é física mas é psicologicamente atroz.

Palavra de homem

 

Quis falar com alguém para que as palavras não fossem apenas estatística e com o João troquei sentimentos e desabafos de uma vítima no masculino. Divorciado, com 40 anos e pai de dois filhos, de 4 e 6 anos.

Do testemunho fica algum pudor e até vergonha em falar a verdade mas, acima de tudo, a força de quem leva a vida em frente e desabafa: "Uma mulher consegue levar um homem à loucura na pressão incansável que faz sobre a sua família, a sua mãe, os seus amigos, as suas ações mais inofensivas. Em maior ou menor escala, praticamente todas o fazem. A constante insatisfação de uma mulher face ao que considera ser o homem ideal, incinera autoestimas dos seus companheiros diariamente. E, naturalmente, pode levar a questões muito mais graves".

É violência quando homem ou mulher privam o cônjuge de estar com filhos


Apesar da revolta diz que sempre esteve na linha da frente, no que respeita à defesa das mulheres, mas cansado de viver com o inimigo desabafou: "Se mudares o género verás que o crime é o mesmo e existe na mesma proporção, só que tem menos estatística por duas simples razões: os homens ainda têm vergonha de o denunciar; os homens perdem em tribunal se a mulher disser que é tudo mentira. Pior, se uma mulher for colocada perante um juiz e disser que é vítima destes crimes, o homem é culpado até prova do contrário. Se for o homem a denunciar, a mulher é inocente até prova do contrário. Como vês a violência contra os homens também toma várias formas, tanto pode ser física, como psicológica, emocional, verbal, económica e sexual. O objectivo da pessoa que agride é sempre o de controlar a vítima, isolá-la, torná-la frágil e insegura. O agressor é frequentemente a mulher, a companheira ou a namorada, mas também pode ser a ex-mulher, a ex-companheira, ex-namorada, mãe, irmã e filha".

 

"A coragem vê-se em quem defende minorias, não maiorias"


Perante este testemunho senti a obrigação de mostrá-lo aos homens, não para desculpá-los mas para lhes mostrar que a violência existe e que não devem temer denunciá-la, porque sempre que se calam tornam-se coniventes com uma situação inaceitável, quer seja no masculino quer no feminino.

"É violência quando homem ou mulher privam o cônjuge de estar com filhos. Após a separação é uma prática criminosa hedionda e nojenta aceite como algo normal entre as mulheres. Nunca vi ou tive conhecimento de uma amiga que tentasse demover outra de privar o marido de ver os filhos após a separação. Pelo contrário. Que espécie de ser joga com o que de mais sagrado há para um progenitor? Desculpa o desabafo, mas cada vez tenho menos esperança de ver uma mulher a escrever sem medo sobre o que as mulheres são capazes de fazer (e fazem) aos homens dentro e fora das quatro paredes. Não desprezo e jamais desprezaria a violência contra mulheres. Desprezo sim as análises que continuam a dar o enfoque nessa tónica, simplesmente porque há menos dados públicos do contrário. A coragem vê-se em quem defende minorias, não maiorias".

Tomei a liberdade de escrever. Não podia deixar um amigo silenciado na dor, se antes lhe tinha pedido para se colocar na linha da frente. A violência contra os homens existe, assim como contra as mulheres, como tal deve ser denunciada, as vítimas protegidas e os transgressores condenados.

 

Relembre a reportagem - Violência doméstica: Quando as vítimas são eles

 

Via A Vida de Saltos Altos



publicado por olhar para o mundo às 19:13 | link do post | comentar | ver comentários (4)

Quinta-feira, 02.12.10

Casal de terapeutas sexuais dormiu com mais de 5000 pessoas

 

Um casal britânico, juntos há 20 anos, diz ter feito sexo com 5485 pessoas. Sarah Moore e Geoff Daniels estudaram terapia de sexo e afirmam que trabalham há 19 anos como "parceiros substitutos", ajudando casais a ultrapassar problemas sexuais.
Geoff já dormiu com 2162 mulheres e ajudou 49 a perder a virgindade. Já Sarah fez sexo com 3323 homens, incluindo 52 virgens, segundo o jornal The Sun.
O casal, porém, põe de parte a ideia de se tratar de prostituição. "Não somos pagos simplesmente para ter sexo com alguém por si só; não podemos ser comparados a prostitutos", afirmam, acrescentado que já ajudaram casais no Reino Unido, EUA, França e Austrália.

 

Via Ionline



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Terça-feira, 30.11.10

Eu traí a minha mulher

 

"Estava casado há sete anos quando aconteceu", conta Miguel O., 34 anos, professor universitário. "Envolvi-me com uma colega. Nem sequer estava apaixonado, mas também não estava apaixonado pela Lúcia, a minha mulher. Estava farto da monotonia em que o meu casamento se tornara."

Como era um principiante nas lides da traição, foi apanhado ao final de escassos dois meses. "A Lúcia reparou em algumas ‘confusões' nas minhas desculpas e, sim, fez a cena típica de ir ver as mensagens do meu telemóvel, os emails no computador e procurar facturas nos bolsos." O casamento acabou logo a seguir. "Ela confrontou-me, e eu assumi. Não tive outra hipótese."

O que se seguiu foi ainda pior de enfrentar: "Foi o escândalo total, porque ela não se limitou a confrontar-me, contou a toda a gente: à família dela, à minha família, aos amigos. Fui crucificado. A única pessoa que me ofereceu um sofá para dormir foi o meu irmão. Todos à volta faziam questão de lembrar como eu fora filho da p.... Foi a vingança da minha mulher."

Miguel sentia-se o último dos homens. "Todos olhavam para mim com desprezo: venho de uma família muito católica e fui educado a pensar que um homem adulto tem um bom casamento e é responsável por mantê-lo." A pressão familiar foi um inferno: "A minha mãe ia tendo um ataque quando percebeu que o filho mais velho, o mais responsável, tinha enganado a mulher. Mas a Lúcia - que sempre foi uma mulher doce e até um pouco apática - estava irredutível neste ponto."

Hoje, passado um ano, Miguel tem a certeza de que foi melhor assim: o casamento nunca teria dado certo. "Acho que os homens e as mulheres traem porque não estão bem na relação. Foi o que aconteceu comigo. A seguir, nem mantive aquela ‘aventura' ou como lhe queiram chamar. Não era nada de especial. Acho que gostava da atenção."

Os ‘traidores' são uma espécie pouco original: segundo um estudo recente da Universidade do Nevada, 40% dos homens já tiveram um caso fora do casamento. Os números não mudaram assim tanto desde o famoso Relatório Kinsey, em 1950, que apontava 50% de traidores entre os norte-americanos casados.

"Sentia-me um electrodoméstico..."

Miguel é o caso do ‘traidor' clássico que trai mais ou menos porque sim, por desfastio, e que é apanhado pela mulher com a maior das facilidades. Mas há quem veja um ‘caso' como um aviso de que é melhor mudar de vida.

Foi o caso de Luís S., gestor, 38 anos. "Fui casado durante quinze anos e nunca traí a minha mulher. Não me acho um traidor por natureza. Acho, sim, que preciso de atenção. E isso foi algo que perdi quando nasceram os meus filhos."

Estamos mesmo a ouvir a troça das mulheres: ‘Ai coitadinho!' Mas a falta de atenção é uma queixa que se repete no mundo masculino: "Senti-me como um electrodoméstico na minha própria casa. Servia para ir às compras, mudar lâmpadas, pagar compras e pouco mais. O mundo da minha mulher passou a girar em redor daquelas crianças."

As consequências foram previsíveis. " O sexo foi-se tornando cada vez mais raro. Não é algo que nos apercebamos logo de início. Mas há um dia em que pensamos ‘faz três semanas que não durmo com a minha mulher'. Sei que ela estava de facto cansada. Mas uma parte de mim não aceitava isso."

"Já não amava a minha mulher"

O que é que faz alguém que não tem atenção no casamento? As nossas avós não se cansaram de nos repetir: procura atenção lá fora! Luís pensou a mesma coisa. "Mas em momento algum considerei divorciar-me. A minha mulher e os meus dois filhos eram intocáveis. Os meus amigos juravam que umas ‘aventuras' fora do casamento não faziam mal algum. Um deles disse-me: ‘Como achas que sou casado há 30 anos?'"
Era inevitável: teve o seu primeiro caso. "Durou três meses, e era apenas sexual. Acabou porque ela teve que se ausentar do País e eu nem pensei mais nisso." O segundo caso foi semelhante. "Eu achava que conseguia manter tudo sob controlo, até porque o meu trabalho exigia que passasse muitas horas fora de casa."

Não há duas sem três, já sabemos. Mas o terceiro caso estragou tudo. "Porque me apaixonei. Tão simples e tão complicado como isso." Pois... é o que acontece aos homens que pensam ter tudo sob controlo... "Tomei consciência de que não podia viver sem ela. Logo, não amava a minha mulher. Tinha um profundo carinho por ela, mas já não podia continuar naquela relação."

Não adiou aquilo que precisava de ser feito. E pediu o divórcio. "A minha mulher desconfiou que havia outra pessoa, mas nunca teve a certeza. E eu achei que era desnecessário entrar em pormenores. Acima de tudo, preocupava-me que os meus filhos estivessem bem."

"Sou um admirador do vosso género"

Há quem traia por aborrecimento, por carência, porque o casamento acabou, e há quem seja... pois: um traidor em série. Sabem aqueles sedutores a que nenhuma mulher resiste, e que lhes pagam da mesma moeda? Também encontrámos um deles. "Bem, o anonimato conta para estas coisas, mas sei que, quando as vossas leitoras lerem o meu testemunho, vão pensar ‘aquele porco'!", afirma, convictamente, Pedro C., publicitário. "Depois, pensei: será que me sinto um porco? E se responder honestamente, vão pensar ‘lá está ele a limpar a imagem, o porco'! Não posso dizer que me sinta o melhor dos homens." Mas como isso não é desculpa, cá vai a história.

Tem 36 anos e é casado há oito. Antes de se casar, namorou dez anos, com muitos ‘intervalos' pelo meio, provocados - ele assim o admite - pela sua ‘dificuldade em repelir o sexo oposto'. "Sempre fui louco pela Mónica, mas gosto de mulheres. Sou um admirador sincero do vosso género. Gosto da forma como se mexem. Da forma como cheiram. Das formas do vosso corpo e dos pequenos detalhes, como o pulso ou o dedo pequeno do pé. E há tantas mulheres genuinamente interessantes e sedutoras que andar por cá é como estar sempre a ver montras cheias de doces e não lhes poder tocar."

Pronto, chega. A gente já percebeu por que é que ele não consegue ser fiel. "Durante os anos de juventude, diremos assim, tinha mais dificuldade em controlar os impulsos de entrar na loja de doces. Por isso, durante os dez anos de namoro com a Mónica, cometi muitos ‘deslizes'. Ela soube de muitos deles, o que era normal, andávamos na mesma escola e tínhamos amigos comuns. Ela descobria, acabávamos, e passados uns meses eu estava novamente a pedir-lhe que voltasse. Chegou uma altura em que disse a mim mesmo: ‘É tempo de parares com isto, estás a estragar a tua vida, porque a Mónica é mesmo a mulher que queres e com as outras já sabes que é muito bom aquele frisson inicial, mas depois acordas na manhã seguinte e só pensas como é que sais dali o mais depressa possível.'"

"A minha mulher nunca soube de nada"

Dessa vez, fez um esforço para atinar. E conseguiu. Entrou na linha. "Decidimos casar-nos. E eu sempre atinado. Nos primeiros dois anos as coisas correram bem. Eu resistia. Tentava não olhar para as montras."

Adivinhem lá: resistiu até que lhe apareceu à frente a Sónia. "Eu e a Mónica andávamos com problemas. Trabalhava que nem um louco e sempre que chegava a casa havia discussão por causa das horas. E eis que me apareceu a Sónia, sem stresses, superatraente, divertida e que me dava uma pica descomunal. E lá me deixei ir. O sexo era do melhor."

Aquilo durou uns nove meses. "Nunca enganei a Sónia, dizendo-lhe que ia ficar com ela, mas de repente já queria deixar o namorado! É pá, este filme é que não, pensei. Entretanto, a Mónica tinha engravidado, e acabei tudo com a Sónia. Hoje, a minha filha tem dois anos e desde então tenho-me mantido na linha. A Mónica nunca sonhou da minha aventura com a Sónia."

Como é que sabe que a Mónica nunca desconfiou? "Porque a conheço há dezoito anos e, se ela tivesse sequer sonhado, as minhas camisas tinham voado todas pela janela. Mas também era praticamente impossível. A Mónica não se dá com a malta do meu trabalho." Contar-lhe é que nunca lhe passou pela cabeça. "Em que é que ia ajudar? Ela tinha uma depressão, a minha filha sofria por arrasto e instalava-se o caos. Sei que não me portei bem, mas, bolas, não sou o super-homem. Agora, estou a fazer os possíveis por andar na linha. Não tenho é a ilusão de pensar que nunca vai voltar a acontecer. Como já disse, sou demasiado fã de mulheres."

Perdoamos aos homens, não às mulheres

Os homens traem por razões diferentes das mulheres? "As razões são as mesmas: encontrar alguém que corresponda à nossa necessidade de nos realizarmos emocionalmente", explica o psicólogo clínico Joaquim Quintino Aires. "Mas a forma é diferente: a mulher constrói uma relação, o homem requer apenas uma satisfação mais imediata. Detesto dizer o que lhe vou dizer: nós somos muito mais primários." [risos]

O mais estranho é que são eles próprios a apresentar isso como argumento: desculpem lá, somos mesmo assim, é a biologia... "Pois, mas a biologia na mulher actua da mesma maneira", nota o psicólogo. "A cultura é que ainda não está do lado delas. Apesar de estarmos no século XXI, ainda continua-
mos a desculpar e mesmo a apreciar as traições masculinas e a condenar as femininas."

Como vimos nos testemunhos, há casos e casos, e nem todas as traições são iguais... "Claro. Quando entramos num casamento e depois nos apaixonamos por outra pessoa, podemos antecipar o fim do casamento. Quando traímos como um complemento ao casamento, mas não queremos sair dele, então foi por imaturidade que entrámos naquele casamento."

Mas nem todos os homens são gulosos incapazes de resistir aos doces, como Pedro C.: há homens com uma competência relacional evoluída, caso do Luís S. "Já trabalhei em consulta com homens que me procuraram precisamente porque se sentiam atraídos por outra mulher, mas que ainda não tinham feito nada em relação a isso, porque estavam muito confusos", conta Quintino Aires. "Sentiam-se muito atraídos pela segunda, mas o compromisso com a primeira era tão forte que não conseguiam desfazer um casamento que muitas vezes já não fazia sentido algum."

Não é angustiante que as mulheres ainda vivam obcecadas com o fantasma da traição? "É verdade. E fazem um raciocínio perigosíssimo para a própria mulher: ‘Ai as outras mulheres é que se metem com ele!' Como se o homem não tivesse responsabilidade no assunto, quando ele é que é o responsável, porque ele é que assumiu um compromisso com ela!"

E, agora, a grande questão: imaginemos que apanho o meu marido num caso com outra. Perdoo-lhe? "As mulheres perdoam muito", nota Quintino Aires. "Aliás, perdoam de mais. Em 20 anos de prática clínica, trabalhei apenas em dois casos em que a mulher disse ‘vou fazer só mais uma tentativa, mas, se não der, ficamos por aqui'. Na esmagadora maioria dos casos, elas desculpam-no, dizem: ‘Ah, a outra meteu-se com ele, mas ele não resistiu, mas agora queremos voltar ao que era dantes...'"

Com os homens é exactamente ao contrário: "É muito difícil para um homem confrontado com uma traição querer retomar o casamento, porque vê isso como um ataque à sua masculinidade."

 

Via Activa



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Terça-feira, 19.10.10

A busca do parceiro ideal

 

Todo mundo sabe que não existe um ser humano perfeito. Cada um tem suas características, que podem ser admiradas ou não por outros.

 

Apesar disso, no inconsciente, continuamos criando a imagem do parceiro ideal e projetando-a nas pessoas com quem nos relacionamos. E, ao contrário do que muita gente pensa, essa projeção não é privilégio das mulheres. Os homens também fazem isso, mesmo com menos frequência. No geral, eles são mais práticos que as moças - que tendem a ser mais sonhadoras.

 

Na verdade, é normal buscar a idealização da pessoa amada, desde que não ultrapasse o limite entre o real e o imaginário. "Não há problema nenhum nisso, mas o indivíduo deve ter expectativas possíveis, dentro da realidade", aponta a psicóloga Leniza Castello Branco, membro da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica (SBPA).

O perigo de se esperar mais do que o outro pode oferecer é a frustração. "Quando conhecemos alguém e projetamos nosso parceiro ideal, ele aceita a projeção, porque não o conhecemos ainda, então podemos idealizar. Mas, aos poucos, as diferenças, que não são defeitos, aparecem de ambos os lados", explica a especialista. Então nos decepcionamos, pensando que o parceiro nos enganou, quando ele apenas foi visto por nós sem aquela máscara de perfeição que criamos.

Aliás, essa imagem idealizada é construída desde nosso primeiro contato com o sexo oposto, ainda na infância. Tanto que tomamos como referência os padrões familiares, como afirma Leniza. "Se houve uma boa relação com os pais, tentamos repetir o modelo; se não houve, podemos ir para o oposto."

Assim, uma mulher com um pai agressivo pode, dependendo do seu tipo de neurose, procurar um parceiro agressivo e tentar, de alguma forma, resolver o que ficou pendente. Ou ela pode buscar uma pessoa carinhosa e muito delicada, contrariando a experiência vivida na infância com o pai.

Resolver o dilema da idealização da pessoa amada é simples, mas não necessariamente fácil. O segredo é aceitar o outro com todas as suas características, sabendo que as diferenças dele em relação a nós não são defeitos. "Uma pessoa pode ser totalmente diferente e admirarmos nela o que não temos. Pode ter ideias diferentes, mas ter os mesmos ideais de formar uma família, ser bom caráter, inteligente, mas não gostar das mesmas músicas ou não ser um intelectual ou algo que desejamos. Porém, isso não vai atrapalhar", exemplifica a psicóloga.

Na prática, precisamos estar conscientes de que ninguém é melhor que ninguém e entender que a culpa por algo que não dá certo num relacionamento é sempre do casal em conjunto. Nos momentos de frustração, é comum jogarmos toda a responsabilidade no parceiro. No entanto, numa análise mais neutra, se aprende que temos sim uma parcela de culpa em tudo o que acontece.

 

Uma sugestão para essa análise é pensar: "É muito fácil culpar o parceiro, mas onde esta minha parcela de culpa?", orienta Leniza. A chave é "aceitar os próprios defeitos e não ver somente o defeito doparceiro. É simples assim", finaliza.

Por Priscilla Nery (MBPress)

 

 

Via Vila dois



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Quarta-feira, 02.06.10

sexo é mais que coito

 

Crenças erradas e mitos ainda impedem muitos casais de ter uma vida sexual plenamente satisfatória. "Tanto as mulheres como os homens continuam a achar que o coito é a forma mais correcta para se atingir o orgasmo", diz Pedro Nobre, presidente da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica. "Infelizmente, ainda muitos casais limitam a sua vida sexual ao coito." A saúde sexual é um dos temas a debater durante o Congresso Europeu de Sexologia, que começa hoje, no Porto.

É que, apesar de 30% a 45% das mulheres terem problemas sexuais, só uma minoria não é capaz de atingir o orgasmo. "Se excluirmos os casos em que há alguma disfunção, a maior parte das mulheres consegue atingir o orgasmo. Só não consegue em caso de desconhecimento ou inadequada estimulação sexual", refere o psicólogo clínico. A penetração não é, por isso, a melhor forma de a mulher atingir o orgasmo.

"Muitas mulheres não recorrem à estimulação do clitóris e nunca se masturbam. Nem as mulheres conhecem o seu corpo nem os homens, muitas vezes, sabem onde fica o clitóris."

O maior dos problemas nas mulheres, que atinge 20% a 30%, é a ausência de desejo sexual, um problema que é ainda muito reduzido nos homens, mas que tem tendência para aumentar.

"Apenas 5% dos homens referem ter falta de desejo, embora esta esteja muito ligada a outros problemas como a disfunção eréctil." Se o homem não resolver este problema, acaba por ir perdendo o desejo e evitar a relação sexual. O especialista refere, porém, que "este problema tem tendência a aumentar nos homens, sobretudo devido ao estilo de vida, rotinas diárias de trabalho. Os homens admitem mais que têm menos desejo do que gostariam, mas queixam-se sobretudo quando há problemas de ordem funcional.

Numa altura em que as pessoas procuram mais ajuda quando têm problemas sexuais, a resposta no sector público tem vindo a diminuir. "Há um desinvestimento nesta área. Verifica-se sobretudo que nos últimos cinco ou seis anos o número de terapeutas sexuais caiu muito nas consultas públicas", avança.

Se hoje há dez consultas de sexologia, oito delas em hospitais (ver caixa), "há ao todo cerca de 20 a 30 especialistas no País, o que significa que houve uma redução superior a um terço nos últimos anos". Um exemplo é o hospital Júlio de Matos, onde havia 10 a 20 técnicos a dar resposta e hoje dois ou três. "Esta consulta está em risco de desaparecer", lamenta. Outro caso referido por Pedro Nobre é o dos Hospitais Universitários de Coimbra, que passaram a ter três ou quatro quando tinha 10 ou 12 pessoas.

Além do desinvestimento dos hospitais, relacionadas com a sua reorganização, há um problema de distribuição geográfica das consultas. Apesar de haver consulta em Guimarães, as restantes "estão no Porto, Lisboa e Coimbra. E as pessoas procuram. Acontecia- -me receber pessoas do Alentejo e de Trás-os-Montes quando fazia consulta em Coimbra".

 

Via DN



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Sábado, 24.04.10

A união suspensa.. posições sexuais

O que é
A “União Suspensa” é uma posição que vem do clássico “Kama Sutra”. Nenhum outro manual do sexo dá tanta atenção ao caminho para o bom sexo quanto este. O livro tem capítulos detalhados sobre carícias, diferentes jeitos de se beijar e brincadeiras, como morder, que animam a vida sexual do casal. O brâmare Vatsyayana, que supostamente escreveu o “Kama Sutra”, detalha que a mulher geralmente precisa de mais fatores de excitação do que os homens para chegar ao orgasmo.

Como fazer
Ele encosta-se a uma parede e levanta a mulher com as mãos, entrelaçando os dedos sob suas nádegas, ou a segurando pelas coxas. Para ajudar o rapaz, a garota deve se agarrar nele com as pernas. Quando a penetração for completa, ele começa a fazer movimentos para frente e para trás. Se for difícil para ele manter esse ritmo, ela pode ajudá-lo empurrando o corpo longe da parede com os pés.

Por que dá prazer
A sensação de ser controlada pelo homem pode excitar muitas mulheres, tornando o orgasmo mais fácil de ser atingido. O rapaz pode aproveitar para fazer carícias no bumbum dela, que vai aumentar ainda mais o prazer da parceira. Mas é importante lembrar que ele precisa ter bastante força para conseguir fazer esta posição sem causar danos ao corpo.

Via 180 Graus

 



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Sexta-feira, 12.03.10

Curso para sogras

 

Para prevenir crises conjugais, uma arquidiocese italiana decidiu abrir um curso na cidade de Udine, no norte de Itália, para ensinar sogros e sogras a não interferir na vida de casado dos seusfilhos.

Em três aulas, uma vez por semana, sogros podem participar gratuitamente e terão o apoio de psicólogos para aprenderem a não interferir na vida de casado dos seus filhos.
Segundo pesquisas feitas em Itália, a intromissão dos pais na vida dos filhos é uma das principais causas de divórcio no país.
O curso será agora levado a outras cidades italianas.

 

Via Ionline



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Quarta-feira, 10.03.10

Viver juntos antes do casamento encurta o tempo de casados

 

 As pessoas que vivem juntas antes de se casarem têm menos probabilidades de permanecerem casadas, concluiu um novo estudo. Mas as suas hipóteses melhoram se já estiverem noivas quando forem viver juntas.


A probabilidade de um casamento durar uma década ou mais diminui seis pontos percentuais se o casal tiver coabitado primeiro, assegura a investigação.

O estudo que incluiu homens e mulheres dos 15 aos 44 anos foi feito pelo Centro Nacional de Estatísticas da Saúde, utilizando dados do Censo da Família conduzido em 2002. Os autores consideram coabitação como pessoas que vivem com um parceiro sexual do sexo oposto.

"Na perspectiva de muitos jovens adultos, casarem sem antes terem vivido juntos é insensato", diz Pamela J. Smock, investigadora do Centro de Estudos Populacionais da Universidade de Michigan, em Ann Arbor. "Só porque alguns estudos académicos mostraram que viver junto pode, de certa forma, aumentar as hipóteses de divórcio não quer dizer que os jovens adultos acreditem nisso."

Os autores descobriram que a proporção de mulheres com trinta e muitos anos que nunca coabitaram duplicou em 15 anos, para 61%.

Metade das pessoas que coabitam casam-se no espaço de três anos, concluiu o estudo. Se ambos os parceiros são licenciados, as hipóteses de virem a casar-se aumentam e a união pode durar pelo menos dez anos.

"Os números sugerem que a coabitação ainda é um caminho na direcção do casamento para muitos licenciados, embora possa ser um fim em si mesmo para muitas mulheres com menos habilitações", afirma Kelly A. Musick, professora de Análise Política e Gestão da Universidade de Cornell.

As pessoas que se casam depois dos 26 anos ou têm um filho oito ou mais meses depois do casamento têm mais probabilidades de permanecerem casadas por mais de uma década.

"Como resultado da crescente prevalência da coabitação, o número de filhos nascidos de pais não casados que coabitam também aumentou."

No início da última década, a grande maioria de nascimentos de mães solteiras era de mulheres que viviam com o pai da criança. Apenas duas décadas antes, somente um terço dos bebés eram de casais a viver juntos.

O estudo concluiu que globalmente 62% das mulheres dos 25 aos 44 anos eram casadas e 8% viviam com o companheiro. Entre os homens, os números eram de 59% de casados e 10% daqueles que viviam com as companheiras.

Em média, um em cada cinco casamentos dissolver-se-á no espaço de cinco anos. Um em três durará pelo menos dez anos. Estes números variam de acordo com a raça, a etnia e o sexo. A probabilidade de homens e mulheres negros permanecerem casados durante dez anos ou mais é de 50%. A probabilidade entre os homens hispânicos é mais alta, 75%. Entre as mulheres hispânicas, as probabilidades de que o seu casamento dure pelo menos 20 anos são de 50%.

O estudo concluiu que cerca de 28% dos homens e das mulheres coabitam antes do seu primeiro casamento e que cerca de 7% vivem juntos sem nunca se casarem. Cerca de 23% das mulheres e 18% dos homens casados contraem matrimónio sem nunca terem vivido juntos anteriormente.

As mulheres que não viviam com ambos os pais biológicos ou adoptivos aos 14 anos têm menos probabilidades de se casarem e mais hipóteses de viverem em coabitação do que aquelas que crescem com ambos os pais.

A percentagem das pessoas que nunca se casam varia notoriamente conforme a raça ou a etnia: 63% das mulheres brancas, 39% das mulheres negras e 58% das mulheres hispânicas. Entre os homens no mesmo grupo etário, as diferenças são menos acentuadas. Cinquenta e três por cento dos homens brancos, 42% dos homens negros e 50% dos homens hispânicos são casados ou eram casados na altura do estudo.

Quando chegam aos 40 anos, a maioria dos homens e das mulheres brancos e hispânicos continua casada, mas apenas 44% das mulheres negras se encontram na mesma situação.
 
Via ionline

 



publicado por olhar para o mundo às 08:56 | link do post | comentar

Sábado, 06.03.10

Casal deixa morrer filho enquanto jogava online

 

Um casal de sul-coreanos deixou morrer à fome o seu bebé prematuro enquanto criava uma filha virtual num jogo online.

 

 O casal alimentava o bebé apenas de 12 em 12 horas, interrompendo por escassos momentos o jogo Prius Online, que jogavam num cibercafé, indicou a agência noticiosa Yonhap, citada pela BBC.


Um agente policial explicou à Yonhap que o casal tinha “perdido a capacidade de viver uma vida normal desde que tinham perdido os empregos”, passando todo o tempo agarrados ao jogo em questão, como forma de fugirem à realidade.

O pai, de 41 anos, e a mãe, de 25, foram detidos na cidade de Suweon, a sul de Seul, no início da semana de hoje, cinco meses depois de terem reportado a morte da filha, relata a BBC.

A autópsia revelou que a morte do bebé foi causada por um longo período de malnutrição.

O casal estava obcecado com a educação de uma criança virtual, chamada Anima, no popular jogo de desempenho de papéis Prius Online, indicou hoje a polícia. À medida que vai havendo interacção com a criança virtual, ela vai desenvolvendo as suas emoções.

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 10:11 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Segunda-feira, 30.11.09

Eles conseguiram entrar numa festa na casa branca

 

 Um casal do Estado de Virgínia, Tareq e Michaele, escaparam à segurança e aos serviços secretos daCasa Branca e conseguiram penetrar na residência oficial do presidente dos EUA para participar num jantar oferecido pelo casal Obama. O casal de intrusos, que pretende participar numreality show da TV americana, não estava na lista de convidados, mas mesmo assim conseguiram passar por tudo e todos e participar no jantar de gala que estava a ser oferecido ao primeiro-ministro indiano. 

Depois de tudo isso, o casal colocou no seu perfil do Facebook as fotos que tirou durante o jantar. Numa dela, aparecem ao pé do sorridente vice-presidente dos EUA, Joe Biden
Agora, os serviços secretos americanos abriram uma investigação para perceber como é que foi possível tal fito.
O porta-voz da casa Branca, Ed Donovan, assegurou que a segurança de Barack Obama nunca esteve em perigo porque o casal teve que passar pelo detector de armas e metais da Casa Branca para lá entrar.

 

Via ionline



publicado por olhar para o mundo às 08:00 | link do post | comentar

Sexta-feira, 25.09.09

 Julia Grovenburg e o marido sabiam que iam ter um filho, mas quando, esta semana, foram à sua primeira consulta no médico, o que descobriram deixou-os - e aos médicos - espantados.

 

O casal norte-americano vai ter dois bebés, mas não são gémeos. Um está claramente mais desenvolvido do que outro, isto porque um foi concebido num dia e o segundo duas semanas e meia depois. Os médicos suspeitam que este seja um caso raro de superfetação, ou seja, um caso em que uma mulher engravida já estando grávida.
"Sentimo-nos abençoados por nos acontecer algo tão raro e até agora estão os dois perfeitamente saudáveis", disse Julia aos media.
Apesar de tudo, os médicos não excluem a hipótese de serem gémeos. "É difícil dizer ao certo às vezes, porque uma mulher pode estar grávida de gémeos, que são marcadamente diferentes em termos de tamanho desde a concepção", explicou Patrcik O'Brien, o obstreta de Julia.
As dúvidas só serão dissipadas quando os bebés nascerem, e se puder testar se são ou não gémeos.

 

 

Via Ionline



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Quinta-feira, 10.09.09

Partilhar a cama é mau para a saude!

 

É um facto histórico: não fomos feitos para partilhar a cama. Pelo menos segundo o médico Neil Stanley, do laboratório do estudo do sono, da Universidade de Surrey. O especialista defendeu, durante o Festival Britânico de Ciência, que dormir em conjunto aumenta as discussões entre o casal (causadas muitas vezes pelo ressonar ou pela disputa do cobertor), aumenta a probabilidade de se sofrer de distúrbios do sono e faz com que as pessoas percam horas preciosas de descanso.

Segundo um estudo do investigador, os casais sofrem 50% ou mais de problemas relacionados com o sono se partilharem a cama. Neil Stanley defende ainda que foi estabelecida uma relação entre dormir mal e a depressão, doenças cardíacas, distúrbios pulmonares, acidentes de trânsito e até o divórcio. 

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 08:04 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sábado, 15.08.09

 Sexo na igreja dá multa

 

Em flagrante. Um casal nigeriano foi apanhado pelo padre da igreja local a ter relações sexuais. Os dois amantes - Tolu Akintepe de 30 anos, e a mulher Bunmi de 28 - foram penalizados com uma multa de 120 euros por escolherem um local tão "impróprio" e arriscarem ter relações na igreja da Nigéria.

O casal justificou a ousadia dizendo que pretendiam "apenas apimentar o casamento", segundo afirma o jornal belga HLN.

Além de multados, os dois amantes foram ainda obrigados a limpar a igreja pelo padre, que moveu uma acção contra os dois por profanação do altar.

 

Via Ionline

 



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Domingo, 14.06.09

Entre biberões e fraldas para mudar, correrias constantes, carreiras competitivas e dificuldades financeiras em tempos de crise, na vida a dois há, repetidamente, um elo mais fraco: a vida sexual. E se um dia, para contrariar a monotonia instalada, a sua companheira lhe fizesse a seguinte proposta: "Querido, o que achas se nos próximos 12 meses fizermos sexo todos os dias?".

A ideia parece tentadora. Afinal, qual é o homem que nunca sonhou em ter um festim sexual todas as noites, sem as habituais desculpas do cansaço ou das dores de cabeça? Por isso mesmo, Brad Muller aceitou prontamente o desafio lançado pela esposa, Charla, como prenda do seu 40º aniversário. Embora sem grandes pormenores mais íntimos, a experiência acabou publicada no livro "365 Nights" ("365 Noites"). A ideia repete-se na televisão, em casa de Lynette e Tom da série "Donas de Casa Desesperadas", e já há outros casais norte-americanos a tentarem a proeza.

É o caso de Annie e Douglas Brown, que publicaram há um ano o livro "Just Do It", onde relatam de forma bem menos discreta a sua maratona sexual de 101 dias. Sem desculpas - nem mesmo por causa de constipações ou viagens de trabalho - o casal cumpriu à regra o acordo estipulado para salvar um casamento mergulhado na monotonia. As suas descrições fazem qualquer leitor sentir-se parte integrante da vida íntima do casal: desde fins-de-semana românticos, brinquedos sexuais para apimentar o clima de sedução e encontros furtivos em pensões baratas, foi o vale tudo para estimular uma vida sexual há muito cinzenta.

Mas enganem-se os que pensam que esta a ideia é um mar de rosas. Numa entrevista a um jornal norte-americano, Douglas Brown confessou que muitas vezes se sentia "a cumprir uma responsabilidade a que não podia falhar, como se fosse uma reunião de trabalho". No caso dos Muller, Charla chega mesmo a dizer que, por volta do décimo mês, "era como uma cruz que tinha de carregar em segredo". Findas as maratonas sexuais auto-impostas, ambos os casais dizem que o saldo foi positivo, mas a vontade de voltar à acção só regressou um bom tempo depois.

Fica a pergunta: Afinal sexo combinado é, ou não é, uma ideia fabulosa? Não. Quem o diz é o sexólogo português Francisco Allen Gomes, que garante: "Não há ninguém cujo imaginário erótico englobe relações sexuais agendadas. Mais do que um disparate, é uma impossibilidade". Até mesmo fisicamente "há limitações", uma vez que "com o avançar da idade é difícil os homens entusiasmarem-se com a perspectiva de sexo todos os dias".

Opinião partilhada por Julio Machado Vaz, que desfaz o mito: "Não é porque estão mais tempo na cama ou no tapete em frente à lareira que os casais passam a entender-se melhor". Resumindo, "mais quantidade não significa mais qualidade" e ambos os especialistas em sexo relembram que a vida conjugal " é cada vez mais difícil devido aos nossos ritmos de vida", instalando-se "verdadeiros desertos" entre marido e mulher.

Um bicho papão chamado rotina

A chegada de um filho marca, em muitos casos, a primeira quebra sexual na vida conjugal. "A mulher passa a ter um estatuto muito mais forte do que o social, o profissional ou o conjugal. Passa a ser primeiro um corpo de mãe e não de amante", explica Allen Gomes, cujos jovens casais que lhe pedem ajuda muitas vezes já nem têm qualquer contacto físico: "Associada à diminuição da actividade sexual, estão também coisas tão simples como os carinhos porque as pessoas têm medo de dar mensagens erradas. Ele quer abraçá-la, mas receia que ela pense que ele quer mais alguma coisa. Ela tem vontade de o beijar, mas não quer dar azo a que as coisas evoluam para algo mais íntimo".

A falta de comunicação é um dos maiores problemas. Por isso mesmo, os dois sexólogos resumem os conselhos não a maratonas sexuais agendadas, mas sim a uma única palavra: dialogar. "Façam-no espontaneamente, por exemplo, no trânsito ou num passeio, sem a ansiedade e os mecanismos de defesa impostos pela expressão: temos de ter uma conversa", propõe Allen Gomes.

Já Júlio Machado Vaz fala da "importância de continuar a namorar" e lembra que na vida conjugal "o erotismo está no romantismo e não no sexo puro e duro". "Felizmente o sexo é muito mais do que o coito. Aquilo que nós deprimentemente chamamos de preliminares é de extrema intimidade. Um beijo apaixonado faz a diferença".

Tal como um dia o cantor Sting descreveu, fazer amor pode durar um dia inteiro, desde a hora em que se dá um beijo de bom dia, a sair para jantar e ir ao cinema, até ao momento em que os dois corpos se encontram, por fim, debaixo dos lençóis. Os dois sexólogos portugueses concordam. E recomendam.



Via Expresso



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