A abertura do Mundial de Râguebi pôs frente a frente as espanholas "Conquistadoras" e os "Nude Blacks", equipa neozelandesa que joga única exclusivamente... sem roupa.
Se o facto de uma equipa de râguebi ter como regra jogar sem roupa já é, por si só, curioso, ainda mais o é o facto de terem sido convidados a abrir o Mundial e Râguebi, na Nova Zelândia, frente a uma equipa composta por mulheres... vestidas.
Pela primeira vez na história dos "Nude Blacks" - equipa que joga sempre sem roupa - os jogadores neozelandeses foram vencidos por uma equipa feminina. Pouco intimidadas com a falta de equipamento dos adversários, as "Conquistadoras" venceram a partida amigável por 25-20.
Via Expresso

A pergunta é complexa. Para tentar mais uma vez clarear a dúvida, pesquisadores da Universidade de Queensland (Austrália) e Turku (Finlândia) realizaram uma pesquisa com 10 mil gêmeos e irmãos comuns. Se o orgasmo das mulheres for só um subproduto, eles acham que os mesmos genes estariam envolvidos na sensação em ambos os sexos. Se o resultado com irmãos mostrar que eles são mais parecidos entre si do que não parentes, a característica estudada tem grandes chances estar relacionada aos mesmos genes.
Os pesquisadores tentaram medir o que chamaram de “orgasmabilidade”, que seria a suscetibilidade de sentir um orgasmo. O questionário perguntava aos homens sobre o momento do orgasmo e, à elas, a pergunta era sobre a frequência e facilidade com que tinham a sensação.
Os resultados mostraram que gêmeos idênticos do mesmo sexo tinham mais semelhança do que os não-idênticos do mesmo sexo, o que evidenciaria o papel dos genes e a ideia de que é um subproduto masculino. No entanto, para contrariar essa hipótese, os pesquisadores viram que os gêmeos e irmãos de sexos opostos não tinham semelhanças na “orgasmabilidade”.
Esses resultados sugerem que os genes que influenciam o orgasmo em homens e mulheres são diferentes. A função e o caminho percorridos pelo orgasmo nos dois sexos, também. E a ideia do subproduto estaria errada. Apesar das evidências, quem defende a ideia do subproduto, diz que a pesquisa deveria ter avaliado os critérios em homens e mulheres. O estudo não apresenta nenhum resultado conclusivo, só aprofunda o debate entre pesquisadores. A única certeza é que o orgasmo feminino é ainda uma questão complexa e misteriosa.
Via Revista Galileu

A busca pelo orgasmo vai muito além de encontrar posições de sexo ideais. O relacionamento com o parceiro é peça importante para que se possa cultivar o desejo e, com a excitação no limite, chegar ao clímax.
O sexologista João Luis Borzino, da Clínica Sexualidade e Vida, de São Paulo, explica que o orgasmo é função do desejo e que sim, uma mulher precisa de motivos para desejar.
"Tudo na vida tem mais graça quando apresenta um clímax. O mesmo acontece com um filme, uma novela. Quando falta clímax, perdemos a vontade de ler ou continuar assistindo. O princípio é o mesmo quando se trata de sexo".
E quando o clímax não rola, a culpa é de quem? João Luis explica que a responsabilidade pelo orgasmo é individual e resultado é certo quando há entrega às fantasias. "Ninguém consegue fazer outra pessoa chegar ao orgasmo. É preciso se permitir o desfrute dos momentos de prazer com o outro".
Mas é lógico que há uma enorme confusão quanto ao assunto. "Os homens carregam o orgasmo feminino como um troféu. As mulheres, quando reprimidas, não desfrutam sua sexualidade de maneira absoluta, vivenciando tabus e preconceitos que as impedem de aprender a ter prazer e, assim, atingir ao clímax", explica o médico.

A consultora de sexo Tracey Cox, conhecida aqui no Brasil por apresentar o programa "Inspetores do Sexo", lança o livro "Consultório Sexual" que traz dicas bem picantes para você esquentar a relação de vez.
Para os solteiros, a autora mostra que é possível ter uma vida sexual mais proveitosa e não se prender a antigos paradigmas.
Encontrar o príncipe encantado é o desejo de grande parte das mulheres, no entanto, criar expectativas exageradas sobre os relacionamentos amorosos e sexuais podem trazer frustração. Se você acha que nada está dando certo e decidiu abandonar a procura, não se desespere. Talvez poucos conselhos sejam suficientes para te colocar em campo novamente e, dessa vez, sem errar!
No livro, Tracey lista os erros mais cometidos e ainda ensina como deixar a relação mais prazerosa. Abaixo nós separamos algumas dessas gafes para você não fazer feio na hora H.
Ele
Achar que têm um impulso sexual mais forte que o feminino
Achar que as mulheres querem sexo carinhoso em vez de sexo selvagem
Continuar apegados ao mito de que as mulheres só chegam ao orgasmo com penetração
Achar que as mulheres não são tão sacanas quanto eles
Pensar que todas as mulheres querem pênis enormes
Achar que a parceira vai ficar impressionada se houver muitas trocas de posição durante a transa
Ela
Pensar que os homens estão sempre prontos e que sempre querem fazer sexo
Achar que a transa acabou depois que ele tiver ejaculado
Ficar preocupada demais com o próprio corpo durante a transa
Não perceber que sexo é mais do que só sexo para os homens
Não orientar o parceiro sobre como deve tocar o seu corpo
Reagir com escândalo sempre que ele sugereexperimentar qualquer novidade
Via Vila Dois