Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011

 

Sexo, as opções que não escolhemos

 

Muitas questões podem ser escolhidas e alteradas ao longo do tempo, das coisas mais simples, como a cor do cabelo, o estilo da roupa que vamos vestir, até questões mais complexas como escolher os amigos que nos acompanharão pela vida, o marido ou a esposa, se vamos querer ter filhos, a profissão que vamos seguir, a religião que mais nos agrada, se vamos ser honestos ou desonestos, se vamos ser mentirosos ou verdadeiros, se vamos ter bom caráter ou não e por aí vai.

 

 

A homossexualidade, assim como a bissexualidade, a transexualidade e a heterossexualidade não é algo que escolhemos desenvolver ao longo da vida. Trata-se de uma característica nata, isto é, nascemos com um tipo de orientação sexual e só a descobriremos durante o nosso crescimento, com a ajuda das experiências que tivermos. O que pode ser escolhido, neste caso, é se vamos aceitar ou não a nossa orientação sexual e que tipo de relações afetivas teremos.

 

As pessoas costumam generalizar e atribuir problemas psicológicos e sociais aos homossexuais e transexuais, pois muitos ainda acreditam ser algum tipo de desvio moral,  de personalidade, falta de uma boa educação, traumas de infância e outros absurdos, mas o que poucos conseguem perceber é que o maior causador de transtornos psicológicos e sociais entre os homossexuais é a discriminação.

 

O grande mal é deixar que as pessoas julguem o que é melhor para os outros, baseando-se em idéias e escritos antiquados, em religiões que cegam, em arrogância e fobias infundadas. São essas concepções que devem ser alteradas para uma aceitação maior, um respeito pela vida e sua diversidade cultural, racial, social, sexual, entre tantas outras.

 

Não estamos violando nada, não prejudicamos a ninguém, não estamos revolucionando coisa alguma, pois a diversidade sexual existe, sempre existiu e sempre existirá. Este é um fato que sociedade alguma tem como negar, então o que resta é aceitar e reparar um erro que tem se repetido por séculos, que é negar a igualdade de direitos  aos homossexuais e criminalizar a homofobia.

 

 

Criar um novo conceito dá trabalho e leva tempo, mas se não começarmos de algum modo, estaremos perpetuando crimes bárbaros como os de “estupro corretivo” que vem acontecendo na África do Sul, por exemplo. No Brasil ainda é comum ver gays e lésbicas apanhando nas ruas, fazendo com que um simples beijo em público ou andar de mãos dadas seja algo arriscadíssimo de se fazer.

 

 

A homossexualidade é tão natural e espontânea quanto a heterossexualidade, isto é, fomos concebidos assim e educação alguma altera a orientação sexual de uma pessoa. Heterossexuais que possuem segurança no que sentem, que tem a convicção de que nasceram assim e que não irão mudar sua orientação sexual, conseguem entender que o mesmo ocorre com os homossexuais e sabem respeitá-los mesmo não entendendo como ocorre essa diferença.

 

Quem acredita que é possível “curar” um homossexual, deve acreditar que é possível um heterossexual adquirir a homossexualidade um dia, isto é, não possuem segurança alguma quanto ao seu gosto pelo sexo oposto.

 

Ser homossexual, bissexual, transexual, heterossexual, branco, negro, oriental, homem ou mulher, não é uma questão de escolha, mas respeitar ou discriminar o outro, é. Saibamos sempre vigiar as nossas próprias escolhas, os nossos atos, pois é isso que determinará o quanto evoluímos no final das nossas jornadas.

 

Que todas as pessoas saibam, acima de tudo, respeitar sua própria natureza e fazer dessa experiência algo engrandecedor para si mesmo e para a sociedade que ainda tem muito o que aprender.

 

Via Parada Lsbica



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Miley Cyrus é a celebridade que exerce pior influência

 

Miley Cyrus foi considerada, pelo segundo ano consecutivo, como uma das celebridades que exercem uma influência mais negativa sobre as crianças e os adolescentes. 
A protagonista de Hannah Montana foi escolhida através de uma votação popular, promovida pelo site JSYK.com, do grupo AOL. Cyrus obteve 58% dos 99 mil votos. 
A razão da escolha desta actriz, que é um verdadeiro ídolo para milhares de jovens em todo o mundo, pode ter que ver com o facto de Miley ter estado envolvida em várias polémicas no ano passado. 
Além de Miley, entre as celebridades estavam também nomes como o de Demi Lovato e deLindsay Lohan que entraram para clínicas de reabilitação no ano passado.

 

Via Ionline



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Só para afastar esta tristeza
para iluminar meu coração
falta-me bem mais tenho a certeza,
do que este piano e uma canção.

 

Falta me soltar na noite acesa
o nome que no peito me sufoca,
e queima a minha dor.

 

Falta-me solta-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou entao dize-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.

 

Porque todo ele é poesia,
corre pelo peito como um rio
devolve aos meus olhos a alegria
deixa no meu corpo um arrepio,
porque todo ele é melodia
porque todo ele é perfeição.


É na luz que vem.

Falta-me dize-lo lentamente
falta soletra-lo devagar,
ou então bebe-lo como um vinho,
que dá força pro caminho
quando a força faltar.

 

Falta-me solta-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou então dize-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.

 

Porque todo ele é melodia
e porque todo ele é perfeição.
É na luz que vem.

 

Falta-me solta-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou então dize-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.

 

 



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Sim.. quem foi?

 

Via Maracujá



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Deolinda

 

Comecemos assim: Tão longe chegou a Deolinda. Escrevemos “a” Deolinda, e não “os” Deolinda, porque é ela a ideia que originou o grupo, porque foi precisamente essa personagem indefinida entre os tempos de ontem e a vida de hoje, ela que não sabe se há-de ser cosmopolita ou bairrista de espírito, a que esteve a ser celebrada ontem e anteontem num quase esgotado Coliseu dos Recreios (e há uma semana em duas datas no Coliseu do Porto). E começámos por dizer “tão longe chegou a Deolinda” porque nos lembramos do início, quando do grupo existia apenas um par de vídeos no YouTube e a memória de pequenos concertos publicitados de boca em boca, qual segredo mal guardado prestes a tornar-se conhecido de todos. A Deolinda, portanto.

Chegou tão longe que hoje tem os dois álbuns que constam do seu currículo, “Canção ao Lado” e o mais recente “Dois Selos e um Carimbo”, nos topes. Tão longe que em três anos já viajou mundo fora e anda agora por Portugal a apresentar-se nesses locais de habitual consagração que são os Coliseus. E eles, os Deolinda (passemos para o plural, que agora é da banda que falamos), merecem essa consagração e essa euforia.

Na sala nas Portas de Santo Antão, em Lisboa, vimo-los em fatiotas catitas (a vocalista Ana Bacalhau surgiu qual versão “haute couture” de rainha de marcha popular), com um apoio cénico simples e eficiente (“animaram-se” as ilustrações que João Fazenda lhes desenhou) e com a colaboração esporádica de convidados como o baterista Sérgio Nascimento, a pianista Joana Sá ou um quarteto de cordas (acrescentaram novas texturas a canções como “Passou por mim e sorriu” ou a célebre “Fon fon fon”). Nada disso, porém, maculou o que lhes é essencial.

A banda que, no seu início, ensaiava na Damaia, no restaurante dos pais de Pedro da Silva Martins, guitarrista e compositor, e Luís da Silva Martins, guitarrista, é exacta e precisamente aquela que, às 21h45, vimos ontem entrar no palco do Coliseu lisboeta. A Deolinda são as canções que os Deolinda compuseram para ela e tocam através dela: Retratos, construídos de dorida melancolia e de sorrisos traquinas, de aquilo que somos hoje aqui, Portugal 2011, e do que nos fez aqui chegar. Por aí se explica que cheguem a toda a gente: um pai com a filha à nossa frente, trintões a toda a volta e um grupo de miúdos ali ao lado, bem próximos do casal sexagenário impecável no fato (o dele) e penteado armado (o dela).

A intensa rodagem em palco do último par de anos transformou-os num grupo que domina na perfeição os ritmos e a dinâmica das melodias – as duas guitarras trocando dedilhados com intuição e sabedoria, o contrabaixo de José Pedro Leitão a dar peso ao conjunto e Ana Bacalhau impecável na forma como “gere” as variações de intensidade -, mas são as canções, como antes e como agora, que fazem deles um caso especial: percebem as contradições deste sítio que habitamos e constroem a partir delas pedaços de música popular tão empolgante quanto transversal.

Tudo explicado no país temente a Deus que ganha santinha acossada em procissão por sentimentos profanos - “Contado ninguém acredita”, uma das primeiras da noite -, nos fanfarrões fiéis ao clássico “segurem-me que eu vou-me a ele” que se mostram latagões de coração mole - “Fado Toninho”, a meio de concerto -, na melancolia que espreita a cada passo – a impecável “Clandestino” é um bom exemplo – e na auto-ironia utilizada como arma poderosa – disparam-na em “A problemática colocação de um mastro”, antes do encore, e na canção resumo de toda a postura, “Movimento perpétuo associativo”, cujo mote comunal, “vão andado que eu vou lá ter”, finalizou o concerto enquanto caíam confetis e a banda atravessava a plateia, cantando com o público.

 

Ler resto do artigo no  Público



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Fobias sexuales

 

Las fobias sexuales son miedos irracionales que manifiestan algunas personas aunque en realidad no se den cuenta de que es una amenaza real, ya que van mucho más allá del miedo y es un momento de bloqueo total.

El hecho de padecer una fobia sexual no implica que no desees tener relaciones, que tu cuerpo no reaccione ante un estímulo sexual. Por supuesto que esto provoca una gran frustración aún más acentuada en quien padece una fobia que no le permite desahogar la tensión sexual que su cuerpo sí que siente. Esa frustración suele traducirse en eyaculación precoz en los hombres y endispaurenia en el caso de la mujer (dolor a la hora de practicar sexo).

Hay muchas mujeres que tienen miedo a ser penetradas y llevan este miedo hasta tal punto que sienten pánico hasta a colocarse un tampón o ir al ginecólogo. Esta fobia se conoce con el nombre de vaginismo y sólo se da en mujeres.

La venustrafobia es la fobia que tienen los hombres a las mujeres hermosas. Para ellos enfrentarse a una mujer bella es más que un dolor de cabeza.

Hay personas que su miedo consiste en hablar de sobre temas eróticos, es el mayor trauma al que se pueden enfrentar y no tiene nada que ver con la vergüenza. Este miedo recibe el nombre de erotofobia.

Otra de las fobias más comunes es la gimnofobia, que consiste en el miedo a la desnudez propia y ajena. Normalmente tiene un componente claro en la comparación que estas personas realizan entre los cuerpos que les rodean y los cuerpos que tienen idealizados en su mente.

El fetichismo es la práctica sexual que conlleva el uso de artículos inanimados tales como ropa o juguetes sexuales para la consecución del placer sexual. No se convierte en fobia hasta que no llega a la obsesión.

Aunque parezca imposible para muchas personas, existe el miedo al sexo tal cual. Las personas que sufren esta patología tienen verdaderos bloqueos en momentos que deberían ser eróticos y agradables. Es la genofobia, uno de los miedos más comunes.

Si antes hacíamos referencia a la fobia más común de las mujeres, no podemos dejar atrás la más común entre los hombres: la medomalacufobia, el pánico ante la idea de perder la erección.

Otra de las fobias masculinas más comunes es la eurotofobia, que es el miedo a los genitales femeninos, tanto que les bloquea y les impide llegar a más en cualquier relación que comiencen.

La versión femenina de la eurotofobia es la falofobia, el pánico por el pene masculino (ya sea verlo o tocarlo).

En realidad no existe una causa concreta, pero hay investigaciones que hablan de factores genéticos, ambientales e incluso experiencias traumáticas. Padecer una fobia y sentirse inseguro ante la falta de experiencia sexual, o tener miedo de no estar a la altura, no son la misma cosa. Lo segundo se supera con paciencia y práctica, y lo primerosuele requerir la intervención de un especialista en Psicología.

 

Via Sexualidad



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Domingo, 30 de Janeiro de 2011

Dicas para apimentar o sexo

 

Quatro garotas de programa contam o que os homens costumam pedir na cama. Aproveite essas experiências e apimente sua vida sexual

Se você perguntar para uma mulher que vende sexo a razão pela qual os homens a procuram, ela provavelmente dirá: "Ora, faço o que esposas e namoradas não ousam". Mas qual será, afinal, a tática? Yasmin, uma morena de 21 anos; Marcela, loira de 23; Ana, 29 anos e 1,75m; e Grazieli, de apenas 18 anos e 59 kg revelam seus segredos para enlouquecer o rapaz. Confira:

 

Preliminares
"Um bom jeito de iniciar uma transa é fazer uma massagem com óleo, começando nas costas e passando pelo corpo inteiro", aconselha Ana Paula. "Eles gostam bastante de strip-tease e massagem tailandesa (carícia que a mulher faz passando a vulva pelo corpo do homem)", diz Yasmim. Já Marcela aposta que falar bastante sacanagem é a melhor maneira de excitá-los. "Eles adoram ouvir besteira. O que não vale é falar de trabalho e de problemas." E todas as garotas concordam: os locais que eles mais gostam de ser acariciados são o bico do peito, entre o saco e o ânus e, claro, o pênis. Aí vale tudo: mãos, língua, boca... Aliás, o sexo oral é um dos mais pedidos. Como fazer um "profissional"? Tem de ser no pênis inteiro, ensinam elas.

 

Posições
Essas moças são cheias de energia. Juram que em uma relação trocam até quatro vezes de posição. As mais pedidas: de quatro, de lado, de pé e o famoso 69 (quando os dois fazem sexo oral ao mesmo tempo). O tal papai-e-mamãe não costuma agradar muito. "Eles preferem coisas mais salvagens", afirma Marcela.

 

Fantasias
Se investigarmos com os homens qual a principal fantasia deles, a maioria responderá: transar com duas mulheres ao mesmo tempo. No entanto, nossas entrevistadas revelaram outras predileções que os moços não topam partilhar com a esposa ou a namorada. Ana conta que é muito comum seus clientes pedirem para ela se vestir de homem e usar um vibrador ou o dedo para estimular a região anal deles. Grazieli diz que às vezes o próprio cliente leva o consolo. Marcela vai além: muitos adoram levar umas boas palmadas. Mas seja cuidadosa caso decida abordar seu parceiro sobre esses temas tão delicados. Eles costumam ficar envergonhados ou mesmo agressivos, pois temem que esses desejos afetem sua masculinidade.

 

O que eles mais querem
Unanimidade: todas as "consultoras" afirmaram que nove de cada dez homens que as procuram querem fazer sexo anal. "Acho que as mulheres deles não topam por causa do tabu", explica Ana. "Alguns nem querem saber de sexo vaginal, pedem para chegar logo nisso." O assunto é polêmico. A ala feminina alega sentir dor e não ter prazer nenhuma com tal prática. A dica das profissionais é usar muito lubrificante e começar bem devagar (a mulher deve assumir o controle da situação a fim de não correr o risco de se machucar). Se mesmo assim não gostar, tudo bem. Entre duas pessoas que se querem, vale o que faz bem aos dois.

 

Via Sexo More Info



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Letra

Danser, du regard et des mains apprivoiser
Une proposition, un pourparler, une invitation à tout oublier

Tanguer, comme les radeaux dérivent, les canoës
Comme le vin enivre, se griser, comme un tango, tanguer, se renverser

Tomber, comme l'oiseau porté par les grands vents
Comme le bateau au fond de l'océan, comme on choisit de vivre le néant

Aime-moi {ou ou} aime-moi {ou ou ou ou}
Aime-moi {ou ou yeah} aime-moi {ou ou}

Danser, fermer les yeux ne surtout plus penser
Du bout des doigts te toucher, te troubler
Dire que je danse, mais t'apprivoiser

Tomber, dans cet orage, mourir foudroyé
Dans ce volcan, me perdre et m'y brûler
Mourir d'amour et en ressusciter

{ Aime-moi }
Comme une parenthèse, une pose une trêve, un vide ou je me noie
{ Aime-moi }
Comme l'amour en rêve sans interdit, sans règle, ne plus penser qu'à ça
{ Aime-moi }
Et comme un sacrilège assouvir le cortège de mes désirs de toi
{ Aime-moi }
Et j'arrête le temps, respire à contre-temps, ne respire presque pas

Aime-moi
{ Je trace le chemin de la bouche et des mains, te dessine la voie }
Aime-moi
{ Et c'est moi qui décide, qui t'emmène et te guide et dispose de toi }
Aime-moi
{ Te manger comme une pomme qu'on croque et abandonne, te prendre comme un homme }
Aime-moi
{ Je connais la manière et comment il faut faire pour trouver la lumière }

Aime-moi {ou ou} aime-moi {ou ou ou ou}
Aime-moi {ou ou yeah} aime-moi {ou ou}
Aime-moi {ou ou} aime-moi {ou ou ou ou}
Aime-moi {ou ou yeah} aime-moi {ou ou}

 

 

 



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Momentos de Jazz nas pousadas de Portugal

 

As Pousadas de Portugal apresentam o ciclo Momentos de Jazz, com concertos exclusivos em locais seleccionados e com a voz de Maria José Leal, acompanhada por Sandro Norton e Carlos Barreto.


O primeiro Momento de Jazz decorrerá hoje, na Pousada de Queluz, pelas 20h00. O trio irá animar cada Pousada com uma actuação exclusiva, num cenário histórico, e todos os meses haverá uma noite original ao som de reconhecidos artistas internacionais.
Caso queria prolongar a estadia, há ainda um programa completo, desde 200€ para duas pessoas, que inclui duas noites de alojamento e pequeno-almoço, bem como jantar concerto de Jazz. Para quem gosta de música e gastronomia, mas não quer ficar a dormir na pousada, há ainda a opção jantar concerto desde por 30€.


Os Momentos de Jazz nas Pousadas vão passar por Viseu (Fevereiro), Crato (Março), Viana (Abril), Condeixa (Maio), Alcácer (Junho), Estói (Julho), Guimarães (Agosto), Évora (Setembro), Palmela (Outubro), Amares (Novembro) e Beja (Dezembro).


Para mais informações, consulte o site das Pousadas de Portugal.

 

Via Ionline



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álcool e sexualidade

 

Un estudio revela que la mayor parte de los alcohólicos tienen problemas de disfunción eréctil y falta de deseo sexual

 

El 71 por ciento de los adictos al alcohol presentan problemas para disfrutar de sus relaciones sexuales. Así lo ha confirmado un estudio realizado por Boston Medical Group, alianza mundial de clínicas médicas especializadas en los tratamientos de disfunciones sexuales masculinas. El consumo de alcohol afecta a las relaciones sexuales de los hombresespecialmente, ya que inhibe el buen funcionamiento de su sistema nervioso produciendo una interrupción de la erección.


El estado de embriaguez propicia que en el hombre no se produzca la erección como respuesta a un estímulo sexual. El director de Boston Medical Group asegura queel alcohol retarda, distorsiona y enlentece la percepción y respuesta de nuestros sentidos. El efecto tranquilizante, estimulante del apetito y como sedante son algunas de las consecuencias derivadas de su consumo moderado, lo que en palabras del director de Boston Medical Group sería el equivalente a dos copas. Sin embargo, cuando este límite se traspasa comienzan a aparecer las dificultades en las relaciones interpersonales, como la capacidad de mantener una erección adecuada.

 

La consecuencia inmediata de este trastorno es en la mayoría de los casos un fracasopara el hombre, de tal manera que es muy posible que desarrolle sentimientos de ansiedad y agobio, lo que dificultaría aún más la respuesta a la excitación sexual.

Existen muchos mitos acerca de los efectos del alcohol que no son reales. El hecho de que las sustancias etílicas mejoran el funcionamiento sexual no es cierto, el efecto que producen es el contrario. Esta sustancia afecta negativamente a los sistemas vasculares implicados en la erección, provocando la disfunción eréctil.

 

Via Sexualidad



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Sábado, 29 de Janeiro de 2011

A revolução

 

Via 9GAG



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Sexo e gravidez, a sexualidade

 

A barriga cresce, o desejo flutua e as dúvidas da mulher – e do seu parceiro – na cama começam a se multiplicar. Tudo absolutamente normal. O importante é saber que essa mudança radical não é um empecilho para o prazer debaixo dos lençóis. Veja como manter essa chama acesa ao longo da gestação.

 

Sexo na gravidez. Muita coisa muda. Não é só a mamãe que fica confusa com tanta sensação nova. O papai também tem dificuldade para lidar com essas novas informações que acontecem nessa etapa da vida do casal.

 

As transformações acontecem desde o início da gravidez, tanto no corpo como na mente. Os hormônios jogados no corpo da mulher a deixam com sensações que podem diminuir a libido e a vontade de fazer sexo. É comum ela sentir náuseas, vômitos, cansaço e seios doloridos. A mais nova mamãe pode achar que fazer sexo pode prejudicar o bebê ou mesmo ocasionar um aborto.

 

Já o papai pode ter a sensação de ser o "protetor", olhando a sua mulher como mãe e não mais como amante, se afastando sexualmente dela para protegê-la e não prejudicar o bebê. Agora, se com o papai está tudo bem em fazer sexo com sua mulher grávida, mas ela ainda não quer, saiba que carinho, atenção, paciência e diálogo são fundamentais nesse período.

 

Corpo em ebulição - Já no segundo trimestre da gestação, as sensações incômodas que aconteciam no início cessam e a libido da mulher volta ao normal ou mesmo pode aumentar ainda mais, como relatam algumas mulheres. A região da vagina está sensível por causa da maior vascularização da região e é um dos motivos do apetite sexual aumentar.

 

Se o papai ainda tem algumas dúvidas em relação ao sexo, a mamãe pode tentar aos poucos mostrar para ele que o sexo na gravidez é bom e não prejudica o bebê.

 

Se o papai não tinha "neuras" e agüentou pacientemente os enjôos e vômitos da mamãe passarem, a hora é agora para aproveitar o aumento da libido da mulher e ficar "nas nuvens" com os novos peitos da sua amada que estão maiores. Só cuidado com eles, pois a sensibilidade está maior e pode doer mais facilmente.

 

Gangorra - A libido pode voltar a diminuir no último trimestre da gravidez; a barriga já está grande e incômoda, o cansaço volta, as dores da coluna aumentam e a mulher pode não estar satisfeita com o seu corpo e peso, achando que seu companheiro não a acha mais atraente.

A preocupação em machucar o bebê na penetração volta e o medo do orgasmo em ocasionar um parto prematuro também são motivos para evitar o sexo. Sexo não prejudica o bebê e não acarreta parto prematuro.

 

Muitos homens acham que sua mulher grávida é uma das coisas mais atraentes que existe. Outros têm medo de que seu pênis machuque o bebê na penetração. Outros não sabem que posição fazer sexo com aquele barrigão da sua mulher.

 

Sexo é muito bom durante toda a gravidez. Fortalece os músculos do períneo que ajudam na hora do parto, deixa a mamãe feliz e relaxada, e o bebê sente tudo o que a mamãe sente. Se a mamãe está feliz, o bebê está bem. A cumplicidade do casal pode aumentar.

 

Dicas


Conversa é tudo. Homem e mulher devem colocar o que sentem para que tudo caminhe com cumplicidade e entendimento com os sentimentos do outro.

 

Sexo é bom desde que não seja uma obrigação. Às vezes, um beijo ou um simples carinho vale mais que tudo.

A penetração não prejudica o bebê que está protegido por uma bolsa de água que amortece qualquer contato.

 

 

Via Sexo More Info

 



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Acordo ortográfico

 

Em relação ao acordo ortográfico, não vi referências específicas sobre: 1. Connoscoem Portugal, que os brasileiros escrevem com um "n" (conosco). 2. Húmido (e derivados) que no Brasil são escritos sem "h" vão perder ou não o "h"? (aplica-se o ponto 1 ou 2 da Base II do acordo?)
Pierre Filipe (Brasil)


O Acordo Ortográfico não é explícito relativamente à questão colocada, mas permite-nos verificar que, neste e em outros casos, as diferenças ortográficas entre o português europeu e o português do Brasil não vão desaparecer com a aplicação deste acordo.

Em relação às formas connosco/conosco, mas também em relação a outros contextos análogos, como comummente/comumente, não há no Acordo Ortográfico de 1990, nomeadamente na Base IV, que diz respeito às sequências consonânticas, qualquer indicação sobre este contexto consonântico, o que permite manter as tradições ortográficas de Portugal (ex.: connosco, comummente) e do Brasil (ex.: conosco, comumente).

Relativamente ao uso do h inicial, a Base II do Acordo Ortográfico preconiza, na alínea a) do ponto 1, que o h inicial se emprega "por força da etimologia: haver, hélice, hera, hoje, hora, homem, humor", o que justifica o uso de húmido com agá (válido na norma europeia do português) ou sem agá (válido na norma brasileira do português), uma vez que este pode derivar do adjectivo latino humidus que tem também uma varianteumidus.
Por outro lado, a alínea a) do ponto 2 da mesma base indica que o h inicial se suprime "quando, apesar da etimologia, a sua supressão está inteiramente consagrada pelo uso: erva, em vez de herva; e, portanto, ervaçal, ervanário, ervoso (em contraste comherbáceo, herbanário, herboso, formas de origem erudita)", o que justifica o uso deúmido sem agá (válido na norma brasileira do português), mesmo que não houvesse o adjectivo latino umidus.
Se compararmos a Base II do Acordo de 1990 com a correspondente Base III do Acordo de 1945 (para o português de Portugal) ou com o ponto III do Formulário Ortográfico de 1943 (para o português do Brasil), verificamos que não há nenhuma alteração pertinente nas prescrições ortográficas, mas antes que húmido ou úmido são justificáveis segundo os critérios explicitados, apesar de as tradições ortográficas das duas normas consagrarem apenas uma das formas em cada norma.

 

 

Via Flip



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Letra
Lui :
Monaco,
28 degrés à l'ombre
C'est fou, c'est trop
On est tout seuls au monde
Tout est bleu, tout est beau.
Tu fermes un peu les yeux, le soleil est si haut.
Je caresse tes jambes, mes mains brûlent ta peau.

Elle :
Ne dis rien,
Embrasse-moi quand tu voudras
Je suis bien,
L'amour est à côté de [D] toi.

Lui :
On est bien

Lui :
Monaco,
28 degrés à l'ombre
Tu ne dis plus un mot
J'éteins ma cigarette, il fait encore plus chaud
Tes lèvres ont le goût d'un fruit sauvage
Et voilà,
Comme une vague blonde
Tu m'emportes déjà.

Elle :
Ne dis rien,
L'amour est au-dessus de moi.

 

 



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“2 milhões de refugiados, provenientes das províncias de leste, chegam esgotados pelas estradas” (Alemanha)

“2 milhões de refugiados, provenientes das províncias de leste, chegam esgotados pelas estradas” (Alemanha)
Centro de Documentação e Informação – Diário de Notícias Dossier Mapas (1939-1945); pasta – campos de concentração

...) Permitam-me começar com uma citação de Elie Wiesel: "Não transmitir uma experiência é traí-la." Relembrar o passado e os milhões de pessoas que pereceram no Holocausto é o mínimo que podemos fazer para honrar a sua experiência. A memória é o que devemos às vítimas, aos sobreviventes, aos libertadores e a nós próprios.

 

Entre 17 de Junho e 8 de Julho de 1940, Aristides de Sousa Mendes , Cônsul de Portugal em Bordéus, emitiu vistos de entrada a 30.000 judeuse outros refugiados em fuga de uma França ocupada pelos nazis. Em menos de três semanas conseguiu salvar o equivalente a uma cidade inteira da destruição quase certa. (...) Não exagero ao dizer que milhões de pessoas que hoje estão vivas devem a sua existência, de forma directa ou indirecta, a este homem corajoso que morreu indigente e em desgraça, punido pelo governo de Salazar por ter desobedecido à ordem directa de suspender a emissão de vistos a judeus refugiados. (...)

 

Eis a definição de um verdadeiro herói: um homem que desobedece ao seu próprio governo e que paga um elevado preço pessoal para fazer o que está certo - salvar pessoas inocentes da morte e do sofrimento. Esta é, também, a definição de um verdadeiro diplomata: alguém que usou o seu cargo influente para ajudar as pessoas a atravessar as fronteiras para a segurança no meio de uma guerra terrível. (...)

É, indubitavelmente, uma história encorajadora. A maioria das histórias do Holocausto não o é.

 

(...) O Holocausto - como conceito e como sistema - teve origem na mente dos homens. Não foi uma catástrofe natural. Foi uma catástrofe provocada pelo homem. O preconceito está a aumentar nos nossos próprios países, mas também noutros lados, tanto na esfera pública como nos bastidores. É justamente a este nível que a luta tem de ser travada.

 

Genocídios e crimes contra a humanidade continuam a ocorrer em muitos lugares do mundo. O conhecimento sobre as origens, os motivos e o significado do Holocausto é imprescindível para sensibilizar a opinião pública e mobilizar forças para fazer recuar essas tendências. (...)

Temos de ter sempre bem presente na nossa memória a fragilidade da vida humana e a vulnerabilidade das nossas sociedades. Temos de preservar a memória do Holocausto para a posteridade como uma lição sobre a falta de moral da humanidade. Fazemo-lo com a esperança de que possamos, de facto, aprender com os acontecimentos do passado. (...)

 

Gostaria de citar uma parte do discurso do Professor Yehuda Bauer, Presidente Honorário do ITF , proferido há exactamente cinco anos, na Assembleia-Geral das Nações Unidas, no Dia Internacional da Memória do Holocausto : "Certamente, o Holocausto revela as profundezas da depravação humana, porém, nas suas margens, encontram-se os picos do sacrifício pessoal em prol dos outros. E isso mostra-nos que existe uma alternativa".

 

A nossa memória colectiva é o que define o nosso presente e futuro. Sem a memória do Holocausto, não conseguiremos construir sociedades democráticas e pluralistas nas quais a diversidade étnica, cultural e religiosa seja não só tolerada mas, também, respeitada e valorizada.

 

Devemo-lo ao sacrifício pessoal de Aristides de Sousa Mendes. (...) Devemo-lo á criança esquecida que foi morta e cujo nome não entrou na História. (...)"

Clique para visitar o museu
MUSEU VIRTUAL
ARISTIDES SOUSA MENDES

 

Via expresso



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Aqui ya no  hay

 

Si hay un sector que realmente saca provecho de la celebración de ferias y congresos en una gran ciudad es, sin lugar a dudas, la prostitución. Hordas de individuos trajeados aprovechan una o dos noches alejados del hogar conyugal yéndose de picos pardos con sus compañeros o celebrando un negocio en alguno de los puti-clubes de la ciudad, con la misma ilusión que sus niños en un chiqui-park. En estos días se está celebrando en Madrid la Feria del Turismo (Fitur) y os puedo asegurar que el trajín en los dos putis cercanos a mi caso ha sido continuo. Me cuenta un amigo, relacionado con el sector (del turismo, aclaro, aunque un poco puta también es, pero de los que no cobran), que ayer mismo, durante su visita al recinto ferial, fue obsequiado con  una tarjeta descuento para acceder a un conocido local de prostitución lujosa de Madrid. Vamos, que los asistentes ya no tienen porqué preguntarle a un taxista dónde pasar un ratito de ocio sexual en su viaje de trabajo a la gran ciudad. Que es lo que se había hecho toda la vida. Y de paso, el conductor se llevaba una comisión del ‘puti’.

 

Existen muchas maneras de engañar a la pareja, aunque sea sólo sexualmente, y hay una auténtica industria organizada alrededor de esta cuestión. En los últimos años han surgido empresas que, por ejemplo, te pueden organizar un imaginario viaje de trabajo (con invitaciones a un congreso, billetes de avión, reservas de hotel y todo tipo de detalles) mientras tú te encierras en un hotel a jugar a los papás y las mamáscon otra persona que no sea tu mujer o tu marido. Tengo entendido que la coartada la llevan a extremos muy imaginativos, realizando llamadas telefónicas para dar credibilidad a todo el montaje. Otras iniciativas no son tan espectaculares, pero también son ingeniosas. En Argentina, algunos bares han instalado una cabina telefónica que reproduce sonidos ambiente distintos para dar veracidad a nuestras palabras cuando estamos contando una bola de campeonato. No hay nada peor que decir a tu pareja que estás en el trabajo y que, de repente, suene la megafonía del aeropuerto de fondo, porque has ido a acompañar a ‘otra persona’ que ha venido a tu ciudad a verte, bueno, a acostarse contigo. Creedme, está basado en hechos reales. ‘¿Qué coño haces en el aeropuerto?’Decir que te venía de paso no cuela.

 

Bromear con el asunto de los cuernos, aunque se trate simplemente de renuncios sexuales, sé que está mal, porque no es una situación demasiado agradable para el engañado. Sin embargo, desde la experiencia que me otorga haber engañado y también haber lucido una hermosa cornamenta en alguna que otra ocasión, considero que el humor, aunque sea negro, actúa de una manera muy terapéutica en nuestra mente cuando nos pasan estas cosas. Precisamente humor es lo que desprende una aplicación del Iphone, que ha tomado el nombre del golfista Tiger Woods (se llama ‘Tiger Text’), un infiel de campeonato cuya agitada vida sexual extraconyugal ha sido expuesta a la luz pública recientemente. Al menos, en Estados Unidos, cuando te pillan en semejante sarta de mentiras puedes alegar que eres adicto al sexo. Te vas 15 días a una clínica y chimpún. Aquí es más complicado. Volviendo a la aplicación telefónica, consiste en un programa que permite enviar mensajes que tienen caducidad. Pasado determinado periodo de tiempo, los sms enviados se borran automáticamente. También del teléfono al que lo hayas mandado.Así no te pasará nunca lo que a Tiger, cuya mujer descubrió todo el pastel cotilleando en su teléfono móvil. Hay gente muy despistada, que no siempre recuerda borrar mensajes comprometedores o que, en el colmo de las tragedias, manda a su pareja un sms tórrido y sensual destinado a un amante. Una vez más, basado en hechos reales.

 

En estos casos, cada maestrillo tiene su librillo. Los hay que se apuntan a un gimnasio para disimular y llegar duchaditos a casa, otros que tienen más de un perfil en facebook (el oficial y el de caza)… En fin, que hay mil y una opciones. Ahí tenéis el foro para dejar vuestra fórmula maestra o qué os inventáis cuando os apetece un desahogo con alguien con quien no compartís gastos mensuales. Una cosa sí os voy a decir: si sois de naturaleza generosa, utilizad siempre un preservativo. Que si engañar está feo, ‘pegarle’ algo a tu pareja ya es para matarte.

 

Via Cama Redonda



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Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011

 

Preliminares: A pressa é inimiga do prazer

 

Os preliminares são a primeira fase do acto sexual, mas por vezes, muitos homens descartam a sua importância para o prazer do casal.

 

Os preliminares e sua importância são encarados de maneira diferente quer se seja homem ou mulher.


Os homens têm uma necessidade sexual muito específica, e todo o acto tem como objectivo principal atingir o orgasmo, o clímax do prazer. Assim, desde que se inicia o acto sexual até ao momento final, a sua concentração está exclusivamente dedicada ao orgasmo.

Para a mulher as coisas não são bem assim. Uma parte significa douniverso feminino tem dificuldades em atingir o orgasmo, e para além disso, a relação sexual é encarado como um acontecimento mais emocional. 

O casal, e principalmente o homem tem que se conscializar que os preliminares são parte integrante de qualquer acto sexual, aumentando a tensão e o prazer para ambas as partes.

Desde um abraço mais apertado, a um beijo mais longo, tudo conta para desencadear o desejo. A troca de carícias pode dar origem a umaexcitação que permite aos parceiros terem muito mais prazer na relação sexual.

No entanto, o mais importante é não ter pressa naquilo que se está a fazer, nem se deixar levar pela monotonia. E porque lá diz o ditado: “a pressa é inimiga da perfeição”, neste caso particular, do prazer. 

Dedique tempo e atenção ao que está a fazer, investigue cada parte do corpo do parceiro dando asas à imaginação e à espontaneidade.


Para além de tornar a relação mais excitante, os preliminares tambémdesenvolvem a intimidade do casal, partilhe fantasias e falem ao ouvido um do outro, troquem ideias e desejos.


É possível afirmar que os preliminares tornam o acto sexual muito mais intenso ao mesmo tempo que fortalece a relação entre o homem e a mulher.


Guarde tempo para eles.

 

Via Sexualidade Femenina



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Letra

 

Primeiro a serra semeada terra a terra 
Nas vertentes da promessa 
Nas vertentes da promessa 
Depois o verde que se ganha ou que se perde 
Quando a chuva cai depressa 
Quando a chuva cai depressa

E nasce o fruto quantas vezes diminuto 
Como as uvas da alegria
Como as uvas da alegria
E na vindima vão as cestas até cima 
Com o pão de cada dia
Com o pão de cada dia 

Suor do rosto pra pisar e ver o mosto 
Nos lagares do bom caminho
Nos lagares do bom caminho 
Assim cuidado faz-se o sonho e fermentado 
Generoso como o vinho
Generoso como o vinho

E pelo rio vai dourado o nosso brio 
Nos rabelos duma vida
Nos rabelos duma vida 
E para o mundo vão garrafas cá do fundo 
De uma gente envaidecida
De uma gente envaidecida

Vinho do Porto 
Vinho de Portugal 
E vai à nossa 
À nossa beira mar 
À beira Porto 
À vinho Porto mar 
Há-de haver Porto 
Para o nosso mar 

Vinho do Porto
Vinho de Portugal 
E vai à nossa 
À nossa beira mar 
À beira Porto 
À vinho Porto mar 
Há-de haver Porto 
Para o desconforto 
Para o que anda torto 
Neste navegar 

Por isso há festa não há gente como esta 
Quando a vida nos empresta uns foguetes de ilusão 
Vem a fanfarra e os míudos, a algazarra 
Vai-se o povo que se agarra pra passar a procissão 
E são atletas, corredores de bicicletas 
E palavras indiscretas na boca de algum rapaz 
E as barracas mais os cortes nas casacas 
Os conjuntos, as ressacas e outro brinde que se faz 

Vinho do Porto vou servi-lo neste cálice 
Alicerce da amizade em Portugal 
É o conforto de um amor tomado aos tragos 
Que trazemos por vontade em Portugal 

Se nós quisermos entornar a pequenez 
Se nós soubermos ser amigos desta vez 
Não há champanhe que nos ganhe 
Nem ninguém que nos apanhe 
Porque o vinho é português

 

 



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"Bibi" apareceu a dizer que segundo ele afinal está tudo inocente no processo Casa Pia. Que tudo não passaram de mentiras e que foi manipulado pelos copos de água da PJ. Patético. Nojento.

 

 

Esta "entrevista" do "Bibi" a um tal de Carlos Tomás é das coisinhas mais decadentes e hilariantes que tenho visto em televisão. E acreditem que eu tenho visto muita porcaria nos últimos tempos, fruto das programações.

O problema do Sr. "Bibi" começa logo no seguinte ponto. Se assume que é mentiroso ou foi não deixou certamente de o ser depois de apanhar 18 anos de cadeia. Once a liar always a liar. Porque estaria agora a dizer a verdade? Não terão 18 anos de cadeia relativizado a verdade. Lembrou-se que afinal tudo inventado. Estava drogadinho, coitadinho.

Mas adiante. A forma como Carlos Tomás - jornalista que foi co-autor, em 2004, de um livro de Marluce ("Carlos Cruz - As Grades do Sofrimento"), ex-mulher de Carlos Cruz, condenado neste processo a sete anos de prisão efetiva (coincidências?) induz o entrevistado é patética. "Então e bebia o copo de água, só água? E depois? Sentia-se mal?" Ora, eu quando bebo um copo de água sinto-me bem, o único efeito será uma ida eventual aos lavabos, não me lembro nunca de ter ficado pedófilo por beber água. Para a fantochada ser total só faltou mesmo a pergunta:" É verdade que o seu verdadeiro nome não é 'Bibi' pois não?" "Sim é verdade... Até isso eu inventei, o meu verdadeiro nome é Carlos Silvino, o 'Bibi' só existe na minha cabeça e ele sim é um pedófilo de primeira apanha".

"Bibi" bebia a água da PJ e transformava-se em predador sexual e pedófilo. Logo, o líquido não poderia ser soro da verdade, porque toda a gente sabe que este homem é heterossexual, sempre foi um verdadeiro garanhão dentro da Casa Pia. E nunca tocou numa criança! Mas bebia a água misteriosa e desatava a acusar pessoas indiscriminadamente, a falar em locais, situações, embaixadores, fotografias, datas, números de telefone, orgias etc. "Bibi" tornava-se num autêntico predador esquizóide depois de beber o seu copito. Só me pergunto como terão feito em tribunal, foi o desgraçado para as sessões com um suporte de soro atrás com a agulha espetada diretamente na veia?

Num país a sério o Sr. "Bibi", o jornalista e quem mais está por detrás deste embuste todo que surgiu, imagine-se, outra coincidência, um dia depois da distribuição no Tribunal da Relação do recurso deste processo, iam todos a tribunal, sim senhor, mas sentadinhos com o rabinho no lugar do réu, por mais uma vez tentarem achincalhar quem investiga, emporcalhar quem julga, e descredibilizar as sentenças proferidas. A justiça já é suficientemente "frágil" para compactuar com mais uma novela da treta do Sr. "Bibi", do Sr. Carlos, do Sr. Sá Fernandes e companhia LDA.

 

Via 100 Reféns



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quase um terço da humanida de está online

 

Os números são avassaladores: mais de 2,8 mil milhões de pessoas em todo o mundo estão ligadas à Internet. Ou seja, quase um terço da Humanidade - um total de 6,8 mil milhões de pessoas - está online. Mas estes números parecem pequenos quando comparados com a taxa de penetração dos telemóveis: 70% em todo o mundo.

 

“No início de 2000 havia apenas 500 milhões de subscritores de serviços de telemóvel em todo o mundo e 250 milhões de utilizadores de Internet”, indicou aos media o secretário-geral da ITU (International Telecommunications Union), a agência da ONU responsável pelas telecomunicações, Hamadoun Toure. No início de 2011, estas cifras multiplicaram-se por dez no caso dos telemóveis, chegando aos 5000 milhões, e multiplicaram-se por oito no caso da Internet (2000 milhões). 

Em contrapartida, as linhas de telefone fixas diminuíram, pelo quarto ano consecutivo, estando agora abaixo dos 1,2 mil milhões.

A maioria dos internautas (57%) vive hoje em países emergentes, como a China e o Brasil, indica ainda a ONU. 

Sabe-se também que nos países árabes o número de utilizadores de Internet atingiu os 88 milhões, o que significa o dobro dos utilizadores no espaço de cinco anos.

Ainda segundo a ITU, em 82 países (dos 192 reconhecidos oficialmente pela ONU), há actualmente planos oficiais para o desenvolvimento da banda larga, que poderá vir a melhor os serviços de e-governo, nomeadamente nos sectores da saúde, da educação e da descentralização.

Em cerca de metade destes países o acesso à rede através de banda larga é considerado um serviço universal, como a electricidade, e noutros é mesmo considerado um direito legal dos cidadãos.

 

Via Público



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Asi de chiquito

 

Estaba yo pensando, con motivo de la muerte de Augusto Algueró, que la letra de su canción ‘Tómbola’ tiene múltiples lecturas. Eso de ‘en la tómbola del mundo, he tenido mucha suerte’ puede aplicarse a cualquier circunstancia de nuestra vida. También a nuestras características genitales. Como propietarios o potenciales usuarios. Porque, a ver, a veces estas cosas pasan: conoces al hombre de tu vida, futuro padre de tus hijos, tiene una conversación amena, te hace reír con sus cosas, no tiene halitosis, es formal y trabajador (pero con un puntito macarra), te mira bonito... Aunque todo lo expuesto hasta aquí lo hayas corroborado sólo en cinco minutos de conversación en una barra, decides acompañarle a su casa a tomar la última y, tachán, la tiene pequeña. No me refiero a la casa. Bueno, ciertos apartamentos hacen que se te caiga el alma a los pies, pero está feo eso de descartar a la gente por su hábitat o sus posibilidades económicas (aunque me consta que hay gente que lo hace). No, hablamos del tamaño del miembro viril.Aunque en todo manual de urbanidad sexológica queda claro que el tamaño no importa (el grosor tiene más enjundia), la máxima del ‘burro grande, ande o no ande’ goza de gran predicación. Y los que no dan la talla, se las ven y se las desean para gustarse y gustar. ¿Qué hacer en esos casos? Hombre, como usuaria o usuario, conformarte con la tómbola del mundo, esperar que tu próximo ex esté mejor calzado o, si es un rollo de una noche, seguir ‘jugando’, como con las tapas del yogur de antaño. Si eres el dueño del champiñón, desarrollar y optimizar otras habilidades amatorias que no dependan directamente del pene es una buena solución. Hay lenguas que obran milagros, por ejemplo. Que conste que hablamos de penes pequeños, entre 6 y 10 centímetros y no de micropenes. Sea como sea, en esta ‘cama redonda’, fieles a nuestro espíritu de servicio público, vamos a comentar algunas posturas sexuales que pueden ayudar a los discretamente dotados a superar con éxito el escollo del coito.

 


Hace años tuve la discutible fortuna de tener una compañera de trabajo que nos contaba a toda la redacción su vida sexual con pelos y señales, quisiéramos o no. Todavía recuerdo, como si fuera hoy, cómo proclamó a los cuatro vientos (porque era de las que hablan a gritos) que ella y su novio lo hacían de lado, porque él la tenía pequeña y si no lo hacían así, se le salía constantemente. Él estaba presente en la confesión. Aún tengo grabada su cara de aturdimiento. Creo que ya no están juntos, pero bueno. Está claro que, a su manera autodidacta, esta pareja consiguió que sus relaciones sexuales no fueran un ‘coitus interruptus’ en el más estricto sentido gracias a la tradicional postura de la cuchara. Hay algunas más:

 

-El perrito. Un clásico entre los clásicos. Una vez se encuentra el ángulo adecuado (colocando ella la cabeza y los hombros sobre la almohada y arqueando la espalda), hasta el chihuahua más pizpireto consigue cabalgar a un San Bernardo (o Bernarda, para el caso es lo mismo). Como en toda penetración trasera (no exclusivamente anal), la componente visual es muy importante para el elemento activo ya que en todo momento se controla la situación y se evitan resbalones o intentos de escapatoria involuntarios del pajarito en la jaula. En fin, que ya lo sabéis, no sé qué os estoy contando.

 

-Las orejas de conejo. Seguimos en el reino animal. Ya que hablábamos de la importancia de lo visual en toda relación sexual. El inconveniente en el perrito (aunque para algunos puede ser una ventaja en ocasiones) es que los amantes no se ven las caras. El sexo frente a frente también es posible aunque se tenga un pene pequeño. Para ello, la chica debe tumbarse de espaldas, colocar las piernas a la altura de las orejas del chico, con una almohada a la altura del trasero, de tal manera que la pelvis quede elevada de cara a favorecer un ángulo de inserción más grande al pene. Para evitar que las piernas (las orejas del conejo, vamos) se cansen demasiado en esa posición, el chico puede sostener las rodillas de su compañera por la parte posterior con sus manos. Ah, y esta postura permite la manipulación del clítoris sin tener que detener la penetración.

 

-La V. Como la serie de los lagartos. Ella se tumba boca arriba y abre las piernas en forma de V. Él arrodillado, levanta las caderas de su compañera y puede controlar en todo momento la penetración. En esta posición la estimulación del clítoris la puede realizar también el chico.

-Una sin bautizar. Se admiten sugerencias. Ella se tumba de espaldas, con las piernas cerradas y él la penetra desde atrás, con las rodillas situadas a lado y lado. Evidentemente, en el momento de la penetración, ella debe abrir un poco las piernas pero, una vez dentro, las puede cerrar y evitar cualquier escapatoria. Un ‘pero’: si tu churri pesa un poco y la colcha es especialmente mullida, puedes morir asfixiada.


En este enlace podéis ver algunas posturas más que no hemos comentado. Que quede claro que un pene pequeño no tiene porqué significar una vida sexual aburrida. De hecho, se le puede sacar bastante más partido que a cacharros mucho más grandes, torpes y pesados como un elefante entrando en una cacharrería.

 

Via Cama Redonda



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Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011

Ativa, passiva, relativa. Até que ponto faz sentido se rotular?


 

Os rótulos e os papeis sexuais
É preciso levar em conta que o sexo entre mulheres é algo muito maior do que o senso comum sugere, uma vez que a existência dos relacionamentos por si já demonstra que os padrões sociais e do senso comum foram quebrados, porém a coisa não é tão simples se obervada na prática.

 

Quando o casal está em sintonia e ambas estão felizes e tudo é perfeito, o problema é quando não existe uma sincronia entre as parceiras e o descompasso no relacionamento sexual acaba levando ao término da relação.

 

Há vários exemplos deste tipo de desacerto, mas vamos citar apenas alguns. Existe aquela lsbica ativa que não permite que a toque, mas sua parceira deseja tocá-la. Há também a lsbica que é só passiva e não deseja sair desta condição, não querendo tocar sua mulher, porém sua amada deseja ser tocada… E por aí vai!

 

Para solucionar problemas desta ordem, é sempre recomendado o diálogo e a transparência, porém é preciso ter mentes e corações abertos para descobrir novas formas de relacionar-se sexualmente, novas maneiras de dar e obter prazer. Obviamente desde que seja consentido e prazeroso para ambas, afinal não é interessante forçar sua própria natureza e seus verdadeiros desejos.

 

O tema sexualidade é amplo e apresenta inúmeras variantes e quando falamos de papéis sexuais não é diferente.

 

A lsbica pode ser exclusivamente masculina ou feminina, mas também pode apresentar uma mistura entre o masculino e o feminino com inversões de papéis. Apenas para elucidar, há a lsbica ativa, a passiva e a que é chamada por muitas de relativa.

 

lsbica ativa nada mais é do que aquela que conduz o ato sexual, a que assume a postura masculina. Normalmente quando assume esta postura de maneira rígida, não aceita ser tocada.

 

A passiva é aquela que é conduzida, ou seja, a que é tocada pela parceira ativa, e tem postura totalmente feminina na cama.

 

Já a relativa é a que assume os dois papéis, que permite tocar e ser tocada sem qualquer problema. Obviamente que cada papel é exercido de acordo com a sincronia do ato. O que a deixa em lugar confortável, uma vez que poderá relacionar-se tanto com ativas quanto com passivas e até mesmo com outras que sejam também relativas. São mulheres que até se relacionam com as que têm seu estilo padronizado (exclusivamente passivas ou ativas), por algum tempo, porém, normalmente não levam a relação adiante por muito tempo, exceções existem é claro, mas são exceções.

 

Há diferenciações entre papel sexual e identidade de gênero, sendo que esta última é a convicção íntima do ser, que pode ser masculina ou feminina, é como a pessoa se apresenta para a sociedade, como se veste, se comporta… E papel sexual que é como a pessoa se comporta sexualmente.

 

São diferentes uma vez que a lsbica pode apresentar vestimentas, comportamentos e posturas masculinizadas e não necessariamente desempenhar da mesma maneira na cama. E o contrário disso também acontece, ou seja, mulheres muito femininas, que adoram vestimentas femininas, usam salto alto, batons… E são exclusivamente ativas no ato sexual. Neste caso em especial há muitos casos de não serem percebidas socialmente como lsbicas, a não ser por pessoas que tem seu gaydar ativo, de tão femininas que são.

 

Para solucionar tais impasses é necessário que a pessoa assuma de forma equilibrada dialogar com sua parceira, sendo que ao verbalizar os sentimentos você cria maneiras para lidar melhor com eles. Desde que seja de maneira franca e sem cobranças e exposto de maneira saudável os reais motivos que estão atrapalhando a felicidade do casal. Se você ama sua mulher não deve haver problema em dar retorno do que é gostoso e o que não é, afinal a cumplicidade precisa existir.

 

Ter medo de perder a parceira e não demonstrar quais são suas reais necessidades, vontades e desejos não é o melhor caminho, porque assim você a cada dia estará se afastando da sua verdade interior.

 

Respeito é a alma do sucesso em qualquer tipo de relacionamento, portanto respeitar tanto a você quanto a sua parceira é imprescindível. Buscar novas maneiras de sentir prazer é importante, desde que não haja sacrifícios da outra parte comprometendo a individualidade.

 

É se os conflitos relacionados a papéis for algo constante e difícil de resolver sozinha é indicado buscar ajuda psicológica.

Recrie seus conceitos, permita-se experimentar, e não esqueça que seus reais desejos precisam fluir

 

Via Parada lsbica



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Candidatos aos oscares

 

Foram hoje anunciadas as nomeações para os Óscares de 2010 e “O Discurso do Rei”, de Tom Hooper, e “Indomável”, dos irmãos Coen, partem à cabeça, respectivamente com doze e dez nomeações.

 

“Cisne Negro”, “Último Round”, “A Origem”, “Os Miúdos Estão Bem”, “O Discurso do Rei”, “127 Horas”, “A Rede Social”, “Toy Story 3”, “Indomável” e “Despojos de Inverno” são os dez candidatos à estatueta de Melhor Filme de 2010, segundo os membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood.

As cinco indigitadas para Melhor Actriz são Annette Bening (por “Os Miúdos Estão Bem”), Nicole Kidman (“Rabbit Hole”), Jennifer Lawrence (“Despojos de Inverno”), Natalie Portman (“Cisne Negro”) e Michelle Williams (“Blue Valentine – Só Tu e Eu”).

Para Melhor Actor, os cinco nomeados são Javier Bardem (por “Biutiful”), Jeff Bridges (“Indomável”), Jesse Eisenberg (“A Rede Social”), Colin Firth (“O Discurso do Rei”) e James Franco (“127 Horas”).

Na corrida de Melhor Realizador estão nomeados Darren Aronofsky (“Cisne Negro”), David O. Russell (“Último Round”), Tom Hooper (“O Discurso do Rei”), David Fincher (“A Rede Social”) e os irmãos Joel e Ethan Coen (“Indomável”).

“O Discurso do Rei”, que ficcionaliza a história verdadeira da ascensão ao poder do rei Jorge VI de Inglaterra e chega às salas portuguesas no próximo dia 10 de Fevereiro, recebeu um total de doze nomeações, entre as quais ainda Melhor Actor Secundário para Geoffrey Rush, Melhor Actriz Secundária para Helena Bonham Carter, e ainda Melhor Realização e Melhor Argumento Original.

“Indomável”, “remake” do “western” de Henry Hathaway “A Velha Raposa” com estreia marcada entre nós para 17 de Fevereiro, foi citado para dez prémios, entre os quais Melhor Realização e Melhor Argumento Adaptado.

Seguem-se na lista dos nomeados, ex-aequo com oito nomeações cada, “A Rede Social”, de David Fincher (actualmente em sala), e “A Origem”, de Christopher Nolan. O primeiro recebeu quatro das suas referências em categorias artísticas (Filme, Realização, Argumento Original e Actor); o segundo foi nomeado maioritariamente para categorias técnicas, com excepção de duas artísticas, Filme e Argumento Original.

Seguem-se “Último Round”, de David O. Russell (sete nomeações, incluindo três nas categorias de representação secundárias: Christian Bale, Amy Adams e Melissa Leo; estreia a 10 de Fevereiro), “127 Horas” de Danny Boyle (seis nomeações; estreia a 24 de Fevereiro); ex-aequo com cinco nomeações cada, “Cisne Negro”, de Darren Aronofsky (estreia a 3 de Fevereiro), e “Toy Story 3” de Lee Unkrich; e, ex-aequo com quatro nomeações, “Despojos de Inverno”, de Debra Granik (estreia a 24 de Fevereiro) e “Os Miúdos Estão Bem”, de Lisa Cholodenko.

Na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, os cinco nomeados são “Biutiful”, do mexicano Alejandro González Iñárritu (estreia na próxima quinta-feira); “Canino”, do grego Yorgos Lanthimos; “Fora da Lei”, do franco-argelino Rachid Bouchareb (actualmente em sala); “Havenen”, da dinamarquesa Susanne Bier; e “Incendies”, do canadiano Denis Villeneuve.

Os cinco documentários de longa-metragem nomeados, por seu lado, são “Exit Through the Gift Shop”, de Banksy, “Gasland”, de Josh Fox, “Inside Job – A Verdade da Crise”, de Charles Ferguson (actualmente em sala), “Restrepo”, de Tim Hetherington e Sebastian Junger, e “Waste Land”, de Lucy Walker. 

A cerimónia de entrega dos Óscares terá lugar em Los Angeles, a 27 de Fevereiro próximo.

Lista completa das momeações:
Melhor Filme: "Black Swan," "The Fighter," "Inception," "The Kids Are All Right," "The King's Speech," "127 Hours," "The Social Network," "Toy Story 3," "True Grit," "Winter's Bone".
Melhor Actor: Javier Bardem, por "Biutiful", Jeff Bridges, por "True Grit", Jesse Eisenberg, por "The Social Network", Colin Firth, por "The King's Speech", James Franco, por "127 Hours".
Melhor Actriz: Annette Bening, por "The Kids Are All Right", Nicole Kidman, por "Rabbit Hole", Jennifer Lawrence, por "Winter's Bone", Natalie Portman, por "Black Swan", Michelle Williams, por "Blue Valentine. 
Melhor Actor Secundário: Christian Bale, por "The Fighter", John Hawkes, por "Winter's Bone", Jeremy Renner, por "The Town", Mark Ruffalo, por "The Kids Are All Right", Geoffrey Rush, por "The King's Speech".
Melhor Actriz Secundária: Amy Adams, por "The Fighter", Helena Bonham Carter, por "The King's Speech", Melissa Leo, por "The Fighter", Hailee Steinfeld, por "True Grit", Jacki Weaver, por "Animal Kingdom".
Melhor Realizador: Darren Aronofsky, "Black Swan", David O. Russell, "The Fighter", Tom Hooper, "The King's Speech", David Fincher, "The Social Network", Joel Coen and Ethan Coen, "True Grit".
Melhor Filme em Língua Estrangeira: "Biutiful" Mexico, "Dogtooth" Grécia; "In a Better World" Dinamarca; "Incendies" Canada, "Outside the Law (Hors-la-loi)" Algéria.
Melhor Argumento Adaptado: Danny Boyle and Simon Beaufoy, em "127 Hours", Aaron Sorkin, em "The Social Network", Michael Arndt, John Lasseter, Andrew Stanton e Lee Unkrich, em "Toy Story 3", Joel Coen e Ethan Coen, em "True Grit", Debra Granik e Anne Rosellini, em "Winter's Bone"
Melhor Argumento Original: Mike Leigh, em "Another Year", Scott Silver, Paul Tamasy, Eric Johnson e Keith Dorrington, em "The Fighter", Christopher Nolan, em "Inception", Lisa Cholodenko e Stuart Blumberg, em "The Kids Are All Right", David Seidler, em "The King's Speech".
Melhor Filme de Animação: "How to Train Your Dragon", "The Illusionist", "Toy Story 3".
Melhor Direcção de Arte: "Alice in Wonderland", "Harry Potter and the Deathly Hallows Part 1", "Inception", "The King's Speech", "True Grit".
Melhor Fotografia: "Black Swan", "Inception", "The King's Speech", "The Social Network", "True Grit".
Melhor Mistura de Som: "Inception", "The King's Speech", "Salt", "The Social Network", "True Grit".
Melhor Edição de Som: "Inception", "Toy Story 3", "Tron: Legacy", "True Grit", "Unstoppable".
Melhor Banda Sonora: "How to Train Your Dragon" de John Powell, "Inception" de Hans Zimmer, "The King's Speech" de Alexandre Desplat, "127 Hours" de A.R. Rahman, "The Social Network" de Trent Reznor e Atticus Ross.
Melhor Canção Original: "Coming Home" de "Country Strong," por Tom Douglas, Troy Verges e Hillary Lindsey, "I See the Light" de "Tangled," por Alan Menken e Glenn Slater, "If I Rise" de "127 Hours", por A.R. Rahman, Dido e Rollo Armstrong, "We Belong Together" de "Toy Story 3", por Randy Newman.
Melhor Guarda-Roupa: "Alice in Wonderland", "I Am Love", "The King's Speech", "The Tempest", "True Grit".
Melhor Documentário: "Exit through the Gift Shop", "Gasland", "Inside Job", "Restrepo", "Waste Land".
Melhor Documentário (curta-metragem): "Killing in the Name", "Poster Girl", "Strangers No More", "Sun Come Up", "The Warriors of Qiugang".
Melhor Edição: "Black Swan", "The Fighter", "The King's Speech", "127 Hours", "The Social Network".
Melhor Maquilhagem: "Barney's Version", "The Way Back", "The Wolfman".
Melhor Curta-metragem de Animação: "Day and Night", "The Gruffalo", "Let's Pollute", "The Lost Thing", "Madagascar, carnet de voyage (Madagascar, a Journey Diary)".
Melhor Curta-metragem: "The Confession", "The Crush", "God of Love", "Na Wewe", "Wish 143".
Melhores Efeitos Especiais: "Alice in Wonderland", "Harry Potter and the Deathly Hallows Part 1", "Hereafter", "Inception", "Iron Man 2".

 

Via Público



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Letra

Primeiro a serra semeada terra a terra 
Nas vertentes da promessa 
Nas vertentes da promessa 
Depois o verde que se ganha ou que se perde 
Quando a chuva cai depressa 
Quando a chuva cai depressa

E nasce o fruto quantas vezes diminuto 
Como as uvas da alegria
Como as uvas da alegria
E na vindima vão as cestas até cima 
Com o pão de cada dia
Com o pão de cada dia 

Suor do rosto pra pisar e ver o mosto 
Nos lagares do bom caminho
Nos lagares do bom caminho 
Assim cuidado faz-se o sonho e fermentado 
Generoso como o vinho
Generoso como o vinho 

E pelo rio vai dourado o nosso brio 
Nos rabelos duma vida
Nos rabelos duma vida 
E para o mundo vão garrafas cá do fundo 
De uma gente envaidecida
De uma gente envaidecida 

Vinho do Porto 
Vinho de Portugal 
E vai à nossa 
À nossa beira mar 
À beira Porto 
À vinho Porto mar 
Há-de haver Porto 
Para o nosso mar 

Vinho do Porto
Vinho de Portugal 
E vai à nossa 
À nossa beira mar 
À beira Porto 
À vinho Porto mar 
Há-de haver Porto 
Para o desconforto 
Para o que anda torto 
Neste navegar 

Por isso há festa não há gente como esta 
Quando a vida nos empresta uns foguetes de ilusão 
Vem a fanfarra e os míudos, a algazarra 
Vai-se o povo que se agarra pra passar a procissão 
E são atletas, corredores de bicicletas 
E palavras indiscretas na boca de algum rapaz 
E as barracas mais os cortes nas casacas 
Os conjuntos, as ressacas e outro brinde que se faz 

Vinho do Porto vou servi-lo neste cálice 
Alicerce da amizade em Portugal 
É o conforto de um amor tomado aos tragos 
Que trazemos por vontade em Portugal 

Se nós quisermos entornar a pequenez 
Se nós soubermos ser amigos desta vez 
Não há champanhe que nos ganhe 
Nem ninguém que nos apanhe 
Porque o vinho é português

 

 



publicado por olhar para o mundo às 12:03 | link do post | comentar

 

Charles M. Schulz, criador de Peanuts

Entre a abertura aos novos talentos e a celebração dos 60 anos da comic stripPeanuts, o mais importante festival europeu consagra este ano a banda desenhada social de Baru. Como nas anteriores edições, autores, editores e público transformam durante quatro dias a pequena cidade da Charente Marítima num espaço cosmopolita único, preenchido com exposições, sessões de autógrafos, debates, concertos e um sem número de animações.

 

 

Os grandes destaques são as exposições consagradas ao universo dos Peanuts, do americano Charles M. Schulz, que faz 60 anos no final deste ano, e à obra do francês Baru, Grande Prémio do festival em 2010. Do primeiro não é necessário dizer grande coisa – é uma das mais célebres bandas desenhadas do mundo, divulgada durante décadas em Portugal pelo desaparecido Diário de Lisboa e parcialmente editado em álbum pela Afrontamento. Quanto ao autor francês, publicado em parte pela editora alternativa Polvo, é reduzido o conhecimento do público português. A exposição cobre o que o próprio Baru define como “uma deambulação pelo interior da cultura operária, da sua grandeza à sua decadência”, dando a conhecer de forma sistematizada a temática dominante das suas bandas desenhadas, centradas nas questões ligadas à vida das classes trabalhadoras. Para o crítico francês Laurent Mélikian este é um dos pontos fortes do festival deste ano: “Fala-se de um olhar social na banda desenhada, é certo. É também um sinal de que este ano nos interrogaremos mais sobre o fundo de uma banda desenhada do que sobre a sua forma, e isso não me desagrada.”

O peso da criação francófona no conjunto da programação é grande, como de costume. Em primeiro plano, está uma exposição dedicada ao mundo da série heroic fantasy Lanfeust de Troy, de Christophe Arleston, Didier Tarquin e Jean-Louis Mourier, inédita em Portugal. Noutro registo, são percorridos os cinco séculos da colonização francesa, tendo como ponto de partida os quatro volumes da Petite Histoire des Colonies Françaises (argumento de Grégory Jarry e desenho de Otto T.). Um terceiro momento é dedicado à nova BD belga francófona, permitindo o contacto com a obra de autores “experimentais” (Benjamin Monti, Ilan Manouiach, Sacha Goerg, etc), criadores de referência da editora Frémok (Thierry Van Hasselt, Vincent Fortemps, Olivier Deprez ou Eric Lambé) e artistas “independentes” (Joe G. Pinelli, Louis Joos, Deniz Deprez ou David Vandermeulen).

Merece também referência a exposição sobre jovens talentos, que reúne 20 “autores a descobrir” num futuro próximo.

O fascínio pelo Oriente

Como festival internacional, Angoulême é o ponto de confluência da criação de todo o mundo. Fazendo desde há muito parte do imaginário francês, a banda desenhada oriental (sobretudo japonesa e sul-coreana) volta a estar presente: Hong Kong Stars é a exposição que revela o dinamismo, originalidade e liberdade criativa dos artistas da antiga colónia britânica, distanciados do modelo mangá (BD japonesa) e das condicionantes ideológicas que pesam sobre os autores e editores chineses.

Seguindo uma prática que já se tornou tradição em Angoulême, o festival inclui um Espace Mangasie, onde a banda desenhada asiática é rainha: animações, exposições, encontros, projecções audiovisuais, pavilhões de editores, performances, há um pouco de tudo para satisfazer os inúmeros admiradores e cultores deste género temático e gráfico.

É a possibilidade de “acumular ao vivo tanta informação sobre a banda desenhada francófona e internacional” que Patrick Gaumer, crítico e autor do Larousse de la BD, destaca na programação deste ano, enumerando a seguir as presenças: Turquia, Arménia, Hong Kong, Taiwan, Finlândia e África. Didier Pasamonik, chefe de redacção do site ActuaBD, pronuncia-se no mesmo sentido e manifesta-se particularmente interessado na “enorme presença de países ‘emergentes’ na BD” . Para Laurent Mélikian, “Angoulême é sempre um momento de reencontro com uma banda desenhada que não conheço, seja francesa ou, sobretudo, estrangeira”.

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 10:00 | link do post | comentar

Quando ouvi pela primeira vez que Luciana Abreu e o jogador Yannick djaló tinham tido umaLyonce Viikctória pensei tratar-se do último modelo da Skoda. Afinal era uma menina. Parabéns ao casal.

 

Na paragem de autocarro dizia uma velhota para o marido, pouco interessado no assunto, "aqui na Revista dizem que a menina se vai chamar lyonce viitórya - "Lyonce da fusão de Luciana e Yannick e Viiktórya pelo nosso amor ter triunfado e vencido todos os obstáculos e a má-língua de tanta gente" "estás a ver Armando- dando-lhe uma ligeira cotovelada- isto sim é amor verdadeiro". Armando de mãos nos bolsos encolheu os ombros e resmungou "o meu primo Rui também teve um Lyonce, era um perdigueiro lindo que costumávamos levar para a caça e passear no Cabo Espichel".

Pessoalmente gosto do nome e principalmente do processo usado para a escolha. Acho inovador, bonito e fica no ouvido: Lyonce, Lyonce... filha sai de cima da avó que ela já tem a dentadura pendurada no queixo. Maria vitória ou Leonor Vitória seria vulgar, agora uma Lyonce Viikctória não vai passar despercebida em nenhuma creche ou colégio deste país, e parece-me ser mesmo essa a intenção.

Mas no meio disto tudo acho estranho terem permitido o registo da pequena com este nome, porque normalmente são bastante rígidos na aceitação de nomes pouco comuns, daí ter associado logo o nome a um modelo de um automóvel de leste e não a uma bebé, porque o registo automóvel costuma ser bem mais ágil e menos conservador nestas situações. Diga o ano, matricula, cor, marca, modelo, peso, cavalos, cilindrada e já está. Pega-se na Fábia, na Felícia ou no Murano e prego a fundo.

Se a moda pega vai ser engraçado assistir ao aparecimento frequente de nomes formados pela junção do nome dos progenitores e associados ao sentimento que nutrem um pelo outro ou aquilo que os aproximou.

Imaginem que em vez de uma Luciana e um Yannick temos uma Rafaela e um Alberto cuja relação é amargurada. Desta união pode vir nascer um menino chamado Felato Amargus. Ou da conflituosa relação entre Ana e Paulo gerar-se uma Paulana Porradis. E se tiver sido o mar a unir um casal - a mãe Vanessa, peixeira de profissão e o pai Chico, pescador - o fruto podia ser uma Chanessa da Caparica ou um Chissa Espadarte. Um casal que se conheceu no estádio do dragão poderia ter a caminho uma Zelmira Topo Norte. Por fim uma filha nascida de uma relação de 20 minutos entre Silvana e um desconhecido poderia nascer uma Ruvana vinte euros.

No fundo Luciana e Djaló iniciaram uma verdadeira revolução na tradicional forma de escolher o nome de bebés neste país. Estão de parabéns.

 

Via 100 reféns



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Derechos sexuales en la pareja

 

Los derechos sexuales en la pareja, forman parte del desarrollo específico, hacia una sexualidad placentera que colaboran directamente con el bienestar emocional,  individual, hacia sus integrantes, y el resto de la sociedad; los mismos son derechos humanos universales, que se basan en una mutua igualdad y en la libertad absoluta de elecciones.

Así como todos tenemos responsabilidades y derechos, en la sexualidad, no hay porque dejar de lado éstos esquemas ya que los mismos forman parte de la personalidad y permiten satisfascer las necesidades básicas, frente a la comunicación personal con otros seres, ya sean pares o del sexo opuesto, y alcanzar una salud emocional y sexual óptima basada en el respeto mutuo.

Entre los derechos sexuales en la pareja encontraremos:

-Derecho  a la libertad e igualdad sexual,  podríamos acotar, que en el mismo no caben discriminaciones independientemente de sus elecciones donde  posee derechos a expresar sexualmente sus emociones, mantener su privacidad sexual, y buscar el placer con su compañera/o, incluyendo la autosatisfacción, como parte del bienestar físico y emocional. Además de la absoluta autonomía hacia la integriad y seguridad con su propio cuerpo.

-Derecho al cuidado de su salud sexualcomo también acceso a la educación sexual y reproductiva segura. La pareja debe informarse, educarse y cuidarse  sexualmente, ya que mediante la información, podrá, prevenir problemas de transmisión sexual, planificar  una procreación responsables y absolutamente libre.

 

Via Sexualidade



publicado por olhar para o mundo às 03:03 | link do post | comentar

Quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011

Dúvidas sobre a fertilidade masculina

 

Caxumba deixa o homem estéril? Espermatozóides sofrem alterações no DNA? Qual a mulher que nunca teve dúvidas sobre a fertilidade masculina? Para matar a curiosidade, o Vila Mulher conversou com Sandro Esteves, andrologista graduado pela Fundação Cleveland Clinica, nos Estados Unidos, e Diretor do Centro de Referência em Fertilidade Masculina, em Campinas. 
Confira abaixo alguns mitos e verdades sobre o assunto - tudo o que você quis perguntar, mas não teve coragem.

 

Caxumba realmente deixa o homem infértil?


Depende. Se ocorrer após os 12 anos de idade e inflamar os testículos, existe um risco de o homem ficar infértil, que varia de 30-50%, dependendo de a inflamação ocorrer de um ou ambos os lados dos testículos, respectivamente. O vírus da caxumba pode causar uma inflamação nos testículos chamada orquite viral, que mata as células germinativas que dão origem aos espermatozóides. Na maioria dos casos, o testículo volta a produzir os espermatozóides depois da infecção, mas na proporção que mencionei haverá alteração da fertilidade que pode variar de uma alteração leve na quantidade e qualidade dos espermatozóides, até uma alteração gravíssima, levando à esterilidade. A prevenção é a vacinação.

 

Cigarro interfere no número de espermatozóides?


Não, o cigarro não diminui o número, mas sim a qualidade dos espermatozóides. Muitas pesquisas indicam que homens que fumam têm uma quantidade maior de leucócitos no sêmen. Os leucócitos são os glóbulos brancos que defendem o organismo das agressões. Quando em excesso, eles liberam os radicais livres do oxigênio, que são substâncias extremamente nocivas, as quais atacam tanto as membranas dos espermatozóides quanto o material genético dos mesmos, diminuindo a sua função e, conseqüentemente, podendo causar infertilidade. Este fenômeno é denominado "estresse oxidativo".

 

Álcool e drogas causam infertilidade?


Sim. Existem estudos indicando que o excesso de álcool e drogas altera os hormônios da hipófise (glândula localizada no cérebro e que produz diversos hormônios, entre eles, o FSH e o LH, responsáveis por estimular os testículos a produzir os espermatozóides e a testosterona). Não se sabe ao certo qual o limite de álcool, pois há uma grande variação individual e também o tipo de bebida. Quanto às drogas, estudos indicam que maconha, cocaína e heroína são as mais nocivas para a fertilidade.

 

Tumores nos testículos é sinal de infertilidade?


Não, pois homens que tiveram um dos testículos removidos por tumor podem ser pais sem auxílio de tratamento. Entretanto, a remoção de um dos testículos acometidos por um tumor diminui em 50% a quantidade das células germinativas, que originam os espermatozóides. Assim há maior dificuldade destes homens engravidarem suas esposas naturalmente, e alguns deles terão que recorrer às técnicas de reprodução assistida para serem pais. Felizmente, hoje as técnicas estão avançadas e têm ajudado muitos homens com infertilidade.
Assim como os óvulos, dependendo da idade do homem, os espermatozóides sofrem alterações no DNA?

Alterações no DNA espermático iniciam-se a partir dos 35 anos de idade. Existe o risco de mutações do material genético do espermatozóide, que aumenta com a idade. Para se ter uma ideia, o risco de um homem com mais de 40 anos de idade gerar uma criança com uma malformação é o mesmo do que o risco de uma mulher na faixa de 35-40 anos ter um filho com síndrome de Down. Portanto, pode-se dizer que, de forma geral, o risco de um homem com mais de 40 anos ter um filho com algum problema sério de nascença é 20% maior do que aqueles com menos de 40 anos de idade.

 

Usar lap top no colo pode contribuir para a esterilidade masculina?


Essa é uma pergunta de muitos pacientes em consultório. Na verdade, os testículos são um órgão localizado fora do resto do corpo, e isso tem uma razão. Para funcionarem bem, eles precisam estar a 1,5 ou dois graus Celsius abaixo da temperatura corpórea. Portanto, não é recomendado o uso de computadores no colo, uma vez que eles aquecem a região íntima. Já existem estudos que relacionam esse hábito a uma possível esterilidade.

 

Via Vila dois



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

A tensão a que os escândalos sexuais estão a sujeitar o primeiro-ministro italiano teve ontem uma manifestação visível e pública. Silvio Berlusconi telefonou para um programa de televisão, onde se discutia o caso que envolve Ruby Rubbacuori, e insultou o apresentador: “Um programa nojento, dirigido de forma desprezível, vil e repugnante”.

 

Ruby, como se apresenta a jovem "dançarina exótica", terá sido uma das mulheres levadas para as festas privadas nas mansões do "Cavaliere" e, segundo o Ministério Público, manteve relações sexuais com o primeiro-ministro quando era ainda menor. Entretanto disse – e depois desmentiu – ter pedido cinco milhões de euros a Berlusconi em troca do seu silêncio.

“Ouvi argumentos falsos, desfasados da realidade, uma reconstrução muito longe da verdade”, atirou o primeiro-ministro italiano no comentário via telefone que interrompeu o normal decurso de L'Infidele, dirigido por Gad Lerner. O jornalista tentou várias vezes cortar o discurso a Berlusconi, com perguntas ou mesmo com comentários, mas não conseguiu parar o chefe de Governo.

“Já insultou bastante. Porque não vai antes falar com os juízes em vez de insultar?”. Lerner provocava Berlusconi, que se furta a audiências em tribunal recorrentemente. No entanto, a agressividade manteve-se e o jornalista convidou à moderação: “Como também é meu primeiro-ministro, peço-lhe que modere os termos em que fala”. Berlusconi não parou, chamou ao programa “prostíbulo televisivo” e tratou as mulheres em estúdio como "essas ditas senhoras", o que levou o apresentador a apelidá-lo de "mal-educado".

O programa é exibido na LA7, uma estação de televisão que Berlusconi não controla. Nas emissões de canais de que é dono já se viram entrevistas à própria Ruby (Canal 5) e Sabina Began (Sky TG 24), também acusada de frequentar as festas na residência de Arcore, nos arredores de Milão – ambas defenderam Il Cavaliere.

Nicole Minetti, antiga higienista dentária que Berlusconi nomeou conselheira regional da Lombardia, é a alegada proxeneta da rede, quem coordenaria a presença das jovens naqueles eventos. O primeiro-ministro também a defendeu em directo: “Nicole Minetti é uma pessoa maravilhosa, inteligente, preparada e séria”.

Corriere della Sera adianta que esta não foi a primeira vez que Silvio Berlusconi pretendeu interromper um programa em directo. A 18 de Janeiro, tentou fazer o mesmo em Ballarò, emitido na Rai 3, mas o apresentador, o jornalista Giovanni Floris, impediu a entrada no ar do primeiro-ministro, segundo o diário italiano. 

Desta vez, a oposição acusou o primeiro-ministro de "ter ultrapassado todos os limites". "O seu 'blitz televisivo' foi uma demonstração violenta da sua inadequação política e moral", disse Rosy Bindi, presidente do Partido Democrático, a maior formação da esquerda italiana

 

 

 

 

Via Público


publicado por olhar para o mundo às 19:10 | link do post | comentar | ver comentários (4)

 

 

Letra
Pó de Arroz,
Na face das pequenas
Será beleza apenas, só
Uma corzinha com

Pó de arroz
Rosa é, mulher o pôs
E o homem vai nas cenas
Eva e Adão outra vez

É como enfeitar um embrulho
Arroz com gorgulho talvez



REFRÃO: Pó de arroz
Do teu arrozal
Esse pó que é fatal
És a tal que se encanta com

Pó de Arroz
Não faz nenhum mal
É de arroz integral
Infernal, quando chegas com
Todo o teu arroz (bis)



Pó de Arroz
Tens hoje só pra mim
Pós de perlimpimpim
És um arroz doce sim

Pode ser
Um canto de sereia
Serei a tua teia
E tu serás meu algoz

Mas quando te vais alindar
Alindada vens dar no arroz

 



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