Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009

 Michelle Thompson e o seu companheiro Andrew, feitos um para o outro

 

Há mulheres que nunca tiveram um orgasmo e as que acreditam que já experimentaram. Muitas outras fariam qualquer coisa para  atingir o clímax da excitação sexual pelo menos de vez em quando. Não é o caso de Michelle Thompson. Segundo o jornal espanhol "El Mundo", a britânica daria tudo para reduzir os 300 orgasmos que tem por dia.

"Todos os homens acabavam cansados de mim" disse recentemente Michelle  a um tablóide britânico, ao qual relatou a sua luta, durante anos, para encontrar o companheiro ideal que acompanhasse a sua pedalada. Que é como quem diz, aquilo que é motivo de alegria também pode ser causa de transtorno.

Excitação sexual permanente

Ao contrário do que se possa imaginar, Michelle não é viciada em sexo. De acordo com os médicos esta mulher é vítima de uma doença rara,  chamada síndrome da excitação sexual permanente. Uma anomalia que faz circular mais sangue nos órgãos sexuais propiciando o clímax e a excitação sexual.

O sofrimento e a busca permanente de um homem que a satisfizesse só terminou quando Michelle passou a andar com o seu vizinho, Andrew, divorciado.

"Quando contei ao Andrew, ele riu-se e disse que acabaria comigo primeiro", relatou Michelle.

Dito e feito. Michelle e Andrew vivem na mesma rua mas em casas distintas e de vez em quando pulam o muro para se entregarem ao deleite. 

Sexo dez vezes por dia

Michelle considera-se hoje uma mulher de sorte. Andrew tem-se mostrado até aqui, um homem à altura da britânica. "Eu poderia fazê-lo durante as 24h do dia, e ele também. Normalmente, sou eu que vou até à casa do Andrew. Fazemos amor pelo menos dez vezes por dia".

Pela sua cama já passaram muitos homens. O primeiro aguentou somente uns meses. Houve outro que conseguiu segurar-se durante cinco. "Quando rompemos, estava exausto, era um homem derrotado", diz Michelle.

Nenhum deles tem qualquer comparação com Andrew, que trabalha numa empresa de limpeza em Nelson , no condado de Lancaster, Reino Unido, onde residem os dois.

Michelle descreve a sua relação com Andrew: "é como se estivesse no céu". A julgar pelo sorriso dois dois na fotografia, Andrew  também pensa assim.

O encontro com Andrew fez disparar a qualidade de vida de Michelle, antes consumida por uma insatisfação contínua e culpabilizada pelo seu transtorno. 

O síndrome de excitação sexual persistente afectou inclusive a sua vida profissional. Michelle foi obrigada a deixar o seu emprego numa fábrica de bolachas porque, segundo o "El Mundo", o ruído das máquinas provocava-lhe orgasmos contínuos".

Via Expresso

 

 



olhar para o mundo às 12:08 | link do post | comentar

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