Sexta-feira, 27 de Abril de 2012

Aqueça a sua vida sexual em sete diasAqueça a sua vida sexual em sete dias

 

O tempo é capaz de esfriar o erotismo de qualquer relação. Por isso, um menu muito picante, com uma semana de duração, é o indicado para que a temperatura volte a subir.

 

“Quando iniciei a minha relação com o Mário, a nossa vida sexual era maravilhosa. Parecia que o desejo nunca acabava e que estávamos sempre disponíveis um para o outro. Com o passar do tempo, e sem que nos apercebêssemos numa primeira fase, os momentos de intimidade tornaram-se cada vez mais espaçados, até que um dia reparei que não fazíamos amor há semanas!”

 

    Da paixão à monotonia

Por certo que muitas de nós nos reconhecemos  na história de Catarina L., 35 anos. Desde o romantismo do boy meets girl até aos imperativos reais do nosso dia-a-dia complicado, o desejo sexual parece ser o primeiro a desaparecer debaixo da avalancha de obrigações e afazeres. Como refere a psicóloga Marta Crawford, “a fase em que um casal se conhece e se apaixona corresponde à de maior actividade sexual: é a altura da descoberta dos corpos um do outro, da paixão, e tudo funciona de forma muito ‘natural’; quando a relação se torna mais estável e o casal passa a viver junto e tem filhos, por vezes passa por uma situação de desinvestimento sexual”.

Ora, a questão é: como reverter o processo? “É preciso alimentar a relação”, salienta a psicóloga. Reservar tempo para a vida a dois, dar espaço e cultivar a intimidade, mostrar disponibilidade para novas experiências são algumas das chaves. Nós reunimo-las num ‘menu’ de sete dias, capaz de varrer a monotonia sexual da sua vida!

 

   SEGUNDA-FEIRA

Próxima paragem: motel

A clandestinidade pode ser muito excitante enquanto motor do desejo sexual. Porém, é muito normal pensar que, quando se trata do companheiro ‘legítimo’, se torna completamente desnecessária. Mas como erotismo é, acima de tudo, muita imaginação e capacidade para fantasiar sobre situações e cenários sensuais, podem, de vez em quando, comportar-se como se fossem amantes e combinarem um encontro amoroso à hora de almoço. Vá ter com ele a um sítio público, onde podem passar despercebidos no meio da multidão (um parque de estacionamento de um centro comercial, por exemplo). Ele estaciona ao seu lado, você entra para o automóvel e vão até um motel. Sim, um daqueles locais especificamente pensados para encontros sexuais. Passam pela portaria e seguem directamente para uma garagem privada, com acesso ao quarto. E aí tem direito a cama redonda, espelhos no tecto e até um varão, caso queira improvisar uma dança (sabia que pode ter lições?). Só têm de apreciar o momento, estimulados pela ideia que todos os minutos estão contados!

Contactos: www.requinte.com.pt; www.dliriusazuis.com; www.habanamotel.com.

 

Dança do varão: Círculo de Dança de Lisboa, R. Adelaide Cabete, 6 – Carnide; tel.: 21 712 06 00; e-mail: info@circulodedancadelisboa.com; www.circulodedancadelisboa.com.

 

TERÇA-FEIRA

     Sessão privada de cinema

Fiquem em casa para um serão caseiro. A diferença é o filme que vai passar no vosso DVD! Para começar, e caso ache o tradicional filme pornográfico ‘muita areia para a sua camioneta’, podem alugar ou comprar um erótico. As nossas sugestões? Bem, desde a clássica série ‘Emanuelle’ ao estético ‘De Olhos Bem Fechados’ ou ao estridente ‘Shortbus’, sem esquecer os revisitados ‘Nove Semanas e Meia’, o ‘Último Tango em Paris’ e ‘O Império dos Sentidos’, as escolhas são muitas.

 

E agora está a pensar: “sim, mas o que é que isso pode fazer pela minha vida sexual”? Bem, muito, ou não houvesse um voyeur dentro de cada um de nós, mesmo que não gostemos de o admitir. Observar o prazer dos outros é uma forma de chegar ao nosso próprio prazer. Por isso, sentem-se bem juntinhos no sofá e carreguem no play. E, quando a vontade chegar, só têm de esquecer o filme...

Contactos: alugue na internet, em www.blueplanetdvd.com.

 

QUARTA-FEIRA

     ‘Amigos’ novos  na cama

Sim, é verdade: não vão sozinhos para a cama. Mas não se tratam de amigos de carne e osso, mas de todos os acessórios que podem ajudar a criar um clima de maior erotismo. Falamos da tradicional venda, das algemas, dos vibradores, das bolinhas chinesas, que se adquirem em sex shops. Bem, não se assuste! Não tem de os levar todos ao mesmo tempo, além de que só o deve fazer caso se sinta confortável e sempre com o pressuposto de que vai experimentar: se não gostar, pára de imediato. E não parta do princípio que os brinquedos sexuais podem substituir a relação física entre si e o seu companheiro – eles constituem mais uma forma de explorar o vosso prazer  – ou que estão associados a qualquer tipo de ‘desvio’ – os estudos comprovam que são as pessoas com relações estáveis que mais recorrem a eles.

  

QUINTA-FEIRA

Tudo… menos isso

Chama-se ‘estimulação sensorial’ e os praticantes do tantra ioga fazem-no como parte do ‘treino’. Como explica a psicóloga Marta Crawford, “são colocadas algumas restrições, como, por exemplo, não existir uma relação coital. Isso dá espaço ao casal para (re)descobrir outras formas de sexua-lidade, como as carícias, os beijos, reforçando a confiança, a liberdade, a sensação de segurança na relação e o desejo sexual, de uma forma harmoniosa, sem pressão, sem medo, sem agressividade”. Esta noite, é isso mesmo que vão fazer: tudo, menos penetração! Lembre-se que o prazer tem que ver com todos os sentidos.

 

   SEXTA-FEIRA

Soltar a língua

Sabia que as palavras têm um enorme potencial erótico? Quantas vezes experimenta o desejo de se libertar e dizer certas ‘coisas’ ao seu parceiro, mas inibe-se, pois tem medo de soar ridícula? Pois bem, este é o dia destinado a falarem ‘mal’. Se está nervosa, aqui ficam algumas dicas:

• Esqueça aquilo que aprendeu. É verdade que na vida quotidiana é feio dizer palavrões, mas na cama essa máxima não se aplica.

• Pratique quando estiver sozinha: imagine-se a ter relações com o seu companheiro. Quais as palavras que a podiam excitar caso as ouvisse? E a ele, o que tem vontade de dizer?

• Comece devagar. Não é do dia para a noite que se vai conseguir libertar por completo, mas agora vai dar os primeiros passos.

• Encontre o tom de voz: pode sussurrar, gritar, falar mais depressa ou mais devagar. O fundamental é que se sinta confortável.

  

SÁBADO

O último dos tabus


 

DOMINGO

Jogo de cama


Os miúdos podem passar o dia em casa dos avós e, como vocês até têm de se deitar cedo porque amanhã é segunda-feira, aproveitem a tarde para fazer um pequeno jogo: chama-se strip poker. As regras são simples: trata-se de uma variação do jogo de póquer só que, em vez de se perder dinheiro, perdem-se peças de roupa. Quando já não há peças de roupa a tirar, quem está a perder tem de executar um ‘castigo’ escolhido por quem está a ganhar… Se quiser, experimente também o Kamasutra Play, um jogo de cartas destinado a dar a conhecer novas e arrojadas posições (E29,95), ou o Paradice, em que há dois dados, um dos quais indica a posição e o outro o local da casa onde a devem ‘executar’ (E4,95).


Via Activa



publicado por olhar para o mundo às 13:53 | link do post | comentar

Sábado, 21 de Abril de 2012

 

Por mais que o homem se esforce para descobrir as zonas erógenas da parceira, somente ela sabe a maneira certa de ser estimulada para atingir o orgasmo. O problema é que muitas mulheres, literalmente, não se tocam, seja por vergonha ou por educação repressora, e é justamente essa falta de conhecimento do próprio corpo que atrapalha na hora do sexo.

 

A mulher que não se estimula, conforme a psicóloga clínica e sexóloga Maria Lúcia Beraldoexplica, se torna refém, incapaz de conduzir a situação para o que lhe for mais favorável.

 

A experiência sexual neste caso acaba sendo muito genitalizada, voltada para a penetração. "Assim, a mulher tende a cometer três enganos: cria expectativas excessivas em torno da penetração, ancora sua satisfação na competência sexual do parceiro e acaba definindo o orgasmo como algo ‘que rola’, o que não é verdade. A mulher deve fazê-lo acontecer", diz.

 

Entre as possíveis consequência dessa falta de autoconhecimento estão a anorgasmia (dificuldade de orgasmo) e a diminuição da excitação pela perda da concentração. "Neste processo, ela poderá ficar impaciente, fingir o orgasmo ou interromper o ato. Com o tempo, a dificuldade de orgasmo pode acarretar na falta de libido, que é outra disfunção sexual", alerta a sexóloga. "As mulheres que não se tocam possivelmente tiveram a relação com o seu corpo e sensualidade inibida, não tocam livremente seus parceiros, não demonstram o seu interesse sexual e não expressam suas fantasias ou ouvem as do outro, independente de querer realizá-las ou não", completa.

 

Uma brincadeira para incentivar o parceiro a encontrar suas zonas erógenas pode ser interessante, mas Dra. Maria Lúcia pensa que a iniciativa tem sua função equivocada quando a mulher confia somente no toque do outro para saber de si. "Ela fica dependente do parceiro. Porém, quando o relacionamento não dá certo, mas a parceira sabe o que gosta e como gosta, poderá ser feliz sexualmente com outra pessoa, pela qual tenha atração, e poderá fazer as coisas que ela sabe que aumentam a sua própria excitação e que potencializam o seu desejo e prazer", garante.

 

O caminho do autoconhecimento, segundo a sexóloga, é a masturbação, principalmente o toque no clitóris, pois é ele quem desencadeia o orgasmo durante a penetração. Há algumas posições de penetração, cujo estímulo é direito, que podem levar ao orgasmo. "A partir da masturbação a mulher descobre como gosta de ser tocada, orienta o parceiro, toca-se usando as mãos dele, sem culpa ou medos", diz.

 

E orienta: a mulher precisa pensar mais em sexo durante o dia e aprender a gostar de sexo e não só do ato. Para isso, deve libertar sua capacidade de sentir prazer a partir dos órgãos do sentido. "Preste mais atenção no gosto das coisas que come, no prazer de tocar coisas com texturas diferentes, em ouvir uma música agradável. É importante aprender a focar, pois isso permite ampliar a resposta dos sentidos. Estes devem ser explorados ao máximo a partir das coisas banais do dia a dia", explica Dra. Maria Lúcia.

 

Se o parceiro não estiver focado apenas no próprio prazer, pode estimular a mulher a se tocar, criando fantasias e situações que possa inserir muito toque antes da penetração. "Ele pode pedir que ela se toque para ele ver! Nem precisa ser direto no clitóris, mas ir aumentando a sensualidade dos toques dela aos poucos", sugere a psicóloga. Se a parceira for muito rígida, o homem pode apontar isso, mas sem fazê-la se sentir culpada ou inferior. Com jeitinho, ele a ajuda a encarar a situação ou a procurar ajuda profissional.

 

Apesar de vários tabus sobre o tema terem caído por terra, Dra. Maria Lúcia afirma que a proporção de mulheres que ainda encontram barreiras para se conhecerem sexualmente não é a mesma das gerações anteriores e que essa inibição persiste porque hoje se superestima o sexo e se subestima a sexualidade. "Se os pais não tiverem como dar conta das questões sexuais de seus filhos, devem rever seus conceitos e sua própria história, mas não se abster ou reprimir excessivamente. A masturbação, por exemplo, é um processo de autodescoberta incrível, mas muitas pessoas ficam confusas em relação a isso", comenta.

 

A sexóloga diz ainda que ao ver uma criança se masturbando, dependendo da idade, o melhor é distraí-la e mudar o foco, para que ela entenda que essa prática é muito pessoal. "O que não se deve é espancar, falar que Deus está vendo, que o anjo da guarda vai embora, que ninguém vai respeitá-la. Isso mina a sensualidade e desperta a culpa, apesar de não aplacar o desejo", diz. "Nós, mulheres, temos que agir para que nossas próximas gerações não continuem reféns de fantasmas que elas já aniquilaram. O prazer que sentimos é o prazer que nos permitimos. Somos no sexo aquilo que somos diante da vida."

 

Via Viladois



publicado por olhar para o mundo às 11:20 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Terça-feira, 10 de Abril de 2012
Kevin SystromKevin Systrom (DR)

É sempre com alguma admiração que lemos as histórias de sucesso dos maiores inovadores do mundo dos computadores e da Internet. Quando ficamos a saber que Bill Gates, Steve Jobs, Mark Zuckerberg, Michael Dell ou Jack Dorsey, criador do Twitter, não chegaram a concluir uma licenciatura, muitos não conseguem sequer evitar um sorriso malandro no canto da boca.

 

Mas agora há um novo tipo na cidade, candidato a um lugar no olimpo dos deuses da tecnologia, e cujo passado desafia a ideia do geniozinho que nasceu para ser um empreendedor de sucesso: chama-se Kevin Systrom e acabou de vender a sua criação, o Instagram – a aplicação para telemóveis de partilha de fotografias com filtros profissionais mais popular do momento – por mil milhões de dólares (764 milhões de euros). Isso mesmo. Mil. Milhões. De dólares. O comprador foi o Facebook, a rede social criada por um desses multimilionários que tinham mais que fazer do que prestar atenção ao que os professores diziam.

Os caminhos de Kevin Systrom, Mark Zuckerberg e Jack Dorsey cruzaram-se em meados da década passada, numa altura em que o Facebook dava os primeiros passos e o Twitter era ainda uma incógnita em 140 caracteres.

Em 2004, um ainda adolescente e ainda estudante universitário Mark Zuckerberg mostrava-se interessado por uma aplicação chamada Photobox, desenvolvida por um outro aluno da Universidade de Stanford chamado Kevin Systrom. "Eu notei que havia um problema: na universidade, muitas pessoas tiravam fotografias e enviavam enormes ficheiros Zip através da rede de correio electrónico de Stanford. Isso não fazia sentido: deveríamos ter um sítio em que toda a gente poderia pôr as suas fotos e descarregar as que quisesse”, recordou Kevin Systrom, em declarações ao site da revista de tecnologia e design Fast Company

Systrom recordou que Zuckerberg foi directo ao assunto: “Quando me encontrei com o Adam [D’Angelo] e o Mark [Zuckerberg], eles perguntaram-me: ‘Nós também estamos a trabalhar numa cena sobre fotografias, não queres falar connosco sobre o Facebook?’”

A ideia parecia aliciante, mas a personalidade mais cautelosa de Kevin Systrom entrou em cena. Hoje em dia, olhando para trás, o novo milionário da tecnologia admite sentir alguma mágoa: “Infelizmente decidi que queria continuar a estudar. É uma daquelas decisões que me fazem olhar para trás. Adorava ter feito parte do crescimento do Facebook, mas eu tinha acabado de conhecer aqueles tipos”.

Depois de ter dado uma nega a Mark Zuckerberg, Systrom foi estagiar três meses para umastartup chamada Odeo, em 2006, onde um jovem chamado Jack Dorsey não deixava de pensar numa forma de pôr meio mundo em contacto através de 140 caracteres – Kevin Systrom acabou por fazer parte do nascimento do Twitter e é mesmo um dos poucos utilizadores que usa o seu nome próprio (@Kevin).

Mas nem o interesse de Zuckerberg, nem o estágio com Dorsey parecem ter feito despertar o jovem empreendedor que havia em Kevin Systrom. Depois da cobiça do Facebook e da passagem pelo Twitter, Systrom trabalharia ainda alguns anos na Google, antes de lançar o Instagram com o brasileiro Mike Krieger, em 2010.

Apesar de tudo – principalmente depois do anúncio da compra da empresa por mil milhões de dólares –, Systrom faz um balanço positivo das escolhas que foi fazendo ao longo da sua vida: “Toda a gente tem uma história sobre o facto de ter tido a oportunidade de trabalhar na empresa X, Y ou Z. Em Stanford, tive a oportunidade de acompanhar muitas inovações e de conhecer algumas das pessoas mais inteligentes, que estavam a desenvolver as coisas mais incríveis. Quando finalmente eu próprio consegui fazer uma dessas coisas, senti que fazia todo o sentido”, cita a Fast Company.

A empresa que desenvolve a aplicação Instagram foi comprada pelo Facebook por mil milhões de dólares (em comparação, a Yahoo pagou 35 milhões de dólares pelo Flickr, em Março de 2005). A notícia foi avançada pelo próprio Mark Zuckerber, na segunda-feira, numa mensagem publicada na sua página. “Estou entusiasmado por partilhar a notícia de que chegámos a acordo para comprar o Instagram e que a sua equipa vai fazer parte do Facebook”, escreveu Zuckerberg. O patrão do Facebook garante que a ideia é desenvolver a aplicação de fotografias como uma aplicação independente e não integrá-la na rede social, mantendo todas as suas características actuais, incluindo a possibilidade de partilha de imagens com outros serviços como o Tumbrl ou o Twitter, por exemplo.

 

Via Público

 



publicado por olhar para o mundo às 20:04 | link do post | comentar

Karanka: “Ninguém duvida de Mourinho”


O treinador adjunto do Real Madrid negou que a equipa esteja ansiosa por ver o rival Barcelona aproximar-se na classificação.


Aitor Karanka voltou a render José Mourinho na função de responder às perguntas dos jornalistas. Esta terça-feira, na antevisão da partida contra o Atlético de Madrid, o treinador adjunto dos “merengues” reforçou a confiança da equipa no trabalho que tem vindo a desenvolver, negando qualquer ansiedade relacionada com a aproximação do Barcelona na tabela.

Quatro pontos separam agora os dois rivais, mas Karanka reiterou a concentração da equipa no objectivo de conquistar o título: “Não sei onde está a ansiedade. Vendo como trabalha a equipa, não há nenhuma intranquilidade nem ansiedade. Estamos muito tranquilos”.

“A equipa técnica está satisfeita com a atitude da equipa, não temos nenhum medo, nem ansiedade nem nada, porque vemos a vontade de ganhar que os jogadores têm”, acrescentou o técnico. “Ninguém duvida de Mourinho”, reforçou.

“Cada vez falta menos [para o final do campeonato] e os pontos são mais importantes”, prosseguiu Karanka, relativamente à vantagem de quatro pontos que o Real Madrid tem agora para o Barcelona. Na última jornada, os “merengues” não foram além do empate (0-0) em casa diante do Valência.

O próximo adversário é o Atlético de Madrid, no “derby” da capital espanhola. “O Atlético está a lutar pelos lugares europeus. Vai ser complicado, mas nós estamos bem, com vontade e são três pontos muito importantes”, concluiu Karanka.

 

Via Público

 



publicado por olhar para o mundo às 20:01 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Segunda-feira, 9 de Abril de 2012

Faça seu próprio vídeo erótico

No grande e delicioso universo erótico, podemos encontrar de tudo, acessórios, livros e os "tradicionais" filmes de sexo explícito, com público cativo a diversas gerações. Quem é que não se motivou para valer com as cenas quentes desses filmes? Enfim, é divertido e excitante.

 

E se você já tinha se imaginado como estrela desse show, agora você pode produzir seu filme apimentado onde quiser e nós damos algumas dicas de quem entende.

 

É importante se preocupar com a iluminação e pense se vai querer mostrar o rosto, e o mais importante, quem terá acesso a esse vídeo e se a produção será exibida na internet. Se seu parceiro realmente for de sua total confiança é outro fator importante.

 

A produtora de vídeos eróticos e ex-BBB Mayara Medeiros esteve na Erotika Fair que aconteceu em março e comentou sobre essas e outras dicas muito importantes. Afinal de contas esse vídeo tem o objetivo de divertir e tornar a sua vida sexual mais divertida. Ele não pode nem deve ser fonte de estresse.

 

Prefira uma meia luz para dar um clima mais sensual às imagens ou ilumine mais o local próximo à câmera. O cenário do sei vídeo erótico caseiro pode ser qualquer cômodo da casa, além do quarto, pode até ser a sala, ou até mesmo uma mesa de escritório. Porém, pense em produzir no capricho, você pode jogar um lenço vermelho ou roxo sobre um abajur e montar seu script e figurino.

 

Abuse do charme e ousadia, e imite uma estrela pornô, assista alguns filmes para se inspirar e se solte. O up na vida afetiva e sexual é garantido. Uma sugestão nossa é copiar uma cena de filme que você tenha gostado. Faça de surpresa, é claro.

 

Seu gato pode ter um papel definido, você que será roteirista, diretora e produtora é que manda. O objetivo é brincar, portanto, não exponha marcas e logotipos de produtos, e preferencialmente, arquive isso fora do computador, num cd, ou num pendrive, ou ainda no seu celular. Prive pela tranqüilidade e segurança.

 

Via Vila Dois



publicado por olhar para o mundo às 23:56 | link do post | comentar

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