Sábado, 19.02.11

 

Letra

Oh mon amour, mon âme soeur 
Je compte les jours je compte les heures 
Je voudrais te dessiner dans un désert 
Le désert de mon coeur 

Oh mon amour, ton grain de voix 
Fait mon bonheur à chaque pas 
Laisse-moi te dessiner dans un désert 
Le désert de mon coeur 

Dans la nuit parfois, le nez à la fenêtre 
Je t'attends et je sombre 
Dans un désert, dans mon désert, voilà 

Oh mon amour, mon coeur est lourd 
Je compte les heures je compte les jours 
Je voudrais te dessiner dans un désert 
Le désert de mon coeur 

Oh mon amour, je passe mon tour 
J'ai déserté les alentours 
Je te quitte, voilà c'est tout 

Dans la nuit parfois, le nez à la fenêtre 
J'attendais et je sombre 
Jetez au vent mes tristes cendres, voilà

 

 



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Domingo, 06.02.11

 

 

 

Letra

 

Baby, look at me, and tell me what you see. 
You ain't seen the best of me yet. 
Give me time I'll make you forget the rest. 
I got more in me, and you can set it free. 
I can catch the moon in my hand. Don't you know who I 
am? 
Remember my name [FAME] 

I'm gonna live forever. I'm gonna learn how to fly. 
[HIGH] 
I feel it comin' together. People will see me and 
cry. [FAME] 
I'm gonna make it to heaven. Light up the sky like a 
flame. [FAME] 
I'm gonna live forever. Baby, Remember my name. 

[REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, 
REMEMBER, REMEMBER] 

Baby, hold me tight, 'cause you can make it right. 
You can shoot me straight to the top. 
Give me love and take all I got to give. 
Baby, I'll be tough. Too much is not enough. 
I can ride your heart till it breaks. Ooh, I got what 
it takes. [FAME] 

I'm gonna live forever. I'm gonna learn how to fly. 
[HIGH] 
I feel it comin' together. People will see me and 
cry. [FAME] 
I'm gonna make it to heaven. Light up the sky like a 
flame. [FAME] 
I'm gonna live forever. Baby, Remember my name. 

[REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, 
REMEMBER] 

FAME!... 

 

 

 

 



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Sábado, 05.02.11

 

 

Letra

 

Baby, look at me, and tell me what you see.

You ain't seen the best of me yet.

Give me time I'll make you forget the rest.

I got more in me, and you can set it free.

I can catch the moon in my hand. Don't you know who I am?

Remember my name [FAME]



I'm gonna live forever. I'm gonna learn how to fly. [HIGH]

I feel it comin' together. People will see me and cry. [FAME]

I'm gonna make it to heaven. Light up the sky like a flame. [FLAME]

I'm gonna live forever. Baby, Remember my name.



[REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER]



Baby, hold me tight, 'cause you can make it right.

You can shoot me straight to the top.

Give me love and take all I got to give.

Baby, I'll be tough. Too much is not enough.

I can ride your heart till it breaks. Ooh, I got what it takes. [FAME]



I'm gonna live forever. I'm gonna learn how to fly. [HIGH]

I feel it comin' together. People will see me and cry. [FAME]

I'm gonna make it to heaven. Light up the sky like a flame. [FLAME]

I'm gonna live forever. Baby, Remember my name.



[REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER]



FAME!...

 

 



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Sexta-feira, 04.02.11

 

 

Letra

 

Entrei numa casa fria
De portadas entreabertas
Espretei a ver se te via
As ruas estavam desertas

 

Os amores já terminados
São ausência, fazem mal
Não me esqueço do recado
Nem de um gesto ocasional

 

Ao notares que estou mais velho
Passa por mim devagar
Quando / e se te olhares a um espelho
Também tu irás notar

 

Lembra-te de mim...

 

Os rostos p´ra quem os viu
Já não são como dantes
Percorro as margens de um rio
Há já séculos, há instantes

 

Vivo de vagas memórias
Onde te espero encontrar
São derrotas, são vitórias
Quero agora descansar... *

 

 



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Quinta-feira, 03.02.11

 

 

Letra
Teimoso subi 
Ao cimo de mim 
E no alto rasgei 
As voltas que dei 

Sombra de mil sóis em glória 
Cobrem todo o vale ao fundo 
Dorme meu pequeno mundo 

Como um barco vazio 
P'las margens do rio 
Desce o denso véu lilás 
Desce em silêncio e paz 
Manso e macio 

Deixa que te leve 
assim tão leve 
Leve e que te beije meu anjo triste 
Deixo-te o meu canto canção tão breve 
Brando como tu amor pediste 

Não fales calei 
Assim fiquei 
Sombra de mil sóis cansados 
Crescendo como dedos finos 
A embalar nossos destinos 

Deixa que te leve 
assim tão leve 
Leve e que te beije meu anjo triste 
Deixo-te o meu canto canção tão breve 
Brando como tu amor pediste 

(Solo) 

Deixa que te leve 
assim tão leve 
Leve e que te beije meu anjo triste 
Deixo-te o meu canto canção tão breve 
Brando como tu amor pediste

 

 



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Quarta-feira, 02.02.11

 

 

 

 

Letra

 

Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
Porque isto está mal e vai continuar,
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘casinha dos pais’,
se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
e ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?
Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração ‘eu já não posso mais!’
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

 



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Segunda-feira, 31.01.11

Miley Cyrus é a celebridade que exerce pior influência

 

Miley Cyrus foi considerada, pelo segundo ano consecutivo, como uma das celebridades que exercem uma influência mais negativa sobre as crianças e os adolescentes. 
A protagonista de Hannah Montana foi escolhida através de uma votação popular, promovida pelo site JSYK.com, do grupo AOL. Cyrus obteve 58% dos 99 mil votos. 
A razão da escolha desta actriz, que é um verdadeiro ídolo para milhares de jovens em todo o mundo, pode ter que ver com o facto de Miley ter estado envolvida em várias polémicas no ano passado. 
Além de Miley, entre as celebridades estavam também nomes como o de Demi Lovato e deLindsay Lohan que entraram para clínicas de reabilitação no ano passado.

 

Via Ionline



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Só para afastar esta tristeza
para iluminar meu coração
falta-me bem mais tenho a certeza,
do que este piano e uma canção.

 

Falta me soltar na noite acesa
o nome que no peito me sufoca,
e queima a minha dor.

 

Falta-me solta-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou entao dize-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.

 

Porque todo ele é poesia,
corre pelo peito como um rio
devolve aos meus olhos a alegria
deixa no meu corpo um arrepio,
porque todo ele é melodia
porque todo ele é perfeição.


É na luz que vem.

Falta-me dize-lo lentamente
falta soletra-lo devagar,
ou então bebe-lo como um vinho,
que dá força pro caminho
quando a força faltar.

 

Falta-me solta-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou então dize-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.

 

Porque todo ele é melodia
e porque todo ele é perfeição.
É na luz que vem.

 

Falta-me solta-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou então dize-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.

 

 



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Domingo, 30.01.11

 

 

 

 

Letra

Danser, du regard et des mains apprivoiser
Une proposition, un pourparler, une invitation à tout oublier

Tanguer, comme les radeaux dérivent, les canoës
Comme le vin enivre, se griser, comme un tango, tanguer, se renverser

Tomber, comme l'oiseau porté par les grands vents
Comme le bateau au fond de l'océan, comme on choisit de vivre le néant

Aime-moi {ou ou} aime-moi {ou ou ou ou}
Aime-moi {ou ou yeah} aime-moi {ou ou}

Danser, fermer les yeux ne surtout plus penser
Du bout des doigts te toucher, te troubler
Dire que je danse, mais t'apprivoiser

Tomber, dans cet orage, mourir foudroyé
Dans ce volcan, me perdre et m'y brûler
Mourir d'amour et en ressusciter

{ Aime-moi }
Comme une parenthèse, une pose une trêve, un vide ou je me noie
{ Aime-moi }
Comme l'amour en rêve sans interdit, sans règle, ne plus penser qu'à ça
{ Aime-moi }
Et comme un sacrilège assouvir le cortège de mes désirs de toi
{ Aime-moi }
Et j'arrête le temps, respire à contre-temps, ne respire presque pas

Aime-moi
{ Je trace le chemin de la bouche et des mains, te dessine la voie }
Aime-moi
{ Et c'est moi qui décide, qui t'emmène et te guide et dispose de toi }
Aime-moi
{ Te manger comme une pomme qu'on croque et abandonne, te prendre comme un homme }
Aime-moi
{ Je connais la manière et comment il faut faire pour trouver la lumière }

Aime-moi {ou ou} aime-moi {ou ou ou ou}
Aime-moi {ou ou yeah} aime-moi {ou ou}
Aime-moi {ou ou} aime-moi {ou ou ou ou}
Aime-moi {ou ou yeah} aime-moi {ou ou}

 

 

 



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Sábado, 29.01.11

 

 

Letra
Lui :
Monaco,
28 degrés à l'ombre
C'est fou, c'est trop
On est tout seuls au monde
Tout est bleu, tout est beau.
Tu fermes un peu les yeux, le soleil est si haut.
Je caresse tes jambes, mes mains brûlent ta peau.

Elle :
Ne dis rien,
Embrasse-moi quand tu voudras
Je suis bien,
L'amour est à côté de [D] toi.

Lui :
On est bien

Lui :
Monaco,
28 degrés à l'ombre
Tu ne dis plus un mot
J'éteins ma cigarette, il fait encore plus chaud
Tes lèvres ont le goût d'un fruit sauvage
Et voilà,
Comme une vague blonde
Tu m'emportes déjà.

Elle :
Ne dis rien,
L'amour est au-dessus de moi.

 

 



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Sexta-feira, 28.01.11

 

 

Letra

 

Primeiro a serra semeada terra a terra 
Nas vertentes da promessa 
Nas vertentes da promessa 
Depois o verde que se ganha ou que se perde 
Quando a chuva cai depressa 
Quando a chuva cai depressa

E nasce o fruto quantas vezes diminuto 
Como as uvas da alegria
Como as uvas da alegria
E na vindima vão as cestas até cima 
Com o pão de cada dia
Com o pão de cada dia 

Suor do rosto pra pisar e ver o mosto 
Nos lagares do bom caminho
Nos lagares do bom caminho 
Assim cuidado faz-se o sonho e fermentado 
Generoso como o vinho
Generoso como o vinho

E pelo rio vai dourado o nosso brio 
Nos rabelos duma vida
Nos rabelos duma vida 
E para o mundo vão garrafas cá do fundo 
De uma gente envaidecida
De uma gente envaidecida

Vinho do Porto 
Vinho de Portugal 
E vai à nossa 
À nossa beira mar 
À beira Porto 
À vinho Porto mar 
Há-de haver Porto 
Para o nosso mar 

Vinho do Porto
Vinho de Portugal 
E vai à nossa 
À nossa beira mar 
À beira Porto 
À vinho Porto mar 
Há-de haver Porto 
Para o desconforto 
Para o que anda torto 
Neste navegar 

Por isso há festa não há gente como esta 
Quando a vida nos empresta uns foguetes de ilusão 
Vem a fanfarra e os míudos, a algazarra 
Vai-se o povo que se agarra pra passar a procissão 
E são atletas, corredores de bicicletas 
E palavras indiscretas na boca de algum rapaz 
E as barracas mais os cortes nas casacas 
Os conjuntos, as ressacas e outro brinde que se faz 

Vinho do Porto vou servi-lo neste cálice 
Alicerce da amizade em Portugal 
É o conforto de um amor tomado aos tragos 
Que trazemos por vontade em Portugal 

Se nós quisermos entornar a pequenez 
Se nós soubermos ser amigos desta vez 
Não há champanhe que nos ganhe 
Nem ninguém que nos apanhe 
Porque o vinho é português

 

 



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Quinta-feira, 27.01.11

 

 

Letra

Primeiro a serra semeada terra a terra 
Nas vertentes da promessa 
Nas vertentes da promessa 
Depois o verde que se ganha ou que se perde 
Quando a chuva cai depressa 
Quando a chuva cai depressa

E nasce o fruto quantas vezes diminuto 
Como as uvas da alegria
Como as uvas da alegria
E na vindima vão as cestas até cima 
Com o pão de cada dia
Com o pão de cada dia 

Suor do rosto pra pisar e ver o mosto 
Nos lagares do bom caminho
Nos lagares do bom caminho 
Assim cuidado faz-se o sonho e fermentado 
Generoso como o vinho
Generoso como o vinho 

E pelo rio vai dourado o nosso brio 
Nos rabelos duma vida
Nos rabelos duma vida 
E para o mundo vão garrafas cá do fundo 
De uma gente envaidecida
De uma gente envaidecida 

Vinho do Porto 
Vinho de Portugal 
E vai à nossa 
À nossa beira mar 
À beira Porto 
À vinho Porto mar 
Há-de haver Porto 
Para o nosso mar 

Vinho do Porto
Vinho de Portugal 
E vai à nossa 
À nossa beira mar 
À beira Porto 
À vinho Porto mar 
Há-de haver Porto 
Para o desconforto 
Para o que anda torto 
Neste navegar 

Por isso há festa não há gente como esta 
Quando a vida nos empresta uns foguetes de ilusão 
Vem a fanfarra e os míudos, a algazarra 
Vai-se o povo que se agarra pra passar a procissão 
E são atletas, corredores de bicicletas 
E palavras indiscretas na boca de algum rapaz 
E as barracas mais os cortes nas casacas 
Os conjuntos, as ressacas e outro brinde que se faz 

Vinho do Porto vou servi-lo neste cálice 
Alicerce da amizade em Portugal 
É o conforto de um amor tomado aos tragos 
Que trazemos por vontade em Portugal 

Se nós quisermos entornar a pequenez 
Se nós soubermos ser amigos desta vez 
Não há champanhe que nos ganhe 
Nem ninguém que nos apanhe 
Porque o vinho é português

 

 



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Quarta-feira, 26.01.11

 

 

Letra
Pó de Arroz,
Na face das pequenas
Será beleza apenas, só
Uma corzinha com

Pó de arroz
Rosa é, mulher o pôs
E o homem vai nas cenas
Eva e Adão outra vez

É como enfeitar um embrulho
Arroz com gorgulho talvez



REFRÃO: Pó de arroz
Do teu arrozal
Esse pó que é fatal
És a tal que se encanta com

Pó de Arroz
Não faz nenhum mal
É de arroz integral
Infernal, quando chegas com
Todo o teu arroz (bis)



Pó de Arroz
Tens hoje só pra mim
Pós de perlimpimpim
És um arroz doce sim

Pode ser
Um canto de sereia
Serei a tua teia
E tu serás meu algoz

Mas quando te vais alindar
Alindada vens dar no arroz

 



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Terça-feira, 25.01.11

 

 

Letra

 

Pó de Arroz
Tens hoje só pra mim
Pós de perlimpimpim
És um arroz doce sim

Pode ser
Um canto de sereia
Serei a tua teia
E tu serás meu algoz

Mas quando te vais alindar
Alindada vens dar-me o arroz

Pó de arroz
Do teu arrozal
Esse pó que é fatal
És a tal que me encanta com

Pó de Arroz
Não faz nenhum mal
É de arroz integral
Infernal, quando chegas com
Todo o teu arroz



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Segunda-feira, 24.01.11

 

 

Letra

 

 

A vida é distante 
No tempo suspenso 
A vida é distante 
No nosso presente 
É quente o que vejo 
Mas frio o que sinto 
É mentira o que tenho 
Mas sei o que vejo 
No meu labirinto

 

A vida é distante 
De tempo intenso 
A vida é distante 
No fumo imenso 
É quente o pó 
É cego o nó 
É mentira o que vem 
Mas vejo o que sinto 
No meu labirinto

 

No meu labirinto 
Há gente que cai 
Depois de perder há gente que cai

 

Vê quem parou

Olha o que dói.

 

A vida é distante 
E o tempo foge 
A vida é distante 
E o tempo urge 
Está quente o Sol 
Mas frio o chão 
Tudo é ilusão!!! 
Não vês o que sinto 
No meu labirinto?

 

Que enquanto se compra 
Enquanto se quer 
Enquanto se tira 
O mundo suspira 
Enquanto se mata 
O mundo dispara 
E vamos caindo... 
É isto que sinto no meu labirinto

 

No meu labirinto 
Há gente que cai 
Depois de perder há gente que cai

 

Vê quem parou

Olha o que dói.

 

Quando chuva cai 
Vê que não sai 
Quando chuva cai 
Vê que não sai

 

Entro no túnel para ver a luz

 

Quando chuva cai 
Vê que não sai. 
Quando chuva cai 
Vê que não sai, não sai, não sai

 

 



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Domingo, 23.01.11

The legendary Tigerman

 

Há alguns anos encher o Coliseu de Lisboa constituía um momento de consagração. Hoje esse facto já não possui o mesmo peso, de alguma forma banalizou-se, mas continua a ter um peso simbólico específico. Por vezes nesse frenesi de tentar transformar um concerto no Coliseu num momento especial, já vimos suceder alguns desastres. Perdas de identidade. 

Quando se soube que Paulo Furtado, ou seja Legendary Tigerman, iria ter muitos convidados nos Coliseus (sexta actuou no Coliseu do Porto), temeu-se que pudesse suceder algo semelhante. Mas não. Desde que lançou o álbum “Femina” (2009) já lhe vimos quatro concertos (OptimusAlive!, Lux, Tivoli, Paris) com resultados desiguais. Sábado foi o melhor. 

Foi diferente, porque passou em revista o seu percurso, trouxe convidados, apresentou surpresas, mas nunca perdeu o fio, a sua identidade, os blues, o rock, a soul, o imaginário, o deserto, a solidão, a lascívia, o sexo, a forma enérgica de estar em palco. 

Tem sido a pulso, mas muito inteligente, o percurso de Furtado. Com o seu grupo WrayGunn, e a solo, como Tigerman, conquistou inicialmente os melómanos. Depois, aos poucos, foi-se rodeando de cada vez mais público e dando passos certos em alguns mercados externos, conseguindo fazer reverter esse interesse internacional para uma maior visibilidade nacional.

Beneficiou indirectamente de uma conjuntura global onde o rock e a soul, no sentido mais clássico e áspero, voltaram a estar na ordem do dia, mas nunca prescindiu de afirmar a sua personalidade. No sábado, mais uma vez foi isso que se assistiu. 

Apesar de ser um homem de palco, é também alguém que sabe rodear a sua música de imaginário visual. E ao longo da noite foi isso que se viu, uma espécie de sucessão de quadros, onde por vezes esteve só, mas na maior parte das vezes acompanhado, ou por cúmplices de carne e osso, ou por dispositivos de imagens. 

Foi assim que começou, esquio, guitarra em punho, pé no bombo, com a carnal Asia Argento (uma das muitas convidadas vocais do álbum “Femina”) projectada no ecrã em jogo de volúpia rock. Depois seguiram-se mais convidadas, como Rita Redshoes (excelentes, os dois, na tensão que conseguem provocar em “Hey, sister Ray”), Claudia Efe (soltando “god is everywhere, under a woman’s skirt and inside a man’s pants”, perante o gáudio da assistência) ou Lisa Kekaula, imensa em todos os sentidos, fazendo vir abaixo a sala com o seu vozeirão.

Pelo meio, sem nunca perder o sentido de espectáculo, interagiu com a assistência, provocando os que estavam sentados para se levantarem, ou apresentado os convidados com uma vénia. 

“O melhor duo de Lisboa”, foi assim que os Dead Combo foram expostos, para dois dos temas mais tranquilos da noite, contrastando com a entrada em cena do guitarrista Jim Diamond e do baterista Mick Collins (“dois senhores que me influenciaram muito”, disse), para dois temas rock & roll, o segundo, “Girls”, um dos mais excitantes da noite, rivalizando com uma versão desvairada dos Suicide na companhia de Claudia Efe. 

Na ausência de Maria de Medeiros, cantou sozinho “These boots are made for walkin”, mas foi ajudado pelo público de pé, enquanto “Radio & TV blues’ foi dedicado à “merda de televisão e rádio que temos”. Na parte final foram os DJs Ride e Nell Assassin, em gira-discos, que entraram num duelo virtuoso com Furtado na guitarra e João Doce (dos WrayGunn) na bateria. 

No primeiro de dois encores, antes de nova aparição virtual de Argento, entraram em acção os WrayGunn, apresentando dois temas (Go Go Dancer” e um inédito que fará parte do próximo álbum). Mas o final haveria de ser sozinho, interpretando ‘True Love will find you in the end’, original de Daniel Johnston, “uma das canções de amor mais bonitas que conheço’, disse, com o público a bater palmas a compasso, naquele que foi o final perfeito para uma noite de festa para Paulo Furtado e companhia.

 

Via Público



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Letra

 

Lo siento si alguna vez te he herido
y no supe darme cuenta a tiempo
mientras soportabas en silencio
tal vez algún desprecio
tal vez no sirva de nada 
el darme cuenta ahora 
solo importas tu

Coro
siento que en mi vida solo importas tu
entre tanta gente, solo importas tu
hasta el punto que a mi mismo
se me olvida que también existo
solo importas tu 
da igual si tengo todo o nada
solo importas tu
Lo siento si en tu lugar he puesto a otra
era solo parte de este juego
y mientras yo jugaba tu ibas en serio
fui tonto y no lo niego
mis aires de importante
y me doy cuenta ahora
solo importas tu 
Coro
Solo importas tu entre tanta gente 
solo importas tu 
hasta el punto que a mi mismo
se me olvida que también existo
solo importas tu
da igual si tengo todo o nada 
solo importas tu 
solo importas tu 
solo importas tu


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Sábado, 22.01.11

 

 

 

Letra
Son humanas situaciones
los momentos de los dos
la distancia, las pasiones
encontrar una razón,
hoy...como siempre,
estoy pensando en ti....si ya ves

They're just human contradictions 
Feeling happy feeling sad 
These emotional transitions 
All the memories we've had 
Yes, you know it's true 
I just can't stop thinking of you 

No I just can't pretend 
All the time we spent could die 
Wanna feel it again 
All the love we felt then
corazones flechados pero de cada cual
esa es la barrera que hay que derribar
estoy pensando en tí
estoy pensando en mi

Son las cosas de la vida.
van unidas siempre así
Some for worse and some for better 
But through it all we've come so far 
hoy... miro al cielo
con los pies en el suelo, porque...
ser humano es lo que quiero ser
con mis manos yo lo alcanzaré, sí, porque...
What's life without a dream to hold?? 
Take my hand and never let me go 

But it's part of life together 
or what future does it hold?? 
Son las cosas de la vida
nunca me acostumbraré
no lo haré, no lo haré
Yes, you know it's true 
I just can't stop thinking of you 

Esta noche que pasa lenta, rozándome
trato de afrontarla, aferrarla
If our hearts miss a beat 
Or get lost like a ship at sea 
I want to remember, I can never forget 
Can't stop thinking of you 
estoy pensando en tí 
Can't stop thinking of you 
Can't stop


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Sexta-feira, 21.01.11

 

 

Letra
Prometo não falar de amor de gostar e sentir
Portanto não vou rimar com dor um mentir
Joga-se pelo prazer de jogar e até perder
Invadem-se espaços trocam-se beijos sem escolher
Homens temporariamente sós / que cabeças no ar
Não retratos de solidão interior
Não há qualquer tragédia / Mas um vinho a beber
Partidas regressos conquistas a fazer
Tudo anotado numa memória que quer esquecer
Homens sempre sós preferem perder
Homens sempre sós são bolas de ténis no ar
Muito abatidos saltam e acabam por enganar
Homens sempre sós nunca conseguem casar

 



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Quinta-feira, 20.01.11

 

 

Letra
Nada te espanta, nada te encanta
Nada te tomba ou te levanta
Sem passar dentro de ti
Nada te gera, nada te espera
Nao ha outono nem primavera
Sem que o sintas a surgir

Tu és a escala
A mao que embala
Tomas bem conta de ti
Tu és a escala
A mao que embala
Tens um rumo a seguir

E nada te atrasa, nada te arrasa
Nem que no ceu percas uma asa
Vais pegar de novo em ti
Nada te usa, nada te escusa
Mesmo se o mundo inteiro te acusa
So tu sabes pra onde ir

Tu és a escala
A mao que embala
Tomas bem conta de ti
Tu és a escala
A mao que embala
Tens um rumo a seguir eh eh

E nada te esmaga, nada te acaba
Nada te encolhe, nada te alarga
Nada te tenta, nada te inventa
Nada te pesa, nada te aguenta
Nada te falha, nada te empurra
Nada se ri enquanto te esmurra
Nada te esfria, nada te guia
Nada te ofende ou te desvia 
Nada te pára, nada te pára
Nada te pára, nada te pára
Nadaa....
Nada te pára, nada te pára
Nada te pára
Nada..

 

 



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Quarta-feira, 19.01.11

 

 

Letra

 

"leve levemente como quem chama por mim..."

Fundido na bruma no nevoeiro sem fim

Uma ideia brilhante cintila no escuro

Um odor a tensão do medo puro



Salto o muro cuidado com o cão!

Vejo onde ponho o pé iço-me a mão



Encosto ao vidro um anel de brilhantes

É de facaria a fingir diamantes



Salto à janela com muita atenção

Ponho-me à escuta bate-me o coração



Sabem que me escondo na Bellevue?

Ninguém comparece ao meu Rendez-Vous



Porta atrás porta pelo corredor

O foco de luz no último estertor

No espelho um esgar, um sorriso cruel

Atrás da última porta a cama de Dossel



Salto para cima experimento o colchão

Onde era sangue é só solidão



Os meus amigos enterrados no jardim

E agora mais ninguém confia em mim



Era só para brincar ao cinema negro

Os corpos no lago eram de gente no desemprego.

 



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Terça-feira, 18.01.11

 

 

Letra

 

Infelizmente não encontrei a letra desta música

 

 



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Não foi só no aclamado Femina (2009) que Paulo Furtado colaborou com outros músicos, nacionais e estrangeiros, mais ou menos conhecidos. Quem for aos Coliseus, para a semana (dia 21 no Porto, no dia seguinte em Lisboa), terá o privilégio de passar em revista algumas dessas parcerias, numa noite que se adivinha única e recheada de surpresas. Dead Combo, Nell Assassin, DJ Ride, Rita Redshoes, Lisa Kekaula, Mick Collins e Jim Diamond são alguns dos convidados.

Mick (que produziu os dois primeiros álbuns dos White Stripes) e Jim – vocalista dos Dirtbombs e dos Gories – participaram no disco Black Rusty Pussyboat, cujas músicas foram feitas 10 minutos antes da entrada em estúdio, inspiradas por uma garrafa de Macieira. Todo o relato deste feliz encontro, pela voz do Legendary Tigerman, no vídeo abaixo.

 

 

 

 

 

Via BodySpace.net



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Segunda-feira, 17.01.11

 

 

Letra

se te perguntarem por nós, sobre 
que coisa fazemos quando estamos 
juntos, diz a verdade 

que deslocamos os cometas sem 
querer, as estrelas para desenhos e 
a lua garantindo o amor 

diz a verdade sobre a intervenção 
na cósmica escolha dos casais, 
a obrigação de nos obedecer 

não fosse o universo desentender quem 
somos e favorecer a separação ou, 
pior, o não nos havermos conhecido

 

 



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Amy Winehouse continua a fazer das suas. A cantora caiu em palco, desta vez no Brasil.

A cantora durante o seu espectáculo no Recife- aparentemente embriagada - tentou fazer uma pirueta, mas acabou por perdeu o equilíbrio.

Winehouse tem sido alvo de alguma polémica no Brasil: ou por se esquecer das letras ou pelos sinais de embriaguez.

Recorde-se que este não é um caso isolado. Amy Winehouse também caiu em palco durante a sua actuação no Rock in Rio Lisboa, em Maio de 2008. Também nessa altura a cantora estava embriagada.

 

 

 

 



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Domingo, 16.01.11

 

 

Letra
The Blower's Daughter
Damien Rice

And so it is
Just like you said it would be
Life goes easy on me
Most of the time
And so it is
The shorter story
No love, no glory
No hero in her sky

I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes...

And so it is
Just like you said it should be
We'll both forget the breeze
Most of the time
And so it is
The colder water
The blower's daughter
The pupil in denial

I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes...

Did I say that I loathe you?
Did I say that I want to
Leave it all behind?

I can't take my mind off of you
I can't take my mind off you
I can't take my mind off of you
I can't take my mind off you
I can't take my mind off you
I can't take my mind...
My mind... my mind...

'Til I find somebody new


 

 



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Sábado, 15.01.11

 

 

Letra

 

When you were here before
Couldn't look you in the eye
You're just like an angel
Your skin makes me cry
You float like a feather
In a beautiful world
And I wish I was special
You're so fuckin' special

But I'm a creep, I'm a weirdo.
What the hell am I doing here?
I don't belong here

I don't care if it hurts
I want to have control
I want a perfect body
I want a perfect soul
I want you to notice
When I'm not around
You're so fuckin' special
I wish I was special

But I'm a creep, I'm a weirdo.
What the hell am I doing here?
I don't belong here

She's running out again,
She's running out
She's run run run running out

Whatever makes you happy
Whatever you want
You're so fuckin' special
I wish I was special

But I'm a creep, I'm a weirdo,
What the hell am I doing here?
I don't belong here
I don't belong here

 

 



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Sexta-feira, 14.01.11

 

 

Letra

 

quem acorda mais cedo vai vender saúde
e quem vai dormir cedo há-de crescer
o que será de mim que tenho por virtude
ver o sol avisar que vai nascer?

 

Não vou ouvir o que ninguém diz
e vou dormir quando eu quiser

 

grão a grão a galinha vai enchendo o papo
e eu fico a pensar o tempo inteiro
o que será de quem dá tudo por um trapo
ao chegarem os saldos de Janeiro?

 

Não vou seguir o que ninguém diz
e vou vestir o que eu quiser

 

ando sob a chuva porque quero andar
grito porque é moda proibir gritar
eu não sei... eu não sou... mas quando olho para mim
não cheguei... não vou... mas eu estou bem assim

 

se quem semeia ventos colhe tempestades
eu prefiro plantar mil furacões

 

não vou ligar ao que ninguém diz
e vou fazer o que eu quiser

o que eu quiser!

 

 



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Quinta-feira, 13.01.11

 

 

Letra

 

Tocas no rosto enquanto o ar não sai
Inspiro sem medo do acto que vem
Envolvo os pés como mãos
Do toque nasce a nossa ilusão

Desenhas os risos de um novo medo
Que o peito demonstra sem qualquer sossego
Faz tempo que a culpa se foi
Ficámos de pensar só depois
Do erro.

Já pouco nos resta fechar os olhos
Escondemos actos sem qualquer receio ou angustia
Que nos prende a vontade de sentir
O corpo com prazer

Rasgas-me a roupa sem qualquer pudor
Enquanto buscas o ar pela boca
Passeias o teu cheiro no meu corpo
Por entre os braços misturo tudo
Após o prazer ficaremos mudos
Sem saber
Se é por uma noite

Grito teu nome sem saber
Como será o amanhã
Foi um sonho real
Por uma noite.

 

 



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Quarta-feira, 12.01.11

 

 

Letra

 

Ele era um cavalheiro todo ele transpirava elegância
Ela era gata borralheira tivera que limpar a sua infância
Ele velejava no verão e esquiava no inverno
Ela trabalhava ao balcão de um qualquer estabelecimento moderno

Ele gostava de reluzir em si o estilo da capital
Ela já não conseguia distinguir as cores da bandeira nacional
Ele tinha entre os seus títulos uma futura ordem do infante
Ela achava o levantar do dedo mindinho algo deselegante

Mas ele um dia curvou-se a seus pés 4x

Ela passou a ocupar o tempo a descobrir o que era a cultura
E ele confinou-se aos seus aposentos e descobriu a costura
Ela quis saber entender o universo e começou a ler Platão
E ele resolveu perceber o que era a justiça em frente à televisão


A ele de nada lhe valeu a aparência nem a casa do largo do Rato
Porque ela sabia que era Cinderela e enganou-o com um sapato
Ele que um dia fora príncipe agora rendia-se à evidência
Com mulheres que calçam o 40 é melhor revelar prudência

Hoje ele ainda beija seus pés 4x

 

 



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