
A Ensitel, uma cadeia de lojas portuguesa que vende aparelhos de electrónica, havia intimado judicialmente uma ex-cliente a apagar textos do seu blogue pessoal, que criticavam a actuação da empresa. O resultado foi uma avalancha de críticas na blogosfera, no Twitter, Facebook, YouTube e outras redes sociais.
No último dia do ano, a empresa retirou a queixa contra a cliente e pediu desculpas num comunicado do responsável de vendas e serviços aos clientes da Ensitel, Pedro Machado, que foi publicado no facebook pela Ensitel e está a circular pelas redes sociais.
Segue o comunicado da Ensitel:
"Nos últimos dias temos ouvido as vossas opiniões. Nunca foi nossa intenção limitar a liberdade de expressão da Maria João Nogueira, mas apenas assegurar a defesa da nossa marca. Mas vemos agora que a nossa atitude não foi a mais adequada e por isso vamos retirar de imediato a acção judicial.
Pretendemos também, no futuro, estar mais atentos ao que os nossos clientes dizem online, de modo a podermos assegurar que a vossa experiência com a Ensitel é o mais positiva possível. Nesse sentido estamos a preparar novas maneiras de poderem comunicar connosco, sempre que tenham um problema numa das nossas lojas ou com um dos nossos produtos."
Via Público
A Ensitel tentou calar uma cliente insatisfeita mas, como diria a expressão popular, o feitiço acabou por se virar contra o feiticeiro. Depois de os advogados da empresa de telecomunicações terem intimado Maria João Nogueira a apagar do seu blogue pessoal os textos com queixas contra a marca, a Ensitel vê-se agora inundada via Facebook e Twitter de comentários de clientes indignados pela situação, que dizem ser "um atentado à liberdade de expressão".
A "novela" Maria João Nogueira vs Ensitel remonta a fevereiro de 2009, quando a blogger publicou no blogue "JonasNuts" um texto onde relatava ter recebido como presente um telemóvel Nokia E71 avariado e estar a ter dificuldades em conseguir trocá-lo nas lojas Ensitel. Desde os pormenores da avaria, aos passos que deu para reclamar e às contraditórias respostas dos funcionários, a blogger explica tudo (ver caixa nom fim do texto com links para os sete posts publicados no blogue)
O caso acabou mesmo por ir parar ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa e ao tribunal, onde Maria João Nogueira acabou por perder a causa. Os três meses de novela foram sendo publicados no espaço online da cliente insatisfeita, tornando-se este numa das primeiras páginas a aparecer nos motores de busca com a pesquisa à palavra "Ensitel".
Ontem, a blogger voltou à carga com mais um texto sobre este tema: "No passado dia 22 fui surpreendida, ao receber uma nota de citação pessoal. Parece que a Ensitel não gosta mesmo nada dos posts que aqui escrevi sobre a minha experiência enquanto cliente deles, e acha que eu não tenho o direito de partilhar, neste meu espaço, aquilo que penso e sinto acerca da empresa". Resumindo, Maria João Nogueira recebeu uma "citação pessoal, que é um documento de 31 páginas (sim, 31)", onde é "intimada pelo tribunal a constituir um advogado. E é um procedimento cautelar", revela ablogger.
Em causa estão os textos publicados no seu blogue em 2009: "Basicamente querem que o tribunal me mande apagar os posts que escrevi sobre a Ensitel". Este novo desenvolvimento naquilo que é descrito pela própria Maria João Nogueira como uma "novela" está a gerar uma onda de indignação nos seguidores da Ensitel através do Twitter e Facebook, com mensagens de apoio à cliente insatisfeita e duras críticas à empresa de telecomunicações. Os comentários começaram por ser removidos, mas os internautas não desistem e estão literalmente a invadir os dois perfis da Ensitel demonstrando o seu desagrado.
A empresa remeteu todas as explicações para um comunicado divulgado há minutos nas redes sociais. Nesse documento, a Ensitel afirma: "A Ensitel não põe minimamente em causa qualquer tipo ou forma de liberdade de expressão, mas repudia, rejeita e não aceita ser alvo de uma autêntica campanha difamatória, assente em factos absolutamente falsos que têm como único intuito denegrir a imagem e boa reputação que a "Ensitel" construiu ao longo de 21 anos, apenas porque o cliente não se conformou com uma decisão judicial que lhe foi desfavorável". Quanto aos clientes, a empresa diz "que têm sido e continuarão a ser o maior valor da Ensitel".
Em poucos segundos, as reações dos utlizadoresnão se fizeram esperar: "tenham mas é vergonha" e "com essa atitude de desrespeito por um cliente acabaram de perder milhares!", lê-se como resposta no perfil do Facebook da Ensitel.
Via Expresso
A Ensitel, uma cadeia de lojas portuguesa que vende aparelhos de electrónica, intimou judicialmente uma ex-cliente a apagar textos do seu blogue pessoal, que criticavam a actuação da empresa. O resultado foi uma avalancha de críticas na blogosfera, no Twitter, Facebook, YouTube e outras redes sociais.
A explosão de críticas começou esta segunda-feira, quando Maria João Nogueira, autora do blogue jonasnuts.com e ex-cliente da Ensitel, escreveu que a empresa lhe tinha enviado uma providência cautelar para que retirasse uma série de seis textos relativos à empresa e escritos ao longo de 2009.
Nestes textos, Maria João Nogueira narra que a empresa se recusou a trocar um telemóvel defeituoso e que, após uma série de tentativas de troca e de devolução do dinheiro, o caso acabou em tribunal, onde o juiz deu razão à Ensitel.
Maria João Nogueira, que já tinha sido contactada pelos advogados da Ensitel, escreveu no texto desta segunda-feira: “Os senhores cumpriram a ameaça, e no dia 22 recebi a tal citação pessoal, que é um documento de 31 página[s] (sim, 31) em que sou intimada pelo tribunal a constituir um advogado, e é um procedimento cautelar”. A autora do blogue tem desde a recepção do documento dez úteis para constituir advogado e contestar a providência cautelar.
A sucessão viral de reacções que se seguiu à publicação no blogue deve-se em parte ao facto de Maria João Nogueira ser responsável pela gestão da comunidade de blogues do portal Sapo e uma presença frequente nos círculos da blogosfera e das redes sociais portuguesas.
"Não estou satisfeita com nada disto, a verdade é essa", observou ao PÚBLICO Maria João Nogueira. "Para mim o tema já estava morto e enterrado. No dia em que escrevi o post a descrever o último episódio não voltei a escrever sobre o assunto. Eu não queria colocar em causa a reputação de ninguém, eu queria partilhar a minha experiência enquanto consumidora daquela empresa. Fi-lo enquanto durou essa experiência, depois passou, abandonei o tema, nunca me ocorrendo que isto pudesse resultar na actual situação."
A autora, porém, diz estar "obviamente satisfeita com as inúmeras mensagens de apoio".
O advogado Manuel Lopes Rocha, da sociedade de advogados PLMJ, explicou ao PÚBLICO que os casos que se passam na blogosfera se desenrolam “como em qualquer outra situação” deste tipo. “O juiz avaliará se há ou não difamação. Se [os textos] forem factuais, não vejo por que hão-de ser apagados”.
O PÚBLICO contactou a empresa, que remeteu todas as explicações para um comunicado, que foi entretanto distribuído na tarde desta terça-feira e que está também disponível napágina da empresa no Facebook (onde se acumulam os comentários depreciativos, bem como várias queixas de que alguns comentários anteriores foram apagados pela empresa).
No comunicado, sucinto, lê-se: “A Ensitel não põe minimamente em causa qualquer tipo ou forma de liberdade de expressão, mas repudia, rejeita e não aceita ser alvo de uma autêntica campanha difamatória, assente em factos absolutamente falsos que têm como único intuito denegrir a imagem e boa reputação que a Ensitel construiu ao longo de 21 anos, apenas porque o cliente não se conformou com uma decisão judicial que lhe foi desfavorável.”
No Facebook há ainda uma página para criada para criticar a empresa. Já no YouTube foi publicado um vídeo que parodia o caso, sob o título EnSHITel. No FourSquare (um serviço que permite aos utilizadores assinalarem os locais onde estão), um utilizador escreveu: “Esta e uma empresa que processa os seus clientes para removerem opiniões negativas sobre a empresa, nos seus blogs pessoais!!! COMPRAR NA ENSITEL?! Nao obrigado!” [SIC].
O assunto tem sido amplamente abordado no Twitter e já chegou a alguns órgãos de comunicação portugueses. A entrada da Wikipedia relativa à Ensitel também já descreve o episódio.O fenómeno de que a Ensitel está a ser alvo é chamado efeito Streisand e dá-se quando alguém tenta retirar ou minimizar a publicação de algo na Internet, obtendo com essa acção o efeito contrário e acabando por contribuir para a divulgação do material em causa. O nome vem da tentativa levada a cabo pela artista Barbra Streisand de retirar uma fotografia da sua mansão de uma colecção de fotos públicas da costa da Califórnia.
Via Público
Letra
Quando veio, mostrou-me as mãos vazias
as mãos como os meus dias
tão leves e banais.
e pediu-me que lhe levasse o medo,
eu disse-lhe um segredo:
"não partas nunca mais".
E dançou,
rodou no chão molhado,
num beijo apertado
de barco contra o cais.
E uma asa voa
a cada beijo teu,
esta noite
sou dono do céu,
e eu não sei quem te perdeu.
Abraçou-me
como se abraça o tempo,
a vida num momento
em gestos nunca iguais.
e parou,
cantou contra o meu peito
num beijo imperfeito
roubado nos umbrais.
E partiu,
sem me dizer o nome,
levando-me o perfume
de tantas noites mais.
E uma asa voa
a cada beijo teu,
esta noite
sou dono do céu
e eu não sei quem te perdeu.
Letra
E o vendaval passou
E a primavera voltou
Trocam-se flores e afagos
em bancos de jardim
Trocam-se juras e beijos
em paixões de folhetim.
O sol aconchega os corações
O povo canta as canções
Trauteando, mão na mão
Cada verso, cada refrão
Até os pássaros sabem de cor
As suas cantigas de amor
Um mundo tão feliz
Que até parece Paris
Trocam-se juras de amor
em delírios febris
Elas desfilam em bandos
e eles pedem bis.
Mas enquanto isso, o meu coração
Despedaçado e só
Dá o mote, dá o tom,
Acerta o ritmo, acerta o som
Escolhe os versos que vestem melhor
As suas cantigas de amor.
Letra
Tu estás livre e eu estou livre
E há uma noite para passar
Porque não vamos unidos
Porque não vamos ficar
Na aventura dos sentidos
Tu estás só e eu mais só estou
Tu que tens o meu olhar
Tens a minha mão aberta
À espera de se fechar
Nessa tua mão deserta
Refrão:
Vem que o amor
Não é o tempo, nem é o tempo
Que o faz
Vem que o amor
É o momento
Em que eu me dou
Em que te dás
Tu que buscas companhia
E eu que busco quem quiser
Ser o fim desta energia
Ser um corpo de prazer
Ser o fim de mais um dia
Tu continuas à espera
Do melhor que já não vem
E a esperança fio encontrada
Antes de ti por alguém
E eu sou melhor que nada
Letra
Quando a corja topa da janela
O que faz falta
Quando o po que comes sabe a merda
O que faz falta
O que faz falta avisar a malta
O que faz falta
O que faz falta avisar a malta
O que faz falta
Quando nunca a noite foi dormida
O que faz falta
Quando a raiva nunca foi vencida
O que faz falta
O que faz falta animar a malta
O que faz falta
O que faz falta acordar a malta
O que faz falta
Quando nunca a infncia teve infncia
O que faz falta
Quando sabes que vai haver dana
O que faz falta
O que faz falta animar a malta
O que faz falta
O que faz falta empurrar a malta
O que faz falta
Quando um co te morde a canela
O que faz falta
Quando a esquina ha sempre uma cabea
O que faz falta
O que faz falta animar a malta
O que faz falta
O que faz falta empurrar a malta
O que faz falta
Quando um homem dorme na valeta
O que faz falta
Quando dizem que isto tudo treta
O que faz falta
O que faz falta agitar a malta
O que faz falta
O que faz falta libertar a malta
O que faz falta
Se o patro no vai com duas loas
O que faz falta
Se o fascista conspira na sombra
O que faz falta
O que faz falta avisar a malta
O que faz falta
O que faz falta dar poder a malta
O que faz falta
Vesti a luz do teu nome
E chamei-te pela noite,
Entraste no meu sono
Como o luar entra na fonte.
Trazes estórias e proezas
Dizes que tens tanto pr'a me dar,
Deixas sombras, incertezas,
E partes sem nunca me levar.
E de repente
Um mar sozinho,
Ninguém na margem
Ninguém no caminho,
Tão frio.
E o teu beijo
Mata-me a distância,
Ninguém tão perto
Pode o que o beijo alcança,
E o meu corpo chora
Quando o teu vai embora,
Porque o teu mundo
É tão longe,
Tão longe,
Pode o céu ser tão longe.
Tão longe,
Tão longe,
Se a tua voz vive em mim.
Vesti a luz do teu nome
E chamei-te pela noite,
Entraste no meu sono
Como o luar entra na fonte.
Trazes estórias e proezas
Dizes que tens tanto pr'a me dar,
Deixas sombras, incertezas,
E partes sem nunca me levar.
E de repente
Um mar sozinho,
Ninguém na margem
Ninguém no caminho,
Tão frio.
E o teu beijo
Mata-me a distância,
Ninguém tão perto
Pode o que o beijo alcança,
E o meu corpo chora
Quando o teu vai embora,
Porque o teu mundo
É tão longe,
Tão longe,
Pode o céu ser tão longe.
Tão longe,
Tão longe,
Se a tua voz vive em mim.
Há um deserto que fica,
Sou um capitão sem barco,
E quando vens pela bruma
Acendem-se estrelas no quarto.
E dizes:
"Trago a luz das sereias,
Trago o canto da tempestade".
E como o vento na areia
Deitas-te em mim feita metade.
E de repente
Um mar sozinho,
Ninguém na margem
Ninguém no caminho,
Tão frio.
E o teu beijo
Mata-me a distância
Ninguém tão perto
Pode o que o beijo alcança,
E o meu corpo chora
Quando o teu vai embora,
Porque o teu mundo
É tão longe,
Tão longe
Pode o céu ser tão longe.
Tão longe,
Tão longe
Se a tua voz vive em mim.
Letra
Eu sinto os teus passos
Na escuridão
Pressinto o teu corpo
No ar, aqui
E vou como se o mundo todo fosse
Sugado p'ra dentro de ti
E não houvesse nada a fazer
Senão deixar-me ir
Pressinto os teus gestos
Quando não estás
Procuro os teus sonhos
Perdidos
E hoje mais que qualquer outra noite
Há qualquer coisa que me fere
E que me faz querer tanto ter-te aqui
Não importa
Se às vezes tudo é breve como um sopro
Não importa se for uma gota só
De loucura
Que faça oscilar o teu mundo
E desfaça a fronteira
Entre a lua e o sol
Se um gesto cair assim
Despedaçado
Se eu não souber
Recolher a dor
Se te esperar a céu aberto
Onde se enconde
O que tu és que eu também sou
É que hoje mais que qualquer outra noite
Há qualquer coisa que me fere
E que me faz querer tanto ter-te aqui"
Letra
O bando debandou subindo do arvoredo do vácuo que ficou no fim do seu degredo as asas abrem chagas no acinzar do entardecer e amansam a agonia do dia a escurecer ensombram a ribeira e o verde da seara e passam pela eira em que o sol se pousara nas gotas do orvalho luarento e vacilante refrescam o cansaço e dormem um instante Pássaros do sul bando de asas soltas trazem melodias p'ra cantar às moças em noites de romaria em noites de romaria no adejo da alvorada oscila a minha mágoa o céu à desgarrada irrompe azul na água e a passarada acorda no sonhar de um camponês e entrega-se no sul do frio que à noite fez é tempo da partida e a cor no horizonte adensa a despedida e o borbotar da fonte as asas abrem chagas na poeira o sol acalma num agitar inquieto que me refresca a alma pássaros do sul bando de asas soltas trazem melodias pra cantar às moças em noites de romaria em noites de romaria
Letra
Quando a corja topa da janela
O que faz falta
Quando o po que comes sabe a merda
O que faz falta
O que faz falta avisar a malta
O que faz falta
O que faz falta avisar a malta
O que faz falta
Quando nunca a noite foi dormida
O que faz falta
Quando a raiva nunca foi vencida
O que faz falta
O que faz falta animar a malta
O que faz falta
O que faz falta acordar a malta
O que faz falta
Quando nunca a infncia teve infncia
O que faz falta
Quando sabes que vai haver dana
O que faz falta
O que faz falta animar a malta
O que faz falta
O que faz falta empurrar a malta
O que faz falta
Quando um co te morde a canela
O que faz falta
Quando a esquina ha sempre uma cabea
O que faz falta
O que faz falta animar a malta
O que faz falta
O que faz falta empurrar a malta
O que faz falta
Quando um homem dorme na valeta
O que faz falta
Quando dizem que isto tudo treta
O que faz falta
O que faz falta agitar a malta
O que faz falta
O que faz falta libertar a malta
O que faz falta
Se o patro no vai com duas loas
O que faz falta
Se o fascista conspira na sombra
O que faz falta
O que faz falta avisar a malta
O que faz falta
O que faz falta dar poder a malta
O que faz falta
Olavo Bilac, Nuno Guerreiro e Tozé Santos
Letra
Há gente que espera de olhar vazio
na chuva, no frio, encostada ao mundo
a quem nada espanta
nenhum gesto
nem raiva ou protesto
nem que o sol se vá perdendo lá ao
fundo
Há restos de amor e de solidão
na pele, no chão, na rua inquieta
os dias são iguais já sem saudade
nem vontade
aprendendo a não querer mais do que o
que resta
E a sonhar de olhos abertos
na paragens, nos desertos
a esperar de olhos fechados
sem imagens de outros lados
a sonhar de olhos abertos
sem viagens e regressos
a esperar de olhos fechados
outro dia lado a lado
Há gente nas ruas que adormece
que se esquece enquanto a noite vem
é gente que aprendeu que nada urge
nada surge
porque os dias são viagens de ninguém
A sonhar de olhos abertos
nas paragens, nos desertos
a esperar de olhos fechados
sem imagens de outros lados
a sonhar de olhos abertos
sem viagens e regressos
a esperar de olhos fechados
outro dia lado a lado
Aprende-se a calar a dor
a ternura, o rubor
o que sobra de paixão
aprende-se a conter o gesto
a raiva, o protesto
e há um dia em que a alma
nos rebenta nas mãos
Letra
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
E que me deixa louca
Quando me beija a boca
A minha pele fica toda arrepiada
E me beija com calma e fundo
Até minh'alma se sentir beijada
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
Que rouba os meus sentidos
Viola os meus ouvidos
Com tantos segredos
Lindos e indecentes
Depois brinca comigo
Ri do meu umbigo
E me crava os dentes
Eu sou sua menina, viu?
E ele é meu rapaz
Meu corpo é testemunha
Do bem que ele me faz
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
De me deixar maluca
Quando me roça a nuca
E quase me machuca
Com a barba mal feita
E de posar as coxas
Entre as minhas coxas
Quando ele se deita
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
De me fazer rodeios
De me beijar os seios
Me beijar o ventre e
Me deixar em brasa
Desfruta do meu corpo
Como se meu corpo
Fosse a sua casa
Eu sou sua menina, viu?
E ele é meu rapaz
Meu corpo é testemunha
Do bem que ele me faz...
Letra
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
E que me deixa louca
Quando me beija a boca
A minha pele inteira fica arrepiada
E me beija com calma e fundo
Até minh'alma se sentir beijada, ai
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
Que rouba os meus sentidos
Viola os meus ouvidos
Com tantos segredos lindos e indecentes
Depois brinca comigo
Ri do meu umbigo
E me crava os dentes, ai
Eu sou sua menina, viu?
E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha
Do bem que ele me faz
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
De me deixar maluca
Quando me roça a nuca
E quase me machuca com a barba malfeita
E de pousar as coxas entre as minhas coxas
Quando ele se deita, ai
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
De me fazer rodeios
De me beijar os seios
Me beijar o ventre
E me deixar em brasa
Desfruta do meu corpo
Como se o meu corpo fosse a sua casa, ai
Eu sou sua menina, viu?
E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha
Do bem que ele me faz
Letra
Gosto de ver-te passar
Anseio por ver-te passar
Mas eu não vou,
Não vou...
Adoro ver-te gozar
Quero ver-te gozar
Mas eu não estou,
Não estou...
Eu provavelmente morro com o fim da luta
Mas se te faz feliz eu paro
E recomeço com um ódio de amor
Que nao nos faça tanto mal, que não nos torne mais amargos
E nos deixe sem dúvidas, eu
Provavelmente morro com o fim da luta, mas se te faz feliz...
Hoje não vamos falar
Recuso ouvir-me falar
Mas eu não sou...
Não sou...
Forte pra te contestar
E tu queres ver-me gozar,
Mas eu não estou...
Não estou...
Eu provavelmente morro com o fim da luta
Mas se te faz feliz eu paro
E recomeço com um ódio de amor
Que nao nos faça tanto mal, que não nos torne mais amargos
E nos deixe sem dúvidas, eu
Provavelmente morro com o fim da luta, mas se te faz feliz...
Eu provavelmente morro com o fim da luta
Mas se te faz feliz eu paro
E recomeço com um ódio de amor
Que não nos faça tanto mal, que não nos torne mais amargos
E nos deixe sem dúvidas, eu
Provavelmente morro com o fim da luta, mas se te faz feliz...
Eu provavelmente morro com o fim da luta...
Eu provavelmente morro com o fim da luta
Mas se te faz feliz...
Letra
Letra
Se esta rua, Se esta rua
Se esta rua fosse minha
Eu mandava-a, Eu mandava-a
Eu mandava-a ladrilhar
Com pedrinha de Rubi
Só Para o meu amor passar
Lá porque és feia tem calma
Nao te faltam seduções
Mais vale ser linda de alma
Do que linda de feições
Ai o amor, o amor
O amor é como a lua
Ora cresce
Ora mingua
Que bom ser pequenino
Ter pai ter mãe ter avós
Ter esperança no destino
E ter quem goste de nós
Ai é tao bom ser pequenino
Letra
as notícias da manhã falavam de um furacão no méxico
a imagem dos viajantes decepcionados esconde o fundo
do aeroporto,
onde podes estar a chegar
podes estar a chegar, estiveste tão longe e agora
deves estar a chegar
deves estar a chegar, deves estar a chegar, deves
estar a chegar.
não te vi, e tentei voltar a dormir, sabendo que a
Ásia ficava longe
mas como não chegaste, fiquei preocupado;
nada nas notícias, porque é que não estou a receber
uma chamada tua?
devias estar a chegar, estiveste tão longe e agora
podes estar a chegar
deves estar a chegar, deves estar a chegar, deves
estar a chegar.
Letra
Eu tentei, mas não deu pra ficar
Sem você enjoei de tentar
Me cansei de querer encontrar
Um amor pra assumir seu lugar
Eu tentei mas não deu pra ficar
Sem você enjoei de esperar
Me cansei de querer encontrar
Um amor pra assumir seu lugar
É muito pouco,
Venha alegrar o meu mundo que anda vazio, vazio
Me deixa louca
É só beijar tua boca que eu me arrepio,
Arrepio, arrepio
E o pior
É que você não sabe que eu
Sempre te amei
Pra falar a verdade eu também
Nem sei
Quantas vezes eu sonhei juntar
Teu corpo, meu corpo
Num corpo só
Vem!
Se tiver acompanhado, esquece e vem
Se tiver hora marcada, esquece e vem
Vem!
Venha ver a madrugada e o sol que vem
Que uma noite não é nada, meu bem
Eu tentei, mas não deu pra ficar
Sem você enjoei de esperar
Me cansei de querer encontrar
Um amor pra assumir seu lugar
É muito pouco,
Venha alegrar o meu mundo que anda vazio, vazio
Me deixa louca
É só beijar tua boca que eu me arrepio,
Arrepio, arrepio
E o pior
É que você não sabe que eu
Sempre te amei
Pra falar a verdade eu também
Nem sei
Quantas vezes eu sonhei juntar
Teu corpo, meu corpo
Num corpo só
Vem!
Se tiver acompanhado, esquece e vem
Se tiver hora marcada, esquece e vem
Vem!
Venha ver a madrugada e o sol que vem
Que uma noite não é nada, meu bem
Vem!
Se tiver acompanhado, esquece e vem
Se tiver hora marcada, esquece e vem
Vem!
Vamos ver a madrugada e o sol que vem
Que uma noite não é nada, meu bem
Letra
Why do I do, just as you say
Why must I just, give you your way
Why do I sigh, why don't I try to forget
It must have been,
That something lovers call fate
Kept me saying: "I have to wait"
I saw them all,
Just couldn't fall 'til we met
It had to be you, it had to be you
I wandered around, and finally found
The somebody who
Could make me be true,
And could make me be blue
And even be glad, just to be sad
Thinking of you
Some others I've seen,
Might never be mean
Might never be cross,
Or try to be boss
But they wouldn't do
For nobody else, gave me a thrill
With all your faults, I
Love you still
It had to be you, wonderful you
It had to be you

A proposta de aumento médio de 3,8% na factura da energia eléctrica resulta de custos impostos ao sector que ganham uma dimensão insustentável. Exigimos cortes em várias áreas.
Em 2011, o custo da electricidade vai pesar mais no orçamento dos consumidores. A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos propôs, em Outubro, uma média de 3,8% de aumento na tarifa da electricidade.
Opções políticas e medidas legislativas condicionam a fixação das tarifas e levam a que a parcela dos “Custos de Interesse Geral” continue com um crescimento imparável. Em 2011, prevê-se um total de 2,5 mil milhões de euros de custos, um aumento superior a 30%, face a 2010. Por exemplo, na factura, por cada € 100 pagos, € 42 referem-se a “Custos de Interesse Geral”, que podem e devem ser reduzidos. Alguns não têm relação directa com a produção e distribuição de energia eléctrica.
É indispensável e urgente repensar a política de taxas e sobrecustos que recai nas nossas facturas. Para 2011, a diminuição de 10% nestes custos levaria a uma redução de 5% na factura.
Há muito que a DECO alerta para a situação no sector e exige uma redução dos custos de interesse geral, para que o preço a pagar pelos consumidores seja mais justo.
Letra
Dança dos vampiros
Ha ha ha ha ha ha ha haha ha
Quando hoje a noite cair
eu vou
à procura desse olhar que é teu
e no silêncio vou seguir
os teus passos
que estão dentro das ervas que o vento embala
se a dor que sentes faz-te dançar
vem dançar comigo
até o dia chegar
vem dançar comigo até o dia chegar
quando hoje a noite cair
seremos livres
e beberemos o vinho da juventude
viveremos para sempre
como vampiros que quando dançam para a lua
fazem amor
se a dor que sentes faz-te dançar
vem dançar comigo
até o dia chegar
vem dançar comigo até o dia chegar
vem dançar comigo até o dia chegar
vem dançar comigo até o dia chegar
Voz.2 vozes. guit.acústica. – Jorge Vadio
guit.clássica-Musio
Guit.acústica.dobro slide - Rui Veloso
Contrabaixo – Pedro Gonçalves
Bateria- Alex Frazao
Percussão- Luís Jardim
Trompete-To Ze