Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2011

tudo o que nunca lhe contaram sobre o pénis

Pode ser o melhor amigo do homem - e da mulher - mas ainda há muito que não sabemos sobre ele.

 - Sim, pode partir-se: apesar de não haver nenhum osso no pénis, se ouvir um estalo e um uivo de dor, leve-o já às urgências. Pormenor: acontece mais na masturbação do que numa relação sexual, pelo que raramente a culpa é das mulheres. É que eles até com eles próprios são mais brutos... De qualquer maneira, é sempre melhor ir com calma. Ou enfim. A calma possível.

- Se ele não consegue levantá-lo, isso nem sempre é sinónimo de cansaço ou desinteresse. Pode ser sintoma de um coração a precisar de ajuda. A disfunção erétil também pode ser sinal de outras doenças crónicas como diabetes ou hipertensão.

- Não é um músculo: não pode aumentá-lo com flexões ou pesos. Quando muito, seria uma tortura medieval. Talvez o levasse a confessar muita coisa, mas de certeza que não lhe tornava o pénis num XL. Comprimidos, ampolas e pomadas, idem. Mesmo o tradicional pó de chifre de rinoceronte (pobres rinocerontes!) servirá quando muito para exterminar mais alguns rinocerontes ou para vender gesso em lugar do dito pó. Mais uma vez, o pénis ficará na mesma. A cirurgia parece que funciona, mas mesmo assim é uma pequena diferença, e além disso é caríssimo.

- A melhor maneira de aumentar o tamanho do pénis? Perder barriga...

- Não se pode aumentar o pénis mas pode-se diminuí-lo. Atenção machos fumadores: está provado que o tabaco pode fazer encolher o pénis até 1 cm! A razão é simples de entender: uma ereção é feita de sangue que corre pelas artérias. O tabaco calcifica as artérias, o que faz com que a circulação se faça com mais dificuldade, o que faz com que o sangue chegue mais devagar onde é preciso, ou que faz com que... pronto, já perceberam. Por isso, se morrer novo não o assusta, pode ser que isto o convença a deixar os cigarros...

- Além disso, o grande drama à volta do tamanho parece que não faz sentido nenhum, porque, dizem os especialistas, os pénis, quando eretos, são quase todos... do mesmo tamanho. Quer se seja alto ou baixo, gordo ou magro, enorme ou pequenino, pronto, já perceberam a ideia. O tamanho do pénis não varia tanto de uns homens para outros.

- O que acontece é que há dois tipos de pénis: um parece mais pequeno mas expande quando ereto, outro já é grande e não muda muito com a ereção. Facto nº2: o primeiro tipo é de longe o mais comum.

- Ah, e já agora, de uma vez por todas, não há relação nenhuma entre o tamanho do pénis e o tamanho do nariz, do pé, da mão ou do dedo mindinho! Escusado será dizer que é igualmente inexistente a sua relação com o tamanho do carro, do ego ou da conta bancária.

- É, sim, verdade que muitos deles curvam ligeiramente para a esquerda ou para a direita, o que é normalíssimo. Mas se for mais parecido com a curva do Mónaco, leve-o ao médico.

- A masturbação é saudável porque... mantém o equipamento em bom estado. Pronto. Basicamente é isto.

- O pénis tem vida própria? Quase... Não é tão facilmente controlável como um braço ou uma perna, porque não responde ao mesmo ‘centro de comandos'. De facto, o pénis responde ao sistema nervoso simpático (isto não é uma piada), que também controla, por exemplo, o bater do coração e a circulação do sangue. E o que se passa nesta zona nem sempre é consciente: daí as ereções involuntárias.

- Claro que, como também pode crescer sem o consentimento do dono, também pode encolher sem pedir licença, como num ambiente muito frio (meninas: aquelas cenas tórridas de sexo na piscina ou no mar acontecem mais no cinema que na realidade. A não ser que a piscina seja aquecida e o mar seja em Lagos para aí a 25 de Agosto...). Da mesma maneira, o stress é um poderoso anti-ereção, e tem o mesmo efeito de um duche gelado.

- Então qual é o top 10 dos inimigos da ereção? Em primeiro lugar, a depressão. Curiosamente, muitos dos medicamentos anti-depressão são também anti-ereção... Em segundo, álcool em excesso, em terceiro alguns medicamentos bem como alguns tipos de droga como cocaína, anfetaminas e marijuana. Em quarto, o stresse, em quinto a raiva (leva o sangue a todas as partes do corpo menos a que naquela altura interessa e além disso não é muito romântica), em sexto a ansiedade, em sétimo a obesidade, em oitavo falta de autoestima (só em oitavo? Hmmm....), em nono a falta de libido (sim, a dor de cabeça também lhes calha a eles), em décimo a falta de saúde geral (dah...).

 

Via Activa



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Bancos da Coreia pagam juros mais altos a quem perder peso
 
Na Coreia do Sul, os bancos estão a alancar várias iniciativas para atrair clientes. As propostas vão desde o incentivo para perder calorias, ao incentivo para usar a bicicleta em vez do carro e a acabar com os maus vícios. 
Alguns bancos pagam juros mais altos a quem perder mais peso. Até agora, a conta "fazer exercício para receber taxas de juro mais altas" já atraiu quase 50 mil clientes, desde 2008. Assim, se o cliente perder, por exemplo, mais de 5% do seu peso num ano, ou mantiver a inscrição num ginásio, o banco paga taxas especiais.
Outros bancos apostam em outras iniciativas também mais saudáveis. O Kookmin Bank, do KBFinancial Group, lançou um produto smartphone no qual os clientes podem carregar num ícone de um café ou de um táxi o que lhes permite depositar diretcamente o dinheiro que pouparam, em vez de beberem o café ou de apanharem um táxi
No Woori Bank há um depósito "bicicleta" em que os clientes comprometem-se a usar uma bicicleta nas viagens diárias entre a casa e o trabalho. Uma das vantagens é que o banco oferece seguros gratuitos para as bicicletas.  


publicado por olhar para o mundo às 14:10 | link do post | comentar

Não senhor presidente, não fico. E imagino que muitos homens também não. Afinal creio, e tenho quase a certeza, que muitos homens já conseguem ser minimamente civilizados.

O título, como facilmente devem antever, não é uma citação minha mas sim de Ramzan Kadyrov, presidente da Chechénia, que anunciou recentemente estar à procura da segunda esposa. Aos 34 anos de idade Ramzan Kadyrov governa o país com punho de ferro e segundo diretrizes da lei islâmica. Em declarações ao jornal Komsomolskaya Pravda, Kadyrov diz que procura uma "mulher decente" para a tornar sua segunda esposa, mas que ainda não encontrou uma que seja bonita suficiente (assim, num à parte de brincadeira, faz-me lembrar aquela anedota do homem que submete várias mulheres a testes de inteligência e honestidade para encontrar a perfeita e, no final, acaba por escolher a que tem o peito maior).

 

Poligamia para estimular a taxa de natalidade


No contexto muçulmano a que, infelizmente, já estamos habituados, as declarações de Kadyrov podiam passar despercebidas, contudo, há que relembrar que a poligamia é proibida por lei na Rússia. Nada que não seja facilmente ultrapassado. Alguns políticos russos, como o nacionalista e vice-presidente do Parlamento Vladimir Zhirinovsky, vieram a público pedir que a poligamia seja legalizada por forma a estimular as taxas de natalidade do país (gostava de fazer um comentário sobre isto mas, lamento, estou demasiado chocada).

 

Quando questionado sobre a posição da legítima esposa sobre a poligamia, Kadyrov defende-se alegando que não está a "enganar a mulher", que é "honesto" pois ela sabe que ele tem outra esposa e por isso - dada a extrema honestidade deste homem - a mulher não se incomoda. Pois.

 

A culpa é sempre da mulher, o homem apenas é homem


O rol de declarações contra os direitos das mulheres não se fica por aqui e por este aparente consenso na poligamia. Ramzan Kadyrov descreve as mulheres como propriedade dos seus maridos e que têm como único propósito dar-lhes filhos. Segundo o mesmo, desde que o homem seja capaz de prover as suas mulheres e filhos com casa, comida e boas condições de vida, nada o impede de ter várias famílias em simultâneo.

 

No entanto, para mim, o culminar de todas estas declarações está no título do presente texto. Mais do que colocar a mulher num patamar inferior e desumano, estas mesmas declarações colocam o próprio homem muitos séculos atrás na evolução da civilização.

 

No seguimento da repressão que algumas mulheres têm sofrido por se recusarem a vestir segundo o costume islâmico, Kadyrov diz que não impõe regras mas que as mesmas devem estar alertas quando estiverem insuficientemente vestidas nas ruas da Chechénia: "Os nativos do Cáucaso são homens quentes, se uma mulher está seminua, nós ficamos excitados. Você não fica?"


Não querendo levantar uma guerra religiosa, parece-me que este senhor poderia até dar-se bem com o padre ortodoxo que acha que 

Haja paciência para tanto auto-controlo masculino.

 

Mulheres de minissaia não se devem admirar se forem violadas .

 

Via A vida de Saltos altos



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Cinturones de castidad otra vez?

 

Uno creía que estas cosas ya no existían, o que sólo quedaban circunscritas a prácticas sexuales vinculadas al BDSM o para jugar a ‘Dragones y mazmorras’. Sin embargo, parece que algunas tradiciones se resisten a desaparecer y vuelven por sus fueros, aunque no en su forma tradicional. De hecho, para ser estricto, el ‘post’ de hoy debería haberse titulado ‘ligueros de castidad’, porque en eso consiste el invento del que vamos a hablar, pero al fin y al cabo todo termina en lo mismo y lo del cinturón se entiende más rápido.

 

Cuando hablamos de este instrumento de tortura a todos nos vienen a la cabeza caballeros medievales largándose de excursión a Tierra Santa, mujeres encerradas en una torre, infecciones de caballo y honras intactas. Sin embargo, a pesar de todas las leyendas construidas alrededor de este invento, los cinturones de castidad realmente documentados datan del siglo XIX y están relacionados con la ola de puritanismo que asoló Occidente en aquella época. En alguna ocasión hemos hablado de artilugios creados en la era victoriana destinados a perseguir la masturbación o el erotismo exacerbado. En este sentido, los cinturones no eran más que otro instrumento más destinado a combatir de manera puntual las pulsiones sexuales normales del ser humano. De hecho, un cinturón sólo puede llevarse puesto unas horas, si se quieren evitar infecciones, laceraciones en la piel y otros desmanes. Algunos historiadores aseguran que realmente los cinturones nacieron durante el Renacimiento y los utilizaban algunas mujeres como instrumento de autodefensa para evitar violaciones, cuando tenían que estar en contacto con tropas o durante un viaje. A la hora de la verdad, los únicos ejemplares que han llegado hasta nuestros días no tienen más de 200 años, por lo que todo lo demás no deja de ser mera literatura o fantasía.

 

Llama la atención cómo en pleno siglo XXI todavía hay gente que toma en consideración este tipo de artilugios de castigo para asegurarse la fidelidad de su pareja. Que nadie piense en candados, cerrojos o llaves. Las nuevas tecnologías también sirven para algo en el mundo de la represión sexual. El último grito en este campo consiste en unos ligueros con chip incorporado, llamados ‘Gorgeous garters’. El chip detecta la humedad de la piel y la aceleración del ritmo cardíaco, asociados a cualquier tipo de actividad sexual, y manda un mensaje de texto al teléfono del marido o novio de la presunta infiel, advirtiéndole que se la están pegando. Me pregunto si los ligueros de castidad son tan sensibles que también envían un sms si la persona controlada sube unas escaleras o tiene que pegarse una carrerita para no perder el metro… La liga resulta imposible de quitar si no se envía un mensaje de texto automático, con un código secreto, por lo que cualquier maniobra de distracción resulta inútil. Su precio, según el modelo (seda o encaje), oscila entre los 70 y los 88 €. Los creadores del invento de marras son un matrimonio británico, Edward y Lucinda Halle, que decidieron arreglar sus problemas de alcoba de manera tan pragmática. Por lo visto, en una ocasión, Lucinda le puso los cuernos a Edward y, llena de arrepentimiento, le comentó que lamentaba que no hubiera algo en el mercado que la ayudase a evitar la tentación de acostarse con otro señor. Toma ya. Sea como sea, Edward se tragó el argumento (y la mala leche, supongo) y, junto a su infiel esposa, se puso manos a la obra para remediar el problema. Me imagino que inspirados en las pulseras que colocan a los presos, dieron con la solución patentando esta peculiar liga de castidad. Así está el mundo. Lo más preocupante es que, en la página web, aseguran que la demanda ha sido tal que actualmente tienen las existencias agotadas.  

 

Via Cama redonda



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Domingo, 27 de Fevereiro de 2011

 

Que sexo é bom, todo mundo sabe, mas dizem por aí que pode ficar melhor. Não acredita? Então a gente te fala o que fazer, você faz o teste e conta se era tudo verdade, pode ser?

Segundo alguns sexólogos, o ponto G dos machos é a próstata, mais especificamente a área do períneo. Agora você perguntou: “pe o que?”, não foi? Períneo é um lugar do seu corpo, sabia? É... ele fica entre o ânus e os testículos e é um pequeno ponto macio naquela área sem pêlos. Lembrou dele?

Os nervos que controlam as reações sexuais, como a ereção, o orgasmo e ejaculação, vão todos no sentido da próstata e do períneo. Isso quer dizer que a área é o “centro de comando” para o seu prazer sexual, rapaz!

Dizem os historiadores que, desde sempre, massagear a próstata é uma maneira usada para manter e aumentar a saúde sexual dos homens. E diz o pessoal de sex shop que essa massagem mágica pode causar o orgasmo mais incrível da sua vida, conhecido como "orgasmo dos sonhos" ou "super O".

Como fazer? 


Você tem duas opções: pedir para sua namorada, amiga com vantagens ou seja lá quem faz sexo com você, para massagear a área com os nós dos dedos. Não precisa ter medo, ela não tem que colocar nada dentro de lugar nenhum. Na-da, entendido? Basta massagear a área certa com movimentos circulares e mudando a pressão exercida. Se isso for feito na hora exata do orgasmo, ele deve se estender por algum tempo a mais do que você está acostumado.

Outra opção é brincar sozinho e pra isso você pode usar um pequeno aparelho denominado “G-Men”. Esse grande amigo dos homens foi projetado originalmente para massagear a próstata, aliviar a congestão do fluido e promover a saúde geral do órgão. Mas como tudo pode ter outra utilidade... o aparelho tem sido descrito pelos usuários como responsável por proporcionar orgasmos inacreditáveis. A melhor parte é que não existe risco de o brinquedo escorregar para onde você não quer. 


E então, preparado para testar uma das melhores sensações da sua vida?

 

Via Guia da mulher



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A revista "Time ", citando um especialista em fertilidade, conclui que hoje é o dia perfeito para as mulheres "com um ciclo regular de 28 dias terem um bebé nascido a 11 de novembro de 2011".

 

A data 11-11-11 poderá ser vista como um sinal positivo para os supersticiosos que tentam ter um bebé.

Se também tiver esse desejo mas não acredita na boa fortuna que estes pequenos acasos possam trazer, tenha em conta que hoje é a data ideal se quiser que no futuro o seu filho saiba exatamente o dia em que foi concebido. E quaisquer consequências que daí possam resultar.

Se for supersticioso mas por qualquer razão não gostar do número 1, tenha em conta que para o ano pode sempre contar com nova oportunidade de acertar numa capicua: 12-12-12. Poderá ter o seu filho no dia 12 de dezembro de 2012 (11 dias antes do mito supersticioso do fim do mundo) se o conceber no dia 20 de março de 2011, contando com o mesmo "ciclo regular de 28 dias".

 

Via Expresso



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Ericeira é reserva de Surf

 

World Surfing Reserves anunciou hoje que duas zonas de surf nomeadas - Santa Cruz, no norte da Califórnia e a Ericeira, em Portugal - foram formalmente aprovadas e serão dedicadas como World Surfing Reservas (WSRs). As duas regiões icónicas juntam-se a Malibu, Califórnia, que foi consagrado como a primeira Reserva Mundial de Surf em Outubro de 2010, e Manly Beach, Austrália, que também foi aprovado em 2010 e está agora a aguardar a sua "dedicação" que vai acontecer algures em 2011, como sendo os primeiros locais a receber a prestigiosa designação de Reserva Mundial de Surf (World Surfing Reserve).

A Ericeira é uma meca para o surf português e para surfistas de todas as nacionalidades. A área aprovada consiste em 4 km (2,5 milhas) da costa, quilómetros estes que contêm um grupo altamente concentrado de spots de surf de grande qualidade, vários deles de classe mundial, incluindo Ribeira d'Ilhas e outros.

"A Ericeira é uma costa de surf tão diversa, tem zonas para todos", disse o surfista profissional do WCT Tiago Pires, que cresceu surfando naquele bocado de costa "Há ondas grandes, ondas pequenas, ondas para profissionais e ondas de iniciantes. Eu amo esta área e eu estou contente de vê-la a começar a ter o reconhecimento que merece, bem como uma ferramenta para ajudar a melhor protegê-la."

A zona de Santa Cruz, de cerca de 11 km (7 milhas) da costa estende-se desde Natural Bridges no extremo oeste até Opal Cliffs, a leste de Pleasure Point e é composta por um denso aglomerado de ondas de sonho e está imersa numa enorme tradição de surf. A zona é conhecida pelos pontos icónicos em Steamer Lane e Pleasure Point, ambos pointbreaks para a direita de qualidade mundial.

"Eu não posso pensar num lugar mais digno do que Santa Cruz", disse um dos ícones mais notáveis da cidade, Jack O'Neill, que inventou os fatos de surf para que ele e os seus amigos pudessem navegar nas águas geladas da localidade nos anos 50 e 60. "Tem tantos spots de surf incríveis, uma comunidade de surf maravilhosa e é uma parte lindíssima da costa. A denominação de Reserva Mundial de Surf será uma óptima maneira de ajudar a preservar a área."

A World Surfing Reserves visa designar e proteger as áreas de surf mais importantes e queridas em todo o Mundo em parceria com as comunidades de surf local. Os sítios WSR são nomeados e seleccionados com base em quatro critérios principais: qualidade e consistência das ondas, a importância para a cultura do surf e da história, características ambientais, e apoio da comunidade. Até agora mais de cem sítios de 34 países diferentes foram submetidos à consideração do estatuto WSR.

O dez vezes campeão mundial de surf, Kelly Slater, que no ano passado já tinha apoiado o movimento, também expressou o seu forte apoio a Santa Cruz e Ericeira. "Toda vez que temos uma hipótese de preservar oficialmente uma praia ou um spot de surf específico, eu torço para ele", disse Kelly. " A World Surfing Reserves está a pôr a fasquia muito alta e com um grande alcance, procurando no Mundo o próximo grupo de praias a serem protegidas. Estou ansioso pela designação e protecção futura daquelas praias - tal como muitas outras pessoas".

Para além de seu significado cultural e estético, cada Reserva Mundial de Surf é um encontro de terra e mar seleccionados pela sua natureza única, pelas suas ondas e pelo seu cenário natural. A designação de cada WSR visa a protecção desta zona costeira de ondas e de habitat motivado pelo desenvolvimento inadequado, através de parcerias locais e internacionais que juntam a comunidade em torno da conservação, para melhorar e ditar a administração da área.

Sobre a World Surfing Reserves

World Surfing Reserves (WSR) identifica proactivamente, designa e preserva as ondas, zonas de surf e os seus ambientes circundantes em todo o mundo. WSR é uma iniciativa lançada pela organização Save the Waves Coalition em 2009, em conjunto com o National Surfing Reserves - Australia, e através de parcerias adicionais com a International Surfing Association (ISA) e com a Universidade de Stanford Center for Responsible Travel (CREST).

Para mais informações, consultem www.worldsurfingreserves.org

 

Via Surf Portugal



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El poder de um beso

 

Los besos no son sólo el elemento perfecto para unos preliminares de infarto o una muestra de cariño y afecto entre las personas. Cuando besamos a alguien, sobre todo si lo hacemos de forma apasionada, estamos poniendo en marcha alrededor de treinta músculos faciales distintos, lo que hace que nuestro pulso se acelere de 70 a 140 pulsaciones por minuto. Lo mejor de todo esto es que con un beso apasionado se pueden llegar a consumir hasta 12 calorías.

También tiene un efecto en nuestro físico, concretamenteen las pequeñas arrugas de la cara. La movilización de todos esos músculos provoca que dichas arrugas disminuyan, mejorando nuestro aspecto y estimulando la regeneración de la piel de esa zona. Los besos movilizan secreciones hormonales que funcionan como analgésicos y fortalecen nuestro organismo, lo que se traduce como tener menos probabilidades de caer enfermos y vivir más felices por tener alguien a nuestro lado.

El poder de los besos llega hasta el colesterol según los últimos estudios científicos realizados. Según parece, un beso actúa sobre nuestro organismo disminuyendo los niveles de estrés y de tensiones, dos de los elementos responsables del colesterol alto y los problemas cardiovasculares.

Según el Kamasutra, el labio superior de la mujer es una de las zonas más erógenas de su cuerpo y aconseja al hombre que lo estimule a través de pequeños mordiscos, técnica sexual que también aparece en el Shiatsu, que dice que el masaje de esta zona libera energía sexual y estimula el deseo.

No sólo funcionan los besos apasionados, los más puros y castos también repercuten positivamente en nuestra salud, hasta el beso infantil favorece los sistemas de protección de nuestro cuerpo hacia el estrés. Además los besos liberan endorfinas en el torrente sanguíneo y nos crean una sensación de bienestar y placer.

No sólo estarás demostrando a la otra persona que la quieres, la deseas o la amas, sino que además estarás fortaleciendo tu sistema inmunológico, reduciendo tus niveles de estrés y alargando tu vida.

 

Via Sexualidad



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Sábado, 26 de Fevereiro de 2011

Um dos mitos sobre a terceira idade diz que os idosos ou são assexuados ou, se têm alguma manifestação sexual, são "depravados". A verdade, porém, é que a sexualidade se mantém até ao fim da vida. Mesmo assim, há médicos que nada perguntam e lares que separam casais. O idoso acamado a quem uma auxiliar vai fazer a higiene e tem uma erecção "é uma situação naturalíssima". Por Catarina Gomes

 

Nunca ninguém lhe tinha perguntado isso na vida mas sim, Luísa Abreu, de 65 anos, masturba-se. "Continuo a ter desejo, mais quando aquece o tempo, preciso de me sentir mais despida". Não nega que é difícil arranjar momentos de intimidade estando a viver num lar de idosos, ainda mais a partilhar quarto com outra senhora - os quartos individuais são mais caros - mas lá se consegue.

Se dúvidas houvesse, nos três anos que leva na Casa do Artista, um lar de idosos em Lisboa que alberga profissionais do meio artístico, foi amealhando provas de que não é só ela, de que a sexualidade se mantém activa até ao final da vida, mesmo em situações de extrema debilidade.

Não olhemos para o seu caso, já que está bem de saúde, e teve uma vida que não seguiu as regras do seu tempo, as regras do não-faças-que-parece-mal-o-que-é-que-as-pessoas-vão-dizer. Foi "bailarina ligeira" no Parque Mayer, actriz e deu aulas, foi mãe solteira aos 20 anos, com o único amor da sua vida, nunca casou.

Um dia entrou-lhe no quarto do lar uma auxiliar esbaforida. "A senhora vinha em pânico", descreve Luísa, que gosta de ouvir desabafos e "resolver problemas". A funcionária vinha naquele estado porque tinha entrado num quarto para tratar de um senhor acamado, "que nem come com a mão dele", e encontrou-o a masturbar-se. Luísa conseguiu acalmá-la, explicando-lhe: "É natural, filha". "O desejo foi mais forte do que a fragilidade da doença", conclui.

De outra vez ia a passar numa sala da instituição e ouviu um trecho de diálogo, melhor dizendo, dois trechos de diálogo. Uma insuspeita idosa, com perto de 90 anos, "mal se segura de pé, move-se de andarilho, sofre do coração, tem problemas renais, talvez depressão", desabafava com uma colega. Ainda tinha desejo. "Como é que eu faço aqui?". Do outro lado "não encontrou abertura", só um "ai, que porcarias" e, "coitada", calou-se.

Luísa Abreu não se fez conhecer, mas lamentou aquela senhora. "Poucas pessoas conseguem falar do que sentem, do que lhes vai na alma. Não se fala, é como se não existisse." Mas existe.

Num "lar que não existe"

Luísa Abreu pensa que era importante "sossegar a senhora", dizer-lhe que o que sente é normal, que "é da natureza humana, não está sozinha, é do mundo". Era bom que a sexóloga que conheceu na semana passada nas rodagens de uma série para a RTP não fosse uma personagem de ficção e lhe dissesse a ela e às outras as coisas que diz às idosas também ficcionadas e que até fizeram um clube para discutir sexo mascarado de grupo para discutir tricot e lavores: "Que em qualquer idade temos o direito de fazer sexo".

 

Via Público



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A Tv que temos

 

Via HenriCartoon



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A Google lançou uma nova funcionalidade no motor de pesquisa que permite ajudar os cibernautas a encontrarem receitas de culinária. Veja o vídeo

Denominado Recipe View o motor de busca encontra-se por enquanto apenas disponível nas versões japonesa e norte-americana do Google.

Para acederem às receitas os utilizadores têm de escolher o termo que pretendem pesquisar na caixa de pesquisa do motor de busca e clicar na funcionalidade recipes , que surge na barra lateral.

A lógica é semelhante à dos vários serviços de pesquisa dedicados que surgem nessa mesma barra, onde é possível pesquisar por imagens, notícias ou vídeos sobre um determinado assunto.

Para os adeptos da culinária que pretendam reduzir ainda mais os resultados das buscas, nessa área é ainda possível definir termos como o tempo que demora um determinado prato a cozinhar ou a quantidade de calorias.

 

 

Via Sol

 



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Teaser poderá ter morto prisioneiro em Pinheiro da cruz

 

Na cadeia de Pinheiro da Cruz foi utilizada uma arma taser, que terá atingido um recluso na cabeça

 

Direcção-Geral dos Serviços Prisionais (DGSP) continua a garantir que o episódio, em Setembro do ano passado na cadeia de Paços de Ferreira, em que um recluso foi imobilizado com recurso a uma arma taser, foi a primeira vez que uma pistola com essas características foi usada nas prisões portuguesas. 

No entanto, António Pedro Dores, da Associação contra a Exclusão pelo Desenvolvimento (ACED), garante que a acção dos Grupos de Intervenção dos Serviços Prisionais (GISP) que recorrem àquelas armas não é caso único. Em Outubro, exemplifica, já depois do incidente em Paços de Ferreira, na cadeia de Pinheiro da Cruz "foi utilizada uma arma semelhante, que atingiu um recluso na cabeça" . O detido acabou por morrer e, segundo o sociólogo, "as pessoas que testemunharam a intervenção acreditam que a morte pode estar relacionada com o disparo da taser". O incidente - um motim - acabou ainda com três pessoas em coma e dezenas de feridos, "apesar de a DGSP sempre ter desmentido e garantido que não houve quaisquer feridos". Ao i, a Direcção-Geral garantiu ontem que "todas as intervenções são objecto de relatório escrito" e que no relatório da intervenção, em Outubro do ano passado, no Estabelecimento Prisional de Pinheiro da Cruz, "não consta nenhuma referência" à utilização de armas taser.

Entretanto, a intervenção do GISP de Lisboa na cadeia de Paços de Ferreira, em Setembro, está a ser investigada pela Directoria do Norte da Polícia Judiciária desde "sexta-feira da semana passada", garantiu ao i fonte da PJ. Ou seja, a investigação arrancou antes de as imagens da operação do GISP terem sido tornado públicas. A Procuradoria-Geral da República (PGR) admitiu ontem que, "oportunamente", foi instaurado um inquérito à acção do GISP, pelo Ministério Público de Paços de Ferreira, isto depois de a DGSP ter concluído o inquérito à utilização de meios coercivos por parte do Grupo de Intervenção na cadeia de Paços de Ferreira e determinado o prosseguimento do inquérito "para apuramento de responsabilidade disciplinar" para o Ministério Público, de modo que este apure a "eventual relevância criminal dos factos".



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Los sueños eróticos

Desde simples romances a las escenas más calientes, todo el mundo tiene sueños eróticos, pero muy pocos lo reconocen. Y sin embargo, dicen mucho de nosotros y de nuestra sexualidad. 

 

El sueño se divide en ciclos de aproximadamente 90 minutos, y cada uno comporta uno una fase de sueño lento y paradójico. Es en el transcurso de la última donde aparecen los sueños. Los sueños eróticos forman parte de nuestra intimidad, desde la edad más joven y sobre todo a la adolescencia. La pubertad, propicia a los sueños más picantes, también está relacionada con las primeras emociones amorosas... Se trata, por lo tanto, de un aprendizaje de la sexualidad que se perpetuará a largo de la vida adulta.


¿Para qué sirven? ¿De dónde vienen?


En cuanto al origen de los sueños eróticos, los psicoanalistas son formales: lossueños eróticos no aparecen por casualidad y serían el fruto de deseos vividos durante el día. Por ejemplo, si un hombre te ha impactado durante día, es muy posible que sueñes con abrazos ardientes con él.

Hacer el amor en un sueño muestra que la imaginación de la soñadora está estimulada o, tal como lo analizó Freud, que es capaz de formarse una historia deseada o incluso de satisfacer pulsiones inconscientes. Objeto verdadero de liberación, el sueño erótico permite al individuo cumplir necesidades sexuales pasadas y, por lo tanto, moverse mejor en la vida diaria. 
Lejos de las presiones morales, la soñadora puede mostrar su energía de la líbido y expresar todos sus deseos sexuales, hasta los más extravagantes. ¿Sueñas con ser una comehombres mientras que en realidad mantienes tu honor siendo fiel? ¿O incluso te revuelcas en la fotocopiadora con tu compañero, pero te intimida muchísimo? ¿Y qué? En los sueños, los tabúes, la represión y otros bloqueos no tienen cabida. 
Mejor todavía, los sueños eróticos permiten detectar ciertos bloqueos, e incluso ayudan a liberarlos. Por ejemplo, una joven frígida que sueña a menudo conrelaciones sexuales con orgasmos, podría darse cuenta de su problema y decidir consultar a un especialista para solucionarlo.

 

¿Hay que tener miedo?

 

 

Via EmFemenino


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Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2011
 

Striptease e brincadeiras sexuais. Tudo isto no novo jogo da Wii

 

Longe dos clássicos do Super Mário ou das corridas de carros, o novo jogo da Nintendo Wii propõebrincadeiras sexuais entre casais.
Chama-se "We dare" e é descrito como um "jogo sexy que oferece uma grande variedade de desafios divertidos, inovadores e, por vezes, excêntricos".

Para jogar o utilizador dispõe dos comandos da consola para pequenos jogos que podem envolver striptease ou a simulação do jogo de trincar a maçã.
Apesar de o jogo ser lançado apenas dia 11 de Março, o vídeo promocional já teve mais de 150 mil visualizações no Youtube.
O jogo está indicado para maiores de 12 anos, para muitos considerada uma idade precoce para o tipo de conteúdo. A CBS questiona se o jogo não será "demasiado sexy" para o público alvo.

 

 

 

Via Ionline

 

 



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Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011

Tenho fantasias sexuais e me excito quando penso nelas. Também já sonhei que estava transando com meu namorado e cheguei ao orgasmo. No entanto, quando estamos na cama de verdade, não fico excitada, nem tenho um orgasmo. O que pode estar acontecendo comigo? - Carla Aghengui, São Paulo

 

Nosso estímulo ao sexo passa basicamente por três fases: a do desejo que vem quando pensamos na possibilidade de uma relação sexual, a do o preparo do ambiente e/ou dos acessórios que serão usados, e a de imaginar as fantasias sexuais sobre o ato que será vivenciado.

 

Fantasias sexuais

 

 

 

Geralmente, aprendemos que as fantasias sexuais são secretas e servem apenas para estimular a atividade sexual, sem necessariamente ser essa atividade em si. Falar sobre elas ainda é um tabu social. O que devemos entender é que ela pode, sim, ser utilizada na hora do sexo, ajudando mais facilmente na manutenção do desejo e na chegada ao orgasmo.

 

Uma explicação possível para seu caso seria a de que você não acredita que suas fantasias possam ser vivenciadas junto de seu parceiro. Você já tentou levar para a cama suas fantasias? Existe alguma possibilidade de conversar com seu parceiro sobre suas necessidades? Muitas vezes basta este pedido para que a fantasia passe a fazer parte da vida sexual de vocês, sendo um facilitador do seu orgasmo.

 

Há um livro muito bom sobre isso chamado “No Jardim do Desejo”, dos autores americanos Wendy Maltz e Suzie Boss. A história fala sobre as diversas possibilidades de pensarmos e fantasiarmos sobre nossos desejos sexuais, com o objetivo de buscar e obter o máximo de prazer possível na hora da relação. É uma boa leitura sobre o assunto.

 

Diferentemente do que a sociedade, em geral, nos leva a pensar, a fantasia sexual não é uma espécie de traição a seu parceiro, mas sim uma maneira de nos reconhecermos enquanto mulheres e aprendermos sobre nossas necessidades. Cuide das suas e traga para sua relação a dois. Se acreditar que seu parceiro pode ouvir, conte a ele. Se achar que ele não pode ou não deve ouvir, guarde para você. O que passa e acontece dentro da sua cabeça ninguém poderá controlar, é um mundo apenas seu. Lembre-se que vale a pena ser feliz sexualmente e buscar qualidade de vida sexual junto do seu parceiro.

 

Via Marie Claire



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Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011

Naturismo nas ilhas da Ria Formosa em Faro

 

Ilha Deserta, ponto mais a sul de Portugal Continental e localizado no concelho de Faro, pode ter este verão um espaço destinado à prática de naturismo caso a proposta passe na próxima Assembleia Municipal de Faro.

A proposta para criação de um "espaço destinado à prática de naturismo no concelho de Faro" consta na ordem de trabalhos da Assembleia Municipal (AM) de Faro, marcada para segunda-feira.

A Ilha Deserta, também conhecida por Barreta, é um vasto areal, que tem recebido a Bandeira Azul e apenas acessível de barco, estando cercada pelas águas da Ria Formosa e pelo oceano, sendo a única ilha completamente desabitada do Parque Natural da Ria Formosa.

Em abril do ano passado, os autarcas do Algarve revelaram-se favoráveis ao projeto de lei do partido Os Verdes, que visava aumentar o número de praias de nudismo, dando aos municípios o poder de decisão sobre a criação de espaços para a prática do naturismo.

O Algarve foi a primeira região de Portugal a ganhar uma praia naturista delimitada nos termos da lei, a praia do Barril, na Ilha de Tavira.

Em 2010, Portugal tinha seis praias legalizadas para a prática de naturismo, todas a Sul do Tejo, e um parque de campismo.

 

Via Ionline



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Armando Vara passa à frente no centro de saúde

 

Armando Vara lançou o caos num centro de saúde de Lisboa nesta quinta-feira. O ex-ministro socialista entrou no centro, passou à frente de todos os outros utentes e exigiu a uma médica que lhe passasse um atestado rapidamente porque tinha de apanhar um avião, avança a TVI.

Perante a indignação dos que assistiam a toda a situação, um dos doentes apresentou mesmo uma reclamação no centro. A directora do centro de saúde disse à TVI que o centro não tem culpa do«abuso» de Armando Vara e que a responsabilidade é toda do próprio que irrompeu pelo consultório da médica sem respeitar os restantes doentes.

«O senhor Armando Vara entrou aí como qualquer utente e passou à frente de toda a gente. Entrou no gabinete da médica sem avisar e sem que a médica percebesse que não estava na sua vez. Foi uma situação de abuso absolutamente inconfundível», respondeu à TVI a directora, Manuela Peleteiro.

 

Via Sol



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Terça-feira, 22 de Fevereiro de 2011

Swing, um excitante segredo partilhado por cada vez mais casais

 

Leonor e Francisco têm um segredo que os «uniu ainda mais»: trocam de casal em festas organizadas pela comunidade swinger, nas quais se faz (muito) sexo, mas também «grandes amizades».

Ela tem 24 anos e ele 28. A viverem juntos há dois anos, chegaram a esta prática «por curiosidade». Começaram por ir ver as festas, onde encontraram «gente bem disposta a divertir-se» e «sem tabus».

Os locais são secretos e só os membros da comunidade os conhecem. Em Lisboa, Porto e Coimbra há meia dúzia de discotecas que só funcionam para a comunidade swinger e apenas abrem as portas para estes encontros, normalmente temáticos.

Estas festas, garantem, têm em comum com todas as outras da noite portuguesa a música, o bar, as luzes. Mas distinguem-se pela existência de um privado onde se pode trocar de parceiro sexual.

A troca não é, contudo, fácil. Todos - os quatro - têm de estar de acordo. Se o homem vê uma mulher que lhe agrada, mas não à sua parceira, nada feito. E é este acordo implícito que, diz quem pratica, garante a «fidelidade» aos princípios do swing.

Se o espaço é semelhante ao das outras discotecas, as pessoas são substancialmente diferentes: «Elas vão mais despidas, os homens com roupas mais explícitas», disse Francisco.

Muito corpo e roupa interior provocante à vista e uma atitude descontraída e «muito sensual» marcam a diferença. Postura que obriga a um cuidado permanente com o corpo e não permite desleixos.

Como explica Leonor, as mulheres normalmente cuidam-se para o Verão: «Nós estamos sempre bem tratadas».

Os homens também têm atitudes proibidas: «É normal ao fim de uns anos de casados, os homens ganharem barriga e desleixarem-se. Aqui não há espaço para isso».

Francisco enumera ainda outra diferença: «Nas outras festas [nãoswingestá toda a gente com vontade de partir a louça, mas não o faz. Nós fazemos o que queremos, porque o queremos».

Os mais novos fazem mais o que querem e com quem querem, pois têm mais opção. «Uma pessoa com 50 anos não tem tanta escolha», adiantou.

E são cada vez mais novos os swingers portugueses: a maior parte dos 3.000 casais registados no site que se apresenta como «o mais activo e em mais rápido crescimento da Península Ibérica»tem entre 22 e 35 anos.

A internet é, aliás, a principal porta de acesso a este mundo e é através dela que, segundo um dos administradores do site, os casais são «certificados».

O objectivo desta «certificação» é garantir, nomeadamente, que os casais são quem dizem que são, o que «é possível, graças ao recurso a webcams e outros instrumentos».

Tudo isto para garantir a «privacidade» por que anseiam osswingers portugueses, que se destacam dos de outras nacionalidades pela discrição.

«Portugal é o país mais interessante para o swing», disse o administrador, que solicitou anonimato.

Este responsável sublinha que os swingers portugueses buscam o bom das festas, mas essencialmente o equilíbrio numa vida stressante.

«Estamos enfiados um dia inteiro no escritório, com grandes responsabilidades, mas durante o tempo que estamos nas festas de swing não pensamos em mais nada».

Leonor e Francisco garantem que não é só o sexo o motor que busca estes casais, mas reconhecem que a maioria troca de parceiro nas festas e é sobre esse tema que comunica na internet:«Fazem-se grandes amigos».

 

Via Sol

 



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Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2011

 

historiador refere a relação entre a rainha D. Amélia e a condessa de Figueiró

Mulheres que amaram mulheres em Portugal ao longo dos séculos. "Filhas de Safo" é um trabalho do historiador Paulo Drumond Braga que sistematiza a memoria do lesbianismo em Portugal até ao início do século XX.As mulheres que amaram mulheres em Portugal, ao longo dos séculos. Filhas de Safo é um trabalho do historiador Paulo Drumond Braga que sistematiza a memória do lesbianismo no país até ao início do século XX. Uma viagem pelos arquivos e pela literatura portuguesa.

 

 

A abordagem é historiográfica e resulta de anos de investigações. Filhas de Safo Uma História da Homossexualidade Feminina em Portugal, de Paulo Drumond Braga, é isso mesmo: um ensaio sobre a história de relações sexuais e afectivas entre mulheres, em Portugal, desde a Idade Média até ao início do século XX.

Editado pela Texto Editores, este livro sistematiza com rigor histórico as referências, que permaneceram até hoje, sobre mulheres que amaram e desejaram mulheres ao longo da História de Portugal. E cuja memória ficou na literatura ou nos arquivos, da Inquisição e das autoridades civis, quer sejam policiais ou médicas.

O cuidado académico que Drumond Braga põe neste ensaio não o densifica nem o torna chato. Pelo contrário, o livro lê-se com facilidade e está apresentado de forma atraente, embora sem facilitismos. Simplificações apenas uma e logo de início explicada pelo autor. Decidiu fugir a polémicas "pura e simplesmente estéreis, como o de saber se se incorre ou não em anacronismo ao utilizar termos como homossexualidade ou lesbianismo, uma vez que este só surgiu no século XVI e aquele em Oitocentos". E não esconde que o faz para chegar mais directamente ao leitor comum, ou seja, "por comodidade de linguagem" (p. 12).

Punir a homossexualidade

Escrito ao longo do último ano, o livro beneficia de um largo espólio de documentos com os quais Drumond Braga se foi deparando ao longo de outras investigações que fez até hoje. Os primeiros documentos encontrou-os a propósito da sua tese de doutoramento sobre a Inquisição nos Açores, explicou ao P2.

É esse importante acervo que este investigador divulga. A começar pelos mais antigos registos sobre relatos de lesbianismo em Portugal, nas medievais cantigas de "escarnho e maldizer". Nesse contexto, lembra Afonso Eanes de Cotom, que escreveu sobre Maria Mateus: "Mari" Mateu, Mari" Mateu,// tan desejosa ch" és de cono com" eu!" (p. 23). 

Ou já no século XV no Cancioneiro Geral de Garcia de Resende, em que um poema fala sobre uma dama de honor acusada de beijar D. Guiomar de Castro, filha do primeiro conde de Monsanto (p. 27).

Mas o livro de Drumond Braga não é um inventário de mulheres que tiveram relações com mulheres, é sim uma obra historicamente contextualizada que lembra passos fulcrais na história da sexualidade europeia. Assim, o autor frisa que "nos finais do Império Romano, sob o impacto do cristianismo triunfante, tudo mudou em matéria sexual. A finalidade única da actividade sexual passou a ser a perpetuação da espécie. Para além disso, terminou a dicotomia activo-passivo, introduzindo-se uma outra, masculino-feminino" (p. 19). E prossegue: "Em 342 foram proibidos os casamentos entre pessoas do mesmo sexo e em 533 a pena de morte foi pela primeira vez prescrita no Ocidente, pelo imperador cristão Justiniano, para contactos homossexuais masculinos. No século VII, penas de grande severidade foram igualmente impostas na Península Ibérica visigótica." (pp. 19/20)

 

Via Público



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Já passaram alguns anos. Mas há um momento específico que ficará para sempre gravado na memória de Diana Cruz. Num certo verão, quando chegou à praia onde toda a vida passara férias, à medida que caminhava em direção ao mar, ouviu à sua passagem: "Olha, agora esta é fufa!"

Hoje, ao lembrar-se desse sussurro sem a violência que foi ouvir aquilo, dito daquela maneira, no momento em que acabara de se apaixonar, pode até recordar a cena e dizer a frase como se nada fosse. Mas quando as palavras lhe saem da boca passa-lhe subitamente um brilho cortante pelos olhos claros.

"O que me custou mais", diz Diana enquanto vai dando pequeninos golos no chá de jasmim, "foi perceber como era difícil eu própria aceitar. O confronto com os outros foi terrível." Faz uma pausa e enumera: os amigos que deixaram de a convidar, os comentários de uns, a comiseração de outros que a olhavam como se estivesse doente, a irmã que deixou de lhe falar...

"Mas o confronto mais duro foi comigo própria. Estava convencida de que era uma pessoa absolutamente liberal. De repente, percebi que tinha imensos preconceitos e dava muita importância ao olhar dos outros. Não me julgava tão fraca. E isso entristeceu-me."

Paixão avassaladora

 

O que aconteceu a Diana, quase à beira dos 40, foi isto: "Reparava nela quando nos cruzávamos no corredor. Nessa altura, ainda estava casada. Lembro-me de a ver no supermercado e de ter ficado a pensar. Talvez fosse o ar, uma certa androginia que me atraía inexplicavelmente. Um dia aconteceu. Ao princípio, achei que seria uma experiência, só por curiosidade. Na minha cabeça, uma relação com uma mulher não era uma equação, estava totalmente fora do meu universo. Mas depois apaixonei-me. E foi tão avassalador que não tive hipótese de fugir."

Poderíamos dizer que o mundo desabou, mas não foi exatamente esse o caso. Porque o mundo não desaba assim, apenas recomeça de um modo diferente: "As pessoas perguntavam-me: 'O que é que te aconteceu? Sempre gostaste de mulheres e tinhas medo de assumir?' Exigiam-me definições, ninguém gosta da ambiguidade. E eu também me interrogava: 'Será que andei estes anos todos a fugir?' Depois percebi que não. Os homens não deixaram de me interessar. Tenho a nostalgia da masculinidade, ainda hoje quando chego a um sítio a minha atenção vai para os homens. Mas também passei a ter mais consciência da presença das mulheres. Não sei se voltarei a ter uma relação assim com outra mulher, mas também não sei se conseguirei voltar a estar com um homem com a displicência e a naturalidade com que estava. Nesta relação fui a sítios emocionais a que nunca tinha ido e se passarmos ao plano físico posso dizer, sem vacilar, que foi a minha relação mais libertadora e mais plena. Não me arrependo um segundo."

Ainda é cedo, Diana acabou de largar os filhos na escola, os seus gémeos de 7 anos. Daqui a pouco terá de ir trabalhar. É publicitária, anda atordoada de trabalho e, esta manhã, ao sentar-se à mesa com uma estranha para lhe contar uma parte da sua vida, tão íntima, dá-se conta da dimensão do desabafo: "O que me custa mais é pensar que a minha felicidade pode custar o sofrimento dos meus filhos. Ainda são pequenos, não percebem, pensam que é uma amiga como tantas outras, mas e depois? Gostava de pensar que um dia terei a coragem de ter uma vida em família com esta mulher. Mas ainda há um longo caminho a percorrer..."

Ser ou não ser, eis a questão

 

Luís Antunes diz ao telefone que o seu testemunho talvez possa interessar: "Toda a vida me senti homossexual. Mas há dois anos apaixonei-me por uma mulher e casei", explicou. Aparece ao encontro depois de ter passado a noite inteira no hospital. É enfermeiro, tem 26 anos. "Eu próprio fique muito surpreendido quando percebi que era bissexual." Porquê a surpresa? "Desde pequeno, toda a aproximação amorosa foi com rapazes: os jogos, os contactos, os primeiros beijos..." Aos 16 anos, o primeiro namoro. E um dia, à hora do jantar, com a família toda reunida, disse: "Tenho uma coisa para vos contar." Pensou que seria simples, que iriam aceitar, "fui muito ingénuo", recorda. "O meu pai negou, as minhas irmãs reagiram mal, a minha mãe não disse nada, mas acabou por fazer um grande esforço para aceitar. Sempre pensou que tinha sido uma falha na educação."

Quando o namoro acabou, já na Faculdade, Luís percebeu que começava a sentir-se atraído por uma das suas amigas do curso. Parecia-lhe que ela sentia o mesmo, e aquilo perturbou-o. "Não sabia se conseguiria relacionar-me a nível sexual." Contou-lhe: "Não me sentia bem em avançar sem dizer nada. Durante umas semanas, isso baralhou tudo. Depois confessei-lhe que estava apaixonado e começámos a sair juntos." Ao princípio foi difícil. A dúvida se seria ou não capaz de corresponder como homem na intimidade com uma mulher mantinha-se. Depois foi acontecendo e acabou por não ser tão linear. "Eu já tinha feito um percurso com um homem e construído toda a minha identidade sexual nesse percurso e na idade adulta fui confrontado com a heterossexualidade. O corpo feminino era-me estranho e tive de redescobrir a minha sexualidade como se fosse a primeira vez."

Também estranhou a visibilidade que agora este namoro podia ter. Sem segredos nem proibições: "Ao princípio, até andar na rua de mão dada me fazia confusão. Não estava habituado a poder ter demonstrações de afeto no espaço público e a namorar às claras sem constrangimentos. Ao comparar as duas situações, percebi quão injusto é para um casal homossexual não poder relacionar-se do mesmo modo. Achei chocante. Se tivesse continuado com aquele namoro, ter-me-ia casado com ele, agora é permitido." E, antes de se ir embora, diz sem hesitar: "Não procurei a normalidade. Aconteceu normalmente. Não passei de homo a hetero. Simplesmente encontrei o meu lugar da bissexualidade."

"Só há poucos anos é que a bissexualidade começou a ser encarada como uma orientação sexual e não como uma zona de transição", explica Joana Almeida, psicóloga na ILGA. "Por isso mesmo, sofria de dupla discriminação entre homo e heterossexuais, por ser considerada uma forma de não se conseguir assumir o lado homossexual. O mais difícil de aceitar é a indefinição. Ninguém gosta da ambiguidade." Também Pedro Frazão, psicólogo clínico, especializado em questões de género, concorda que, entre todas as orientações sexuais, a bissexualidade é a mais difícil de definir. "Na comunidade académica e científica era entendida como uma imaturidade. A partir do Relatório Kinsey publicados entre 1948 e 1953, a nossa sexualidade começou a ser observada como um mapa que se vai construindo e delineando ao logo da vida, sobretudo no percurso das mulheres", afirma o psicólogo. "É um dado que a sexualidade feminina é mais complexa, e nas mulheres a orientação sexual decorre com maior fluidez do que nos homens."

É in ser 'bi'?

 

Podemos interrogar se a bissexualidade está na moda como tendência entre a população mais jovem, por exemplo, que, livre de preconceitos, é seduzida pela ideia da experiência? "Penso que não", diz Pedro Frazão. "O que acontece é que, em Portugal, a discussão sobre as questões de género têm vindo a conquistar cada vez mais espaço na discussão política. Neste sentido, todas as questões relacionadas com a orientação sexual ganharam visibilidade, o que permite às pessoas sentirem-se mais livres para assumirem as suas escolhas. Não é uma questão de moda."

"A androgenia é uma tendência. A bissexualidade está na moda e vende", diz Alexandra Santos, 24 anos, voluntária na rede ex aequo, a associação de jovens lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros (LGBT). Ela trabalha no Projeto Educação da rede e percorre as escolas do país a debater identidade de género: "A orientação sexual é um tema que se discute muito durante a adolescência, e a bissexualidade tem o apelo de ser interessante: sugere mente aberta, capacidade de experimentar... Mas, para além deste aspeto mais superficial, muita gente tem dúvidas sobre a sua identidade, e a bissexualidade é a caixinha da confusão. Mas não basta ter uma experiência homossexual para se ser 'bi'."

Apesar da tendência e da confusão, Alexandra Santos, assistente social, sabe o que sente. Afirma sem vacilar: "Não traio, não sou promíscua, tenho relações duradouras. Gosto de homens e de mulheres em igual percentagem." Soube que a atraíam ambos os sexos quando entrou na Faculdade e começou a perceber "que aqueles sentimentos giros que sentia pelas minhas amigas não eram só amizade". Aí, sim, a confusão instalou-se. Nada tinha ainda acontecido e já ela desesperava. "Ai, ai, o que vai ser da minha vida? Porque todos desejamos a normalidade. Assusta muito perceber que nem sempre é assim", conta Alexandra, agora descontraidamente sentada num café do Chiado. "Depois de me questionar se não seria só uma fase, fiz uma viagem à Bélgica para participar num programa entre jovens europeus, conheci uma rapariga e percebemos que tínhamos muita coisa em comum. Principalmente a nossa fé. Quando voltei, continuámos a falar no Messenger e combinámos encontrarmo-nos. Namorámos alguns meses entre cá e lá e depois terminou."

Foi nessa altura que se aproximou da rede ex aequo. Queria encontrar outras pessoas que sentissem coisas semelhantes e perceber que identidade era aquela. A questão do pecado preocupava-a. Um dia ouviu esta frase de uma crente: "Deus manifesta-se em cada um de nós quando estamos bem e fazemos bem aos outros." Sentiu que poderia ter essa força e arriscou clarificar. Em casa, começou a espalhar discretamente as revistas distribuídas pela rede LGBT até a mãe perguntar: "Aquelas revistas que trazes cá para casa são o quê?" Alexandra falou na ex aequo e explicou o projeto: "E o teu pai sabe disso?" Nessa noite, ao jantar, com as três irmãs e o pai já sentados à mesa, a mãe voltou à carga: "Tu és alguma dessas coisas?" Ela disse: "Tanto poderia casar com um homem como com uma mulher." A mãe ainda tentou dar um ar de normalidade: "Se fosses homossexual, eu aceitava." O pai disse logo que não aceitava e uma das irmãs perguntou-lhe: "O que é que te deu para dizeres uma coisa dessas aos pais?" Alexandra encolheu os ombros: "Porque é verdade."

Hoje acredita que para a sua família seria menos complicado se ela fosse homossexual. Pelo menos, seria uma coisa só. Agora aquilo assim... "Como é que se consegue gostar de homens e de mulheres ao mesmo tempo? Lá está, a questão da promiscuidade. Mas eu sou monogâmica e não tenho namorados e namoradas em simultâneo." Tenta explicar que cada sexo tem as suas diferenças, e ela gosta dessas diferenças. "Sinto-me atraída por pessoas e não por géneros", diz Alexandra. Depois dá conta da frase e desata a rir: "Este é o verdadeiro cliché dos 'cotonetes', não é?"

Pedro Frazão, o psicólogo, esclarece: "Esse é precisamente o discurso da bissexualidade. Interessa é o que se sente por determinada pessoa, independentemente do sexo. Como há uma maior abertura em relação à homossexualidade, essa abertura reflete-se, naturalmente, nos jovens, e observo que cada vez os discursos são menos estanques em relação aos rótulos identitários. Nestas faixas etárias tem-se, naturalmente, menor dificuldade em definir atrações e experiências e há uma noção cada vez mais clara de que todos os percursos são diferentes."

Os pomossexuais. "Já ouviu falar em pomossexualidade?", pergunta Ruben. Espreitamos a Wikipédia: "Pomossexual é um neologismo que descreve pessoas que evitam rótulos restritos como hetero, homo ou bissexual."

Ruben Santos, Raquel Bravo, Marta Cardoso: 19, 17 e 20 anos, respetivamente. São estudantes associativos e muito empenhados em causas cívicas. Ruben e Marta conheceram-se na Associação do Liceu Padre António Vieira. Raquel é animadora de teatro comunitário e amiga de Marta. Os três afirmam perentoriamente que não gostam de definições: "Os rótulos são muito limitadores. Acredito que, ao longo da vida, qualquer pessoa pode sentir emoções pelo sexo de que é suposto gostar e pelo que é suposto não gostar. Não conheço ninguém da minha idade que não sinta essa atração", conta Marta, referindo o seu interesse por raparigas e a maneira como gosta de viver cada uma das suas relações. Por agora está menos interessada no género masculino. Mas, aos 18 anos, ainda nada precisa de ser definitivo.

Também Raquel Bravo tem dificuldade em usar claramente uma palavra que a classifique: "Sei o que não sou", diz, tentando clarificar. "Não sou hetero, nem homo. Durante cinco anos tive um namoro fortíssimo com um rapaz que morreu e depois a minha relação com os homens mudou. Era como se estivesse a traí-lo. Quando entrei no meio artístico, tive as minhas primeiras relações lésbicas", conta Raquel descontraidamente: "Não quero casos. Quero definitivamente estar com alguém que seja minha e eu dela. Não sei se será um homem ou uma mulher, também não me preocupa. Gostar é simplesmente gostar."

Ruben Santos, o rapaz que também não sabe se é ou não homossexual, tem a teoria de que todas as pessoas, se pudessem, seriam 'bi' e acredita que só não são por uma questão de educação. "Como é que uma pessoa pode dizer sim ou sopas se não experimentou?", interroga. "Se temos várias opções, porquê aceitar uma só?" Excluir, logo à partida, a possibilidade de atração por pessoas do mesmo sexo pode ser uma construção. "Para um rapaz, custa muito aceitar. Cheguei a ter nojo de mim. Fazia-me confusão a ideia de uma relação estável ou de envelhecer ao lado de um homem. Agora, embora ainda sinta algum medo desse quotidiano, já não penso tanto nisso."

Marta, que em breve irá para a universidade e tem ideias muito próprias sobre o amor, conta que nunca se sentiu excluída ou posta de lado quando está com uma rapariga. Os amigos todos sabem e aceitam. Afirma que na sua geração é normal nos liceus os casais homo andarem abraçados: "Ninguém liga. Nem os professores."

Ruben, apesar das dúvidas, por agora não lhe interessa pensar em escolhas. Neste momento, namora com um rapaz. Mas sabe que quer ter filhos seus. E não é só isso: "Gosto do masculino e do feminino. De proteger e de me sentir protegido quando me deito num abraço", reflete.

"A bissexualidade é a zona invisível", diz Joana, a terapeuta. "A ânsia de sabermos o que somos, de nos definirmos, tem a ver com a eterna necessidade de tentarmos perceber porque nos apaixonamos por A ou por B. Nunca sabemos porque nos apaixonamos, e mesmo para a ciência continua a ser um grande mistério."

(Nota - Diana Cruz, Luís Antunes e Marta Cardoso são nomes fictícios.)

Publicado na Revista Única de 29 de Janeiro de 2011

 

Via Expresso



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Domingo, 20 de Fevereiro de 2011

 

 

Letra
Dès les premières lueurs
Oh je sombre

Il me parait bien loin l'été
Je n'l'ai pas oublié
Mais j'ai perdu la raison
Et le temps peut bien s'arrêter
Peut bien me confisquer
Toute notion de saison

Dès les premières lueures d'Octobre
En tout bien tout honneur
Oh je sombre

Je sens comme une odeur de lis
Mes muscles se retissent
Et j'attends la floraison
Mais qu'a-t-il pu bien arriver
Entre septembre et mai
J'en ai oublié mon nom

Dès les premières lueurs d'Octobre
En tout bien tout honneur

Oh je sombre

Oh le temps a tourné je compte les pousses 
Des autres fleurs de saison

Je ne sortirai pas encore de la mousse
Pas plus qu'une autre fleur de saison

Pas plus qu'une autre fleur de saison
Ouuu-oouu-ouu-ouu(x4)

Il me parai bien loin l'été
Mes feuilles désséchées 
Ne font plus la connection
Mais qu'a t il pu bien arriver 
Entre septembre et mai
Je n'fais plus la distinction

Dès les premières lueurs d'Octobre
En tout bien tout honeur
Oh je sombre

Oh le temps a tourné je compte les pousses
Des autres fleurs de saison

Je ne sortirai pas encore de la mousse
Pas plus qu'une autre fleur de saison

Pas plus qu'une autre fleur de saison
Oouu-ouu-ouu-ouu
Pas plus qu'une autre fleur de saison ouu-ouu-ouu-ouu
Aaaaaaaaaaaa-aaa
Ouu-ouuuu-aaaaaaaaaa

Dès les premières lueurs
Oh je sombre

 

 



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Sábado, 19 de Fevereiro de 2011

- Posição de Andrômaca

 



COMO FAZER: seu parceiro deve se deitar de costas no chão ou na cama e você se sentar sobre ele – de frente – oferecendo-se para a penetração. 
POR QUE AJUDA A ATINGIR O ORGASMO ?
Por ficar por cima, a mulher pode, além de liberar as fantasias femininas de dominação, conduzir todo o ritmo da transa, impondo a velocidade e os movimentos (que podem ser em círculos ou lateralmente) que mais facilitem a intensidade do seu prazer. As sensações podem ser manipuladas de acordo com o que for conveniente, aumentando ou diminuindo a profundidade da penetração. Os músculos da vagina podem ser conduzidos ao orgasmo através do movimento de pompoarismo.
Como nesta posição as mãos fi cam livres, se preferir a mulher pode se masturbar ou pedir que o companheiro a estimule acariciando os seu seios e o clitóris. Este ângulo também é um dos favoritos para estimular o ponto G. 

- A colher (de ladinho)

 



COMO FAZER: o casal deita-se lado a lado com a mulher de costas para o homem. Ele afasta suas pernas e a penetra por trás. 
POR QUE AJUDA A ATINGIR O ORGASMO ?
Os movimentos devem ser suaves e coordenados e a penetração, lenta e profunda. Um dos pontos altos é que favorece as carícias, que podem variar entre os seios, barriga e, finalmente, o clitóris. Além disso, o homem pode aumentar o erotismo beijando a mulher na nuca e atrás da orelha. O ângulo da penetração garante a fricção contínua do clitóris, além de permitir que ela mesma se masturbe durante a penetração. Para o homem, as sensações também são intensas já que as pernas juntas da mulher permitem que a compressão do pênis seja maior e mais prazerosa.

- Posição da bigorna

 



COMO FAZER: com as pernas levantadas, a mulher é penetrada e o parceiro, em seguida, as coloca esticadas sobre os seus ombros. 
POR QUE AJUDA A ATINGIR O ORGASMO
Para esta posição, é muito importante que a mulher esteja completamente lubrifi cada antes que seu parceiro a penetre, caso contrário pode ser um pouco incômodo. A vantagem é que proporciona uma excitação absoluta para o casal. O homem pode variar seus movimentos até atingir a penetração completa. O fato de o contato genital se intensificar, pois os testículos golpeiam suavemente os glúteos da mulher e o clitóris pode ser pressionado pelo corpo do homem, a posição promove recursos sufi ciente para que seja possível atingir o orgasmo.

- Posição de lótus

 



COMO FAZER: o homem se senta com as pernas cruzadas (ou esticadas) e a mulher se senta sobre seu pênis de frente para ele.
POR QUE AJUDA A ATINGIR O ORGASMO ?
Este truque pode levar a mulher a experimentar uma sensação altamente prazerosa por vários motivos. Um deles é que a posição permite momentos de grande afetividade, já que os corpos ficam bem colados e o casal pode manter os olhos nos bolhos, observando a resposta do prazer que estão dando um ao outro. Aqui, a penetração não é tão profunda, mas os músculos da vagina ficam mais tensos e isso é muito estimulante para ambos. Por estar por cima, a mulher fi ca livre para conduzir
a sua musculatura ao orgasmo

 

 

 

 

 

Para a mulher ter orgasmos, ela precisa ser abraçada, tocada, ouvida, receber muito carinho, ouvir sussurros e dizeres eróticos ao pé do ouvido e, principalmente, se sentir muito à vontade e desejada” Cláudya Toledo, terapeuta sexual



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Letra

Oh mon amour, mon âme soeur 
Je compte les jours je compte les heures 
Je voudrais te dessiner dans un désert 
Le désert de mon coeur 

Oh mon amour, ton grain de voix 
Fait mon bonheur à chaque pas 
Laisse-moi te dessiner dans un désert 
Le désert de mon coeur 

Dans la nuit parfois, le nez à la fenêtre 
Je t'attends et je sombre 
Dans un désert, dans mon désert, voilà 

Oh mon amour, mon coeur est lourd 
Je compte les heures je compte les jours 
Je voudrais te dessiner dans un désert 
Le désert de mon coeur 

Oh mon amour, je passe mon tour 
J'ai déserté les alentours 
Je te quitte, voilà c'est tout 

Dans la nuit parfois, le nez à la fenêtre 
J'attendais et je sombre 
Jetez au vent mes tristes cendres, voilà

 

 



publicado por olhar para o mundo às 12:05 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Modelismo

 

A lista de espera para os cursos de modelismo de arqueologia naval no Seixal já vai em 60 alunos. Aqui não se fazem barquinhos com fósforos. É um hobby à séria, com rigor e história

 

Não há lugares suficientes para a quantidade de carros que estão no Núcleo Naval do Ecomuseu Municipal do Seixal, na Arrentela. Procuramos bloquear o menor número de automóveis e respiramos de alívio porque a EMEL não ataca aqui. Terminamos a tarefa entalando apenas três carros. Pelas janelas da casa de madeira vemos um grupo de pessoas concentradas a lixar madeira e a colar com precisão pequenas peças. O avô do Pinóquio ia roer-se de inveja desta oficina. Mas aqui não se fazem brinquedos de miúdo. Tudo é feito à escala matemática e dois mundos distintos, o modelismo e a arqueologia naval, demonstram que os casamentos são possíveis. 

Alunos com batas, outros com lápis atrás da orelha, estão em pé à volta da mesa de trabalho repleta de objectos de carpintaria. O professor Carlos Montalvão anda pela sala a esclarecer dúvidas. No meio do grupo destaca-se uma senhora elegante, de cabelos claros e mãos finas. Margarida Gaia é a única mulher do curso de modelismo de arqueologia naval e está tão concentrada que mal dá pela nossa chegada. Na outra ponta da sala, está o ex-ministro da comunicação social do V Governo Constitucional, João António Figueiredo. Reformado, com 74 anos, gosta tanto do curso que em casa está a fazer outro barco. "Isto é viciante. Construir uma obra destas a partir de uma tábua de madeira, é fascinante. Comecei a fazer um bacalhoeiro quando era novo. Depois deu-se a guerra, fui para Angola e nunca mais voltei a isto." 

Desde 2009 que se realizam os cursos de modelismo de arqueologia naval no Ecomuseu Municipal do Seixal. Todos com lista de espera. Este é o terceiro e ficaram de fora 60 alunos. Jorge Raposo, chefe de Divisão do Património Histórico e Natural da câmara, explica-nos que ali funcionava um antigo estaleiro e que os cursos são um aposta do município. "É importante manter o museu como um espaço dinâmico. As pessoas aderiram muito bem." 



http://modelismo-e-arqueologia.blogspot.com/ e www.cm-seixal.pt/ecomuseu

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 09:57 | link do post | comentar

Site francês oferece serviços de limpeza com mulheres de lingerie sexy e roupas super curtas. Um elixir para os olhos masculinos, mas um verdadeiro insulto aos saltos altos.(Veja o vídeo)

Acho que os cavalheiros franceses vão estar mais focados na limpeza da casa, com o lançamento do "Sensual Clean Service ", que disponibiliza um serviço de sopeiras sexy. É uma espécie de 2 em 1: o cliente fica com a casa limpa e satisfaz o fetiche de ver uma empregada de espanador na mão e mini-saias, ligas e saltos altos.


Como será de imaginar, o serviço é bem pago: cada mulher cobra 75 euros por hora, cerca de cinco vezes mais do que um serviço normal de limpeza. Mas em poucos semanas, a empresa já não consegue responder à procura, só aceitando reservas a partir de 21 fevereiro. Pergunto-me crise, qual crise? 

As 'Lady Clean' oferecem "a limpeza da casa e o divertimento visual" à clientela masculina, sem direito a toque, nem filmagens, garante a empresa.

No entanto, a polémica está instalada, com associações feministas e políticos indignados, considerando este serviço uma autêntica humilhação para as mulheres. Não poderia estar mais de acordo. Até quando é que as mulheres vão ser vistas como um pedaço de carne? Em plena crise, quantas estudantes, imigrantes, ou desempregadas vão aceitar este emprego que explora unicamente a imagem feminina? E quantos clientes poderão pisar o risco? Porque à fronteira da prostituição é um passo.

 

 

 

Via A Vida de Saltos Altos

 



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Segunda-feira, 7 de Fevereiro de 2011

Fraude com o prilampo mágico

Circula na Web um e-mail que encaminha os internautas para um site onde, a pretexto de donativos para a campanha do Pirilampo Mágico, são pedidos dados relativos ao cartão de crédito. A FENACERCI avisa que se trata de uma fraude.

 

 

FENACERCI , federação que organiza a campanha do Pirilampo Mágico, enviou hoje um comunicado às redações onde alerta para uma tentativa de fraude que anda a ser cometida.

De acordo com a nota, circula na Internet um e-mail que encaminha os internautas para um site onde, a pretexto de donativos para a campanha do Pirilampo Mágico, são pedidos dados relativos ao cartão de crédito.

"Trata de uma situação fraudulenta à qual a FENACERCI é totalmente alheia", diz o comunicado. A FENACERCI lembra os utilizadores que podem ser "vítimas de fraude através do acesso às contas ou captação de outros dados que tenha guardados no seu computador".

 

Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 23:04 | link do post | comentar

Domingo, 6 de Fevereiro de 2011

Quanto tempo dura a paixão?

 

Com a taxa de divórcios a subir sem dó nem piedade - em Portugal, em 2007, foram mais de 25 mil - os cientistas esforçam-se por encontrar respostas 'racionais' para explicar o fim da paixão. É o caso da professora Cindy Hazan, da Universidade de Cornell, em Nova Iorque, que quis saber quais as substâncias produzidas pelo cérebro humano que se encontram envolvidas no processo de enamoramento.

 

No estudo, identificou três que estão presentes em maior quantidade do que a normal na altura do enamoramento: a dopamina, a feniletilamina e a oxitocina. Porém, o efeito passa, ou seja, decorrido algum tempo os valores regressam à normalidade. Conclusão: os seres humanos estão programados a nível biológico para estarem apaixonados entre os 18 e os 30 meses. O mesmo é dizer que o homem e a mulher se encontram inatamente concebidos para se conhecerem, envolverem e gerarem uma criança. A partir daí, a paixão desvanece-se e encontram-se de novo no activo, prontos para iniciarem do ponto zero todo o processo de enamoramento

 

Via Activa



publicado por olhar para o mundo às 21:04 | link do post | comentar | ver comentários (6)

Não admite que lhe chamem pedófilo. Nem homossexual. Sequer bissexual. Carlos Silvino diz que gosta de mulheres. Crescidas. Aos peritos que traçaram o seu perfil, desdobrou-se em informações sobre uma ex-namorada. “Era só à quinta-feira que fazia amor com ela, porque a religião dela não permitia. [...] Para me satisfazer, ia duas ou três vezes a Monsanto, à prostituição.”

Chamava-se Isaura. E o então motorista da Casa Pia não compreendia aquela restrição semanal que ela lhe impunha: “Só soube que ela era da religião Maná quando ela me levantou dinheiro da conta.”

Só este namoro seria consistente no discurso sobre a heterossexualidade de Silvino. No resto, hesitava. “Com frequência”, dava “informações diferentes em momentos diferentes.” Os peritos ficaram com a sensação que procurava uma resposta a cada pergunta.

Não era assim quando falava na sua “colaboração” com os rapazes que terão prestado serviços sexuais fora da Casa Pia – uma “colaboração” que acabou por negar numa entrevista publicada no dia 26 na Focus. Não se contradizia ao referir “quando, onde, como, para junto de quem” os terá transportado. Reproduzia “quase o mesmo em momentos diferentes”. E tendia a ser “minucioso”. Distendia-se “amplo, escorreito, seguro de si e das suas afirmações”.

Com o sexo feminino era diferente. Com o sexo feminino era de uma incoerência que os peritos classificam de “exuberante”.

Foi ouvido em 2008 na Unidade Funcional de Psiquiatria e Psicologia Forense do Hospital Magalhães Lemos, na fronteira do Porto com Matosinhos, a 2 e a 15 de Abril, a 7 e a 12 de Maio, a 2 de Junho – a pedido das Varas Criminais de Lisboa, a que cabia avaliar o depoimento do acusado de 634 crimes.

Numa primeira conversa, revelou ter tido relações sexuais com uma rapariga pela primeira vez em Braga. Namorara “um ano e tal” com ela. Teria passado “dois ou três fins-de-semana” em casa dela. A distância falara mais alto. E ela trocara-o por “um rapaz da aldeia”.

Nesse mesmo dia, contou 24 namoradas. E falou na tal da Igreja Maná com quem estivera três anos.

Noutra sessão, assegurou ter vivido com 12 mulheres. Disse o nome delas todas. Enumerou 12 portuguesas e uma francesa, que não entraria na estatística por ter sido um amor de férias. Ainda naquele dia, corrigiu o tiro. Namorara com 13 e vivera “com duas ou três”.

Numa terceira ocasião, declarou ter tido relações sexuais pela primeira vez com uma rapariga em Viseu. Afinal, tivera 12 namoradas. E só morara com uma por volta dos seus 42-44 anos, a tal da Igreja Maná, porque “queria avançar, ter família, ter filhos”. Ela nunca quis.

Talvez o homem de 53 anos confunda homossexualidade com pedofilia. Ainda agora, com o jornalista da Focus, falou como se acreditasse que praticar sexo com mulheres o ilibasse de abusar de crianças: “Disse em tribunal e digo outra vez. Não sou pedófilo, não sou homossexual, nem predador sexual. Sou heterossexual e algumas raparigas com quem tive relações foram ao tribunal para confirmar isso, mas nem sequer foram ouvidas. Não sei porquê.”

Violado na infância

Quem é o homem que a Polícia Judiciária deteve a 25 de Novembro de 2002, sob suspeita de servir uma rede de prostituição infanto-juvenil, e que o país conheceu de cabelo rente e blusão vermelho? Há alguma resposta precisa, após os mais de 20 testes de avaliação psicológica a que foi sujeito?

Silvino identificou o seu advogado, a mãe adoptiva, os ex-colegas da Casa Pia, o psiquiatra, o médico de família e três amigos como as pessoas que mais lhe davam apoio. E os peritos perceberam que lhe custava estabelecer “relações personalizadas, íntimas, de conhecimento aprofundado”.

Quando lhe perguntaram pelos amigos íntimos, respondeu, “de modo empolgado”: “Amigos do peito, todos os trabalhadores da Casa Pia menos o Américo. Trabalhadores, professores, do internato, semi-internato, contínuos, porteiros, telefonistas, motoristas, directores, vizinhos da Rua Serpa Pinto, da rua dos Jerónimos, pessoas do Alentejo, imigrantes, pais de alunos…”Não era um psicopata. Mas, a avaliar pelos resultados da escala de Alexitimia, Silvino tinha “grande dificuldade” de “identificar, diferenciar, descrever e lidar com sentimentos e emoções”.

Os alexitímicos têm um “pensamento operatório” que se torna evidente quando narram a sua história de vida. “O relato tende a ser feito por referência à realidade externa, numa enumeração sucessiva de datas e de lugares, estando ausente qualquer referência a uma realidade interior, qualquer marca de uma vivência subjectiva e personalizada”, detalham os especialistas. Isto descamba em relações “utilitárias e pragmáticas”. Quem não percebe o outro como alguém com uma individualidade própria, quem não percebe os sentimentos em si e nos outros tem escassa capacidade de empatia e de compreensão humana.

Há quem chame “normopatas” a estes indivíduos, que, “apesar de profundamente perturbados, não exibem manifestações psicológicas ou neuróticas”. Será, em qualquer caso, sublinham os peritos, uma pseudonormalidade, “já que têm pouco contacto com a sua realidade psíquica”.

O que aconteceu a Silvino? Não imaginava quem fosse o pai. Nem sabia se era mãe a mulher que o entregara bebé à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Afiançava lembrar-se da transferência para a Casa Pia de Xabregas: “[Havia] um muro muito alto toda à volta. Um dos portões, o portão principal, tinha uma arcada feita de ferro de onde não entrava nem saía ninguém.” Teria três a quatro anos.

Num instante terá sido violado: “Foi no quarto do educador. Nós dormíamos com camisa, sem cuecas, numa camarata de cem alunos. Ficava um educador a cuidar de nós. Foi no quarto dele. Ele vinha, punha-nos um lenço na cabeça para nos tapar a boca e os olhos, amarrava-nos as mãos e os pulsos e levava-nos para o quarto. Íamos pendurados com as mãos atrás.”

Em qualquer noite as violações podiam acontecer umas atrás das outras: “Da primeira vez, o educador foi o primeiro a violar-me. Depois, foi outro educador e dois monitores.” Os monitores eram alunos mais velhos.

Os abusos ter-se-ão repetido até aos seus 13 anos e quatro meses. Teria cinco ou seis anos, quando se queixou ao chefe de disciplina pela primeira vez. Outros rapazes ter-se-ão queixado na mesma ocasião: “Éramos chicoteados pelo chefe de disciplina. Quando chegávamos à rampa, éramos agredidos pelos alunos mais velhos que nos tinham violado.”

Ao contar aquilo, mostrou a cicatriz de um corte de canivete na mão esquerda. E cicatrizes na testa e no nariz. Tudo supostas consequências de denúncias. Uma vez, “com raiva”, terá cortado um pé com um vidro. “Recebi dois pontapés na cara quando cheguei do hospital.”

Pensamentos sobre morte

Tentou fugir. Ele e outros miúdos, que lhe eram próximos: “[O Pestana] era o meu par. Dormia ao meu lado e, quando saíamos para o refeitório, dávamos a mão um ao outro, o Ginja ao Vítor Manuel e assim sucessivamente.” A fuga inaugural durou pouco: “Andámos quatro dias na rua. Andávamos a pedir para comer uma sopa.” Aos sete, tornou a tentar: “Andámos duas semanas cá fora. Foi aí que parti a perna e no dia seguinte voltámos.” Aos nove, nova tentativa: “Comíamos na Mitra.”

A vida tornara-se ainda mais azeda. Contaria sete anos, quando prestou o primeiro serviço sexual no exterior. “Fui com (…) um senhor rico, importante, do Governo de Marcelo Caetano. Vivia em Alvalade. Nunca me deu nada. Depois, levou-me à Casa Pia, deixou-me no portão.”

Haveria sexo entre rapazes. Silvino afiança nunca o ter feito com os que lhe eram próximos. Nem sequer com Pestana. E os peritos reflectiram: talvez para eles tudo se passasse “como se ao sexo estivesse associada a noção de abuso, de agressão, de desprezo”. Como se a relação deles “fosse demasiado pura para ser conspurcada pelo sexo”.Ia nos 13 anos quando fugiu pela última vez da Casa Pia. Terá andado com os outros um mês e meio pelo Martim Moniz, pela Avenida da Liberdade, Monsanto. O regresso trouxe novas agressões. Tantas que Silvino fugiu sozinho uns dias. Pensou em atirar-se ao rio, em pôr fim à vida.

Nada, ali, o protegia: “Tratavam-nos por números. O meu era o 226… 56, 63 – 226 era o número da Casa Pia, 56 era o ano de nascimento, 63 o ano de registo.” E o castigo ameaçava a cada passo: “Se nos atrasássemos para a comida, já não comíamos carne ou peixe. Água quente para o banho não havia. Quem perdesse a escova de dentes, a pasta ou o pente ficava de joelhos, de braços abertos, toda a noite.”

Crescia por sua conta. Por melhores que fossem as empregadas, não as sentia como família. “Não tive carinho e amor. Só tive algum das senhoras da costura. Não tinha familiares para me irem visitar.” Havia um motorista de pesados que encarava como referência. E por volta dos 12 ganhou uma espécie de mãe: Mariana, ex-aluna, funcionária.

A escola passava-lhe ao lado. Frequentou-a dos seis aos 16 para concluir a 4.ª classe. “[Os professores consideravam-me] um bocado atrasado, sem cabeça para os estudos. Tive dificuldades de aprendizagem. Era distraído. Repeti muitas vezes. Fiquei traumatizado. Com o que me estava a acontecer, não tinha cabeça para aprender. E tínhamos falta de apoio.”

Os vigilantes não se empenhariam na sua assiduidade: “Não havia pressa para ir à escola. Ia sozinho, com o Vítor Manuel e o Pestana. Chegávamos muitas vezes atrasados e não nos deixavam entrar.” Às vezes, nem lá punha os pés: “[Fugia] porque andava com fome e porque era maltratado.”

Nunca aprendeu trabalho diferenciado. Passou pela carpintaria sem dominar a arte. Carregou batatas, lavou louça, limpou camaratas. E aos 18 puseram-no na rua: “Senti-me um pouco triste.” Valeu-lhe Mariana, que há muito o levava para casa ao fim-de-semana. Acolheu-o até aos 30 anos.

Silvino viveu num quarto alugado até se instalar “numa casa, nuns terrenos da Casa Pia”. E por lá se manteve até lhe ser atribuída uma casa municipal, da qual saiu para os calaboiços da PJ.

Não, não estava preso quando foi avaliado no Magalhães Lemos – fora libertado a 25 de Novembro de 2005 por excesso de prisão preventiva. Mas nem por isso se sentia bem. Na escala de auto-avaliação da ansiedade de Zung, pontuou 74 – a média é 31,6. Na escala de auto-avaliação da depressão de Zung, pontuou 69 – de 44 para cima já é grave. Na escala de psicopatologia SCL-90-R, deu positivo em 85 de 90 sintomas – de maior intensidade eram as queixas sobre perturbação do sono e pensamentos sobre morte.

Apto a depor

A situação era tão grave que os peritos previam que, “episodicamente”, pudesse ocorrer “comprometimento das funções do juízo”. O pensamento podia ser “fragmentado, tangencial ou circunstancial, com conteúdos invulgares, senão bizarros”. Podiam aparecer problemas de concentração e de memória, medos, fobias, afectos inapropriados. Já lhe notavam uma “ideação paranóide” – a pessoa julga que os outros a perseguem, a querem prejudicar -, quiçá sobrevalorizada pelo eternizar do processo da Casa Pia.

O julgamento arrastava-se. Seria um dos mais longos da história judicial portuguesa – haveria de somar 461 sessões (ouvidas 920 testemunhas, 32 vítimas). E isso não o ajudava a pacificar. Mas sim: apesar do quadro clínico, apesar das limitações intelectuais (um quociente de 79 não consubstancia qualquer atraso, mas está na fronteira), Silvino estava apto a depor.

Havia uma longa história de aluno. E havia uma longa história de funcionário. Mariana arranjara-lhe trabalho na Casa Pia em meados dos anos 80. Acusado de abuso sexual, chegara a ser alvo de processo disciplinar, de despedimento, de contacto com menores. Fora reintegrado. E, volvidos tantos anos, estava ali, enrolado no mais mediático processo de abuso de menores.Contestou “homossexualidade pedófila”. Admitiu apenas uma vez, em Março 2002, ter tido contactos sexuais com alunos: “Não foram obrigados. Foi masturbação, sexo oral. Dava-lhes dinheiro para comprarem bolos.” Argumentou que antes do processo nem pensava ter um problema sexual. Os peritos deduziram que evitava auto-incriminar-se perante o tribunal – que haveria de condená-lo a 18 anos de prisão por 126 crimes de abuso sexual de menores dependentes, abuso sexual de pessoa internada, violação, pornografia de menores.

A história era importante. Crescera num instituição, “com vínculos insuficientes”, e “consequente propensão para alguma dependência, imaturidade, insegurança no estar consigo e com o outro”. Nunca ter tido um vínculo forte “provoca uma aridez interna, um vazio, onde será mais difícil existir espaço para o outro, para uma relação adulta recíproca e saudavelmente partilhada”. E esse “vazio potencia um deambular promíscuo, sem vínculos, eventualmente pedófilo”.

Crescera a aprender “que a dominação do corpo pode passar pela invasão carnal do outro”. E, nestes casos, amiúde, o mimetismo acontece: “Se outros mo fizeram, porque não poderei eu fazer o mesmo? A inerente desculpabilização (interna) e razoável egossintonia instala-se: se este processo provoca sofrimento, que importa tal? Porque serão os outros mais do que eu próprio? Se eu fui vítima de abuso, porque não poderão os outros sê-lo também?”

Tirando as fugas episódicas, vivera o abuso com alguma passividade. Não agredir era sobreviver. E a “agressividade contida”, lembravam os peritos, pode ser devolvida ao meio, anos mais tarde, já na adolescência ou na vida adulta. Sobretudo, se nesse meio a caça for “fértil”. E se ter sido sodomizado e sodomizar for encarado “como prática comum”.

“Algo imaturo”

Que não haja equívocos. Este tipo de pessoas é capaz de aprender as regras da vida em sociedade. Podem vestir a pele de simpáticos, disponíveis, integrados. Há, contudo, “uma ambiguidade que não lhes permite integrar de um modo suficientemente culpabilizador e egodistónico, repulsivo as diferenças de comportamento sexual com uma criança ou com um adulto”.

Silvino descreveu-se “como uma pessoa de palavra e de bom trato interpessoal”: “Praticamente, nunca estive zangado com ninguém, só com esse tal Américo.” O professor de relojoaria que o denunciava havia anos. Aos peritos pareceu evidente que se preocupava “em agradar aos outros” – que terá “orientado a vida com esse tipo de preocupação”.

Pergunte-se uma última vez: quem é, afinal, Silvino? Os peritos responderam assim: “A personalidade do observado exibe timidez, dependência, tendência a preocupações com a saúde, sentimentos de vergonha e preocupação com a estima do outro (…), baixa auto-estima. O imaginário do sujeito parece-nos pobre, inibido, imbuído de uma certa aridez afectiva que não permite um investimento num par adulto, mas antes se distribui (algo imaturamente) por múltiplos outros. O observado não nos transmite a imagem de um ser adulto maduro que preza, sobretudo, a sua liberdade (também de caçar sexualmente), mas antes um indivíduo efectivamente algo imaturo, deambulando (sexualmente) pelas oportunidades que vai arranjando, num movimento inacabado, insuficientemente impregnado de afecto, estima e consideração pelo outro (como também não foi por ele próprio, enquanto vítima). Num multiplicador de consumismo (sexual) em que conta o orgasmo (próprio) e muito menos, ou nada, o outro. Transmite-nos a impressão que devolve, no plano sexual, sem angústia, a indiferença que mostraram por ele próprio enquanto criança.”No fecho do relatório, uma certeza: “O percurso deste homem poderia ser completamente diferente, se tivesse sido criado num outro meio (eventualmente não estaria sentado agora a ser julgado, acusado de pedofilia). Responder que, de certeza, não estaria nesta posição de réu e acusado destes crimes é impossível. Mas que a responsabilidade da instituição Casa Pia, do Estado, da sociedade é imensa parece não restarem quaisquer dúvidas.”

A sentença foi lida a 13 de Setembro de 2010, após quase seis anos de julgamento. No acórdão de 1760 páginas, o colectivo de juízes da 8.º Vara salienta que “teve de compreender, entender e observar a pessoa que teve na sua frente”. Convenceu-se de que Silvino contou “a história de forma incompleta”, ao dizer que apenas dera boleia aos rapazes para os encontros e ao negar contactos com outros arguidos. Entendeu, mesmo assim, que nalgumas situações ele não deixou de dar elementos que, “em conjugação com os demais meios de prova”, permitissem chegar “à sua real responsabilidade”.

Uma pesada pena pende sobre Silvino. À Focus lamentou: “Eu perdi o meu emprego, perdi o pão de cada dia, não tenho dinheiro, nem família.” Negou “colaboração” com os rapazes: “Fui obrigado a mentir. Estava sempre drogado.” E disse que queria pedir desculpa aos outros arguidos pelo depoimento que prestou em tribunal. Ambiciona processar alguns deles e algumas das pessoas que deram a cara pelas vítimas. E ambiciona processar o Estado – quer uma indemnização “por todo o sofrimento”. Quando a revista chegou às bancas, terá pegado nalgumas coisas e desaparecido nas ruas. Teme pela sua segurança. Já anunciou que pedirá protecção policial mal lhe seja atribuído apoio judiciário para o processo que está em recurso no Tribunal da Relação de Lisboa.

Ana Cristina Pereira

Público

05/02/11

 

Via Meninos de ninguém



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Letra

 

Baby, look at me, and tell me what you see. 
You ain't seen the best of me yet. 
Give me time I'll make you forget the rest. 
I got more in me, and you can set it free. 
I can catch the moon in my hand. Don't you know who I 
am? 
Remember my name [FAME] 

I'm gonna live forever. I'm gonna learn how to fly. 
[HIGH] 
I feel it comin' together. People will see me and 
cry. [FAME] 
I'm gonna make it to heaven. Light up the sky like a 
flame. [FAME] 
I'm gonna live forever. Baby, Remember my name. 

[REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, 
REMEMBER, REMEMBER] 

Baby, hold me tight, 'cause you can make it right. 
You can shoot me straight to the top. 
Give me love and take all I got to give. 
Baby, I'll be tough. Too much is not enough. 
I can ride your heart till it breaks. Ooh, I got what 
it takes. [FAME] 

I'm gonna live forever. I'm gonna learn how to fly. 
[HIGH] 
I feel it comin' together. People will see me and 
cry. [FAME] 
I'm gonna make it to heaven. Light up the sky like a 
flame. [FAME] 
I'm gonna live forever. Baby, Remember my name. 

[REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, REMEMBER, 
REMEMBER] 

FAME!... 

 

 

 

 



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A meio do do ano passado a Google começou a aperceber-se que o Bing estava a ter muito sucesso em dar os mesmos resultados para palavras pouco comuns mal escritas. O Google corrigia as palavras e apresentava um conjunto de resultados; o Bing não as corrigia mas apresentava praticamente o mesmo conjunto de páginas.

Mais tarde, esta tendência começou a notar-se num conjunto de pesquisas mais abrangente. Havia uma coincidência cada vez maior entre os primeiros 10 resultados de um e outro motor de pesquisa. Continuavam a haver imensas diferenças entre eles, com resultados divergentes para muitas pesquisas, mas as coincidências foram suficientes para a Google achar que tinham sido feitas alterações no Bing para o tornar mais parecido com o seu motor de pesquisa.

Como as tais coincidências eram muito estranhas, suspeitaram que de alguma forma o Bing estaria a copiar resultados do Google. A hipótese foi a seguinte: através das pesquisas no Internet Explorer, a aplicação estaria a enviar informação do que foi pesquisado e das páginas clicadas pelos utilizadores de volta à Microsoft, para incorporação no Bing.
Para testar a hipótese criaram uma experiência: fizeram pela primeira vez alterações ao seu algoritmo de pesquisa (dizem eles , tenho as minhas dúvidas ), de maneira a que para 100 pesquisas que não davam resultado algum (ou poucos, de baixa qualidade) anteriormente passassem a retornar um resultado completamente fabricado e sem ligação ao termo pesquisado. Depois pediram a vários colaboradores da empresa para que pesquisassem por esses termos através do Internet Explorer com a funcionalidade de "Sites Sugeridos" ligada.

A experiência começou a 17 de dezembro e duas semanas depois alguns resultados já tinham começado a aparecer no Bing. Por exemplo:

 

Bing apanhado a fazer batota

 

Apanhados!


A meio de um evento patrocinado pelo Bing, um engenheiro da Google largou a bomba e expôs o que a Microsoft andou a fazer. O rebuliço na web não tardou em aparecer .

A Microsoft não negou que usasse informação dos concorrentes, mas também não acha que esteja a fazer batota. A explicação é esta: como parte do algoritmo de pesquisa do Bing, usam mais de 1000 sinais diferentes para determinar se um site ou não deve aparecer nos seus resultados. Um desses sinais são os cliques que os utilizadores dão dentro do Internet Explorer ao fazer pesquisas, informação que voluntariamente aceitam enviar à Microsoft quando ativam funcionalidades como os "Sites Sugeridos". A resposta resumiu-se por isso a um "e então? vocês também o fazem ".


Nestes tempos onde andam os titãs da informática a tentar estarem todos nos mercados uns dos outros, levando à institucionalização da imitação (sob uma forma ou outra), isto não me surpreende. Mas o ator aqui já tem precedentes e a Microsoft volta às suas raízes , mesmo depois de até ter dado mostras que consegue ser original .

 




Via Bitytes



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