Terça-feira, 18.03.14

 

 

Letra

 

A contas com o bem que tu me fazes 
A contas com o mal por que passei 
Com tantas guerras que travei 
Já não sei fazer as pazes 

São flores aos milhões entre ruínas 
Meu peito feito campo de batalha 
Cada alvorada que me ensinas 
Oiro em pó que o vento espalha 

Cá dentro inquietação, inquietação 
É só inquietação, inquietação 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei ainda 

Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer 
Qualquer coisa que eu devia perceber 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei ainda 

Ensinas-me fazer tantas perguntas 
Na volta das respostas que eu trazia 
Quantas promessas eu faria 
Se as cumprisse todas juntas 

Não largues esta mão no torvelinho 
Pois falta sempre pouco para chegar 
Eu não meti o barco ao mar 
Pra ficar pelo caminho 

Cá dentro inqueitação, inquietação 
É só inquietação, inquietação 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei ainda 

Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer 
Qualquer coisa que eu devia perceber 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei ainda 

Cá dentro inqueitação, inquietação 
É só inquietação, inquietação 
Porquê, não sei 
Mas sei 
É que não sei ainda 

Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer 
Qualquer coisa que eu devia resolver 
Porquê, não sei 
Mas sei 
Que essa coisa é que é linda




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Sexta-feira, 22.10.10

Letra
Filha de duas mães
Adoro vesti-las de igual
Tenho andado à tua procura
Para te amar

Sobre a mesa posta
Sem nenhuma vaidade
Ensinar-te-ei, meu amor
A praticar a caridade

Ensinar-te-ei, meu amor
A praticar a caridade

Nunca direi "saudade"
Ligo pouco ao que se diz
Mas não levo muito a mal
A ideia de ser feliz

Filha de duas mães
Adoro vesti-las de igual
Tenho andado à tua procura
Para te amar

Sobre a mesa posta
Sem nenhuma vaidade
Ensinar-te-ei, meu amor
A praticar a caridade

Ensinar-te-ei, meu amor
A praticar a caridade

Nunca direi "saudade"
Ligo pouco ao que se diz
Mas não levo muito a mal
A ideia de ser feliz

Nunca direi "saudade"
Ligo pouco ao que se diz
Mas não levo muito a mal
A ideia de ser feliz

Sobre a mesa posta
Sem nenhuma vaidade
Ensinar-te-ei, meu amor
A praticar a caridade

Nunca direi "saudade"
Ligo pouco ao que se diz
Mas não levo muito a mal
A ideia de ser feliz

Nunca direi "saudade"
Ligo pouco ao que se diz
Mas não levo muito a mal
A ideia de ser feliz

Nunca direi "saudade"
Ligo pouco ao que se diz...



publicado por olhar para o mundo às 12:00 | link do post | comentar

Quinta-feira, 21.10.10

Letra
a gorda do café
muito antiga e perfumada
passe bem minha senhora
que eu não me importo nada

uma rima obsessiva
indecente nas suas maneiras
desligado o motor do carro
as criadas tornavam-se indisciplinadas

vivo do que me dão
nunca falto às aulas de esgrima
e todos os dias agradeço a deus
esta depressão que me anima

o rapaz da drogaria
amarelo e mal tratado
convidou-me a sair
encontrei-o no teatro

uma prosa enferrujada
inconviniente e desajeitada
não encontro vestido que me sirva
já não sirvo para nada



publicado por olhar para o mundo às 12:00 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Quinta-feira, 24.09.09



Letra

 

antes de saíres para o trabalho, arrumas à pressa o dia anterior
para debaixo da cama.
guardas o coração ainda adormecido bem dentro do teu
corpo
e esqueces essa canção que já não passa na rádio
mas que vive secretamente dentro de ti.
fechas a porta à chave com duas voltas e sais.

os teus passos na escada fria soam ligeiros e apagam-se,
perde-se o rasto, easy listening,
guardas tudo para ti como um ex-dj...
assim partes, quase a correr.

parada junto à passadeira, protegida num gesto ledo
fixas o olhar na sombra dos carros que passam.
esperas pelo sábado,
pelo feriado e as suas pontes,
pelas férias para ouvires as tuas canções.
sentes-te longe, silenciosa de luz



publicado por olhar para o mundo às 11:59 | link do post | comentar

Quarta-feira, 29.07.09

 

Letra

 

Como um raio a rasgar a vida, como uma flor
a florir desmedida, como uma cidade secreta
a levantar-se do chão, como água, como pão

Como um instante único na vida, como uma flor
a florir desmedida, como uma pétala dessa flor
a levantar-se do chão, como água, como pão,

Assim nasceste no meu olhar, assim te vi,
flor a florir desmedida, instante único
a levantar-se do chão, a rasgar a vida,

Assim nasceste no meu olhar, assim te amei,
vida, água, pão, raio a rasgar uma cidade secreta
a levantar-se do chão, flor a florir desmedida

 

Compositor(es): Poema José Luis Peixoto E Música João Aguardela / Luis Varatojo / Maria Antónia Mendes



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