Segunda-feira, 23.01.12
Se o casal só tem prazer no sexo em locais públicos, isso pode indicar algum problema, diz especialista / Hidden/Sxc.hu

 

Psicóloga e terapeuta sexual explica por que alguns casais gostam de fazer sexo em lugares públicos

O ditado popular "o que é proibido é mais gostoso" é utilizado pela maioria dos casais que gostam de inovar a relação sexual, passar por aventuras ou até mesmo acreditam que não conseguem segurar o tesão. Porém, até que ponto fazer sexo em lugares públicos é saudável?

 

Tem quem ache que transar na cama é melhor, por outro lado, outros se sentem excitados por saber que podem ser descobertos a qualquer momento. Segundo a psicóloga e terapeuta sexual Adriana Visioli, muitos consideram o sexo em locais públicos mais prazeroso por conta da adrenalina, pela possibilidade de serem flagrados ou até mesmo correrem risco.

 

"Outro motivo também muito comum nesses casos é pelo momento em que o casal se encontra, quando o desejo sexual e a excitação tomam conta, e pelo impulso acabam tendo relação sexual ali mesmo, seja no carro, no banheiro de uma festa, ou em qualquer outro lugar", explica.

 

A favor

 

O programador Adriano Ribeiro, de 26 anos, revela que já transou na escada de um prédio, ônibus de viagem, piscina, praia, estacionamento de shopping, mas que a sua vontade é de experimentar no vagão do metrô. “Todos os lugares que fiz foi porque tive vontade e no momento não tinha outro lugar”.

 

Entretanto, para a especialista, o perfil psicológico do casal que se submete a fazer sexo podendo ser flagrado por alguém é, geralmente, formado por aqueles que são exibicionistas ou até mesmo que sentem mais prazer com outras pessoas assistindo.

 

A analista de Recursos Humanos Janine Alves, de 24 anos, confirma a afirmação da especialista. “A primeira vez que transei em lugar público foi dentro de um ônibus na volta de um parque de diversões, justamente pela sensação de poder ser descoberta e ouvida”, revela. 

 

Obsessão 

 

Para a advogada Larissa Rodrigues, de 23 anos, a adrenalina e a possibilidade do flagra deixam o sexo mais divertido. 

 

Entretanto, de acordo com a terapeuta é preciso avaliar até que ponto essa vontade influencia o sexo do casal. Se a vontade de fazer sexo só acontecer quando estiverem em local público, isso pode significar que algo deve estar errado. 

 

O comportamento pode se tornar uma obsessão. “Um exemplo é quando começa a ser prejudicial para a vida do casal, pode ser desde socialmente como também no próprio relacionamento, e mesmo assim não conseguem parar com este comportamento sexual", esclarece.

 

 

Contra sexo em locais públicos

 

Mas há quem seja contra. Para a estudante Marília Casari, de 19 anos, sexo deve ser feito somente com privacidade “Ninguém precisa ver o que rola entre ambos. É uma ‘entregação’ do casal, um momento especial. Não vejo sentido algum em fazer em lugares públicos, pois é uma coisa íntima”, defende.

 

Já Juliana Gama, de 23 anos, considera a atitude uma falta de respeito com a população. “Acima de tudo, acredito que a penalidade de atentado ao pudor deveria ser mais rigorosa”.

 

O jovem Gustavo Mendonça engrossa o coro. Ele acredita que transar em público é ‘coisa’ de quem quer aparecer. “A pessoa torna o ato público e tira o momento especial do casal”.

 

Casal 

 

A psicóloga Adriana diz que é primordial para a intimidade de um relacionamento que o casal compartilhe fantasias. Seja em lugares diferentes ou maneiras diferentes. O importante é não se acomodar e não cair na rotina.

 

Porém, é preciso respeitar os desejos do parceiro. Segundo a terapeuta, o que pode ser prazeroso para alguns, pode ser um experiência desconfortável para outros. "É importante compartilhar fantasias entre o casal, mas também é necessário respeitar os limites de cada um", finaliza.

 

Crime 

 

Os casais mais animados, que gostam de ter experiências sexuais em lugares públicos, devem se lembrar que a atitude é crime. O advogado Mauro César Bullara Arjona diz que a pessoa que flagar um casal praticando ato obsceno pode chamar a polícia. "Quem faz sexo em local público pode responder por ato obsceno, artigo 233 do Código Penal, e serem condenados de três meses a um ano".

 

Mauro diz ainda que "a vítima, deve chamar a polícia e, se houver detenção em flagrante, deve acompanhar os policiais a delegacia para também prestar seu depoimento”.

 

“A pessoa poderá responder pelo crime de ato obsceno, mas por se tratar de crime de pequeno potencial ofensivo não será preso e aguardará o julgamento em liberdade, o qual pode não ocorrer caso o Ministério Público faça acordo com os acusados para a aplicação antecipada de pena não privativa de liberdade, ou seja, prisão”, conclui o advogado.

 

Via Band



olhar para o mundo às 18:38 | link do post | comentar

Segunda-feira, 12.09.11
De onde vem o orgasmo?

 

Há 40 anos, biólogos evolucionistas tentam responder a essa questão. Em geral, os pesquisadores giram em torno de duas hipóteses: assim como o masculino, o orgasmo das mulheres serviria para estimular o sexo e, portanto, a reprodução e a outra linha diz que o orgasmo delas seria um subproduto do masculino. A mesma ideia que explica por que homens têm mamilos, que não servem para nada. Eles são tão importantes para as mulheres que a natureza “achou” melhor equipar os a todos com eles, não houve pressão ecológica para que os mamilos não existissem nos dois sexos. 


A pergunta é complexa. Para tentar mais uma vez clarear a dúvida, pesquisadores da Universidade de Queensland (Austrália) e Turku (Finlândia) realizaram uma pesquisa com 10 mil gêmeos e irmãos comuns. Se o orgasmo das mulheres for só um subproduto, eles acham que os mesmos genes estariam envolvidos na sensação em ambos os sexos. Se o resultado com irmãos mostrar que eles são mais parecidos entre si do que não parentes, a característica estudada tem grandes chances estar relacionada aos mesmos genes. 

Os pesquisadores tentaram medir o que chamaram de “orgasmabilidade”, que seria a suscetibilidade de sentir um orgasmo. O questionário perguntava aos homens sobre o momento do orgasmo e, à elas, a pergunta era sobre a frequência e facilidade com que tinham a sensação. 

Os resultados mostraram que gêmeos idênticos do mesmo sexo tinham mais semelhança do que os não-idênticos do mesmo sexo, o que evidenciaria o papel dos genes e a ideia de que é um subproduto masculino. No entanto, para contrariar essa hipótese, os pesquisadores viram que os gêmeos e irmãos de sexos opostos não tinham semelhanças na “orgasmabilidade”.

 

Esses resultados sugerem que os genes que influenciam o orgasmo em homens e mulheres são diferentes. A função e o caminho percorridos pelo orgasmo nos dois sexos, também. E a ideia do subproduto estaria errada. Apesar das evidências, quem defende a ideia do subproduto, diz que a pesquisa deveria ter avaliado os critérios em homens e mulheres. O estudo não apresenta nenhum resultado conclusivo, só aprofunda o debate entre pesquisadores. A única certeza é que o orgasmo feminino é ainda uma questão complexa e misteriosa. 

 

Via Revista Galileu



olhar para o mundo às 08:58 | link do post | comentar

Sexta-feira, 02.09.11
Tracey Cox lista os erros sexuais mais comuns

 

 

A consultora de sexo Tracey Cox, conhecida aqui no Brasil por apresentar o programa "Inspetores do Sexo", lança o livro "Consultório Sexual" que traz dicas bem picantes para você esquentar a relação de vez.

 

Para os solteiros, a autora mostra que é possível ter uma vida sexual mais proveitosa e não se prender a antigos paradigmas.

Encontrar o príncipe encantado é o desejo de grande parte das mulheres, no entanto, criar expectativas exageradas sobre os relacionamentos amorosos e sexuais podem trazer frustração. Se você acha que nada está dando certo e decidiu abandonar a procura, não se desespere. Talvez poucos conselhos sejam suficientes para te colocar em campo novamente e, dessa vez, sem errar!

 

No livro, Tracey lista os erros mais cometidos e ainda ensina como deixar a relação mais prazerosa. Abaixo nós separamos algumas dessas gafes para você não fazer feio na hora H.

 

Ele 


Achar que têm um impulso sexual mais forte que o feminino
Achar que as mulheres querem sexo carinhoso em vez de sexo selvagem
Continuar apegados ao mito de que as mulheres só chegam ao orgasmo com penetração
Achar que as mulheres não são tão sacanas quanto eles
Pensar que todas as mulheres querem pênis enormes
Achar que a parceira vai ficar impressionada se houver muitas trocas de posição durante a transa

 

Ela 
Pensar que os homens estão sempre prontos e que sempre querem fazer sexo
Achar que a transa acabou depois que ele tiver ejaculado
Ficar preocupada demais com o próprio corpo durante a transa
Não perceber que sexo é mais do que só sexo para os homens

Não orientar o parceiro sobre como deve tocar o seu corpo
Reagir com escândalo sempre que ele sugereexperimentar qualquer novidade

 

Via Vila Dois



olhar para o mundo às 09:26 | link do post | comentar

Quinta-feira, 30.06.11

 

Ideias eróticas para o impressionar

 

Um bom presente não deve ser necessariamente algo material. Um sexo diferente agrada aos homens mais que qualquer outra coisa nesse mundo. Selecionamos dicas que irão transformar todas as datas em momentos pra lá de especiais.

- Despertar erótico

 


Chegou o dia tão esperado e você tem duas alternativas para começá-lo bem: o acorda completamente nua ou aproveita para fazer massagens em suas partes "mais sensíveis". Não tenha dúvidas que ele irá entender de imediato o que deseja.

- Banho de relaxamento


Depois de uma dose de ação logo pela manhã, nada melhor que um banho. Mas para que não seja apenas mais um, é aconselhável que você prepare o terreno antes. Use óleos para massagens, muita espuma e uma esponja bem macia.

- Café da manhã caliente


Enquanto ele se arruma para o trabalho, prepare um rico e energizante café da manhã. Sente-se bem diante dele apenas com uma camisola sensual. Se insinue enquanto ele come. Pode ter certeza que ele ficará excitado.

- Um atraso justificado


Com tanta provocação, não será difícil fazê-lo se atrasar um pouquinho para seus compromissos. Ele estará com tanto tesão que não pensará nem um segundo sobre o que fazer. Aproveite, afinal, um sexo apaixonante atrás da porta de sua casa não se tem todos os dias.

- Mensagens safadas


Assim que a tarde chegar, escreva de forma discreta ou descaradamente mensagens onde você explica o que pretende fazer com ele quando reencontrá-lo. 

- Transa de luxo


Uma escapadinha para o motel não faz mal a ninguém, ainda mais em uma data especial. E não espere que ele tome a iniciativa. Surpreenda. Faça você o convite. Prefira os quartos que tenham decoração temática, assim é ainda mais fácil fugir da rotina.

- Rapidinha de impacto


Se você não tem tempo ou falta dinheiro para passar algumas horas no motel, pode optar por uma rapidinha improvisada no primeiro lugar que passar na cabeça de vocês. O banheiro de algum restaurante, o carro estacionado em um local escuro, dentro de um closet. Enfim, qualquer lugar é ideal para matar a sua sede por sexo.

- Jantar afrodisíaco


Já em casa, prepare um jantar afrodisíaco. Mas cuidado para não escolher uma comida muito pesada. E, além da refeição, brinque com ele o tempo todo. Use seus pés para fazer carinhos por baixo da mesa, solte olhares sugestivos e, logo depois da sobremesa, retire-o para dançar. Apague as luzes, acenda uma vela, sussurre no ouvido dele o que deseja e o resto é por conta dele.

- Surpresa erótica


Para fechar o dia com chave de ouro, realize uma de suas fantasias sexuais. Vale tudo, desde que o objetivo principal seja o prazer. Fazer sexo no telhado, fingir que são desconhecidos, brincar de professor e aluna... Use a sua imaginação e realize os desejos do parceiro. Esse tipo de atitude será, com certeza, o melhor presente da vida dele.

 

Via Terra



olhar para o mundo às 23:24 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sexta-feira, 17.06.11
Quadrinhos eróticos

Kamasutra - Milo Manara

 

Existe uma linha bastante sutil entre arte erótica e sacanagem. E são poucos os quadrinistas que sabem lidar exatamente com esse divisor imaginário, ou seja, desenham e escrevem sobre erotismo em quadrinhos sem cair na pornografia.

 

Isso através de diversos recursos, não apenas do texto. A forma do traço, a seqüência de imagens e ainda a transição de quadrinho a quadrinho também são fundamentais para atrair os leitores.

 

Um dos mestres nessa arte é Milo Manara, que nos induz a um olhar diferente sobre a sexualidade. Leitura essa mais sensível e próxima do que os super-heróis dos quadrinhos comerciais.

 

Em recente visita ao Brasil, o quadrinista trouxe pela Conrad Editora a quarta edição do clássico "Clic". Na história, Claudia Christiani é como nos outros exemplares a bela de corpo perfeito e rosto sensual. Recatada e reprimida sexualmente, ela é novamente vítima do doutor Fez, que através de um simples aparelho desperta a sua libido a faz liberar todos os seus desejos até então escondidos.

 

"Os quadrinhos eróticos são bastante underground (fora do circuito comercial) e tem uma linguagem explícita. Eu adoro os livros do Manara, desde a história, o roteiro e o traço. Li quarta edição do "Clic" e gostei bastante. Acho os quadrinhos dele um tanto machistas e retratam a mulher sob a ótica dos homens, pois a heroína é submissa aos cliques do personagem", opina Marcus dos Santos.

 

Manara explora através dos seus desenhos de corpo sensuais personagens que se rendem a várias práticas sexuais, entre elas, o bondage, o sadismo e o voyeurismo. Através de um traço simples, e com riqueza de detalhes que impressiona muitos de seus fãs, o artista italiano explora o erotismo para mostrar o que o há de mais humano na sociedade, ao mesmo tempo mais reprimido

 

Quando esteve no Brasil, Manara disse durante o lançamento da sua exposição "Uma Vida Chamada Desejo", que ficou em cartaz no espaço cultural Oswald de Andrade, que os quadrinhos eróticos não têm o recurso de outras artes, com trilha sonora e movimentos, por isso precisa trazer aos seus personagens seus desejos e fantasias, como acontece em "Kamasutra", também lançado pela Conrad recentemente. Nesta obra, o enredo gira em torno das duas amigas que precisam se livrar da destruidora Kali. Para tanto elas deverão praticar todas as posições do livro milenar hindu, o Kama Sutra. Nessa safra de artistas que utilizam a beleza da nudez feminina nas tirinhas há também outro cartunista também bastante admirado. Trata-se de Robert Crumb, que veio ao Brasil esse ano para a Flip 2010 (Feira Literária Internacional de Paraty). Um dos seus mais recentes livros é "Meus problemas com as mulheres", uma obra autobiográfica que mostra várias histórias sobre a presença feminina na vida do autor, com destaque para as musas de pernas grossas, uma de suas marcas registradas. Mas a presença feminina não está somente nos desenhos, entre os artistas há também a italiana Giovanna Casotto. Suas personagens provocantes são criadas através de fotos dela mesma. A quadrinista cria os desenhos com base em fotografias que tirou nua durante o sexo. A partir dessas fotos saem mulheres maquiadas e com os pés e mãos pintados, baseadas nas pin-ups dos anos 50. Sem pudores, a também arquiteta traz para o desenho vários ângulos do próprio corpo, ilustrações bastante realistas, que podem ser vistas na segunda edição de "Giovanna" (Editora Conrad). leia também Diário Erótico Dicas de livros para esquentar o sexo O título traz dez narrativas curtas em torno da sensualidade e do fetiche, com enfermeiras, donas de casa, empregadas e assaltantes, entre outras. As personagens deixam a imaginação voar nas várias poses sexuais que desafiam a imaginação. E como mulher, a artista não traz a submissão feminina ao enredo dos quadrinhos, pelo contrário, são elas é que ditam as regras na hora do sexo. "Minhas histórias têm inspiração em meus sonhos, no que gostaria de experimentar e no que já experimentei", completa a autora.

 

Via Vila Mulher



olhar para o mundo às 19:08 | link do post | comentar

Terça-feira, 07.06.11

Masturbação aprimora o prazer sexual e faz bem ao corpo

 

A palavra masturbação deriva de manustupração (manus = mão e stupratio = ação de sujar, macular, manchar. Ou do latim masturbatio, ou talvez do grego mastropeuein que significa prostituir.

 

"A masturbação é sempre muito carregada de culpa e medo. Mas essa prática pode ser muito benéfica ao corpo, ao prazer e à própria sexualidade das pessoas"

 

É importante saber que não existe nada de verdadeiro nos mitos de que a masturbação possa ocasionar doenças físicas, dor de cabeça, ou que venha a causar miopia, pelo na mão, espinhas, loucura...

Essas histórias de doença, sujeira e pecado começaram há muito tempo atrás, lá em Israel séculos antes de o Cristo chegar. Naquela época, Israel era um povo que necessitava fortalecer fronteiras, pois estavam em meio a povos politeístas que adoravam Deusas e Deuses altamente sexuados, e eles eram monoteístas, adoravam um Deus único, macho, e tinham a crença na origem do mundo como sendo fruto de um sopro divino.

Nessa época, a sexualidade deixou de ser vivida como algo sagrado e todas as práticas sexuais que não propiciassem a procriação passaram a ser reprimidas e passíveis de punição.

Aí começa uma grande repressão às práticas homossexuais e à masturbação. Ainda hoje encontramos uma série de mitos que muitas pessoas, apesar das descobertas científicas, ainda tendem a acreditar ou a temer que possam ser verdadeiras. Aqui vão elas:


Oito mitos sobre a masturbação


1ª) Pessoas casadas não se masturbam
2ª) Você pode ficar viciado na masturbação
3ª) Pessoas idosas não se masturbam
4ª) Masturbação é um sinal de homossexualidade 
5ª) Masturbação é para pessoas que não tem parceiros 
6ª) Excesso de masturbação faz com que o homem fique com falta de esperma 
7ª) Masturbação é sinal de doença emocional
8ª) Masturbação é sinal de que a pessoa é incapaz de manter relações sexuais


Prática da masturbação é benéfica 


Como podemos ver, a masturbação é sempre muito carregada de culpa e medo. Mas essa prática pode ser muito benéfica ao corpo, ao prazer e à própria sexualidade das pessoas.


Aproveite!


Entrar em contato com o seu corpo através da masturbação, é uma das maneiras de estimular o prazer e a própria sexualidade; não restringindo esse momento a uma erotização só no pênis e vagina.

Os homens têm uma focalização das sensações eróticas no pênis, não só nos momentos de masturbação, mas também na hora da transa. Aprender a acariciar seu corpo, descobrir novas sensações, nesse grande órgão de prazer que é a sua pele, pode ser uma atividade muito satisfatória. Aliás, esse é um exercício que muitas vezes temos que recomendar em terapia sexual para pessoas que têm pouca intimidade com o próprio corpo, descobrir novas sensações e prazer.


Hora do banho: ocasião perfeita


Você pode começar por um banho, não é aquele banho "rapidinho", aproveite esse momento, com calma, para experimentar diferentes sensações. Comece usando uma bucha vegetal, explore as sensações que você pode tirar do seu corpo. Afinal, como já disse, a masturbação não precisa envolver só a genitalia e, quanto mais você aprender a sentir seu corpo, mais prazer vai poder tirar desse momento de intimidade. Explore a região do ventre, a parte de trás das coxas, nádegas, ombros, pescoço, ou a região peitoral. O grande prazer é de descobrir as sensações do corpo todo. Aproveite a sensação de enxaguá-lo e sinta a água cair.


Continuando...

 

Passe no corpo um creme. Pode ser um hidratante que você goste. Nos dias mais frios, um óleo tem um toque mais agradável (pode ser esses óleos bifásicos ou um óleo de amêndoas). Há ainda aqueles que preferem o toque do talco.

Use e abuse desses momentos para sensibilizar seu corpo e não restringir a prática da masturbação a um exercício localizado na região genital, mas para aprender a desfrutar do seu corpo como um todo. Divirta-se!

Via UOL


olhar para o mundo às 21:49 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Domingo, 22.05.11

Dicas, livros para apimentar o sexo

 

Você tem vergonha de ler algo sobre sexo? Gosta de romances “apimentados”?


Quando seu relacionamento não vai muito bem, pensa em ler para se inspirar e descobrir novas histórias?

Esse tipo de leitura é tão antiga quanto a literatura, mas mesmo com o passar dos anos, ainda existe um tabu sobre o hábito de ler sobre sexo. Segundo psiquiatras, os livros que tratam do tema desmistificam e podem até deixar a leitora mais solta.

 

E por que não experimentar?

 

De acordo com a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do projeto de sexualidade da USP, existem obras excelentes para estimular as mulheres, que vão desde a pornografia até o leve erotismo. Porém, Carmita alerta para a existência de livros ruins. “Não é o fato de ser literatura sexual que precisa falar sobre pornografia”, diz ela.

 

Uma boa dica para quem quer começar a ler histórias picantes é o livro “A casa dos Budas Ditosos”, de João Ubaldo Ribeiro. Provocador, o escritor conta a vida de uma senhora que desde jovem experimenta várias aventuras sexuais. Uma homenagem sugestiva para as mulheres.

 

Outra dica é o livro de poemas do autor Carlos Drumonnd de Andrade “O Amor Natural”, considerado o mais ousado do poeta. Com ele, o leitor se entrega ao amor de uma forma pornográfica e bem picante.

 

Já o romance “Lolita”, de Wladimir Nabokov, chegou a ser rejeitado por várias editoras por conter uma forte história de amor entre um professor já maduro e sua aluna de apenas onze anos.

 

A polêmica escritora Cassandra Rios também deixou obras fortes e sensuais, focadas na maioria das vezes no lesbianismo. Entre elas estão “A paranóica” e “Volúpia do pecado”.

 

“Amante de Lady Chatterley”, de D. H.Lawrence, é outro livro forte e cheio de histórias picantes. De maneira elegante, o autor convida as leitoras a viverem um caso de adultério extremamente sensual.

 

Faça a sua lista de leitura para os próximos meses e bom proveito, em todos os aspectos !

 

Via Vila dois



olhar para o mundo às 10:07 | link do post | comentar

Quinta-feira, 05.05.11
Entre quatro paredes vale tudo


Sexo não é tabu para todo mundo não! E essa história de que entre quatro paredes vale tudo não é clichê. Há muita gente por aí que deixou de lado o padrão do certo e errado imposto pelas gerações passadas e não tem mais medo de revelar o que gosta e o que não gosta, o que quer e o que não quer fazer.

 

Mas desde que seja entre quatro paredes...

 

Ana é publicitária, tem 30 anos e já começa dizendo que não lembra quantos anos tinha quando se masturbou pela primeira vez. "Faço isso desde que me conheço por gente", revela. "Sozinha, com suas fantasias e a garantia absoluta de que mais ninguém saberá o que aconteceu é o cenário perfeito para transar com você mesma, conhecer seu corpo, seu ritmo... se descobrir".

 

A publicitária afirma que, às vezes, curte uma coisa mais selvagem, com tapas e palavrões, e outras vezes curte algo mais romântico, lento e com voz baixa. "Não há porque fazer um manual do sexo. É necessário se conhecer para saber respeitar os seus limites e o seu tempo. Mas sem preconceito, ansiedade ou culpa. O que vale sempre é gozar e ver o outro (ou os outros) gozar".

 

Eduarda, artista plástica de 29 anos, acredita entre quatro paredes vale tudo, tudo mesmo. "Uma vez fui ao motel com um casal de amigos (casados). Confesso que foi alucinante, diferente, mas não sou lésbica e nem gosto de mulheres", afirma. "Nós usamos fantasias, brincamos com a mente dele, fizemos sexo com ele, o seduzimos e o deixamos se sentir o cara, já que estava transando com duas!", conta.

 

Para quem não quer inovar tanto, a artista plástica dá outras dicas: "Acho que podemos brincar com a mente dos homens, como contar histórias quentes de algum casal conhecido e imaginar diferentes situações - sexo junto com eles ou somente com ela - enfim, aonde a imaginação chegar!", conta. "Assistir a filmes pornôs na hora do ato deixa o homem excitado na maioria das vezes", sugere.

 

Marcela Vieira, estudante de 19 anos, disse que vale variar de posições e apostar em fetiches, como algemas, chicotes, fantasias, máscaras e camisolinhas sensuais. "Outra opção são as brincadeirinhas tipo os dadinhos", completa. Ah, e nem pense que a diversão com doce de leite é coisa de BBB não. E mais: dá para incluir um bom toque de romantismo.

 

"Uma vez meu namorado fez uma surpresa no motel. Fui ao banheiro e ele me trancou lá. Quando abriu a porta, havia um caminho lindo de flores, com morangos, leite moça, doce de leite... Brinquei muito com esses docinhos", lembra feliz.

 

Via Vila Dois



olhar para o mundo às 12:40 | link do post | comentar

Sexta-feira, 08.04.11

Rejuvenescimento Genital Feminino

 

Assim como vários profissionais médicos e pacientes se preocupam com a estética do rosto, do nariz, das mamas, do abdome, já há algum tempo vários especialistas em todo o mundo vêm se preocupando com a beleza da estética genital. Afinal, se é possível melhorar esteticamente mamas, pálpebras, abdome por que não melhorar também a estética genital.

Quando a frustração com o corpo se torna um empecilho para uma vida sexual mais gratificante e prazerosa, a Bioplastia Íntima ou a Cirurgia Estética Genital podem, apesar dos preconceitos e da vergonha, melhorar em muito a auto-estima das pacientes.

 

Muitas mulheres se mostram insatisfeitas com seu corpo e as mudanças de sua vida íntima após o passar dos anos e depois de tornarem-se mães. O silêncio passa a ser, na grande maioria das vezes, seu companheiro, pela vergonha, pelos preconceitos e pelo desconhecimento.

Poucas mulheres sabem que muitas das lesões diretas do canal vaginal após os partos ou com a idade podem afetar tanto a sua vida sexual como a de seu parceiro. Passam, então a sentirem-se envelhecidas sexualmente. Além disso, patologias como a dificuldade no controle da micção, podem causar enorme constrangimento.

 

A Estética Genital Feminina vem ganhando mais adeptas no Brasil, a cada dia que passa. O objetivo? Ficarem mais desejáveis e preocuparem-se mais com sua saúde e seu bem estar, sem preconceitos.

 

O Rejuvenescimento Genital é um processo clínico-cirúrgico e fisioterápico que nasceu a partir da preocupação com o bem estar da mulher e sua satisfação sexual como um todo. Há, no entanto, a necessidade de se oferecer um atendimento completo a estas pacientes com uma avaliação clínica, ginecológica e psicológica. O médico deve estar apto e habilitado para responder todas as dúvidas quanto à sexualidade de sua paciente e de seu parceiro ou parceiros. Convém leitura apropriada em psicologia e medicina sobre sexualidade para embasar suas condutas. Mais do que a busca pela beleza e pela saúde, a paciente não pode depositar na Cirurgia Estética Genital a busca do prazer, o que em algumas situações não está longe da verdade.

 

O ginecologista Nelson Vitiello, uma das maiores autoridades brasileiras em Sexualidade, costumava dizer que “as pessoas tendem a culpar a anatomia pela insatisfação sexual quando o problema pode estar no próprio relacionamento”.

Uma conversa aberta e franca com o especialista mostrará os verdadeiros benefícios da necessidade da cirurgia, clareando às pacientes que a Cirurgia Estética Genital não aumenta o prazer, mas pode alterar a capacidade da mulher em ter uma vida sexual muito mais feliz, o que é o desejo de todos.

 

A melhora tanto estética quanto funcional da área genital feminina dá às pacientes uma satisfação muito gratificante, restabelecendo sua auto-estima e proporcionando o reencontro de uma vida sexual plena e prazerosa.

 

Via Dicas de Mulher Moderna



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Quinta-feira, 07.04.11
Massagem tântrica pode resolver problemas sexuais

 

Ejaculação precoce, impotência sexual, frigidez e falta de libido são trabalhados em terapia sensorial

O tantrismo é uma filosofia comportamental que, por ser baseada na sensorialidade, no ocidente é bastante relacionada ao sexo.  Segundo o terapeuta corporal José Pedro Vianna Zereu, ela engloba vários aspectos da vida do ser humano e, entre eles, está a sexualidade.

Utilizando ensinamentos do tantrismo, algumas terapias alternativas são utilizadas com o intuito de que o homem busque o autoconhecimento justamente através da sensorialidade. Uma destas é a massagem tântrica.

— É uma massagem sensorial e não muscular, ou seja, ela não vai curar dores. O objetivo é que a pessoa entre em estado de meditação através do sentido do tato, de um toque sutil — esclarece José Pedro.

De acordo com o terapeuta, apesar do tato ser o sentido foco desta terapia, aposta-se também na indução de emoções através de óleos. 

— A sessão de massagem dura uma hora, mas antes, durante cerca de 15 minutos, conversamos com a pessoa para entender exatamente o que ela procura e, conforme for, usamos, por exemplo, um óleo de lavanda para acalmar.

A terapia tântrica, além de induzir a um estado de meditação, ajuda pessoas que têm problemas relacionados ao sexo, como ejaculação precoce e impotência nos homens, e frigidez e falta de libido nas mulheres.

— A massagem considera o corpo como um todo, sem diferenciar as suas partes.  Quanto mais a pessoa estiver disposta a receber a terapia, mais ela vai se autodescobrir e poder alcançar seus objetivos — revela José Pedro.

Segundo ele, a maioria dos pacientes que procura a massagem são homens, mas qualquer um pode fazer, inclusive casais.

— A massagem é indicada também para casais que estão há bastante tempo juntos e querem se redescobrir.

 

Via BEM-ESTAR
 


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Quarta-feira, 06.04.11

Fantasias são saudáveis e apimentam a vida sexual

 

Qual mulher nunca sonhou em ser conduzida a uma noite inesquecível de amor e desejo por seu príncipe encantado? E não é preciso parar por aí. Dá para aproveitar e pensar no vestido vermelho que estaríamos usando, o jantar à luz de velas, a sacada com vista para o mar, e por que não, ir à loucura em uma noite de núpcias sob o luar. Fantasias revelam vontades e é preciso sonhar para poder realizar. 

A psicoterapeuta e sexóloga Magda Gazzi é uma incentivadora da criatividade sexual feminina. "Estudos tem nos mostrado que, quanto maior a capacidade de fantasiar das mulheres, maiores serão suas sensações eróticas e melhores seus orgasmos. As fantasias liberam as pessoas, e, no caso as mulheres, dos antigos preconceitos e armaduras protetoras e repressoras que sempre afligiram a sexualidade feminina", diz a especialista. 

Magda afirma que apesar de ter se acreditado muito tempo que as mulheres reduziam seu universo erótico a sonhos caseiros, agora sabe-se que 71% das mulheres têm fantasias eróticas durante a relação sexual. A masturbação seria um momento propício para descobrir novos  cenários e brincar com o imaginário. "Quando se sonha acordada, as fantasias geralmente são mais elaboradas, com maior número de elementos para compor ambiente, lugares exóticos e enredos diversos", explica a especialista. 

No entanto, segundo o terapeuta e médico vibracional Eduardo Navarro, as fantasias sexuais seriam naturais em pessoas que estejam sozinhas e que anseiam por uma companhia. "Fantasiar estando com outra pessoa ao lado pode demonstrar insatisfação", diz. Mais do que isso: fantasiar excessivamente também pode ser um sintoma da compulsão sexual. 

Magda alerta: "a compulsão sexual costuma se manifestar com fantasias que invadem a cabeça da pessoa, dos quais ela não consegue se livrar. Essas pessoas vivem uma grande ansiedade, demonstrada por esses pensamentos, que acabam se transformando em excitação sexual". Mas para que a compulsão sexual seja comprovada em um diagnóstico é necessário no mínimo um prazo de seis meses com a permanência desse comportamento. 

A diferença entre o saudável e o nocivo mora sempre no equilíbrio. As melhores fantasias são as que podem ser compartilhadas sem magoar seu companheiro. São as fantasias que devem servir a você e não o contrário. "O bom da fantasia é exatamente essa possibilidade de transgredir, ou seja, ela dá liberdade para experimentar várias situações sexuais, além dos limites da realidade", complementa a especialista. (Fonte: Minha Vida, Saúde Alimentação e Bem-estar) 

 

Via Bonde



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Segunda-feira, 04.04.11
As fantasias sexuais dos Portugueses

Dominação, sexo com desconhecidos, ou em público, ou na Igreja: há fantasias sexuais para todos os gostos. Que o diga a autora que reuniu os testemunhos eróticos de 100 portuguesas.

 

Engana-se quem pensa que a típica fantasia sexual feminina se fica por idílicas noites de amor em areais desertos à luz do luar. Aliás: não existe típica fantasia sexual feminina. Há quem fantasie com sexo forçado, quem goste de dominar o parceiro ou de sexo em grupo.

O universo erótico feminino é tão complexo e multifacetado que chega a espantar. Estas foram as conclusões a que chegou a jornalista e escritoraIsabel Freire, autora de ‘Fantasias Eróticas - Segredos das Mulheres Portuguesas' (Esfera dos Livros) um livro que tenta desvendar os segredos do universo erótico feminino.

 

"Os sexólogos dão muita importância às fantasias sexuais", observa. "Sabemos que mesmo as paixões avassaladoras não mantêm a mesma intensidade para sempre. Por isso, ou a mulher opta por viver paixões umas atrás das outras ou arranja ferramentas, como recorrer à fantasia, que podem produzir o mesmo efeito em relações longas. Este livro serve para mostrar que as fantasias sexuais não são uma coisa feia, má ou medíocre."

 

"Não queria fazer uma caderneta de cromos"

"Entendi este trabalho como uma grande reportagem", explica Isabel, que já tinha investigado o mundo das orgias nos ‘quartos escuros' clandestinos das saunas masculinas. O desafio foi lançado por e-mail e no blog que Isabel criou, o ‘Sexualidade Feminina', no qual pedia que lhe respondessem a um questionário de 60 perguntas. Dezoito testemunhos foram recolhidos por entrevista, frente a frente.

 

"Eu própria respondi ao questionário e percebi que era duro", confessa.

 

No final, tinha mais de mil páginas de material. A mais velha das entrevistadas tinha 58 anos; a mais nova, 16. "Sabia que não queria fazer apenas uma caderneta de cromos. Interessa também saber o que há atrás da fantasia." Por isso, pediu a colaboração de especialistas em sexologia, que explicaram práticas, fantasias e termos técnicos. "No livro há mulheres virgens, outras com uma sexualidade muito exuberante, outras que confessam ter muito pouca libido. O que as liga é uma vontade de se conhecerem a si próprias. Maioritariamente, têm formação superior e uma boa relação com as novas tecnologias e computadores. Mas há quem tenha respondido por carta escrita à mão, em pequenas localidades."

 

"Gostaria de experimentar um ménage à trois"

Isabel constatou que o número de mulheres bissexuais no seu livro chegava aos 15%, enquanto que as homossexuais ficavam pelos 10%. "Espantou-me. A bissexualidade é maior entre as mulheres. Mas ainda há muitas heterossexuais que me dizem ‘sou heterossexual até à data, mas concebo que outra mulher me seduza para uma relação erótica ou afectiva'", diz Isabel. Exemplo disso é a quantidade de entrevistadas que dizem fantasiar com uma situação de sexo a três, com um homem e outra mulher - ou até com dois homens. "Os especialistas dizem que as mulheres têm muita facilidade de erotizar as relações porque não centram tanto as relações na genitalidade. Para as mulheres o erotismo não passa só pelo corpo bonito e sedutor", observa Isabel.

Dominadoras e dominadas

Um clássico do imaginário sexual, e que merece o seu próprio capítulo no livro de Isabel, são as fantasias sadomasoquistas, em que várias mulheres referem excitar-se com a ideia de serem usadas como mulher-objecto ou, pelo contrário, dominarem sexualmente o parceiro. Mas pode fantasiar-se à vontade sem que nunca se tenha vontade de usar o chicote ou ser açoitada pelo namorado, como realça a psicóloga clínica Patrícia Pascoal, citada no livro.

Quem passa à acção sabe que o deve fazer com alguém de confiança e, normalmente, opta por práticas mais ligeiras, como ser algemada, vendada, beliscada, mordiscada ou por usar linguagem obscena. "Podemos perguntar como é possível que uma mulher que se diz independente e defensora dos direitos das mulheres, tenha a fantasia de ser mulher-objecto", observa Isabel. "Mas a fantasia é o espaço de liberdade maior e de possibilidade de transgressão absoluta.

O desejo também nasce da transgressão." Neste capítulo pode ler-se o testemunho de uma dominadora confessa. "Uma mulher contou-me que não se deixa penetrar, só penetra, e que gosta de usar um strap on dildo [pénis artificial preso a um cinturão] para penetrar homens e mulheres. E, por acaso, tem uma sexualidade mais bem resolvida. Tem um parceiro que até gosta daquela circunstância."

"Gostaria de ter sexo em público"

Neste caso a excitação é desencadeada pelo stress de ser apanhado em flagrante ou pela ideia de que outras pessoas - alguns dos testemunhos mencionam mesmo a palavra ‘multidão' - observem os actos sexuais praticados. Isabel cita um estudo levado a cabo em 20 países por uma editora, a Cora Publishing House, onde se concluiu que os maiores adeptos eram os noruegueses: 66% diziam ter sexo em locais públicos. As suas entrevistadas também relatam fantasiar com esta situação... e pô-la em prática em vários locais: no cinema, no chão de um bar depois da hora de fecho, na casa de banho do dentista, no escritório do companheiro, no campismo ou na praia, dentro de água.

"A minha fantasia é adormecer nos braços de alguém..."

Isabel Freire afirma que o capítulo consagrado às fantasias românticas é o que custa mais a ler. "Foi aquele em que mais situações traumáticas foram relatadas: anorexia, bulimia, violações consumadas, tentativas de violação, abuso sexual na infância."

Aqui, as mulheres idealizam romances em ilhas tropicais, sexo terno na praia, dentro de uma piscina. "São fantasias idílicas, pouco elaboradas ou transgressivas, nalguns casos vividas com muita excitação. Nestas fantasias o filme é romântico, o envolvimento é sentimental, os corpos são belos, sensuais e tudo é quente como no paraíso", escreve Isabel Freire no seu livro. São primeiros passos tímidos na imaginação erótica, onde nada é perverso ou penalizante.

Particularmente tocante é o relato de uma seropositiva com mais de 40 anos, que relata uma vida sexual bem recheada e cheia de alegrias. Hoje, luta contra a sida e as fantasias mudaram. "Actualmente, do que sinto mais falta é do afecto, da ternura, do carinho. A minha fantasia adormecer nos braços de alguém. Ter um homem que me beije e me acaricie. Dançar encostada ao som da música. Tudo se tornou mais básico", pode ler-se.

Por tudo isto, ‘Fantasias Eróticas' tem o efeito quase terapêutico de pôr as leitoras a pensar na sua sexualidade e vida afectiva. Isabel continua a receber testemunhos, mesmo depois do livro estar editado e sem projectos para um novo volume. Para já, corre o risco de ter o maior acervo nacional sobre o imaginário erótico feminino.

 



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Domingo, 03.04.11

Fantasia sexual

 

Uma das maneiras mais gostosas e interessantes de se apimentar a relação é fazer uso das fantasias sexuais. O objetivo é liberar a criatividade do casal, colocando um fim na rotina, além de ajudar muito a mulher a descobrir sua sensualidade, colocando para fora a deusa do sexo existente em toda mulher.

O que é uma fantasia sexual? A fantasia sexual pode ser entendida como sendo um conjunto de imaginações referentes a sexo que trazem estímulos para o prazer. São representações mentais, em que a pessoa se vê protagonista de situações que a estimulam e despertam os seus desejos mais ardentes.

Segundo Joseph LoPiccolo, autor do livro “Descobrindo o Prazer”: “A fantasia sexual é um meio de envolver o corpo e a mente para o prazer sexual”. Por que é bom ter fantasias sexuais? São indispensáveis para a relação, pois têm grande capacidade afrodisíaca e servem de estimulantes para a relação sexual.

As fantasias sexuais ajudam a potencializar a sexualidade trazendo formas novas de viver a relação; ajuda na busca de um prazer maior; estimula as idéias sobre situações; ajuda no modo de se produzir tornando-se mais atraente e se sentindo mais segura. Tudo isso acaba melhorando a auto-estima do casal. Eles se tornam cúmplices um do outro e se tornam cada vez mais íntimos, melhorando muito o relacionamento.

Segundo especialistas, as fantasias sexuais quando bem aproveitadas ajudam a desenvolver a sexualidade e permitem que as pessoas desafiem tabus.

Segundo pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana (SBRASH), com 200 homens e 832 mulheres entre 16 e 59 anos, todos têm fantasias sexuais. É inerente ao ser humano, independente de idade. São reflexos saudáveis das necessidades e desejos não satisfeitos por imposições e repressões de uma sociedade conservadora.

Geralmente as fantasias masculinas dão ênfase ao contato erótico e na relação sexual em si. As fantasias que traduzem o desejo de sexo são as preferidas pelos homens. E traduzem sempre a afirmação da masculinidade, ou seja, “o ser bom de cama” , “o máximo”.

Segundo a pesquisa feita pela SBRASH, as fantasias preferidas dos homens são:
- Transar com duas mulheres ao mesmo tempo; (47%)
- Fazer sexo com mulheres famosas; (21%)
- Fazer sexo em grupo;(12%)

Enquanto o homem se excita com algo que se relacione diretamente com o sexo e o poder masculino, a mulher é mais romântica, ela vai ligar a fantasia a lugares e situações românticas.

Mesmo a mulher bem sucedida profissionalmente, a mulher moderna, deseja ser amada e se imagina em situações cheias de amor e desejo. Geralmente as fantasias femininas dizem respeito aos respectivos parceiros. Até nas fantasias as mulheres são mais fiéis aos sentimentos.

A pesquisa revelou que as principais fantasias femininas são:
- Fazer sexo em lugar romântico (cabana, praia, lago) – 36%
- Fazer sexo com homens famosos – 24%
- Fazer sexo dominada pelo parceiro – 13%

Não importa qual seja a sua fantasia, o importante é respeitar seus limites. Se o casal estiver bem sintonizado a fantasia vai funcionar muito bem. Agora se o parceiro ou parceira não concordam, pode ser frustrante. Por isso o casal precisa estar sempre dialogando sobre o que é bom para os dois, inclusive o local para realização da fantasia.

Quando o assunto é sexo em lugar inusitado, o elevador é campeão. Embora haja situações mais apimentadas, também a prática cotidiana, como lugares diferentes na própria residência também podem ser uma ótima fantasia.

Não importa qual seja a sua fantasia sexual, o importante é vivê-la da melhor maneira possível.

 

Via Vila Mulher



olhar para o mundo às 21:07 | link do post | comentar

Sábado, 02.04.11

Os riscos do sexo anal

 

A penetração anal mexe com a fantasia dos homens, mas ainda é tabu para muitas mulheres.

 

Quando a parceira não está relaxada ou com vontade de praticar esse tipo de sexo, pode sentir dores e afugentar de vez o prazer.

 

E para quem não sabe, o sexo anal pode ser a porta de entrada para doenças graves. "Quem pratica este ato sem o uso de preservativo pode contrair HIV, Hepatite B e C, sífilis, herpes e HPV. Isso porque o ânus é um local com pouca lubrificação, aumentando o atrito e fissuras", explica Dra. Carolina Ambrogini, ginecologista, sexóloga e coordenadora do Projeto Afrodite, ambulatório de sexualidade feminina da UNIFESP.

O cuidado com a higiene pode ajudar a reduzir o número de infecções. "Se o casal fizer sexo anal, precisa trocar a camisinha antes de fazer o sexo vaginal, para que a mulher não se contamine com as fezes. Caso contrário, ela pode ter corrimentos e até problemas no útero", alerta Dra. Carolina.

A médica aproveita para derrubar certos tabus. Por exemplo, sexo anal não provoca hemorróida. "Porém, se ela já existe, a penetração pode complicar ainda mais e originar sangramentos", esclarece. O ato também não provoca incontinência, mas se a mulher introduzir objetos muito longos e pontiagudos no ânus, corre o risco de perfurar o reto. "É importante ressaltar que o pênis não causa este tipo de lesão", diz a especialista.

A mulher que possui alguma doença na região anal, sente dores ou sangramentos deve evitar este tipo de penetração. "O sexo anal também não é indicado quando a mulher está com diarréia, porque vai potencializar o problema, ou com intestino preso, uma vez que as fezes estão mais duras e compactadas, podendo causar dores".


Para diminuir o desconforto, a Dra. Carolina indica o uso de lubrificantes. "É importante ressaltar que o produto ajuda o pênis deslizar com mais facilidade, mas não reduz o risco de infecções. Por isso, a regra é usar sempre camisinha", ratifica.

 

 

Via Vila dois



olhar para o mundo às 21:43 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 01.04.11
Posições sexuais opinião feminina

 

Antes de começar, vale o recado. Não há certo e errado quando o assunto é sexo.


Não existe melhor ou pior posição sexual, já que todo mundo é diferente, tem gostos diferentes e se atrai, consequentemente, por coisas diferentes. Mas há algumas situações que, no geral, podem sim ser encaradas de outra maneira pelos parceiros, pensando na satisfação da mulher. Não adianta, por exemplo, imitar cena de filme pornô - muita coisa só funciona na ficção mesmo e tentar copiar pode levar à decepção.

 

Outra coisa que pode confundir a cabeça dos homens é quanto ao peso do próprio corpo sobre a mulher. Recado para os moços de plantão: a maioria delas gosta e quer sentir tudo bem de perto, curte o atrito, então nada de se preocupar com isso. Homens precisam cuidar apenas para equilibrar tudo de maneira que não sufoque a parceira, claro.

 

Ser passivo e deixar a mulher realizar todo o serviço sozinha é reclamação de 11 em 10 mulheres quando o assunto são os deslizes deles. "Sexo é para ser feito a dois, né? Quando o homem se acha o dono da situação e vê a mulher como submissa, tende a imaginar que ela vai dar conta do recado sem ele fazer muito esforço. Tem muito homem por aí assim", reclama Soraia, de 37 anos. "É claro que, às vezes, a gente gosta de encarnar uma ‘dominatrix’, mas sempre, fica complicado", completa amiga dela, Maria Elis, de 33.

 

Além disso, a mulher, no geral, gosta do homem que toma iniciativa, puxa, levanta, vira, "domina" mesmo. Quando ele não faz nada disso, algumas mulheres se sentem menos desejadas. "Já pensou se o cara não se mexe, não sugere posições? Aí não é sexo. É outra coisa", alfineta Roberta, de 25. "Eu nem imagino como é transar com alguém que não tem pegada. Mulher adora mesmo essa dominação combinada".

 

Mas pegada não significa ter carteirinha do Cirque Du Soleil. Ser malabarista na cama é pra poucos, nem vale inventar. E como nem todo mundo consegue se contorcer como gostaria, surge mais um deslize dos homens. "Tive um namorado que sempre queria complicar, inventar moda que era fisicamente impossível. A gente perdia o clima quase sempre", lamente Marilda, 29. Nessa hora, outro probleminha comum surge, na opinião das mulheres. "Muitos ficam insistindo em alguma coisa que já mostramos não gostar. Aí desanima e não tem jeito de segurar o tesão". E você, o que colocaria na listinha de reclamações?

 

Via Vila dois



olhar para o mundo às 22:22 | link do post | comentar

Terça-feira, 29.03.11

Liberte-se: os sex toys estão aí para isso!

 

Mas não se tratam de amigos de carne e osso, mas de todos os acessórios que podem ajudar a criar um clima de maior erotismo

 

Sim, é verdade: não vão sozinhos para a cama! Levem por companhia as centenas de acessórios que apimentam o sexo. Falamos da tradicional venda, das algemas, dos vibradores, das bolinhas chinesas, que se adquirem em sex shops. Bem, não se assuste! Não tem de os levar consigo para a cama todos ao mesmo tempo, além de que só o deve fazer caso se sinta confortável e sempre com o pressuposto de que vai experimentar: se não gostar, pára de imediato.

E não parta do pressuposto que os brinquedos sexuais podem substituir a relação física entre si o seu companheiro - eles constituem mais uma forma de explorar o vosso prazer – ou que estão associados a qualquer tipo de ‘desvio’ – os estudos comprovam que são as pessoas com relações estáveis que mais recorrem a eles.

 

Via Activa



olhar para o mundo às 23:53 | link do post | comentar

Domingo, 27.03.11

Parafílias

 

Sabem aqueles caras insuportáveis que entram em ônibus e vagão de trem/metrô lotados e estacionam atrás da gente prá ficar se roçando? Pois é. Pode ser apenas um cara que merece uns tabefes, como pode ser um cara que tem na verdade um transtorno psiquiátrico.

 

Imagine que o seu companheiro comece a insistir para que você se vista sempre de colegial, ou outras roupinhas de adolescente na hora da transa? Pode ser uma fantasia, algo para apimentar a relação, mas se ele começar a se comportar também como adolescente... hummm...

Ou então que comece a lhe assediar justamente na época da menstruação, e você perceba que a freqüência e intensidade das relações sexuais é maior justamente nessa época...

 

A linha entre o normal e o anormal é tênue, e vai naquilo que pode ou não interferir na vida da pessoa para além das quatro paredes, que interfere na vida social, nos relacionamentos em geral, no que ele sente, em como ela age, etc.

 

Em linhas gerais, podemos dizer que as parafilias ou transtornos de preferência sexual são distúrbios diretamente relacionados à "escolha" do objeto sexual. Não é uma situação esporádica : é uma necessidade para se chegar a uma determinada resposta sexual. A maioria dos praticantes da parafilia são os homens.

 

Uma pessoa que sofre de uma parafilia só consegue ter prazer sexual mesmo fazendo aquela prática específica, então ela cria situações onde aquilo ocorrerá. Não é apenas a ejaculação que conta, mas o real prazer, a satisfação.

Por isso existem sádicos que espancam de verdade, e fazem o inferno da vida da esposa, e masoquistas (tem muita mulher), que fica em relacionamentos ruins, por necessidade de sofrimento, acreditem, é de fundo sexual! Há uma troca mórbida em que uma pessoa doente pode induzir a doença no outro!!!!

 

Nas comunidades de internet podem haver doentes que agem como predadores, criando situações para satisfazer sua necessidade de satisfação. O consenso é tudo, é verdade, mas há de se ter cuidado com o limite da doença, da destruição da personalidade, dos limites, e até da lei!

 

Há vários tipos de parafilia. Muitas são aceitas pela sociedade pois não ferem os costumes nem outras pessoas.
Mostraremos aqui as características das mais conhecidas:

 

Fetichismo


Uso, ou fantasias de uso, de objetos inanimados com a finalidade de estímulo para a realização sexual; muitas vezes os objetos são extensões do corpo humano, como por exemplo, meias ou luvas. Mas cuidado, alguns podem ferir.

 

Exibicionismo


Exposição da genitália a estranhos, com o intuito de chocar. Geralmente é um homem heterossexual, muitas vezes casado e com uma vida sexual ativa. Pode gerar ações por atentado ao pudor.

 

Pedofilia


Preferência sexual por crianças pré-puberes ou no início da puberdade. Alguns autores estabelecem uma idade máxima de treze anos para a caracterização de pedofilia. O interesse pode ser por meninas, meninos, ou ambos. Se o comportamento é estabelecido por outra criança, ou um adolescente, deve-se tomar muito cuidado para estabelecer este diagnóstico, pois pode se tratar de um acontecimento isolado. As vezes este quadro também pode ser caracterizado como incestuoso.

 

Sadomasoquismo


Alguns autores dividem em quadro separados, sadismo e masoquismo, outros não. Envolve submissão e/ou inflição de dor, humilhação ou sofrimento. O sufocamento como forma de aumentar o prazer pode ser incluído como um comportamento sadomasoquista. O sufocamento se chama auto-asfixia erótica, e pode levar à morte não intencional; infelizmente já aconteceu algumas vezes... na alemanha uma mulher foi condenada por homicídio culposo de seu namorado.

 

Tranvestismo fetichista


Uso de roupas do sexo oposto para a obtenção de prazer sexual. Geralmente é um homem heterossexual, que após a masturbação ou o ato sexual desvencilha-se das roupas. Não deve ser confundido com o que popularmente chamamos de travesti, que é um homossexual que se veste de mulher com o intuito de atrair outros homens. Nem deve ser confundido, também, com transexual

 

Voyeurismo


Ato de observar, sem a anuência ou consentimento, uma pessoa despir-se, ou em atividade sexual. Geralmente é acompanhada de masturbação. Atitudes esparsas de voyeurismo na adolescência é comum e não deve ser considerada anormal. O uso de filmes ou revistas pornográficas para a excitação sexual, também não deve ser considerado patológico ou voyeur, tendo em vista que são confeccionados para esta finalidade. Existem pessoas que gostam de ser olhadas por voyeurs, em potencial, não verem quem as olha, mas permitir o olhar. É uma modalidade de parceria múltipla no ato sexual.

 

Zoofilia


Praticar sexo com animais é o que dá prazer aos praticantes da zoofilia. Assistir cópulas de animais também pode ser fator de excitação para eles. Em algumas regiões, principalmente nas rurais, é comum pessoas que mantém relacionamento com animais. A prática desaparece quando o indivíduo inicia um relacionamento com humanos. Existem clubes, legalizados, de zoofilia nos EUA. Já houve morte por danos aos órgãos internos, quando os auxiliares perderam o controle do animal (literalmente) que sodomizava um dos sócios.

 

Necrofilia


Os necrófilos são tidos, quase sempre, como psicóticos e sofrem desse distúrbio considerado grave. Eles só alcançam o prazer ao manter relações sexuais com cadáveres. As relações sexuais normais não interessam a eles. No Brasil existem relatos de aluguel de corpos em necrotérios e IMLs. Se é verdade, eu não sei...

 

Frotteurismo


Excitação advinda do ato de encostar os órgãos sexuais ou esfregá-los no corpo de pessoas desconhecidas em meio à multidão. Ocupa o 4º lugar na lista de incidência de pacientes em tratamento. Os safados dos ônibus e trens lotados, shows, etc...

 

Coprofilia


O indivíduo excita-se e obtém prazer através do contato com excrementos ou inalação de seu cheiro. Quando a estimulação erótica se dá através do cheiro da urina, pode ser chamada de renifleurismo; se a urina for ingerida, chama-se urofilia. Mais comum do que se pensa.

 

Acrotomofilia


Preferência por pessoas que tenham alguma parte de seus corpos amputada, pois a excitação é proporcionada justamente pela falta daquela parte. Quando a excitação acontece quando um membro do próprio corpo é amputado, chama-se apotemnofilia ou amelotatista. Existem revistas só com amputados e membros amputados para esse público, é algo que pode chegar ao crime ao se associar ao sadismo.

 

Agalmatofilia


Excitação provocada pela observação de estátua ou modelo representativo de pessoa nua. Se a excitação acontece não apenas com a observação, mas com o uso da estátua, pode ser chamado de pigmalionismo.

 

Autonepiofilia


A pessoa se excita ao fingir que é um bebê de fraldas e seu parceiro a trata como tal. Outras variações neste estilo são o infantilismo parafílico, quando a pessoa finge ser uma criança, de qualquer idade, ou juvenilismo parafílico, quando se finge ser um adolescente. Já vi um documentário de uma prostituta especializada em algumas parafilias que tinha clientes só dessa classe. Usam fraldas, pedem para ser amamentados, tomar palmadinhas...

 

Misofilia


O indivíduo se sente excitado se cheirar, mastigar ou realizar outra ação com roupas sujas, suadas ou com artigos de higiene menstrual (absorventes, toalhas higiências etc).

 

Via Vila Mulher



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Sábado, 26.03.11

Masturbação: vença o último tabu

 

 

Rodeada ainda de preconceitos, a masturbação feminina é também uma forma de quebrar a rotina sexual do casal

  

Não, não faz mal à saúde. Não, não é viciante. Não, não substitui o prazer a dois. A masturbação no feminino é, acima de tudo, uma forma da mulher conhecer melhor o seu corpo e os seus pontos erógenos. Por outro lado, não tem de ser um acto solitário, mas tem espaço no âmbito da vida do casal.


A visão do corpo feminino desperta nos homens o desejo e a volúpia. E, apesar de alguns terem pudor em reconhecer, o facto de verem a mulher que amam a acariciar-se a si mesma é uma imagem que os excita mais ainda. Por isso, proporcione-lhe essa pequena prenda, atingindo o prazer sem a sua ajuda. Além disso, é uma forma de combater a rotina, bem como uma 'ajuda' extra quando o seu parceiro está muito 'cansado'. Porque não se atreve a experimentar?

 

Via Activa



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Sexta-feira, 25.03.11

5 rituais de cortejo bizarros

 

As coisas evoluíram (ou simplesmente se apressaram), e hoje não é mais necessário escolher sua esposa durante a sua adolescência, passar anos pegando apenas em sua mão, ou casar-se com quem seus pais querem que você case. Ainda assim, a maneira de falar a alguém que ela é a escolhida continua sendo um momento embaraçoso para todo mundo. Não se importe se você acha que não sabe “xavecar” ninguém; como você ver a partir dessa lista, existe coisa pior.

 

1) MAÇÃS COM SUOR

 

Esqueça os bombons, as flores, o coração de pelúcia. Na Áustria rural, o caminho para o coração de um amor são maçãs mergulhadas no suor de axilas. As mulheres jovens praticam uma dança tradicional com fatias de maçã em suas axilas. Após a dança, elas dão uma fatia para o homem de sua escolha, e ele come. Ainda bem que a gente não mora na Áustria rural

 

2) CABANA DO AMOR

 

Na tribo Kreung, de uma região remota do Camboja, os pais constroem uma “cabana do amor” para suas filhas quando elas avançam na adolescência. Diferentes meninos passam a noite na cabana com a garota, às vezes mais de um na mesma noite, até que ela descubra com quem quer se casar. O divórcio não existe entre os Kreung; por esse motivo, os casais devem escolher a pessoa certa para passar o resto da vida. Deve ter gente que adoraria morar nessa tribo.

 

3)LIXAR OS DENTES

 

Quando atingem a puberdade, homens e mulheres jovens da sociedade hindu tradicional balinesa devem lixar os dentes. Em uma cerimônia supervisionada por um sacerdote brâmane, os caninos superiores dos jovens são lixados até o nível dos seus incisivos, um doloroso ritual destinado a livrá-los dos maus sentimentos ou tendências como cobiça, luxúria, ira, inveja e intoxicação. Só então os jovens são considerados prontos para casar.

 

4) “EMPACOTAR”

 

 

Ao invés de se sentar num sofá para ver um filme, uma prática comum de namoro no noroeste da Europa e da América Colonial era “empacotarem-se” e dormirem juntos. Com a supervisão dos pais, o casal passa a noite juntos na mesma cama, mas embrulhados em cobertores separados, às vezes com uma “placa” colocada entre eles. A situação permitia intimidade, mas definitivamente não relação sexual. Imagine se daria certo por aqui.

 

5) SERENATA E COBERTOR

 

 

O povo Dai da China pratica um ritual anual chamado “visitar as meninas”. Ele começa com jovens mulheres sentadas juntas em torno de uma fogueira, girando rodas. Um grupo de homens envolto em cobertores vermelhos e tocando instrumentos musicais aproxima-se delas, e cada homem escolhe uma mulher para fazer uma serenata. Se a mulher de sua escolha também gosta dele, ela tira um banquinho debaixo de sua saia e o convida para sentar-se. O homem então a envolve em seu cobertor vermelho, e eles passam a noite juntos, fazendo o que os casais fazem em todo o mundo: se encher de mimos e trocar juras de amor no pé dos ouvidos

 

Via HypeScience



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Quinta-feira, 24.03.11

Falta de sexo atrapalha relacionamentos longos

 

Os australianos heterossexuais, que estão em um relacionamento longo, não andam muito satisfeitos com sua vida sexual. Cientistas entrevistaram 3.420 homens e 3.304 mulheres que eram casados, que viviam com seus parceiros ou que já estavam há um bom tempo num relacionamento, sobre a vida sexual deles. Além de acharem que não estão fazendo sexo suficiente, eles também estão descontentes com seus relacionamentos.

 

A maioria dos homens, 54%, e 42% das mulheres responderam que eles não estavam contentes com a frequência com que faziam sexo. Para os homens, a reclamação principal era que eles não estavam fazendo sexo tanto quanto gostariam. Entre as mulheres insatisfeitas com a frequência das relações sexuais, dois terços responderam que não estavam fazendo sexo o suficiente, enquanto um terço reclamou que estava fazendo demais.

 

Das pessoas que participaram do estudo, 73% eram casados e 60% estava com seu companheiro a mais de 10 anos. Homens com idade entre 35 e 44 anos, que estavam a mais de seis anos ou mais com a mesma mulher eram os mais insatisfeitos. Além disso, os homens e as mulheres que não estavam contentes com o número de relações sexuais também não estavam felizes com o relacionamento de maneira geral.

 

“A maioria das pessoas nos estudos queriam fazer mais sexo do que estão fazendo”, disse o professor da Universidade de Melbourne, Anthony Smith. “Percebemos que há uma distância entre a frequência que as pessoas definem como ideal e o número real de vezes que elas fazem sexo dentro de um relacionamento”. E o problema não está ligado ao gênero, ambos sexos estão tendo que dividir seu tempo entre o relacionamento, o sexo e as obrigações do dia-a-dia. Quem sai perdendo é o casal.

 

“Eu acho que os casais não estão encontrando tempo para fazer sexo. Não é possível forçar cada vez mais atividades no cotidiano das pessoas e acreditar que elas vão ter tempo para fazer sexo com qualidade”, acredita o Smith.

 

O co-autor do estudo, Anthony Lyons, acredita que os casais precisam aprender a se comunicar melhor sobre sua vida sexual. “Eles precisam conversar frequentemente e abertamente sobre sexo para achar um meio termo sobre a quantidade de relações. Isto pode trazer muita satisfação”, opina Lyons.

 

Para Smith, uma saída seria marcar um tempinho para o sexo como fazemos com as nossas refeições e atividades em família. “Os casais precisam se perguntar entre si: ‘quanto tempo nós queremos gastar fazendo sexo e o que a gente pode eliminar da nossa rotina para ter este tempo livre?’. Se as pessoas valorizarem o sexo como algo importante em suas vidas a dois, e a maioria o faz, eles devem empurrar as atividades sexuais para o topo da lista de prioridades”, conclui.

 

Via HypeScience



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Terça-feira, 22.03.11

Dê lhe a volta à cabeça... na cama

 

Umas "jogadas" mais arrojadas no campo do sexo e nem vai reconhecer o homem que tem a seu lado

 

*Mantenha algumas peças vestidas. Podem ser umas meias, um soutien, uma tanga. Não mostre logo todos os seus trunfos porque aquilo que se adivinha e não se vê é um poderoso afrodisíaco, Outra possibilidade consiste em sair de casa... sem nenhuma lingerie vestida, mas apenas o revelar na altura certa (numa situação pública, como no restaurante, em que ele não pode fazer nada...!).

*Sussurre-lhe ao ouvido aquilo que quer que ele lhe faça. Pode usar todas as palavras, mesmo aquelas que jamais se atreveria a dizer em voz alta.

*Tome o control. Há ou não uma Mrs Robinson dentro de nós? Mostre-lhe aquilo que ele nem podia sonhar que você era capaz de fazer.Porque existem momentos em que ele deve simplesmente assistir...

*Coloque um espelho no quarto para ele a conseguir ver.. de todos os ângulos. Afinal, os olhos também têm direito a gozar.

* Fujam a toda a velocidade da rotina. Nada de chegar a casa e despachar o jantar, quando podem fazer um pequeno desvio... e ficar um pouco pelo quarto. Ou tomar um duche juntos enquanto relaxam do stresse causado por um dia de trabalhos. O pensamento chave consiste em quebrar rotinas.

 

Via Activa.pt


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Segunda-feira, 21.03.11

a idade não impõe limite para o prazer

 

 

A mente é a responsável pela ausência ou presença do prazer sexual. E este depende das emoções de cada pessoa. 

O idoso também gosta de sexo. Negar por quê? O idoso pode e dever ter suas fantasias sexuais. Idade não impõe limite para sentir prazer. 

A sexualidade se faz presente enquanto existir vida. É evidente que se modifica com o decorrer do tempo. 

A pressão social moralista e preconceituosa impõe como verdade que o velho não precisa de sexo. A mulher, então, sofre mais preconceitos ainda. 

Podemos dizer que as limitações físicas, tais como queda hormonal ou falta de ereção, apenas modificam a vida sexual, mas não acabam com ela. Sexo é vida. A libido existe no indivíduo desde que nasce até a morte. 

 

Alguns fatores físicos modificam o desempenho sexual do idoso, tais como: 

Na mulher: ressecamento vaginal (pode ser tratado com reposição hormonal ou com cremes apropriados); 

No homem: ereção menos duradoura e o tempo para outras ereções é também maior. Mas nada impede o prazer total. 

A idade não impõe limite para sentir prazer. Tanto homens quanto mulheres apresentam um estado emocional mais saudável quando estão envolvidos em relacionamentos íntimos e afetivos. O envelhecimento não depende da idade cronológica do indivíduo. 

É importante que as pessoas com mais idade saibam que todo ser humano tem direito de usufruir da própria sexualidade. Esta pode e deve ser vivenciada em todas as etapas da vida. 

Este tema é pouco tratado apesar de ser tão importante. É cheio de concepções falsas, temores, crendices, mitos e angústias que não podem persistir nos dias de hoje. 

Marilandes Ribeiro Braga, psicóloga e terapeuta sexual, membro da Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana (Rondonópolis - MT)

 

Via Bonde



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Domingo, 20.03.11

Sexo entre amigos

 

Muitos anos atrás, lá estava eu, no canto de uma festa, cabisbaixa. Tinha acabado de levar o fora e ser substituída por uma mulher tão feia, mas tão feia, que nem Picasso conseguiria reproduzir suas assimetrias. Então um amigo se sentou a meu lado e pegou na minha mão. Eu me lembro da primeira coisa que disse a ele:

 

- Parece que enfiaram uma faca no meu estômago.

 

E, naquela noite, ele tirou a tal faca de mim. Tirou magnificamente, como só um grande amigo poderia fazer. Eu nunca disse obrigada - que coisa feia.

 

Quando o assunto é sexo entre amigos, cada um tem sua opinião. Uns são a favor; outros, contra; uns dizem que a amizade acaba; outros, que continua; uns se casam com amigos e acham a melhor coisa do mundo e outros ainda juram que não há decepção mais amarga do que uma amizade que degenerou em romance infeliz. Quem está com a razão, afinal? Todo mundo. Em matéria de gente, tudo pode acontecer e, creia, tudo acontece mesmo.

 

Existe, porém, uma regra que ajuda a prevenir possíveis relâmpagos e trovadas. E é tão simples, mas tão simples que até surpreende. Essa panacéia se chama conversar. Se vocês repararem, todo casal que se dá bem - seja amigo, colega, namorado, ex - trava longas conversas com naturalidade.

 

A pior coisa que pode acontecer é você ter algo com seu amigo, se apaixonar e não dizer a ele. Numa certa noite, um vinho aqui, uma disposição diferente ali, uma mão na coxa acolá e pronto. Quando amanhece, tudo está como era antes, menos você. Passa-se uma semana e ele aparece com uma novidade: a ex-namorada está voltando de Estocolmo e isso o balançou. Dias depois, ele liga e conta, em detalhes, como foi o reencontro com ela. No mês seguinte, vocês vão tomar um café porque ele está na dúvida se larga ou não tudo e vai para a Suécia com a fulana.

 

E você lá, com cara de paisagem, bancando a amiga enquanto por dentro está aos pedaços. E tudo por quê? Porque não conversou, não foi sincera, não disse o que sentia. Por medo de perder a convivência com o alvo do seu amor, você prefere continuar no papel de amiga por fora quando não é mais apenas uma amiga por dentro. Abrir o jogo pode resultar numa grata surpresa. Pode também causar dor, mas é sempre melhor do que fingir só para continuar por perto - afinal, quem vive de migalha é pomba.

 

O que acaba mesmo com qualquer amizade não é o sexo e sim usar o outro, não ser franco, atiçar e cair fora, fazer falsas promessas, fingir que nada mudou, quando mudou. Está certo que amigo de verdade não faz essas coisas, mas nós somos um poço de contradições. Em matéria de gente, tudo pode acontecer e, creia, tudo acontece mesmo. Ainda bem.

 

Stella Florence nasceu em 67, tem uma filha, 30 tatuagens e oito livros, entre eles "Hoje Acordei Gorda" e "32 - 32 anos, 32 homens, 32 tatuagens". A mescla de humor e drama, além do verbo ácido, se tornou a marca registrada de sua literatura. Stella é tão alucinada por Gabriel García Márquez que sua cama (sim, sua cama!) tem o mesmo apelido do escritor colombiano: Gabo. Cada louco com sua mania... www.stellaflorence.kit.net

 

Via Itodas



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Sábado, 19.03.11

Os pontos do prazer

 

Há lugares escondidinhos da nossa anatomia que provocam sensações pra lá de prazerosas, mas são pouco explorados pela cabeça, corpo e principalmente pelos parceiros. "Cada mulher tem que descobrir o seu próprio ponto de prazer, porque não há um lugar fixo para todas as mulheres. Por tentativa, cada uma deve perceber de que jeito é mais gostoso e estimula melhor a vagina, já que não há uma posição específica que dê certo para todas", afirma Glene, lembrando que a cada 100 mulheres que conseguem atingir o orgasmo, 70% delas atingem o clitoriano, centro óbvio do prazer feminino. "O corpo humano é um abecedário completo de prazer", conclui.

 

Depois dessa matéria, você vai poder mostrar exatamente onde ele deve tocar e pagar na mesma moeda, tocando nos pontos G, H, Y, Z. Enfim, um monte de letrinhas para chegar a uma só: o T, dos grandes. Desvende-o!

 

Ponto G

 

O ponto de Grafemberg foi apelidado carinhosamente de ponto G para os mais íntimos. Segundo a sexóloga Marilene Vargas, ele está localizado na entrada da vagina, mais ou menos a 3 centímetros da porta de entrada: "Imaginando um relógio, está entre as 11 e 13 horas. É formado por seguimentos nervosos e glândulas de Skene. Apresenta uma textura diferente, mais fofa, que se incha quando estimulada".

 

Ela compara o ponto G ao botão de start do motor do orgasmo vaginal. Sobre a polêmica acerca do tema e o fato de alguns médicos alegarem que o ponto G não existe, Marilene é taxativa: "Todo mundo tem ponto G, quem diz o contrário é porque não soube procurar direito!", provoca.

 

Ponto P

 

Bem pertinho do ponto G, só um pouco mais adiante, fica o ponto P. Já ouviu falar? "Formado pelos ramos da glândula de Skene, é um ponto um pouco menor e, para conseguir detectá-lo, é preciso conhecimento do corpo e muita prática", afirma a sexóloga. Uma vez frente a frente com o tal ponto, ninguém vai ter dúvidas de que achou o danado: segundo a sexóloga, a sensação de prazer obtida é muito diferente do comum e há relatos de ondas crescentes de prazer. Oba!

 

Ponto Y

 

No fundo da vagina fica localizado o chamado ponto Y, perto do colo do útero. "Durante o orgasmo ocorre o descolamento do muco cervical e o homem sente um jato quente derramando-se na ponta do pênis", explica Marilene, acrescentando que isso costuma acontecer entre o 10º e o 18º dia do ciclo menstrual, quando a quantidade de muco é maior. Ao contrário do que se pode imaginar, a médica garante que não é necessário que o parceiro seja do time dos bem-dotados para conseguir alcançar o ponto lá no fundo. "Basta que o casal seja compatível anatomicamente", afirma ela.

 

Ponto S

 

É mais conhecido pelas sociedades hindus e chinesas. "Sabe-se pouco sobre o ponto de Saspandra. Apenas que ele fica no terço posterior da vagina e é mais um lugar a ser explorado e provocar sensações prazerosas", resume Marilene, uma vez que não há um estudo histológico mais aprofundado nesse caso.

 

Via Itodas



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Sexta-feira, 18.03.11

Conheça as zonas eróticas do homem e da mulher

 

Fundamentais para o prazer mútuo, as zonas erógenas são imprescindíveis para a mulher. Qualquer parte do corpo em que se tem sensibilidade constitui uma zona erótica em potencial, mas algumas classificadas como primárias são comuns a todos e incluem, claro, as regiões genitais. 

No homem essas zonas são a glande, a bolsa escrotal a face interna das coxas, o ânus, o períneo e as nádegas. Entre as mulheres estão os grandes e pequenos lábios, a região posterior da vagina a haste do clitóris e a área próxima aos pelos conhecida como monte de Vênus. Os seios, quando estimulados, desencadeiam uma reação que atinge todo o aparelho genital, o útero se contrai, o clitóris se enche de sangue e se enrijece, os mamilos se entumecem. 

Outro ponto altamente erótico, para o homem e para a mulher é a nuca que também se classifica como uma zona erótica primária já que essa sensibilidade tem origem primitiva. 

Já as zonas eróticas secundárias variam de cultura para cultura e até de pessoa para pessoa. O beijo, por exemplo, é um costume tipicamente ocidental. Há quem fique excitado com uma mordida na orelha, uma confidência no ouvido e até um cafuné. 

O estímulo das zonas eróticas não pressupõe uma ação forte, rápida e repetida. Isto não excita ninguém. A carícia é muito mais gostosa quando feita suave e lentamente. 

O clitóris e o ponto G são os principais focos do prazer feminino. O primeiro tem a função de transmitir o estímulo erótico. O segundo, que recebeu esse nome em homenagem a seu descobridor, o ginecologista alemão Ernst Grafenberg, proporciona orgasmos muito mais intensos, desde que bem estimulado. 

O ponto G fica na parte anterior do canal vaginal, a mais ou menos cinco centímetros da entrada da vagina. Tem uma textura diferente, mais encrespada. Quando a mulher está excitada, essa área se intumesce e o tecido se torna duro, adquirindo uma forma ovalada. 

Para senti-lo, deve-se pressioná-lo. Para melhor localizá-lo, a mulher deve sentar-se ou agachar-se. A estimulação do ponto G leva a um orgasmo mais intenso, porque contrai toda a musculatura pélvica. Pode até mesmo acontecer um orgasmo simultâneo, se ambos forem estimulados ao mesmo tempo. 

 

Via Bonde



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Quinta-feira, 17.03.11

Masturbação também é assunto de Mulher

 

Adultos pensam coisas ruins quando ouvem a palavra masturbação. Pensam em suas vidas adultas e em seus conflitos sobre a sexualidade, e em específico a autoerotização. Adultos não pensam nas crianças e adolescentes tendo uma sexualidade. Compreendem que elas não podem ''ter sexualidade'', porque adulto pensa que ''ter sexualidade é igual ter sexo'', e fazer sexo não é para crianças e adolescentes. 

Isto é muito mais negativo para com as meninas. Elas são desestimuladas a tocarem-se com finalidades eróticas e sexuais. A vigília é maior contra elas. Mas como uma mulher adulta desenvolve a sexualidade? Como é que uma mulher adulta aprende a sentir prazer? 

Desenvolver a sexualidade e aprender a sentir prazer inicia-se na infância. E a maneira mais natural é através do treino da auto-percepção. É tocando-se, com frequência, o corpo todo, que uma criança e depois um adolescente aprende como são os caminhos do prazer adulto. 

Ser criança e ser adolescente são fases de preparo para sermos adultos. Aprendemos como agir e como fazer coisas para sermos adultos úteis. O que não aprendermos faltará na vida adulta. 

Pela curiosidade individual, crianças e adolescentes podem aprender como reconhecer as sensações que conduzem ao prazer sexual. A maneira de se aprender é tocar o corpo todo, muitas e muitas vezes, aprendendo como as sensações táteis, físicas que precisam ser provocadas e se associam a emoções e pensamentos. Estas associações não acontecem de uma única vez, numa única oportunidade. Precisa haver um treino, e este treino precisa de muito tempo, e ocorre ao longo de alguns vários anos. 

As mulheres adultas que tem mais facilidade em ter orgasmos são as que puderam ter este treino desde infância, e em especial na fase da adolescência. 

Meninas precisam saber que podem e devem aprender como as partes do corpo trazem sensações de prazer. São os adultos, pais e mães que precisam apontar estas possibilidades para as filhas. Esta responsabilidade é enorme e extremamente importante para a vida sexual das filhas quando adultas. 

Pais também devem mostrar que existem normas e regras que protejam suas filhas. Privacidade e respeito à privacidade dos outros são pontos importantes. A autoerotização deve ser feita em privacidade, provavelmente no banheiro ou no quarto, fechados, para permitir liberdade de pensamento, sem preocupações. Afinal, uma atividade de cunho sexual precisa de privacidade e deve ocorrer sem sentimentos ou pensamentos negativos. Ou o desempenho sexual adulto será comprometido. 

Pais e mães: precisamos pensar em como facilitar que as filhas cresçam para serem adultas sexualmente adequadas. Muitas mulheres adultas têm suas dificuldades sexuais e talvez isso ocorra pela falta que meninas têm de se conhecerem e treinarem os corpos para reconhecerem as sensações de prazer tátil que podem aprender sozinhas. 

 

Via Bonde



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Quarta-feira, 16.03.11

as melhores fantasias sexuais

 

O site canadense de encontros online lavalife.com fez uma pesquisa com seus usuários e listou as 10 fantasias sexuais masculinas e femininas mais comuns. Será que seria muito diferente no Brasil. O que acham?

O que eles mais desejam
1- Menáge
2- Transar no trabalho
3- Transar com mulheres fantasiadas
4- Transar com uma desconhecida
5- Sexo proibido (com a esposa do chefe, com a cunhada e por aí vai…)
6- Ver a parceira com outro homem
7- Participar de uma orgia
8- Transar com mulheres mais jovens e mais velhas
9- Transar com várias mulheres
10 – Dominação e submissão

O que elas mais desejam
1- Serem seduzidas por um estranho
2- Fazer sexo sendo pagas
3- Transar com outra mulher
4- Fazer do homem um escravo sexual
5- Seduzir um homem mais jovem
6- Transar com dois ou mais homens
7- Transar em um lugar público
8- Serem dominadas e forçadas a transar
9- Exibicionismo (transar enquanto outras pessoas assistem)
10- Voyeurismo (assistir a outras pessoas transando) 

 

Via 180 Graus



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Terça-feira, 15.03.11

Como enlouquecer um homem na cama?

 

1. Descubra a arte de escolher um bom filme
Homens e mulheres têm gostos diversos. Em linhas gerais, moças gostam de filmes eróticos com enredo, já os rapazes apreciam as cenas de sexo explícito. Então, se a ideia é surpreendê-lo com um filminho, nada de água com açúcar. Que tal perder a vergonha e entrar logo na salinha escondida da videolocadora? Títulos como “Sexxxy Angels” e “Excalibur 2” figuram em listas dos mais pedidos.

 

2. Se jogue na pista
E invista sem medo de ser feliz em um momento fetichista. Colegial, enfermeira, faxineira, policial e noiva entram na lista das fantasias que fazem mais sucesso nas sex shops.

 

3. Incremente o estoque de brinquedinhos eróticos
Anéis penianos com vibradores são campeões de vendas nas lojas de produtos eróticos por terem dupla função: o anel ajuda o homem a manter a ereção por mais tempo, enquanto o vibrador estimula o clitóris da mulher. Algemas, vendas e chibatas também costumam fazer sucesso entre quatro paredes.

 

4. Escolha uma lingerie poderosa

Luciana Keller, proprietária da boutique erótica Constantine, em São Paulo, diz que é preciso ir aos poucos nessa área. “Quando o homem compra lingerie para uma mulher, geralmente escolhe modelos minúsculos de calcinhas nas cores preta ou branca”, diz. “Só os que têm cabeça mais aberta apostam nos modelos vermelhos”. Por isso, ela dá a dica para não errar no primeiro encontro: vá de pretinho básico e, depois de sentir o grau de entusiasmo do rapaz, parta para peças mais abusadas. “Não dá para ir rápido demais e pular da calcinha branca para o corselet vermelho com cinta-liga logo de cara”, diz Luciana. Mas uma coisa é certa: todo homem gosta de mulher vestida com uma lingerie bacana. Se ela for combinada com um scarpin de salto altíssimo, o efeito é ainda mais avassalador.

 

5. Invista em uma nécessaire erótica
Óleos de massagem, gel lubrificante com sabor, gel que esquenta ou esfria o pênis e velas que, derretidas, liberam um óleo morno com aroma de baunilha estão entre os muitos produtos vendidos nas sex shops para embalar uma boa noite de sexo.

 

6. Aprenda a pompoar
Essa técnica oriental, derivada do tantra, consiste na contração e relaxamento dos músculos circunvaginais. É um excelente exercício que aumentará seu poder de controle sobre a cena sexual – o que, acredite, é estimulante para ele também.

 

7. Momento Cleópatra
Faça como a rainha do Egito no épico estrelado por Elizabeth Taylor e convide seu Marco Antônio para um banho de banheira inesquecível à luz de velas e com direito a essências aromáticas estimulantes, como laranja ou baunilha.

 

8. Domine alguma arte erótica
E surpreenda com um bom striptease, para deixar seu parceiro enlouquecido de vontade. O burlesco é uma forma de striptease mais teatral, que tem a ver com provocação, contar uma história e a maneira como a performer interage com o público.

A dançarina Sweetie Bird, expert em burlesca, dá algumas dicas para um strip bem-sucedido. “É preciso ter cara de pau e usar do seu talento com paixão, o resto vem naturalmente”, ensina Sweetie.

 

9. Na hora do striptease, o segredo é o bom humor
A dançarina burlesca Sweetie Bird aponta segredos para um show privé:
- Escolha um tema para o seu show. Inspire-se nas famosas pin-ups, por exemplo;
- O figurino deve ser sexy e composto por peças fáceis de serem tiradas;
- Ensaie antes e com a trilha sonora escolhida para pontuar os movimentos;
- Toda mulher pode ficar extremamente sexy em um figurino que valorize seu corpo. Preste atenção aos seus pontos altos e aposte em roupas que destaquem cada um deles. Seios fartos pedem decotes generosos, marque a cintura, dê destaque para o bumbum, para as pernas... Você é a melhor crítica das suas virtudes!
- E o mais importante: não se leve a serio. Tudo o que tem a ver com sexo pede espontaneidade e bom humor acima de tudo. A ideia é se divertir e não seguir regras rígidas. Sweetie Bird recomenda: “Mantenha o ar de naturalidade com um pé no cômico”.

 

10. Não tenha pressa na hora do sexo ral
Homens ficam loucos com sexo ral, adoram. E quanto mais tempo você se dedicar a esse tema, mais aumentam as chances de uma boa noite de sexo selvagem na sequência. O segredo é ser delicada, mas manter movimentos vigorosos ao mesmo tempo. Gel comestível com algum sabor deixa essa parte da brincadeira ainda mais gostosa. Não tenha pressa, faça movimentos de vai-e-vem constantes, alternados com suaves lambidas, desça mais um pouco, retorne ao topo. Aproveite o momento para atiçar, além da vontade dele, também a sua. E, acima de tudo, não tenha pressa.

 

11. Passo a passo básico para o sexo orl

Ver mais... )

 

 

Via 180 Graus



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Segunda-feira, 14.03.11

A PROFESSORA

Os fetiches..a professora

 

É um dos fetiches mais conhecidos e admirados pelos homens, pelo simples motivo de que ver uma garota "fantasiada" de professora lhes passa uma imagem de dominação e respeito que certos tipos de machos gostam de lidar, embora não represente de fato uma submissão explícita. Na maioria das vezes, até mesmo pela simples questão de que "pegar" sua professora (gostosa) da faculdade não seja lá tão fácil quanto pegar a coleguinha de classe. 

 

A AMIGUINHA

 

Claro, aqui não estão incluídas todas as amigas de um homem, e por incrível que pareça, não são apenas as "simpáticas" que são deixadas de lado, nem todas as amigas "gatas" estão na lista também. Sempre existe aquela garota que a gente chama de amiga, vai junto ao cinema, desabafa de vez em quando e no fim das contas acaba pensando demais, inclusive nas horas mais "íntimas". Apesar de não ser uma regra para todos os momentos, se um homem não pensa em "traçar" uma boa amiga dele (sem trocadilhos), com certeza já pensou alguma vez. 

 

A EMPREGADA

 

"Tara" preferida de homens que gostam de ver a mulher totalmente submissa a eles. Ter autoridade nela e ter a sensação (por mais falsa que seja) de que ela está fazendo de tudo para lhe agradar é o que alimenta a parte mais sádica de alguns machos. Nunca cheguei a pensar se seria ou não um dos meus favoritos, mas certamente é um fetiche muito usado entre grande parte da galera que faz um "lanchinho". Má idéia é que não seria! 

 

A COLEGIAL

 

Não conheço nenhum cara que nunca tenha comentado como seria bom ver a gostosinha da festa, da faculdade ou até mesmo do grupinho de amizades com aquela mini-saia, tipo "garotas nipônicas" de desenho animado japonês (obviamente) e caracterizadas como se fossem "colegiais inocentes". É algo que simplesmente mexe com qualquer homem normal e não é difícil imaginar por que a testosterona sobe tanto... Nenêmm!! 

 

A ENFERMEIRA

 

É para os homens mais ou menos o que um "bombeiro" (pausa para o momento broxante) é para as mulheres. A enfermeira é aquele fetiche clássico do "Deixa que eu cuido de você" unido ao uniforme estilizado mesclado à cinta-liga (e ao corpo de uma bela mulher) que coloca a maioria dos cuecas em ponto de bala... 

 

A QUIEITINHA

 

É incrível como o gosto do homem para fetiches e taras não têm limite e nem as quietinhas estão fora da lista de um boa parte deles. Porém, a preferência neste caso se dá com certos limites, um deles é que se a garota é quietinha e timida demais, que pelo menos ela seja "pegável". Nesses termos o fetiche conta a partir da idéia de que ela pode ser na cama, alguém totalmente diferente do que é no dia a dia. Claro, pode não ser... Mas o fetiche é algo que já parte da idéia de realizar algo que nem sempre condiz com a realidade. Apenas com o intituito da satisfação.

 

Via 180 Graus



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Domingo, 13.03.11

Como lidar com o sexo casual

 

Conheci Lucas, um gatíssimo instrutor de mergulho, nas minhas férias no Caribe. Ele tinha olhos lindos e alegava ser capaz de prender a respiração durante vários minutos sem voltar à superfície para tomar ar - o que comprovou depois na cama. Eu me sentia bem quando o deixei na manhã seguinte. Exatamente porque não estava obcecada em ser a "namorada perfeita" e, focando no prazer dele, fiz sexo oral pela primeira vez. Nunca mais o vi.

Olhando para trás, recontando todos os drinques que tomei, fiquei surpresa ao perceber como uma noite de sexo sem compromisso lembrava um porre: ambos me deixam intoxicada, maliciosa e de pernas bambas. E não são experiências que eu gostaria de repetir toda noite. Cientistas comparam a liberação de dopamina de quando nos apaixonamos com a de usar cocaína. Para mim, a explosão de oxitocina pós-orgasmo do sexo casual é como uma noite de bebedeira. E não só porque alguns homens já vêm com advertências do tipo "Se beber, não dirija".

Algumas amigas não transam sem expectativa de bis por causa da culpa que sentiriam depois. Outras parecem imunes ao efeito colateral. É o debate Sex and the City: você fica no grupo das devoradoras de homens que vivem amores efêmeros, como Samantha, ou no das que-amam-todos-os-homens-com-quem-dormem, como Charlotte?Muitas mulheres escolhem o meio do caminho. "Essa decisão tem muito a ver com seu desejo no momento: ter um relacionamento ou aproveitar ao máximo sua sexualidade", diz o terapeuta sexual Ian Kerner, autor de She Comes First: The Thinking Man’s Guide to Pleasuring a Woman (inédito no Brasil).

 

Em um estudo recente da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, um quinto dos entrevistados disse que sua última relação havia sido casual. A felicidade emocional dessa parcela não era menor que a de quem fez sexo com amor.

A verdade é que muitas mulheres gostam de rala e rola sem compromisso, mas têm vergonha de admitir. "Durante o último ano do meu relacionamento, o sexo era péssimo", conta Emma, 27 anos. Depois que terminou, ela arrumou três passatempos, um deles um jovem músico. "Ele era bem mais novo do que eu e ainda morava com os pais, então não tinha nenhum potencial de virar meu namorado. Mas eu pensava que passar uma noite com ele era melhor do que transar com um cara com quem eu pudesse me sentir envolvida depois. Fizemos sexo a noite inteira e ele não parava de repetir que meu corpo era lindo", diz.

Já é senso comum que você deve saber seu limite para o álcool. A mesma lógica se aplica aqui. "Ter um homem nu na sua cama não é um atalho para uma conversa", alerta a minha amiga Sarah, que já fez test-drive de muitos caras. "Minha tática era me perguntar antes: vou me importar se ele não ligar no dia seguinte? Se a resposta fosse ‘Sim’, escapava."

Nesse estágio inicial, não deve haver (na teoria) investimento emocional, pois vocês mal se conhecem. Mas, como Sarah diz, quando alguém está dentro de você, pode parecer mais íntimo do que de fato é. O truque: prever quando a noite vai deixá-la com ressaca emocional.

Antigamente, se eu encontrasse alguém interessante, mas que não era o homem, dormiria com ele só para ter a experiência sexual. Mas o que me levava ao êxtase cinco anos atrás me deixa com um gosto amargo na boca hoje. Assim como fazemos com a bebida, é preciso saber a hora de deixar uma festa. Estou atingindo o estágio em que é melhor ir pegar meu casaco na chapelaria.

 

Kerner afirma que "se o que você procura é estar em um relacionamento amoroso, sexo casual pode reforçar a sensação de solidão. E cuidado ao fazer sexo com ex-namorados ou para superar um fora. Pode fazê-la sentir falta do sexo que estava tendo com alguém que amava".

Minha amiga Katie, 32 anos, ficou catando migalhas depois que levou um tchau do amado. "Fui para casa com um cara que conheci numa festa", conta. "Ele nem era muito atraente, mas fiquei machucada quando não ligou. Rejeitada de novo?" Tal reação é comum. Nós, mulheres, liberamos oxitocina, substância que faz com que a gente se ligue afetivamente a um parceiro mais facilmente que eles. "Há um pico da substância durante o orgasmo, o que aumenta a sensação de intimidade", diz Kerner.

Às vezes, homens também são perseguidos pelo fantasma de uma noite de sexo casual. Nunca vou esquecer o dia em que saí com um advogado e acordei com ele olhando para mim. "Bom dia, linda. Estava vendo você dormir. Quer almoçar com meus pais?" Saí correndo.

O lado bom dessa história é que nossa atitude está sempre mudando. O advogado? Péssima experiência. Mas meus dois últimos romances começaram assim. Prova de que não importa se você é abstêmia ou o tipo de mulher que dança até o chão. É a única pessoa que pode decidir como sua vida sexual deve ser.

 

Minhas superlições

1. Tenha cuidado - se você está emocionalmente vulnerável, agora pode não ser uma boa hora.

2. Se ele abusar da sua hospitalidade, sinta-se livre para vestir pantufas e apresentá-lo ao Teddy, seu ursinho de pelúcia.

3. Terem trocado fluidos corporais não significa que você pode pular as boas maneiras. Sempre pergunte antes de pegar a escova de dentes dele emprestada.

4. Não beba demais. Qual a graça de fazer sexo para refrescar a mente se você não se lembrar de nada no dia seguinte?

5. Essa é a sua chance de colocar em prática uma nova fantasia. E se ele cair na risada? Você não tem planos de vê-lo de novo, certo?

 

 

Via Cosmopolitan

 



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