Quinta-feira, 06.01.11

 

 

Letra
Havia na terra
Um homem que tinha
Uma gaita bem de pasmar
Se alguém a ouvia
Fosse gente ou bicho
Entrava na roda a dançar

Um dia passava
Um sujeito e ao lado
Um burro com louça
A trotar
O dono e o burro
Ouvindo a tocata
Puseram-se logo a bailar

Partiu-se a faiança
Em cacos c'o a dança
E o pobre pedia a gritar
Ao homem da gaita
Que acabasse a fita
Mas nada ficou por quebrar

O Juiz de fora
Chamado na hora
"Só tenho
Que te condenar
Mas quero uma prova
Se é crime ou se é trova
Faz lá essa gaita tocar"

O homem da louça
Sentado na sala
Levanta-se e põe-se a saltar
Enquanto a rabeca
Não se incomodava
A sua cadeira era o par

Pulava o jurista
De quico na crista
Ninguém se atrevia
A parar
E a mãe entrevada
Que estava deitada
Levanta-se
E põe-se a bailar

Vá de folia
Vá de folia
Que há sete anos
Me não mexia

 

 



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Sábado, 01.01.11

Ensitel retira queixa contra Blogguer

 

A Ensitel, uma cadeia de lojas portuguesa que vende aparelhos de electrónica, havia intimado judicialmente uma ex-cliente a apagar textos do seu blogue pessoal, que criticavam a actuação da empresa. O resultado foi uma avalancha de críticas na blogosfera, no Twitter, Facebook, YouTube e outras redes sociais.

No último dia do ano, a empresa retirou a queixa contra a cliente e pediu desculpas num comunicado do responsável de vendas e serviços aos clientes da Ensitel, Pedro Machado, que foi publicado no facebook pela Ensitel e está a circular pelas redes sociais.

Segue o comunicado da Ensitel:

"Nos últimos dias temos ouvido as vossas opiniões. Nunca foi nossa intenção limitar a liberdade de expressão da Maria João Nogueira, mas apenas assegurar a defesa da nossa marca. Mas vemos agora que a nossa atitude não foi a mais adequada e por isso vamos retirar de imediato a acção judicial.

Pretendemos também, no futuro, estar mais atentos ao que os nossos clientes dizem online, de modo a podermos assegurar que a vossa experiência com a Ensitel é o mais positiva possível. Nesse sentido estamos a preparar novas maneiras de poderem comunicar connosco, sempre que tenham um problema numa das nossas lojas ou com um dos nossos produtos."

 

Via Público



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Quarta-feira, 29.12.10

Ensitel enxovalhada

 

Uma cliente insatisfeita escreveu no seu blogue queixas sobre a Ensitel. Os advogados da marca intimaram a blogger a apagar os textos. Indignados, os internautas invadiram o FacebookTwitter da marca com duras críticas.

A Ensitel tentou calar uma cliente insatisfeita mas, como diria a expressão popular, o feitiço acabou por se virar contra o feiticeiro. Depois de os advogados da empresa de telecomunicações terem intimado Maria João Nogueira a apagar do seu blogue pessoal os textos com queixas contra a marca, a Ensitel vê-se agora inundada via Facebook e Twitter de comentários de clientes indignados pela situação, que dizem ser "um atentado à liberdade de expressão".

A "novela" Maria João Nogueira vs Ensitel remonta a fevereiro de 2009, quando a blogger publicou no blogue "JonasNuts" um texto onde relatava ter recebido como presente um telemóvel Nokia E71 avariado e estar a ter dificuldades em conseguir trocá-lo nas lojas Ensitel. Desde os pormenores da avaria, aos passos que deu para reclamar e às contraditórias respostas dos funcionários, a blogger explica tudo (ver caixa nom fim do texto com links para os sete posts publicados no blogue)

O caso acabou mesmo por ir parar ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa e ao tribunal, onde Maria João Nogueira acabou por perder a causa. Os três meses de novela foram sendo publicados no espaço online da cliente insatisfeita, tornando-se este numa das primeiras páginas a aparecer nos motores de busca com a pesquisa à palavra "Ensitel".

Críticas online vão a tribunal

 

Ontem, a blogger voltou à carga com mais um texto sobre este tema: "No passado dia 22 fui surpreendida, ao receber uma nota de citação pessoal. Parece que a Ensitel não gosta mesmo nada dos posts que aqui escrevi sobre a minha experiência enquanto cliente deles, e acha que eu não tenho o direito de partilhar, neste meu espaço, aquilo que penso e sinto acerca da empresa". Resumindo, Maria João Nogueira recebeu uma "citação pessoal, que é um documento de 31 páginas (sim, 31)", onde é "intimada pelo tribunal a constituir um advogado. E é um procedimento cautelar", revela ablogger.

Em causa estão os textos publicados no seu blogue em 2009: "Basicamente querem que o tribunal me mande apagar os posts que escrevi sobre a Ensitel". Este novo desenvolvimento naquilo que é descrito pela própria Maria João Nogueira como uma "novela" está a gerar uma onda de indignação nos seguidores da Ensitel através do Twitter e Facebook, com mensagens de apoio à cliente insatisfeita e duras críticas à empresa de telecomunicações. Os comentários começaram por ser removidos, mas os internautas não desistem e estão literalmente a invadir os dois perfis da Ensitel demonstrando o seu desagrado.

A empresa remeteu todas as explicações para um comunicado divulgado há minutos nas redes sociais. Nesse documento, a Ensitel afirma: "A Ensitel não põe minimamente em causa qualquer tipo ou forma de liberdade de expressão, mas repudia, rejeita e não aceita ser alvo de uma autêntica campanha difamatória, assente em factos absolutamente falsos que têm como único intuito denegrir a imagem e boa reputação que a "Ensitel" construiu ao longo de 21 anos, apenas porque o cliente não se conformou com uma decisão judicial que lhe foi desfavorável". Quanto aos clientes, a empresa diz "que têm sido e continuarão a ser o maior valor da Ensitel".

Em poucos segundos, as reações dos utlizadoresnão se fizeram esperar: "tenham mas é vergonha" e "com essa atitude de desrespeito por um cliente acabaram de perder milhares!", lê-se como resposta no perfil do Facebook da Ensitel.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Via Expresso



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Terça-feira, 28.12.10

A ensitel e a sua forma de fazer negocios

 

A Ensitel, uma cadeia de lojas portuguesa que vende aparelhos de electrónica, intimou judicialmente uma ex-cliente a apagar textos do seu blogue pessoal, que criticavam a actuação da empresa. O resultado foi uma avalancha de críticas na blogosfera, no Twitter, Facebook, YouTube e outras redes sociais.

 

A explosão de críticas começou esta segunda-feira, quando Maria João Nogueira, autora do blogue jonasnuts.com e ex-cliente da Ensitel, escreveu que a empresa lhe tinha enviado uma providência cautelar para que retirasse uma série de seis textos relativos à empresa e escritos ao longo de 2009.

Nestes textos, Maria João Nogueira narra que a empresa se recusou a trocar um telemóvel defeituoso e que, após uma série de tentativas de troca e de devolução do dinheiro, o caso acabou em tribunal, onde o juiz deu razão à Ensitel.

Maria João Nogueira, que já tinha sido contactada pelos advogados da Ensitel, escreveu no texto desta segunda-feira: “Os senhores cumpriram a ameaça, e no dia 22 recebi a tal citação pessoal, que é um documento de 31 página[s] (sim, 31) em que sou intimada pelo tribunal a constituir um advogado, e é um procedimento cautelar”. A autora do blogue tem desde a recepção do documento dez úteis para constituir advogado e contestar a providência cautelar.

A sucessão viral de reacções que se seguiu à publicação no blogue deve-se em parte ao facto de Maria João Nogueira ser responsável pela gestão da comunidade de blogues do portal Sapo e uma presença frequente nos círculos da blogosfera e das redes sociais portuguesas.

"Não estou satisfeita com nada disto, a verdade é essa", observou ao PÚBLICO Maria João Nogueira. "Para mim o tema já estava morto e enterrado. No dia em que escrevi o post a descrever o último episódio não voltei a escrever sobre o assunto. Eu não queria colocar em causa a reputação de ninguém, eu queria partilhar a minha experiência enquanto consumidora daquela empresa. Fi-lo enquanto durou essa experiência, depois passou, abandonei o tema, nunca me ocorrendo que isto pudesse resultar na actual situação."

A autora, porém, diz estar "obviamente satisfeita com as inúmeras mensagens de apoio".

O advogado Manuel Lopes Rocha, da sociedade de advogados PLMJ, explicou ao PÚBLICO que os casos que se passam na blogosfera se desenrolam “como em qualquer outra situação” deste tipo. “O juiz avaliará se há ou não difamação. Se [os textos] forem factuais, não vejo por que hão-de ser apagados”.

O PÚBLICO contactou a empresa, que remeteu todas as explicações para um comunicado, que foi entretanto distribuído na tarde desta terça-feira e que está também disponível napágina da empresa no Facebook (onde se acumulam os comentários depreciativos, bem como várias queixas de que alguns comentários anteriores foram apagados pela empresa).

No comunicado, sucinto, lê-se: “A Ensitel não põe minimamente em causa qualquer tipo ou forma de liberdade de expressão, mas repudia, rejeita e não aceita ser alvo de uma autêntica campanha difamatória, assente em factos absolutamente falsos que têm como único intuito denegrir a imagem e boa reputação que a Ensitel construiu ao longo de 21 anos, apenas porque o cliente não se conformou com uma decisão judicial que lhe foi desfavorável.”

No Facebook há ainda uma página para criada para criticar a empresa. Já no YouTube foi publicado um vídeo que parodia o caso, sob o título EnSHITel. No FourSquare (um serviço que permite aos utilizadores assinalarem os locais onde estão), um utilizador escreveu: “Esta e uma empresa que processa os seus clientes para removerem opiniões negativas sobre a empresa, nos seus blogs pessoais!!! COMPRAR NA ENSITEL?! Nao obrigado!” [SIC].

O assunto tem sido amplamente abordado no Twitter e já chegou a alguns órgãos de comunicação portugueses. A entrada da Wikipedia relativa à Ensitel também já descreve o episódio.O fenómeno de que a Ensitel está a ser alvo é chamado efeito Streisand e dá-se quando alguém tenta retirar ou minimizar a publicação de algo na Internet, obtendo com essa acção o efeito contrário e acabando por contribuir para a divulgação do material em causa. O nome vem da tentativa levada a cabo pela artista Barbra Streisand de retirar uma fotografia da sua mansão de uma colecção de fotos públicas da costa da Califórnia.

 

Via Público



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Domingo, 19.12.10

 

 

 

Letra
Who's got a beard
That's long and white?
Santa's got a beard
That's long and white

Who comes around
On a special night?
Santa comes around
On a special night

Special night
Beard that's white

Must be Santa
Must be Santa
Must be Santa
Santa Claus

Who wears boots
And a suit of red?
Santa wears boots
And a suit of red

Who wears a long cap
On his head?
Santa wears a long cap
On his head

Cap on head
Suit that's red
Special night
Beard that's white

Must be Santa
Must be Santa
Must be Santa
Santa Claus

Who's got a big red
Cherry nose?
Santa's got a big red
Cherry nose

Who laughs this way
Ho, ho, ho?
Santa laughs this way
Ho, ho, ho

Ho, ho, ho
Cherry nose
Cap on head
Suit that's red
Special night
Beard that's white

Must be Santa
Must be Santa
Must be Santa
Santa Claus

Who very soon
Will come our way?
Santa very soon
Will come our way

Eight little reindeer
Pull his sleigh
Santa's little reindeer
Pull his sleigh

Reindeer sleigh
Come our way
Ho, ho, ho
Cherry nose
Cap on head
Suit that's red
Special night
Beard that's white

Must be Santa
Must be Santa
Must be Santa
Santa Claus

Dasher, Dancer
Prancer, Vixen
Comet, Cupid
Donner
And Blitzen

Reindeer sleigh
Come our way
Ho, ho, ho
Cherry nose
Cap on head
Suit that's red
Special night
Beard that's white

Must be Santa
Must be Santa
Must be Santa
Santa Claus


 

 

 

 



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Sábado, 18.12.10

 

 

Letra
You walk into the room
With your pencil in your hand
You see somebody naked
And you say, "Who is that man ?"
You try so hard
But you don't understand
Just what you'll say
When you get home.

Because something is happening here
But you don't know what it is
Do you, Mister Jones ?

You raise up your head
And you ask, "Is this where it is ?"
And somebody points to you and says
"It's his"
And you says, "What's mine ?"
And somebody else says, "Where what is ?"
And you say, "Oh my God
Am I here all alone ?"

But something is happening here
But you don't know what it is
Do you, Mister Jones ?

You hand in your ticket
And you go watch the geek
Who immediately walks up to you
When he hears you speak
And says, "How does it feel
To be such a freak ?"
And you say, "Impossible"
As he hands you a bone.

And something is happening here
But you don't know what it is
Do you, Mister Jones ?

You have many contacts
Among the lumberjacks
To get you facts
When someone attacks your imagination
But nobody has any respect
Anyway they already expect you
To all give a check
To tax-deductible charity organizations.
You've been with the professors
And they've all liked your looks
With great lawyers you have 
Discussed lepers and crooks
You've been through all of
F. Scott Fitzgerald's books
You're very well read
It's well known.

But something is happening here
And you don't know what it is
Do you, Mister Jones ?

Well, the sword swallower, he comes up to you
And then he kneels
He crosses himself
And then he clicks his high heels
And without further notice
He asks you how it feels
And he says, "Here is your throat back
Thanks for the loan".

And you know something is happening 
But you don't know what it is
Do you, Mister Jones ?

Now you see this one-eyed midget
Shouting the word "NOW"
And you say, "For what reason ?"
And he says, "How ?"
And you say, "What does this mean ?"
And he screams back, "You're a cow
Give me some milk
Or else go home".

Because something is happening 
But you don't know what it is
Do you, Mister Jones ?

Well, you walk into the room
Like a camel and then you frown
You put your eyes in your pocket
And your nose on the ground
There ought to be a law
Against you comin' around
You should be made 
To wear earphones.

Does something is happening 
And you don't know what it is
Do you, Mister Jones ?

 

 



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Sexta-feira, 17.12.10

 

 

Letra

 

Quando veio, mostrou-me as mãos vazias 
as mãos como os meus dias 
tão leves e banais. 
e pediu-me que lhe levasse o medo, 
eu disse-lhe um segredo: 
"não partas nunca mais". 
E dançou, 
rodou no chão molhado, 
num beijo apertado 
de barco contra o cais. 
E uma asa voa 
a cada beijo teu, 
esta noite 
sou dono do céu, 
e eu não sei quem te perdeu. 
Abraçou-me 
como se abraça o tempo, 
a vida num momento 
em gestos nunca iguais. 
e parou, 
cantou contra o meu peito 
num beijo imperfeito 
roubado nos umbrais. 
E partiu, 
sem me dizer o nome, 
levando-me o perfume 
de tantas noites mais. 
E uma asa voa 
a cada beijo teu, 
esta noite 
sou dono do céu 
e eu não sei quem te perdeu.

 

 



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Quinta-feira, 16.12.10

 

 

 

Letra

 

E o vendaval passou
E a primavera voltou
Trocam-se flores e afagos
em bancos de jardim
Trocam-se juras e beijos
em paixões de folhetim.
O sol aconchega os corações
O povo canta as canções
Trauteando, mão na mão
Cada verso, cada refrão
Até os pássaros sabem de cor
As suas cantigas de amor
Um mundo tão feliz
Que até parece Paris
Trocam-se juras de amor
em delírios febris
Elas desfilam em bandos
e eles pedem bis.
Mas enquanto isso, o meu coração
Despedaçado e só
Dá o mote, dá o tom,
Acerta o ritmo, acerta o som
Escolhe os versos que vestem melhor
As suas cantigas de amor.

 

 

 

 



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Quarta-feira, 15.12.10

 

 

Letra

 

Tu estás livre e eu estou livre
E há uma noite para passar
Porque não vamos unidos
Porque não vamos ficar
Na aventura dos sentidos


Tu estás só e eu mais só estou
Tu que tens o meu olhar
Tens a minha mão aberta
À espera de se fechar
Nessa tua mão deserta

Refrão:
Vem que o amor
Não é o tempo, nem é o tempo
Que o faz
Vem que o amor
É o momento
Em que eu me dou
Em que te dás


Tu que buscas companhia
E eu que busco quem quiser
Ser o fim desta energia
Ser um corpo de prazer
Ser o fim de mais um dia


Tu continuas à espera
Do melhor que já não vem
E a esperança fio encontrada
Antes de ti por alguém
E eu sou melhor que nada

 

 



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Terça-feira, 14.12.10

 

 

 

Letra

 

Quando a corja topa da janela
O que faz falta
Quando o po que comes sabe a merda
O que faz falta
O que faz falta avisar a malta
O que faz falta
O que faz falta avisar a malta
O que faz falta
Quando nunca a noite foi dormida
O que faz falta
Quando a raiva nunca foi vencida
O que faz falta
O que faz falta animar a malta
O que faz falta
O que faz falta acordar a malta
O que faz falta
Quando nunca a infncia teve infncia
O que faz falta
Quando sabes que vai haver dana
O que faz falta
O que faz falta animar a malta
O que faz falta
O que faz falta empurrar a malta
O que faz falta
Quando um co te morde a canela
O que faz falta
Quando a esquina ha sempre uma cabea
O que faz falta
O que faz falta animar a malta
O que faz falta
O que faz falta empurrar a malta
O que faz falta
Quando um homem dorme na valeta
O que faz falta
Quando dizem que isto tudo treta
O que faz falta
O que faz falta agitar a malta
O que faz falta
O que faz falta libertar a malta
O que faz falta
Se o patro no vai com duas loas
O que faz falta
Se o fascista conspira na sombra
O que faz falta
O que faz falta avisar a malta
O que faz falta
O que faz falta dar poder a malta
O que faz falta

 

 

 

 



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Segunda-feira, 13.12.10

 

 

Letra

Vesti a luz do teu nome
E chamei-te pela noite,
Entraste no meu sono
Como o luar entra na fonte.
Trazes estórias e proezas
Dizes que tens tanto pr'a me dar,
Deixas sombras, incertezas,
E partes sem nunca me levar.

E de repente
Um mar sozinho,
Ninguém na margem
Ninguém no caminho,
Tão frio.
E o teu beijo
Mata-me a distância,
Ninguém tão perto
Pode o que o beijo alcança,
E o meu corpo chora
Quando o teu vai embora,
Porque o teu mundo

É tão longe,
Tão longe,
Pode o céu ser tão longe.
Tão longe,
Tão longe,
Se a tua voz vive em mim.


Vesti a luz do teu nome
E chamei-te pela noite,
Entraste no meu sono
Como o luar entra na fonte.
Trazes estórias e proezas
Dizes que tens tanto pr'a me dar,
Deixas sombras, incertezas,
E partes sem nunca me levar.

E de repente
Um mar sozinho,
Ninguém na margem
Ninguém no caminho,
Tão frio.
E o teu beijo
Mata-me a distância,
Ninguém tão perto
Pode o que o beijo alcança,
E o meu corpo chora
Quando o teu vai embora,
Porque o teu mundo

É tão longe,
Tão longe,
Pode o céu ser tão longe.
Tão longe,
Tão longe,
Se a tua voz vive em mim.

Há um deserto que fica,
Sou um capitão sem barco,
E quando vens pela bruma
Acendem-se estrelas no quarto.
E dizes:
"Trago a luz das sereias,
Trago o canto da tempestade".
E como o vento na areia
Deitas-te em mim feita metade.

E de repente
Um mar sozinho,
Ninguém na margem
Ninguém no caminho,
Tão frio.
E o teu beijo
Mata-me a distância
Ninguém tão perto
Pode o que o beijo alcança,
E o meu corpo chora
Quando o teu vai embora,
Porque o teu mundo


É tão longe,
Tão longe
Pode o céu ser tão longe.
Tão longe,
Tão longe
Se a tua voz vive em mim.

 

 



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Domingo, 12.12.10

 

 

Letra
Pienso en otonos que ya fueron,
Pienso en inviernos que volvieron,
Sin ti… no es igual.

Busque en tus ojos mi destierro,
Sigo tus pasos voy a tientas,
Di… a donde vas.

*y quise llorar… por ti y por mi,
Un dia mas… oh na, nara na.

La luna esconde su mirada
Y yo, yo quiero conquistarla,
Ya ves… todo sigue igual.

Un llanto lento, un llanto amargo,
Un llanto al fin desesperado
Y yo… no, no se llorar.

**y quise sonar… por ti y por mi,
Un dia mas… oh na, nara na.

Y no me asusta gritar, tu nombre en la obscuridad,
En este exilio que, me has obligado a compartir.

Es como un filo de navaja,
Este camino que ahora sigo,
Amor… no volvere.

 

 



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Sábado, 11.12.10

 

 

Letra
Antes de tres lunas volveré por ti, 
antes que me eches de menos". 
Dejaste vías muertas tendidas al pasar, 
nunca te he esperado tanto. 
A un minuto de ti, voy detrás de ti. 
A un minuto de ti, te seguiré. 
El viento se ha calzado sus guantes de piel, 
se entretiene con mi pelo. 
Bebo el agua que viene conmigo, estoy 
estancado en tu reflejo. 
Solamente de ti, gota a gota, 
solamente de ti, veneno y sed. 
Llegaré solo hasta el umbral. 
¡Qué puedo perder! 
Me atreveré, cuento un paso más. 
No soy como tú. 
A un minuto de ti, voy detrás de ti. 
A un minuto de ti, te seguiré. 
Voy a arder, braceo en espiral, 
me vuelvo a repetir. 
Saltaré, planeo en derredor 
no soy como tú.

 

 



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Sexta-feira, 10.12.10

 

 

Letra

 

Eu sinto os teus passos
Na escuridão
Pressinto o teu corpo
No ar, aqui
E vou como se o mundo todo fosse
Sugado p'ra dentro de ti
E não houvesse nada a fazer
Senão deixar-me ir

Pressinto os teus gestos
Quando não estás
Procuro os teus sonhos 
Perdidos
E hoje mais que qualquer outra noite
Há qualquer coisa que me fere
E que me faz querer tanto ter-te aqui

Não importa
Se às vezes tudo é breve como um sopro
Não importa se for uma gota só
De loucura
Que faça oscilar o teu mundo
E desfaça a fronteira
Entre a lua e o sol

Se um gesto cair assim
Despedaçado
Se eu não souber
Recolher a dor
Se te esperar a céu aberto 
Onde se enconde
O que tu és que eu também sou
É que hoje mais que qualquer outra noite
Há qualquer coisa que me fere
E que me faz querer tanto ter-te aqui"

 

 



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Quinta-feira, 09.12.10

 

 

Letra

 

O bando debandou
subindo do arvoredo
do vácuo que ficou
no fim do seu degredo
as asas abrem chagas
no acinzar do entardecer
e amansam a agonia
do dia a escurecer

ensombram a ribeira
e o verde da seara
e passam pela eira
em que o sol se pousara
nas gotas do orvalho
luarento e vacilante
refrescam o cansaço
e dormem um instante

Pássaros do sul
bando de asas soltas
trazem melodias
p'ra cantar às moças
em noites de romaria
em noites de romaria 

no adejo da alvorada
oscila a minha mágoa
o céu à desgarrada
irrompe azul na água
e a passarada acorda
no sonhar de um camponês
e entrega-se no sul
do frio que à noite fez 

é tempo da partida
e a cor no horizonte
adensa a despedida
e o borbotar da fonte
as asas abrem chagas
na poeira o sol acalma
num agitar inquieto
que me refresca a alma 

pássaros do sul
bando de asas soltas
trazem melodias
pra cantar às moças
em noites de romaria
em noites de romaria

 

 



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Quarta-feira, 08.12.10

 

 

Letra

 

Quando a corja topa da janela
O que faz falta
Quando o po que comes sabe a merda
O que faz falta
O que faz falta avisar a malta
O que faz falta
O que faz falta avisar a malta
O que faz falta
Quando nunca a noite foi dormida
O que faz falta
Quando a raiva nunca foi vencida
O que faz falta
O que faz falta animar a malta
O que faz falta
O que faz falta acordar a malta
O que faz falta
Quando nunca a infncia teve infncia
O que faz falta
Quando sabes que vai haver dana
O que faz falta
O que faz falta animar a malta
O que faz falta
O que faz falta empurrar a malta
O que faz falta
Quando um co te morde a canela
O que faz falta
Quando a esquina ha sempre uma cabea
O que faz falta
O que faz falta animar a malta
O que faz falta
O que faz falta empurrar a malta
O que faz falta
Quando um homem dorme na valeta
O que faz falta
Quando dizem que isto tudo treta
O que faz falta
O que faz falta agitar a malta
O que faz falta
O que faz falta libertar a malta
O que faz falta
Se o patro no vai com duas loas
O que faz falta
Se o fascista conspira na sombra
O que faz falta
O que faz falta avisar a malta
O que faz falta
O que faz falta dar poder a malta
O que faz falta

 

Olavo Bilac, Nuno Guerreiro e Tozé Santos

 

 



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Terça-feira, 07.12.10

 

 

 

Letra
Da próxima vez, vou estar atento à tua fisgada
Encruzilhar-me na tua bancada
Ficar num canto e não me mexer

Mais uma vez, vou seguir todos os teus caminhos
Fugir fingindo que me vês sorrindo
P'ra te fitar quando eu puder

Quero ser, personagem de banda desenhada
Onde me assumo numa cena errada
E em que todos me vão descobrir

Quero ficar um pouco mais dentro do teu casulo
Faço de conta, que sou teu e tu és meu assumo
Onde me entrego e tu te das a conhecer

Que ninguem vá, onde vou
Nunca estás, onde estou
Que ninguém fale, de quem falou
Nunca digas quem eu sou

Da próxima vez vou querer toda a tua atenção
Vou esperar que me estendas a mão
E que me deixes cair a seguir

Mais que uma vez puseste à prova o teu sexto sentido
Depois dás o dito por não dito
Como eu gostava de te compreender ...

Quero ser, a soluçãoo do teu problema
Participando nesse mesmo esquema
Que só tu sabes entender

Queria ter, só um pouco desse teu talento
Tiro as vogais e ponho os acentos
Estou preparado pro que der e vier

Que ninguem vá, onde vou
Nunca estás, onde estou
Que ninguém fale, de quem falou
Nunca digas quem eu sou

Que ninguem vá, onde vou
Nunca estás, onde estou
Que ninguém fale, de quem falou
Nunca digas quem eu sou

Que ninguem vá, onde vou
Nunca estás, onde estou
Que ninguém fale, de quem falou
Nunca digas quem eu sou

 

 



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Segunda-feira, 06.12.10

 

 

Letra

 

Há gente que espera de olhar vazio 
na chuva, no frio, encostada ao mundo 
a quem nada espanta 
nenhum gesto 
nem raiva ou protesto 
nem que o sol se vá perdendo lá ao 
fundo 

Há restos de amor e de solidão 
na pele, no chão, na rua inquieta 
os dias são iguais já sem saudade 
nem vontade 
aprendendo a não querer mais do que o 
que resta 

E a sonhar de olhos abertos 
na paragens, nos desertos 
a esperar de olhos fechados 
sem imagens de outros lados 
a sonhar de olhos abertos 
sem viagens e regressos 
a esperar de olhos fechados 
outro dia lado a lado 

Há gente nas ruas que adormece 
que se esquece enquanto a noite vem 
é gente que aprendeu que nada urge 
nada surge 
porque os dias são viagens de ninguém 

A sonhar de olhos abertos 
nas paragens, nos desertos 
a esperar de olhos fechados 
sem imagens de outros lados 
a sonhar de olhos abertos 
sem viagens e regressos 
a esperar de olhos fechados 
outro dia lado a lado 

Aprende-se a calar a dor 
a ternura, o rubor 
o que sobra de paixão 
aprende-se a conter o gesto 
a raiva, o protesto 
e há um dia em que a alma 
nos rebenta nas mãos

 



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Domingo, 05.12.10

 

 

Letra

 

O meu amor 
Tem um jeito manso que é só seu 
E que me deixa louca 
Quando me beija a boca 
A minha pele fica toda arrepiada 
E me beija com calma e fundo 
Até minh'alma se sentir beijada 

O meu amor 
Tem um jeito manso que é só seu 
Que rouba os meus sentidos 
Viola os meus ouvidos 
Com tantos segredos 
Lindos e indecentes 
Depois brinca comigo 
Ri do meu umbigo 
E me crava os dentes 

Eu sou sua menina, viu? 
E ele é meu rapaz 
Meu corpo é testemunha 
Do bem que ele me faz 

O meu amor 
Tem um jeito manso que é só seu 
De me deixar maluca 
Quando me roça a nuca 
E quase me machuca 
Com a barba mal feita 
E de posar as coxas 
Entre as minhas coxas 
Quando ele se deita 

O meu amor 
Tem um jeito manso que é só seu 
De me fazer rodeios 
De me beijar os seios 
Me beijar o ventre e 
Me deixar em brasa 
Desfruta do meu corpo 
Como se meu corpo 
Fosse a sua casa 
Eu sou sua menina, viu? 
E ele é meu rapaz 
Meu corpo é testemunha 
Do bem que ele me faz...

 

 



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Sábado, 04.12.10

 

´

 

Letra

 

O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
E que me deixa louca
Quando me beija a boca
A minha pele inteira fica arrepiada
E me beija com calma e fundo
Até minh'alma se sentir beijada, ai

O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
Que rouba os meus sentidos
Viola os meus ouvidos
Com tantos segredos lindos e indecentes
Depois brinca comigo
Ri do meu umbigo
E me crava os dentes, ai

Eu sou sua menina, viu?
E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha
Do bem que ele me faz

O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
De me deixar maluca
Quando me roça a nuca
E quase me machuca com a barba malfeita
E de pousar as coxas entre as minhas coxas
Quando ele se deita, ai

O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
De me fazer rodeios
De me beijar os seios
Me beijar o ventre
E me deixar em brasa
Desfruta do meu corpo
Como se o meu corpo fosse a sua casa, ai

Eu sou sua menina, viu?
E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha
Do bem que ele me faz

 

 



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Sexta-feira, 03.12.10

 

 

Letra

 

Gosto de ver-te passar
Anseio por ver-te passar
Mas eu não vou,
Não vou...

Adoro ver-te gozar
Quero ver-te gozar
Mas eu não estou,
Não estou...

Eu provavelmente morro com o fim da luta
Mas se te faz feliz eu paro
E recomeço com um ódio de amor
Que nao nos faça tanto mal, que não nos torne mais amargos
E nos deixe sem dúvidas, eu
Provavelmente morro com o fim da luta, mas se te faz feliz...

Hoje não vamos falar
Recuso ouvir-me falar
Mas eu não sou...
Não sou...
Forte pra te contestar
E tu queres ver-me gozar,
Mas eu não estou...
Não estou...

Eu provavelmente morro com o fim da luta
Mas se te faz feliz eu paro
E recomeço com um ódio de amor
Que nao nos faça tanto mal, que não nos torne mais amargos
E nos deixe sem dúvidas, eu
Provavelmente morro com o fim da luta, mas se te faz feliz...

Eu provavelmente morro com o fim da luta
Mas se te faz feliz eu paro
E recomeço com um ódio de amor
Que não nos faça tanto mal, que não nos torne mais amargos
E nos deixe sem dúvidas, eu
Provavelmente morro com o fim da luta, mas se te faz feliz...

Eu provavelmente morro com o fim da luta...

Eu provavelmente morro com o fim da luta
Mas se te faz feliz...

 

 



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Quinta-feira, 02.12.10

 

 

Letra

 

Eu nunca tentei
Eu nunca escondi
Eu nunca te amei
Eu nunca deixei
Mas nunca por ti
Nunca antevi
Nunca fiquei
A um passo de ti
Nunca me afastei
Para fora e nos vi
Para ver o quão longe
Estava de ti

 

Eu nunca dei um passo atrás
Que não fosse capaz
De um dia o emendar
Sonhar com outro futuro
Muito menos escuro
Que nos ponha a brilhar

 

Eu nunca tentei
Eu nunca escondi
Eu nunca te amei
Eu nunca deixei
Mas nunca por ti
Nunca antevi
Nunca fiquei
A um passo de ti
Nunca me afastei
Para fora e nos vi
Para ver o quão longe
Estava de ti

 

Eu nunca dei um passo atrás
Que não fosse capaz
De um dia o emendar
Sonhar com outro futuro
Muito menos escuro
Que nos ponha a brilhar

 

Dura um momento
Mas está bem
Não pertence a mais ninguém

 

Eu nunca dei um passo atrás
Que não fosse capaz
De um dia o emendar
Sonhar com outro futuro
Muito menos escuro
Que nos ponha a brilhar

 

Querer dar mais um passo
Sem temer o fracasso
E por fim me entregar
Pressinto uma calma estranha
Que em mim se entranha
E deixa me descansar

 

Eu nunca dei um passo atrás
Que não fosse capaz
De um dia o emendar
Sonhar com outro futuro
Muito menos escuro
Que nos ponha a brilhar

 

Querer dar mais um passo
Sem temer o fracasso
E por fim me entregar
Pressinto uma calma estranha
Que em mim se entranha
E deixa me descansar

 

Eu nunca dei um passo atrás
Que não fosse capaz
De um dia o emendar
Sonhar com outro futuro
Muito menos escuro
Que nos ponha a brilhar

 

 



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Quarta-feira, 01.12.10

 

 

 

 

 

O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
E que me deixa louca
Quando me beija a boca
A minha pele inteira fica arrepiada
E me beija com calma e fundo
Até minha alma se sentir beijada, ai

O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
Que rouba os meus sentidos
Viola os meus ouvidos
Com tantos segredos lindos e indecentes
Depois brinca comigo
Ri do meu umbigo
E me crava os dentes, ai

Eu sou sua menina, viu?
E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha
Do bem que ele me faz

O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
De me deixar maluca
Quando me roça a nuca
E quase me machuca com a barba malfeita
E de pousar as coxas entre as minhas coxas
Quando ele se deita, ai

O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
De me fazer rodeios
De me beijar os seios
Me beijar o ventre
E me deixar em brasa
Desfruta do meu corpo
Como se o meu corpo fosse a sua casa, ai

Eu sou sua menina, viu?
E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha
Do bem que ele me faz

 

 

 



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Terça-feira, 30.11.10

 

 

Letra

 

Se esta rua, Se esta rua
Se esta rua fosse minha
Eu mandava-a, Eu mandava-a
Eu mandava-a ladrilhar

Com pedrinha de Rubi
Só Para o meu amor passar

Lá porque és feia tem calma
Nao te faltam seduções
Mais vale ser linda de alma
Do que linda de feições

Ai o amor, o amor
O amor é como a lua
Ora cresce
Ora mingua

Que bom ser pequenino
Ter pai ter mãe ter avós
Ter esperança no destino
E ter quem goste de nós

Ai é tao bom ser pequenino

 

 



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Segunda-feira, 29.11.10

 

 

Letra

 

as notícias da manhã falavam de um furacão no méxico 
a imagem dos viajantes decepcionados esconde o fundo
do aeroporto, 
onde podes estar a chegar 
podes estar a chegar, estiveste tão longe e agora
deves estar a chegar 

deves estar a chegar, deves estar a chegar, deves
estar a chegar. 

não te vi, e tentei voltar a dormir, sabendo que a
Ásia ficava longe 
mas como não chegaste, fiquei preocupado; 
nada nas notícias, porque é que não estou a receber
uma chamada tua? 
devias estar a chegar, estiveste tão longe e agora
podes estar a chegar 

deves estar a chegar, deves estar a chegar, deves
estar a chegar.

 

 



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Domingo, 28.11.10

 

 

Letra

 

Eu tentei, mas não deu pra ficar
Sem você enjoei de tentar
Me cansei de querer encontrar
Um amor pra assumir seu lugar

 

Eu tentei mas não deu pra ficar
Sem você enjoei de esperar
Me cansei de querer encontrar
Um amor pra assumir seu lugar

 

É muito pouco,
Venha alegrar o meu mundo que anda vazio, vazio
Me deixa louca
É só beijar tua boca que eu me arrepio,
Arrepio, arrepio

 

E o pior
É que você não sabe que eu
Sempre te amei
Pra falar a verdade eu também
Nem sei
Quantas vezes eu sonhei juntar
Teu corpo, meu corpo
Num corpo só

 

Vem!
Se tiver acompanhado, esquece e vem
Se tiver hora marcada, esquece e vem
Vem!
Venha ver a madrugada e o sol que vem
Que uma noite não é nada, meu bem

 

Eu tentei, mas não deu pra ficar
Sem você enjoei de esperar
Me cansei de querer encontrar
Um amor pra assumir seu lugar

 

É muito pouco,
Venha alegrar o meu mundo que anda vazio, vazio
Me deixa louca
É só beijar tua boca que eu me arrepio,
Arrepio, arrepio

 

E o pior
É que você não sabe que eu
Sempre te amei
Pra falar a verdade eu também
Nem sei
Quantas vezes eu sonhei juntar
Teu corpo, meu corpo
Num corpo só

 

Vem!
Se tiver acompanhado, esquece e vem
Se tiver hora marcada, esquece e vem
Vem!
Venha ver a madrugada e o sol que vem
Que uma noite não é nada, meu bem

 

Vem!
Se tiver acompanhado, esquece e vem
Se tiver hora marcada, esquece e vem
Vem!
Vamos ver a madrugada e o sol que vem
Que uma noite não é nada, meu bem

 

 



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Sábado, 27.11.10

 

 

Letra

 

Why do I do, just as you say
Why must I just, give you your way
Why do I sigh, why don't I try to forget

It must have been, 
That something lovers call fate
Kept me saying: "I have to wait"
I saw them all,
Just couldn't fall 'til we met

It had to be you, it had to be you
I wandered around, and finally found 
The somebody who
Could make me be true, 
And could make me be blue
And even be glad, just to be sad 
Thinking of you

Some others I've seen, 
Might never be mean
Might never be cross, 
Or try to be boss
But they wouldn't do
For nobody else, gave me a thrill 
With all your faults, I 
Love you still
It had to be you, wonderful you
It had to be you

 

 



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Sexta-feira, 26.11.10

Não ao pagamento de extras na factura de electricidade

 

A proposta de aumento médio de 3,8% na factura da energia eléctrica resulta de custos impostos ao sector que ganham uma dimensão insustentável. Exigimos cortes em várias áreas.

 

Em 2011, o custo da electricidade vai pesar mais no orçamento dos consumidores. A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos propôs, em Outubro, uma média de 3,8% de aumento na tarifa da electricidade.

 

Opções políticas e medidas legislativas condicionam a fixação das tarifas e levam a que a parcela dos “Custos de Interesse Geral” continue com um crescimento imparável. Em 2011, prevê-se um total de 2,5 mil milhões de euros de custos, um aumento superior a 30%, face a 2010. Por exemplo, na factura, por cada € 100 pagos, € 42 referem-se a “Custos de Interesse Geral”, que podem e devem ser reduzidos. Alguns não têm relação directa com a produção e distribuição de energia eléctrica.

 

É indispensável e urgente repensar a política de taxas e sobrecustos que recai nas nossas facturas. Para 2011, a diminuição de 10% nestes custos levaria a uma redução de 5% na factura.

 

Há muito que a DECO alerta para a situação no sector e exige uma redução dos custos de interesse geral, para que o preço a pagar pelos consumidores seja mais justo.

 

assine a petição



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Letra

 

Dança dos vampiros

Ha ha ha ha ha ha ha haha ha

Quando hoje a noite cair
eu vou 
à procura desse olhar que é teu

e no silêncio vou seguir 
os teus passos
que estão dentro das ervas que o vento embala

se a dor que sentes faz-te dançar
vem dançar comigo
até o dia chegar

vem dançar comigo até o dia chegar

quando hoje a noite cair
seremos livres
e beberemos o vinho da juventude

viveremos para sempre 
como vampiros que quando dançam para a lua
fazem amor

se a dor que sentes faz-te dançar
vem dançar comigo
até o dia chegar

vem dançar comigo até o dia chegar
vem dançar comigo até o dia chegar
vem dançar comigo até o dia chegar


Voz.2 vozes. guit.acústica. – Jorge Vadio
guit.clássica-Musio
Guit.acústica.dobro slide - Rui Veloso
Contrabaixo – Pedro Gonçalves
Bateria- Alex Frazao
Percussão- Luís Jardim
Trompete-To Ze

 

 



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Quinta-feira, 25.11.10

 

 



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