Segunda-feira, 14.06.10

Letra
Infelizmente não encontrei a letra



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Sexta-feira, 04.06.10

Letra
É o som nacional, Despe e Siga onda Ska
Ska, Ska, Ska
É o som nacional, Despe e Siga onda Ska
Ska, Ska, Ska

Despe, despe-te à Verão.
Enche, um copo ao teu irmão.
Siga, que quem dança tem mulher!
Dança Ska dança, de Lagos até Bragança.


Bom dia! Passam 7 minutos das 7
O calor aperta e o mercúrio já sobe:
Lisboa 30 graus, Porto 27, Faro 29.

Enquanto a música toca e o pais se move
Até cair no mar com a antena Despe e Siga no ar.
No topo da sequência aumentámos a potência
Com mais uma da nossa perferência:

ragga, reggae, rocksteady onde há reggae tem ska, 
kussondolola com a bola rola já:
rock, rock, rocksteady.

É o som nacional, Despe e Siga onda Ska
Ska, Ska, Ska
É o som nacional, Despe e Siga onda Ska
Ska, Ska, Ska

Com a batida forte a subir até às 10
Vieram primos do norte 100% em português,
Ornatos a abrir, táxi a seguir e os trabalhadores
Fecharam o comércio também quiseram vir.

Chamem a polícia.
Chamem a polícia.
Chamem a polícia.

E a policia apareceu onde não era chamada
rRbentou com a manif, correu tudo à chapada!
à porta do parlamento ficou a paz adiada.

Dez e meia da manhã, informação à meia hora:
Diz o nosso enviado especial de férias em Bora
Bora que está quente o ambiente
Lá no médio oriente
E em timor é o costume:

Tanto calor e ninguém apaga o lume,
Tanto calor e ninguém apaga o lume.
E nós cá em portugal temos destas às vezes
Estamos no top mundial à frente dos alemães,
Ingleses, japoneses,
Foram milhões de litros, flicks e flacks sem rede,
Que do choupal à lapa a gente nunca passa sede.

É o som nacional, Despe e Siga onda Ska
Ska, Ska, Ska
É o som nacional, Despe e Siga onda Ska
Ska, Ska, Ska

Despe, despe-te à Verão.
Enche, um copo ao teu irmão.
Siga, que quem dança tem mulher!
Dança Ska dança, de Lagos até Bragança.



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Quinta-feira, 03.06.10



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Quarta-feira, 24.03.10

Letra
Havia a solidão da prece num olhar triste,
Como se os seus olhos fossem as portas do pranto.
Sinal da cruz que persiste, os dedos contra o quebranto
E os búzios que a velha lançava sobre um velho manto.

REFRÃO:
À espreita está um grande amor, mas guarda segredo.
Vazio tens o teu coração na ponta do medo.
Vê como os búzios cairam virados p'ra Norte.
Pois eu vou mexer no destino, vou mudar-te a sorte.
Pois eu vou mexer no destino, vou mudar-te a sorte.

Havia um desespero intenso na sua voz.
O quarto cheirava a incenso mais uns quantos pós.
A velha agitava o lenço, dobrou-o, deu-lhe dois nós,
E o seu Pai de Santo falou usando-lhe a voz.

REFRÃO:
À espreita está um grande amor, mas guarda segredo.
Vazio tens o teu coração na ponta do medo.
Vê como os búzios cairam virados p'ra Norte.
Pois eu vou mexer no destino, vou mudar-te a sorte.
Pois eu vou mexer no destino, vou mudar-te a sorte.

REFRÃO:
À espreita está um grande amor, mas guarda segredo.
Vazio tens o teu coração na ponta do medo.
Vê como os búzios cairam virados p'ra Norte.
Pois eu vou mexer no destino, vou mudar-te a sorte.
Pois eu vou mexer no destino, vou mudar-te a sorte.
Pois eu vou mexer no destino, vou mudar-te a sorte.



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Terça-feira, 23.03.10



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Segunda-feira, 22.03.10

 

Letra

 

De linho te vesti
de nardos te enfeitei
amor que nunca vi
mas sei.

Sei dos teus olhos acesos na noite
- sinais de bem despertar -
sei dos teus braços abertos a todos
que morrem devagar.

Sei meu amor inventado que um dia
teu corpo pode acender
uma fogueira de sol e de fúria
que nos verá nascer.

Irei beber em ti
o vinho que pisei
o fel do que sofri
e dei.

Dei do meu corpo um chicote de força.
Rasei meus olhos com água.
Dei do meu sangue uma espada de raiva
e uma lança de mágoa.

Dei do meu sonho uma corda de insónias
cravei meus braços com setas
descobri rosas alarguei cidades
e construí poetas.

E nunca te encontrei
na estrada do que fiz
amor que nunca logrei
mas quis.

Sei meu amor inventado que um dia
teu corpo há-de acender
uma fogueira de sol e de fúria
que nos verá nascer.

Então:
nem choros nem medos nem uivos
nem gritos nem pedras nem facas
nem fomes nem secas nem feras
nem ferros nem farpas nem farsas
nem forcas nem cardos nem dardos

nem guerras

José Carlos Ary dos Santos



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Segunda-feira, 22.02.10

 

 

Letra

 

Uma da manhã
Um toque, um brilho no olhar
Duas da manhã
Dois dedos de magia
Às duas por três
Quem sabe onde isto irá parar
Quatro da manhã caindo
Um luar de lua lindo
Uma gota a mais
E o chão ia fugindo

Uma da manhã ei bem bom
Duas da manhã bem bom
Já três da manhã ei bem bom
Quatro da manhã bem bom
Cinco da manhã ei bem bom
Já seis da manhã bem bom
Sete da manhã ei bem bom
Oito da manhã bem bom
Café da manhã pÂ’ra dois
Sem saber o que virá depois bem bom

Cinco da manhã ai sim coração sigo
O bater das seis e meia de loucura
Sete da manhã ouvindo um disco antigo
«hoje é o primeiro dia
Do resto da tua vida»
São horas a mais
E já não há saída

Uma da manhã ei bem bom
Duas da manhã bem bom
Já três da manhã ei bem bom
Quatro da manhã bem bom
Cinco da manhã ei bem bom
Já seis da manhã bem bom
Sete da manhã ei bem bom
Oito da manhã bem bom
Café da manhã pÂ’ra dois
Sem saber o que virá depois

Uma da manhã ei bem bom
Duas da manhã bem bom
Já três da manhã ei bem bom
Quatro da manhã bem bom
Cinco da manhã ei bem bom
Já seis da manhã bem bom
Sete da manhã ei bem bom
Oito da manhã bem bom
Café da manhã pÂ’ra dois
Sem saber o que virá depois

Bem bom ei

 



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Sexta-feira, 19.02.10

 



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Quinta-feira, 18.02.10

 

 

Letra

 

Pára de chorar
E dizer que nunca mais vais ser feliz
Não há ninguém a conspirar
Para fazer destinos
Negros de raiz
Pára de chorar
Não ligues a quem diz
Que há nos astros o poder
De marcar alguém
Só por prazer
Por isso pára de chorar
Carrega no batom
Abusa do verniz
Põe os pontos nos Is
Nem Deus tem o dom 
De escolher quem vai ser feliz

Pára de sorrir
E exibir a tua felicidade
Só por leviandade
Se pode sorrir assim
Num estado de graça 
Que até ofende quem passa
Como se não haja queda
No Universo
E a vida seja moeda 
Sem reverso
Por isso pára de sorrir
Não abuses dessa hora
Ela pode atrair 
A inveja do mundo
Tu não perdes pela demora
E a seguir tudo se evapora



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Quarta-feira, 17.02.10

 

Letra

 

Cantiga de Amor


Rádio Macau

 

Preferias que cantasse noutro tom

Que te pintasse o mundo de outra cor

Que te pusesse aos pés um mundo bom

Que te jurasse amor, o eterno amor

 

Querias que roubasse ao sete estrelo

A luz que te iluminasse o olhar

Embalar-te nas ondas com desvelo

Levar-te até à lua para dançar

 

Que a lua está longe e mesmo assim

Dançar podemos sempre, se quiseres

Ou então, se preferires, fica aí

Que ninguém há-de saber o que disseres

 

Talvez até pudesse dar-te mais

Que tudo o que tu possas desejar

Não te debruces tanto que ainda cais

Não sei se me estás a acompanhar

 

Que a lua está longe e mesmo assim

Dançar podemos sempre, se quiseres

Ou então, se preferires, fica aí

Que ninguém há-de saber o que disseres

 

Podia, se quisesses, explicar-te

Sem pressa, tranquila, devagar

E pondo, claro está, modéstia à parte

Uma ou duas coisas, se calhar

 

Que a lua está longe e mesmo assim

Dançar podemos sempre, se quiseres

Ou então, se preferires, fica aí

Que ninguém há-de saber o que disseres



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Sexta-feira, 13.11.09

 

Letra

 

“Quando a janela se fecha e se transforma num ovo
Ou se desfaz em estilhaços de céu azul e magenta
E o meu olhar tem razões que o coração não frequenta
Por favor diz-me quem és tu, de novo?

Quando o teu cheiro me leva às esquinas do vislumbre
E toda a verdade em ti é coisa incerta e tão vasta
Quem sou eu para negar que a tua presença me arrasta?
Quem és tu, na imensidão do deslumbre?

As redes são passageiras, as arquitecturas da fuga
De toda a água que corre, de todo o vento que passa
Quando uma teia se rasga ergo à lua a minha taça
E vejo nascer no espelho mais uma ruga

Quando o tecto se escancara e se confunde com a lua
A apontar-me o caminho melhor do que qualquer estrela
Ninguém me faz duvidar que foste sempre a mais bela
Por favor, diz-me que és alguém, de novo?

Quando a janela se fecha e se transforma num ovo
Ou se desfaz em estilhaços de céu azul e magenta
E o meu olhar tem razões que o coração não frequenta
Por favor diz-me quem és tu, de novo?”



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Quinta-feira, 12.11.09

 



Letra

 

olá
sempre apanhaste o tal comboio
eu já perdi dois ou tres
entre o osseo e as esquinas
ganhei o vicio da estrada
neste outra encruzilhada
talvez agora a coisa dé
o passado foi á história
cá estamos nós outra vez

conheço a tua cara
mas não sei o teu nome
escrevo já aqui
nao sei o qué arroba ponto com
eu vou-te reencontrar
noutro bar de estação
ou talvez quando perder mais um avião
o barco vai de saida
tu estás tão bronzeada
é tão bom ver-te assim
ardendo tão queimada

eu quero reencontrar-te
noutra esquina qualquer
sem saber o teu nome
se ainda és mulher
quero reconhecer-te
e beber um café
dizer-te de onde venho
e perguntar-te porque
sorrir-te cá do fundo
e subir os degraus
eu quero dar-te um beijo
a cinquenta e tal graus (2x)

sempre apanhaste o tal comboio
eu já perdi dois ou tres
entre o osseo e as esquinas
ganhei o vicio da estrada
neste outra encruzilhada
talvez agora a coisa dé
o passado foi á história
cá estamos nós outra vez
cá estamos nós outra vez...



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Quarta-feira, 11.11.09

 


Letra

Valsa dum homem carente

Se alguma vez te parecer
ouvir coisas sem sentido
não ligues, sou eu a dizer
que quero ficar contigo
e apenas obedeço
com as artes que conheço
ao princípio activo
que rege desde o começo
e mantém o mundo vivo

 

Se alguma vez me vires fazer
figuras teatrais
dignas dum palhaço pobre
sou eu a dançar a mais nobre
das danças nupciais
vê minhas plumas cardeais
em todo o seu esplendor
sou eu, sou eu, nem mais
a suplicar o teu amor

 

É a dança mais pungente
mão atrás e outra à frente
valsa de um homem carente
mão atrás e outra à frente
valsa de um homem carente



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Terça-feira, 10.11.09

 



Letra

 

Antes de teres aberto o bar
antes de teres mirado o rio
eu era alguém
ás costas de outro alguém
trouxeste mais contradições
trouxeste mais opiniões
e agora sou mais outro zé ninguém

finalmente só
finalmente a sós

quando eu já estava a sossegar
quando eu já estava a adormecer
vi-te dançar e a minha paz morreu
odeio a luz do teu olhar
quando não brilha só pra mim
pensei que fosses um brinquedo meu

finalmente só
finalmente a sós

finalmente só
finalmente a sós (2x)



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Segunda-feira, 09.11.09



Letra

 

                             Estrela do Mar

Numa noite em que o céu tinha um brilho mais forte
E em que o sono parecia disposto a não vir
Fui estender-me na praia, sózinho, ao relento
E ali longe do tempo, acabei por dormir

Acordei com o toque suave de um beijo
E uma cara sardenta encheu-me o olhar
Ainda meio a sonhar perguntei-lhe quem era
Ela riu-se e disse baixinho: estrela do mar

"Sou a estrela do mar só a ele obedeço
Só ele me conhece, só ele sabe quem sou
No princípio e no fim
Só a ele sou fiel e é ele quem me protege
Quando alguém quer à força 
Ser dono de mim..."

Não sei se era maior o desejo ou o espanto
Só sei que por instantes deixei de pensar
Uma chama invisível incendiou-me o peito
Qualquer coisa impossível fez-me acreditar

Em silêncio trocámos segredos e abraços
Inscrevemos no espaço um novo alfabeto
Já passaram mil anos sobre o nosso encontro
Mas mil anos são pouco ou nada para estrela do mar

"Estrela do mar 
Só a ele obedeço
Só ele me conhece, só ele sabe quem sou
No princípio e no fim
Só a ele sou fiel e é ele quem me protege
Quando alguém quer à força 
Ser dono de mim..."

 



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Sexta-feira, 06.11.09



Letra

 

Andava eu atrás dela
Como um principe atras da Cinderela
Distraido bati num lampião
Mandei-lhe um pontape e disse um palavrão

Mas porque é que eu estou aqui?
Vou mas é pra casa por-me a estudar
Ela nem olha pra mim
Ou então finge não olhar

Estou na Lua
Não me chateies que eu agora estou na Lua
E em breve vou chegar ao céu 
Onde tu estas toda nua só com o véu

Estou na Lua 
Não me chateies que eu agora estou na Lua
E em breve vou chegar ao céu
Onde tu estas nuinha só com o véu, só com o véu. só com o véu

Lá continuei eu atrás da minha amada como um cavaleiro que defende a sua espada
Ao virar da esquina entrou num restaurante
Tinha um emprego muito importante

Olhei para a vitrina a ver se estava belo
Passei as mãos pelo cabelo
Sacudo a camisa rota no cotovelo 
Preparei-me para entrar

(Here we go)

Estou na Lua
Não me chateies que eu agora estou na Lua
E em breve vo chegar ao céu onde tu estas toda nua só com o véu
Estou na Lua (Estou na Lua)
Não me chateies que eu agora estou na Lua (Estou na luaaa)
E em breve vou chegar ao céu
Onde tu estas nuinha só com o veu

Face down ass up 
Face down ass up 
Face down ass up
That's the way we like to fuck

Face down ass up 
That's the way we like to fuck
Face down ass up
That's the way we like to fuck

Face down ass up
That's the way we like to fuck
Face down ass up
That's the way we like to fuck



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Quinta-feira, 05.11.09



Letra

 

Mais Olhos Que Barriga

Susana Felix

Composição: Pedro Malaquias/Susana Felix/Renato Júnior

O tempo, esse bandido clandestino
Salteador de estradas e memórias
Mistura numa névoa libertino
O passado e o futuro das histórias.

O tempo de dizer a vida é breve
O tempo de viver há quem o diga
Só espera que o diabo que o leve
O tempo tem mais olhos que barriga.

Ensinou os dedos de rameira
Remexendo em tudo muito embora
Seja sem prazer que tudo queira
Trinque e deixe a meio e deite fora.

O tempo que se esconde de emboscada
O tempo que te foge a sete pés
O tempo que no fim não vale nada.



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Quinta-feira, 29.10.09



Letra

 

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma, 
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma, 

A vida não pára... 

E quando o tempo acelera e pede pressa 
Eu recuso, faço hora e vou na valsa, 

A vida é tão rara... 

Enquanto todo mundo espera a cura do mal, 
E a loucura finge que isso é normal, 
Eu finjo ter paciência... 

O mundo vai girando cada vez nais veloz, 
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós 
Um pouco mais de paciência... 

Será que é tempo que lhe falta pra perceber, 
Será que temos esse tempo pra perder, 
E quem quer saber?! 

A vida é tão rara... tão rara... 

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma, 
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma, 

A vida não pára... 
A vida não pára nao... 

Será que é tempo que lhe falta pra perceber, 
Será que temos esse tempo pra perder, 
E quem quer saber?! 

A vida é tão rara... tão rara... 

A vida é tão rara.* 



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Quarta-feira, 28.10.09



Letra

 

Cada Lugar Teu

Mafalda Veiga

Sei de cor cada lugar teu
atado em mim, a cada lugar meu
tento entender o rumo que a vida nos faz tomar
tento esquecer a mágoa
guardar só o que é bom de guardar

Pensa em mim protege o que eu te dou
Eu penso em ti e dou-te o que de melhor eu sou
sem ter defesas que me façam falhar
nesse lugar mais dentro
onde só chega quem não tem medo de naufragar

Fica em mim que hoje o tempo dói
como se arrancassem tudo o que já foi
e até o que virá e até o que eu sonhei
diz-me que vais guardar e abraçar
tudo o que eu te dei

Mesmo que a vida mude os nossos sentidos
e o mundo nos leve pra longe de nós
e que um dia o tempo pareça perdido
e tudo se desfaça num gesto só

Eu Vou guardar cada lugar teu
ancorado em cada lugar meu
e hoje apenas isso me faz acreditar
que eu vou chegar contigo
onde só chega quem não tem medo de naufragar

 



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Terça-feira, 27.10.09



Letra

 

Deste-me um nome de rua
Duma rua de Lisboa.
Muito mais nome de rua,
Do que nome de pessoa.
Um desse nomes de rua
Que são nomes de canoa.


Nome de rua quieta,
Onde à noite ninguém passa,
Onde o ciúme é uma seta,
Onde o amor é uma taça.


Nome de rua secreta,
Onde à noite ninguém passa,
Onde a sombra do poeta,
De repente, nos abraça!


Com um pouco de amargura,
Com muito da Madragoa.
Com a ruga de quem procura,
E o riso de quem perdoa.
Deste-me um nome de rua,
Duma rua de Lisboa!



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Segunda-feira, 26.10.09



Letra

 

Canção do Engate

António Variações

Tu estás livre e eu estou livre
E há uma noite para passar
Porque não vamos unidos
Porque não vamos ficar
Na aventura dos sentidos

Tu estás só e eu mais só estou
Que tu tens o meu olhar
Tens a minha mão aberta
À espera de se fechar
Nessa tua mão deserta

Vem que o amor
Não é o tempo
Nem é o tempo
Que o faz
Vem que o amor
É o momento
Em que eu me dou
Em que te dás
Tu que buscas companhia
E eu que busco quem quiser
Ser o fim desta energia
Ser um corpo de prazer
Ser o fim de mais um dia

Tu continuas à espera
Do melhor que já não vem
E a esperança foi encontrada
Antes de ti por alguém
E eu sou melhor que nada
Refrão (3x)



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Sexta-feira, 23.10.09



Letra

 

Pela janela mal fechada
Entra já a luz do dia
Morre a sombra desejada
Numa esperança fugidia

Foi uma noite sem sono
Entre saliva e suor
Com um travo de abandono
E gosto a outro sabor

Dizes-me até amanhã
Que tem de ser que te vais
Porque amanhã sabes bem
É sempre longe demais
Acendo mais um cigarro
Invento mil ideais
Só que amanhã sei-o bem
É sempre longe demais

Pela janela mal fechada
Chega a hora do cansaço
Vai-se o tempo desfiando
Em anéis de fumo baço



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Quinta-feira, 22.10.09



Letra

 

Pois é, a vida está uma... Pois é
Pois é, a vida está uma... Pois é

Tenho a mão vazia dentro do meu bolso
que está tão vazio como a minha mão
aperto o vazio tanto quanto posso
nesta encruzilhada que vida de cão

Pois é, a vida está uma... Pois é
Pois é, a vida está uma... Pois é

Sam The Kid:

Este é o fado da classe atarefada que passa 
o dia inteiro com a massa e o cimento no braço
a pensar como é que eu faço pa sair deste escasso
vencimento ou caiu no esquecimento num curto espaço
de tempo... e se eu protestasse ao meu Presidente
o que me vai no pensamento talvez ele não gostasse
ah pois é não és o desempregado, não és o pregado
de sempre que tá sempre apertado, 
pa mim qualquer coisa é bem vinda ao meu agregado
fico agradecido mas nem sempre bulo com agrado
aquilo que eu oiço é sempre igual em todo o lado
que a culpa é do estado que tem estado num estado bastardo
chega o domingo vou po estádio pa estar co Mário
é aí que eu me vingo pa afastar o obstáculo diário
o mário é meu puto tem 7 anos e granda cenário
respeita-me muito e ja sabe que sou um mercenário
ele (por perto???) um dia, é um segundo bem breve
pq eu liberto a euforia até que a 2ª me leve
mas como tenho teimosia tou a pensar fazer greve
no bolso tenho a mao vazia o patrão inda me deve

Jorge Fernando:

Pois é, a vida está uma... Pois é
Pois é, a vida está uma... Pois é

Todo o santo dia enchem-me a cabeça
de velhas frases feitas, manipulação
falam de milagre à espera que aconteça
vamos desvivendo que vida de cão

Pois é, a vida está uma... Pois é
Pois é, a vida está uma... Pois é

Num sonambulismo telecomandado
Cumprimos os dias em resignação
Não há luz no túnel é o nosso fado
presos por uma trela que vida de cão

Pois é, a vida está uma... Pois é
Pois é, a vida está uma... Pois é
 
Sam The Kid

Tou preso por uma trela vivo uma vida de cão
minha rotina é uma cela que cancela uma ambição
que me revolta e indigna mas dá-me a resignação,
só oiço velhas frases feitas é manipulação
que se alivia à noite quando eu ligo a televisão

Jorge Fernando

Pois é, a vida está uma... Pois é
Pois é, a vida está uma... Pois é

Passam-se as promessas por nunca cumpridas
Enganosas frases dão-te explicação
Na vida sou um número entre tantas vidas
Resta-me ser digno como é o cão

Pois é, a vida está uma... Pois é
Pois é, a vida está uma... Pois é



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Quarta-feira, 21.10.09



Letra

 

Frio,
o mar
Por entre o corpo
Fraco de lutar.
Quente,
O chão
Onde te estendo
E te levo a razão.
Longa a noite
E só o sol
Quebra o silêncio,
Madrugada de cristal.
Leve, lento, nú, fiel
E este vento
Que te navega na pele.
E Pedes-me a paz
Dou-te o mundo
Louco, livre assim sou eu
(Um pouco mais...)
Solta-te a voz lá do fundo,
Grita, mostra-me a cor do céu.
Se eu fosse um dia o teu olhar,
E tu as minhas mãos também,
Se eu fosse um dia o respirar
E tu perfume de ninguém.
Se eu fosse um dia o teu olhar,
E tu as minhas mãos também,
Se eu fosse um dia o respirar
E tu perfume de ninguém.
Sangue,
Ardente,
Fermenta e torna aos
Dedos de papel.
Luz,
Dormente,
Suavemente pinta o teu rosto a
pincel.
Largo a espera,
E sigo o sul,
Perco a quimera
Meu anjo azul.
Fica, forte, sê amada,
Quero que saibas
Que ainda não te disse nada.
Pede-me a paz
Dou-te o mundo
Louco, livre assim sou eu
(Um pouco mais...)
Solta-te a voz lá do fundo,
Grita, mostra-me a cor do céu.
Se eu fosse um dia o teu olhar,
E tu as minhas mãos também,
Se eu fosse um dia o respirar
E tu perfume de ninguém.
Se eu fosse um dia o teu olhar,
E tu as minhas mãos também,
Se eu fosse um dia o respirar
E tu perfume de ninguém.



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Terça-feira, 20.10.09



Letra

 

Carta

Toranja

Não falei contigo
Com medo que os montes e vales que me achas
Caíssem a teus pés...
Acredito e entendo
Que a estabilidade lógica
De quem não quer explodir
Faça bem ao escudo que és...

Saudade é o ar
Que vou sugando e aceitando
Como fruto de Verão
Nos jardins do teu beijo...
Mas sinto que sabes que sentes também
Que num dia maior serás trapézio sem rede
A pairar sobre o mundo
Em tudo o que vejo...

É que hoje acordei e lembrei-me
Que sou mago feiticeiro
Que a minha bola de cristal é folha de papel
Nela te pinto nua, nua
Numa chama minha e tua.

Desconfio que ainda não reparaste
Que o teu destino foi inventado
Por gira-discos estragados
Aos quais te vais moldando...
E todo o teu planeamento estratégico
De sincronização do coração
São leis como paredes e tectos
Cujos vidros vais pisando...

Anseio o dia em que acordares
Por cima de todos os teus números
Raízes quadradas de somas subtraídas
Sempre com a mesma solução...
Podias deixar de fazer da vida
Um ciclo vicioso
Harmonioso ao teu gesto mimado
E à palma da tua mão...

É que hoje acordei e lembrei-me
Que sou mago feiticeiro
Que a minha bola de cristal é folha de papel
Nela te pinto nua, nua
Numa chama minha e tua.
Numa chama minha e tua.

Desculpa se te fiz fogo e noite
Sem pedir autorização por escrito
Ao sindicato dos deuses...
Mas não fui eu que te escolhi.
Desculpa se te usei
Como refúgio dos meus sentidos
Pedaço de silêncios perdidos
Que voltei a encontrar em ti...

É que hoje acordei e lembrei-me
Que sou mago feiticeiro...

...nela te pinto nua, nua
Numa chama minha e tua.
Numa chama minha e tua.

Ainda magoas alguém
O tiro passou-me ao lado
Ainda magoas alguém...
Se não te deste a ninguém
Magoaste alguém
A mim... passou-me ao lado.
A mim... passou-me ao lado.



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Segunda-feira, 19.10.09



Letra

 

Postal dos Correios

Rio Grande

Composição: João Monge

Querida mãe, querido pai. Então que tal? 
Nós andamos do jeito que Deus quer 
Entre dias que passam menos mal 
Em vem um que nos dá mais que fazer

Mas falemos de coisas bem melhores 
A Laurinda faz vestidos por medida 
O rapaz estuda nos computadores 
Dizem que é um emprego com saída

Cá chegou direitinha a encomenda 
Pelo "expresso" que parou na Piedade 
Pão de trigo e linguiça pra merenda 
Sempre dá para enganar a saudade

Espero que não demorem a mandar 
Novidade na volta do correio 
A ribeira corre bem ou vai secar? 
Como estão as oliveiras de "candeio"?

Já não tenho mais assunto pra escrever 
Cumprimentos ao nosso pessoal 
Um abraço deste que tanto vos quer 
Sou capaz de ir aí pelo Natal



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Sexta-feira, 16.10.09

 



Letra

 

Alguém já me disse

Qu´esta vida são dois dias

Toca a despachar

A festa vai começar

Alguém trouxe pão

Alguém trouxe vinho

Nós trazemos música

Outros o carinho

...

Tu faz-te ao caminho



Acendam as luzes

Acendam as fogueiras

Aticem essas brasas

Retirem as cadeiras

Quero esta festa toda decorada

Com fitas de cores

E gente animada



Ouviu-se o foguete

estalando no ar

Rebentamos com a música

Quero tudo a saltar

Sorriso bem aberto

as duas mãos ao ar

Tu chega-te mais perto

Ensina-me a dançar



Menina bonita

Sentada lá no canto



publicado por olhar para o mundo às 11:58 | link do post | comentar

Quinta-feira, 15.10.09

 



Letra

 

Tu, a única das amantes
arrepias-te à chegada
da escolha que traçaste
na procura de alguém
que não sabes ser.

Tens o mundo a teus pés
à espera que o empurres
uma vida à frente
que só tu podes viver.

Vejo-te ir pelas ruas
contar o tempo que passou
ver nascer um novo dia e sentir
o medo de ele nunca chegar.

Tens o mundo a teus pés
à espera que o empurres
uma vida à frente
que só tu podes viver.

Vejo-te ir pelas ruas
contar o tempo que passou
ver nascer um novo dia e sentir
o medo de ele nunca chegar.

Tens o mundo a teus pés
à espera que o empurres
uma vida à frente
que só tu podes viver.

Que te faz correr tão rápido
que te faz viver assim
não tenhas pressa de encontrar
a nota certa do destino
que te espera, lá ao longe.

Tens o mundo a teus pés 
à espera que o empurres
uma vida à frente 
que só tu podes viver



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Quarta-feira, 14.10.09


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Terça-feira, 13.10.09



Letra

 

Menina Estás À Janela

Vitorino

Menina estás à janela
com o teu cabelo à lua
não me vou daqui embora
sem levar uma prenda tua

Sem levar uma prenda tua
sem levar uma prenda dela
com o teu cabelo à lua
menina estás à janela

Os olhos requerem olhos
e os corações corações
e os meus requerem os teus
em todas as ocasiões

Menina estás à janela
com o teu cabelo à lua
não me vou daqui embora
sem levar uma prenda tua

Sem levar uma prenda tua
sem levar uma prenda dela
com o teu cabelo à lua
menina estás à janela



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