Domingo, 31 de Outubro de 2010

Dicas para ter prazer

 

Ao contrário dos homens, a maioria das mulheres não comenta abertamente sobre suas relações sexuais em mesas de bar nem se gaba de suas peripécias na cama para a roda de amigos. Restritas aos ouvidos das melhores amigas, as confidências sexuais são mais contidas, revelando dúvidas que, em muitas vezes, só são solucionadas no consultório do ginecologista.


Para ajudar a esclarecer todos os fantasmas que rondam a mente feminina na hora de se entregar ao prazer sexual, conversamos, sem pudor nem meias palavras, com a sexóloga Rita Jardim do espaço Pink Chic, no Rio de Janeiro, e com a terapeuta sexual e de casais Maria Fonseca Zampieri, autora de do livro Erotismo, Sexualidade, Casamento e Infidelidade.

Elas revelam dicas para as mulheres atingirem o orgasmo e constatam que fantasiar na hora do sexo é um excelente estimulante, "o cérebro é o nosso maior órgão sexual!" Confira algumas das dúvidas enviadas à redação: 

Eu e meu marido estamos juntos há um ano. No início nossa relação sexual era maravilhosa, qualquer hora era propícia, estávamos criando uma cumplicidade incrível. De repente tudo desandou, eu não consigo mais me aproximar e ele não me procura mais. Ele afirma que sou muito chata e falo demais, por isso ele se afasta. Quando transamos, tenho a impressão de que estou fazendo sozinha. O que será que está acontecendo?
Rita Jardim: A paixão pode durar aproximadamente até dois anos e meio. Algumas acabam logo que iniciam. Vocês estão juntos há um ano, tempo para que a paixão fique menos intensa, e para que os sinais do amor, se existe, apareçam. Você pode estar "falando demais", mas me parece que ele está abusando do "silêncio". 
Maria Fonseca Zampieri: É preciso conversar com ele, fora da hora do sexo, e sem pressão, sem muita prolixidade, ou seja, tente ir direto ao ponto. Sugiro que em vez de queixas você fale dos seus desejos. Tente iniciar as frases com o pronome "eu" e evite acusá-lo. Ouça o que ele tem a dizer. Ou ele está decepcionado demais, ou acabou a paixão e ele não sabe lidar com isso, ou surgiu uma nova paixão. São hipóteses apenas, mas vale a pena uma conversa objetiva, sem acusações e com desejo de ouvi-lo de uma forma nova. Tente e boa sorte! 

Meu namorado sabe me excitar com sexo ral e me acariciando com os dedos. Ele se empenha e consegue me fazer gritar de prazer, mas demora muito para ejacular. Fico muito curiosa com esse fato, isso é normal?
MFZ: Sorte sua seu namorado ser expert nisso. Se você tem prazer então, melhor ainda. Alguns homens têm ejaculação retardatária, ou seja, ela demora a vir ou não vem em todas as relações. Isso não significa que ele não tem prazer. Apenas que tem uma ejaculação menos presente. É um mito achar que o homem só tem prazer se ejacula. Quando for adequado converse com ele. Esse é um tema delicado e importante. Uma dica: na relação evite pedir para ele ejacular, isso poderá inibi-lo e pelo que entendi você se dão muito bem em matéria de sexo. 

Eu me acho fria. Quando eu penso que estou cheia de tesão antes da penetração, meu parceiro me penetra e eu não me sinto mais excitada. O que acontece comigo? 
RJ: Como acontece com algumas mulheres, você não está relaxando. É difícil obter o orgasmo com a penetração vaginal e a maioria das mulheres consegue atingir o climax só com a estimulação clitoriana. Converse com o seu parceiro sobre novas posições que facilite a estimulação clitoriana. Outra alternativa é tentar o sexo ral. 
MFZ: Às vezes as mulheres demoram ou não têm orgasmo com a penetração. Um terço apenas de mulheres sente isso. Portanto a sua relação sexual deverá ter muitas carícias no clitóris e preliminares em todo o corpo. Você pode tentar ter posições sexuais onde ele faz a penetração e ao mesmo tempo acaricia o seu clitóris, ou você mesma se acaricia, ou até pode usar um vibrador. As melhores posições para isso são ele por trás, vocês deitados de lado, ou ele sobre você, ou você por cima de frente ou de costas. Aprender a se masturbar e descobrir sozinha a ter orgasmos também pode ajudar muito. 

Meu namorado me masturba e quando tenho orgasmos intensos chego a espirrar um líquido meio esbranquiçado e aquoso. É o que chamam de ejaculação feminina? 
RJ: Não existe "ejaculação feminina", o que pode existir é um excesso de suor interno. Quando ocorre a excitação há o aumento da lubrificação vaginal. O líquido que você descreveu não é compatível com o da lubrificação vaginal e pode ser um sinal de infecção vaginal. Procure um ginecologista para uma avaliação. 

Amo o meu marido e a gente se dá muito bem na cama. Mas ultimamente, durante a relação, tenho fantasiado que estou transando com outros homens e fico mais excitada e até mais safada. É normal este comportamento? MFZ: Sim e pode ser ótimo. Fantasias estimulam a imaginação e o cérebro: nosso maior órgão sexual. 
RJ: Não há nada de anormal nessa sua fantasia. Aliás, é bem comum entre as mulheres. A fantasia é um excelente estímulo sexual.


Meu namorado sempre insiste para fazermos sexo nal, mas eu tenho medo. O que devo fazer para me preparar?
RJ: O sexo nal é um desejo de quase todos os homens e de poucas mulheres. Você deve, em primeiro lugar, comprar um bom lubrificante. Faça tudo muito devagar e com calma, tente relaxar o máximo possível e use sempre camisinha. 
MFZ: O sexo nal demanda aprendizagem, carinho e paciência para ocorrer sem dor e com prazer. Iniciem a estimulação do ânus com lubrificante com um dedo, depois com dois dedos e devagar, aprendendo a relaxar. Quando estiverem mais evoluídos tentem a penetração com ele colocando a glande (cabeça do pênis) no seu ânus (encostando) e você vai fazendo lentamente a penetração, determinando o ritmo com a sua mão. Faça devagar e tente relaxar a cada novo passo. Façam isso com você de costas para ele e deitados de lado. Só partam para a posição com você de quatro, quando estiverem evoluídos na penetração nal. E usem sempre camisinha. Jamais o pênis que esteve no ânus pode penetrar na vagina sem uma boa higiene, ok?! 

Fiquei com um amigo e fiz sexo ral nele sem camisinha. Posso estar com alguma DST? Qual a probabilidade de eu ter sido contaminada? 
MFZ: Depende. Mas você pode, sim, ter contraído alguma DST. Fale com seu médico e peça exames para HIV e HPV o mais breve possível. Sem alarmes, mas vá a seu médico ou a um posto de saúde. Também sugiro que você aprenda a se amar. O sexo sem compromisso deve ser feito, sim, mas sempre com prazer e proteção. 

Demoro para me excitar e, às vezes, durante a relação fico seca demais. Como posso estimular a lubrificação? 
RJ: O primeiro sinal da excitação sexual é a lubrificação. Ansiedade, preocupações, cansaço, vergonha do corpo, pouca intimidade e um parceiro pouco preparado são algumas das causas da dificuldade de excitação. Se você está na fase do climatério, pode ser alguma alteração hormonal. Procure primeiro um ginecologista. Depois, um terapeuta sexual pode ajudar nas causas de origem psíquica, que impedem a entrega à relação sexual. 
MFZ: Às vezes alguns quadros clínicos atrapalham a lubrificação e até a excitação. Procure seu ginecologista e veja esta parte também. Além disso, aprenda a descobrir o seu corpo sozinha e a reconhecer quais carícias lhe dão mais prazer. Tente se estimular para ensinar seu parceiro, leia livros e assista a filmes eróticos. Assim, você vai estimular o pensamento de situações excitantes com mais freqüência.

 

Via Mundo Oi



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar | ver comentários (9)

 

Letra

 

They sentanced me to twenty years of boredom

For trying to change the system from within

I'm coming now

I'm coming to reward them

 

First we take manhattan

Then we take berlin

 

I'm guided by a signal in the heavens

I'm guided by the birthmark on my skin

I'm guided by the beauty of our weapons

 

First we take manhattan

Then we take berlin

 

I'd really like to live beside you baby

I love your body and your spirit and your clothes

But you see that line that's moving

Through the station

 

I told you

I told you

I told you I was one of those

 

I don't like your fashion business mister

I don't like those drugs that keep you thin

I don't like what happened to my sister

 

First we take manhattan

Then we take berlin

 

 



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Uma professora demasiado sexy

 

Ser “demasiado sexy” está a trazer problemas a uma professora italiana. Um grupo de pais exige que a jovem professora de 28 anos deixe de ensinar numa escola católica de Milão, apresentando como prova vários vídeos de Ileana Tacconelli na internet.
A polémica começou quando uma mãe disse ao director da escola que a professora era uma distracção para os alunos. A situação agravou quando vários pais descobriram vídeos da professora, que já foi miss, em poses sensuais.

 



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Sábado, 30 de Outubro de 2010

quantas combinações nas suas relações sexuais?

 

Foi divulgado hoje o maior estudo sobre o comportamento sexual dos americanos, conforme publicado no site de Época. A pesquisa, que ouviu mais de 5 mil homens e mulheres de 14 a 94 anos, traz muitos dados interessantes. Mas o que chamou a atenção da maior parte da imprensa, e a minha também, foram as 41 combinações de comportamentos sexuais relatados pelos americanos.

Achei que fosse tudo na mesma transa, mas lendo a íntegra da pesquisa vi que não (haja criatividade…). A pergunta foi sobre a combinação de coisas feitas em um mesmo encontro sexual, dentro das seguintes opções: masturbação do parceiro, sexo nal ativo, sexo nal passivo, receber sexo ral, fazer sexo ral, penetração vaginal.

As respostas variaram de uma prática  (a maior parte sendo penetração vaginal) a cinco combinações delas. A maioria dos entrevistados disse fazer pelo menos duas combinações. A mais comum foi dar ou receber sexo oral e em seguida a penetração vaginal. Um exemplo de cinco combinações na mesma transa: masturbação do parceiro, receber sexo ral, fazer sexo ral, penetração vaginal e penetração nal.

E você, costuma combinar quantos atos sexuais em um mesmo encontro?

 

 

Via Sexpedia



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Letra
They sentenced me to twenty years of boredom
For trying to change the system from within
I’m coming now, I’m coming to reward them
First we take manhattan, then we take berlin

I’m guided by a signal in the heavens
I’m guided by this birthmark on my skin
I’m guided by the beauty of our weapons
First we take manhattan, then we take berlin

I’d really like to live beside you, baby
I love your body and your spirit and your clothes
But you see that line there moving through the station? 
I told you, I told you, told you, I was one of those

Ah you loved me as a loser, but now you’re worried that I just might win
You know the way to stop me, but you don’t have the discipline
How many nights I prayed for this, to let my work begin
First we take manhattan, then we take berlin

I don’t like your fashion business mister
And I don’t like these drugs that keep you thin
I don’t like what happened to my sister
First we take manhattan, then we take berlin

I’d really like to live beside you, baby ...

And I thank you for those items that you sent me
The monkey and the plywood violin
I practiced every night, now I’m ready
First we take manhattan, then we take berlin

I am guided

Ah remember me, I used to live for music
Remember me, I brought your groceries in
Well it’s father’s day and everybody’s wounded
First we take manhattan, then we take berlin



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por Miguel Esteves Cardoso


Confesso que a minha ambição era a mais louca de todas: revelar os segredos de um casamento feliz. Tendo descoberto que são desaconselháveis os conselhos que ia dar, sou forçado a avisar que, quase de certeza, só funcionam no nosso casamento.

Mas vou dá-los à mesma, porque nunca se sabe e porque todos nós somos muito mais parecidos do que gostamos de pensar.

O casamento feliz não é nem um contrato nem uma relação. Relações temos nós com toda a gente. É uma criação. É criado por duas pessoas que se amam.

O nosso casamento é um filho. É um filho inteiramente dependente de nós. Se nós nos separarmos, ele morre. Mas não deixa de ser uma terceira entidade.

Quando esse filho é amado por ambos os casados - que cuidam dele como se cuida de um filho que vai crescendo -, o casamento é feliz. Não basta que os casados se amem um ao outro. Têm também de amar o casamento que criaram.

O nosso casamento é uma cultura secreta de hábitos, métodos e sistemas de comunicação. Todos foram criados do zero, a partir do material do eu e do tu originais.

Foram concordados, são desenvolvidos, são revistos, são alterados, esquecidos e discutidos. Mas um casamento feliz com dez anos, tal como um filho de dez anos, tem uma personalidade mais rica e mais bem sustentada, expressa e divertida do que um bebé com um ano de idade.

Eu só vivo desta maneira - que é o nosso casamento - vivendo com a Maria João, da maneira como estamos um com o outro, casados. Nada é exportável. Não há bocados do nosso casamento que eu possa levar comigo, caso ele acabe.

O casamento é um filho carente que dá mais prazer do que trabalho. Dá-se de comer ao bebé mas, felizmente, o organismo do bebé é que faz o trabalho dificílimo, embora automático, de converter essa comida em saúde e crescimento.

Também o casamento precisa de ser alimentado mas faz sozinho o aproveitamento do que lhe damos. Às vezes adoece e tem de ser tratado com cuidados especiais. Às vezes os casamentos têm de ir às urgências. Mas quanto mais crescem, menos emergências há e melhor sabemos lidar com elas.

Se calhar, os casais apaixonados que têm filhos também ganhariam em pensar no primeiro filho que têm como sendo o segundo. O filho mais velho é o casamento deles. É irmão mais velho do que nasce e ajuda a tratar dele. O bebé idealmente é amado e cuidado pela mãe, pelo pai e pelo casamento feliz dos pais.

Se o primeiro filho que nasce é considerado o primeiro, pode apagar o casamento ou substitui-lo. Os pais jovens - os homens e as mulheres - têm de tomar conta de ambos os filhos. Se a mãe está a tratar do filho em carne e osso, o pai, em vez de queixar-se da falta de atenção, deve tratar do mais velho: do casamento deles, mantendo-o romântico e atencioso.

Ao contrário dos outros filhos, o primeiro nunca sai de casa, está sempre lá. Vale a pena tratar dele. Em contrapartida, ao contrário dos outros filhos, desaparece para sempre com a maior das facilidades e as mais pequenas desatenções. O casamento feliz faz parte da família e faz bem a todos os que também fazem parte dela.

Os livros que li dão a ideia de que os casamentos felizes dão muito trabalho. Mas se dão muito trabalho como é que podem ser felizes? Os livros que li vêem o casamento como uma relação entre duas pessoas em que ambas transigem e transaccionam para continuarem juntas sem serem infelizes. Que grande chatice!

Quando vemos o trabalho que os filhos pequenos dão aos pais, parece-nos muito e mal pago, porque não estamos a receber nada em troca. Só vemos a despesa: o miúdo aos berros e a mãe aflita, a desfazer-se em mimos.

É a mesma coisa com os casamentos felizes. Os pais felizes reconhecem o trabalho que os filhos dão mas, regra geral, acham que vale a pena. Isto é, que ficaram a ganhar, por muito que tenham perdido. O que recebem do filho compensa o que lhe deram. E mais: também pensam que fizeram bem ao filho. Sacrificam-se mas sentem-se recompensados.Num casamento feliz, cada um pensa que tem mais a perder do que o outro, caso o casamento desapareça. Sente que, se isso acontecer, fica sem nada. É do amor. Só perdeu o casamento deles, que eles criaram, mas sente que perdeu tudo: ela, o casamento deles e ele próprio, por já não se reconhecer sozinho, por já não saber quem é - ou querer estar com essa pessoa que ele é.

Se o casamento for pensado e vivido como uma troca vantajosa - tu dás-me isto e eu dou-te aquilo e ambos ficamos melhores do que se estivéssemos sozinhos -, até pode ser feliz, mas não é um casamento de amor.

Quando se ama, não se consegue pensar assim. E agora vem a parte em que se percebe que estes conselhos de nada valem - porque quando se ama e se é amado, é fácil ser-se feliz. É uma sorte estar-se casado com a pessoa que se ama, mesmo que ela não nos ame.

Ouvir um casado feliz a falar dos segredos de um casamento feliz é como ouvir um bilionário a explicar como é que se deve tomar conta de uma frota de aviões particulares - quantos e quais se devem comprar e quais as garrafas que se deve ter no bar, para agradar aos convidados.

Dirijo-me então às únicas pessoas que poderão aproveitar os meus conselhos: homens apaixonados pelas mulheres com quem estão casados.

E às mulheres apaixonadas pelos homens com quem estão casadas? Não tenho nada a dizer. Até porque a minha mulher continua a ser um mistério para mim. É um mistério que adoro, mas constitui uma ignorância especulativa quase total.

Assim chego ao primeiro conselho: os homens são homens e as mulheres são mulheres. A mulher pode ser muito amiga, mas não é um gajo. O marido pode ser muito amigo, mas não é uma amiga.

Nos livros profissionais, dizem que a única grande diferença entre homens e mulheres é a maneira como "lidam com o conflito": os homens evitam mais do que as mulheres. Fogem. Recolhem-se, preferem ficar calados.

Por acaso é verdade. Os livros podem ser da treta mas os homens são mais fugidios.

Em vez de lutar contra isso, o marido deve ceder a essa cobardia e recolher-se sempre que a discussão der para o torto. Não pode ser é de repente. Tem de discutir (dizê-las e ouvi-las) um bocadinho antes de fugir.

Não pode é sair de casa ou ir ter com outra pessoa. Deve ficar sozinho, calado, a fumegar e a sofrer. Ele prende-se ali para não dizer coisas más.

As más coisas ditas não se podem desdizer. Ficam ditas. São inesquecíveis. Ou, pior ainda, de se repetirem tanto, banalizam-se. Perdem força e, com essa força, perde-se muito mais.

As zangas passam porque são substituídas pela saudade. No momento da zanga, a solidão protege-nos de nós mesmos e das nossas mulheres. Mas pouco - ou muito - depois, a saudade e a solidão tornam-se insuportáveis e zangamo-nos com a própria zanga. Dantes estávamos apenas magoados. Agora continuamos magoados mas também estamos um bocadinho arrependidos e esperamos que ela também esteja um bocadinho.

Nunca podemos esconder os nossos sentimentos mas podemos esconder-nos até poder mostrá-los com gentileza e mágoa que queira mimo e não proclamação.

Consiste este segredo em esperar que o nosso amor por ela nos puxe e nos conduza. A tempestade passa, fica o orgulho mas, mesmo com o orgulho, lá aparece a saudade e a vontade de estar com ela e, sobretudo, empurrador, o tamanho do amor que lhe temos comparado com as dimensões tacanhas daquela raivinha ou mágoa. Ou comparando o que ganhamos em permanecer ali sozinhos com o que perdemos por não estar com ela.

Mas não se pode condescender ou disfarçar. Para haver respeito, temos de nos fazer respeitar. Tem de ficar tudo dito, exprimido com o devido amuo de parte a parte, até se tornar na conversa abençoada acerca de quem é que gosta menos do outro.Há conflitos irresolúveis que chegam para ginasticar qualquer casal apaixonado sem ter de inventar outros. Assim como o primeiro dever do médico é não fazer mal ao doente, o primeiro cuidado de um casamento feliz é não inventar e acrescentar conflitos desnecessários.

No dia-a-dia, é preciso haver arenas designadas onde possamos marrar uns com os outros à vontade. No nosso caso, é a cozinha. Discutimos cada garfo, cada pitada de sal, cada lugar no frigorífico com desabrida selvajaria.

Carregamos a cozinha de significados substituídos - violentos mas saudáveis e, com um bocadinho de boa vontade, irreconhecíveis. Não sabemos o que representam as cores dos pratos nas discussões que desencadeiam. Alguma coisa má - competitiva, agressiva - há-de ser. Poderíamos saber, se nos déssemos ao trabalho, mas preferimos assim.

A cozinha está encarregada de representar os nossos conflitos profundos, permanentes e, se calhar, irresolúveis. Não interessa. Ela fornece-nos uma solução superficial e temporária - mas altamente satisfatória e renovável. Passando a porta da cozinha para irmos jantar, é como se o diabo tivesse ficado lá dentro.

Outro coliseu de carnificina autorizada, que mesmo os casais que não podem um com o outro têm prazer em frequentar, é o automóvel. Aí representamos, através da comodidade dos mapas e das estradas mesmo ali aos nossos pés, as nossas brigas primais acerca das nossas autonomias, direcções e autoridades para tomar decisões que nos afectam aos dois, blá blá blá.

Vendo bem, os casamentos felizes são muito mais dramáticos, violentos, divertidos e surpreendentes do que os infelizes. Nos casamentos infelizes é que pode haver, mantidas inteligentemente as distâncias, paz e sossego no lar.


Via Citrag



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Sexta-feira, 29 de Outubro de 2010

Sexo no primeiro encontro

 

Sexo no primeiro encontro continua dividindo a opinião das mulheres. Enquanto algumas consideram normal, outras nem cogitam a possibilidade. Se é machismo, coisa do passado ou tabu, não se sabe.

 

Mas poucas pessoas admitem pensar no assunto com essa naturalidade toda.

 

A assessora de imprensa Gabriela Vieira, de 19 anos, não concorda com a atitude. “Acredito que o sexo é uma mistura de muitas coisas, dentre elas a confiança. E no primeiro encontro não tem como se ter confiança em alguém. Nunca fiz e não acho legal”, afirma. Já a estudante Juliana Sato, também de 19 anos, vê por outro lado. “Se é uma situação em que você só vai curtir o momento, não vejo problema nenhum. Mas se é um encontro com alguém que você futuramente irá querer algo mais sério, não acho apropriado”, diz.

De qualquer forma, o fato é que a prática anda mesmo mais comum entre as mulheres. “Hoje em dia as mulheres estão muito mais decididas do que querem, e muitas vezes estão agindo como alguns homens, que saem com objetivos traçados em relação ao sexo oposto”, opina Gabriela.

Antes de decidir ir com tudo no primeiro encontro, é preciso pensar bem. “Acho que fazer sexo no primeiro encontro pode sim comprometer um futuro relacionamento. Os homens geralmente não levam a sério quando conseguem o que querem logo de primeira, mas tudo depende da situação”, diz Juliana. Gabriela acredita que a atitude pode tornar a mulher desinteressante aos olhos do pretendente. “Se logo no primeiro encontro já acontece, o homem tem a certeza de que nos próximos vai ter também. Torna-se cômodo, quando ele tem vontade, simplesmente liga”, afirma.

Portanto é imprescindível que você pense muitas vezes antes de cair na tentação do sexo no primeiro encontro. Infelizmente para algumas, esta atitude ainda pode ser mal interpretada pela sociedade. Mas felizmente para outras, agir desta forma esta cada vez mais normal. Porém, além da consciência pessoal, outro ponto deve ser levado em conta: sexo seguro. Caso decida por fazer sexo com alguém que acaba de conhecer, é importante não esquecer de se prevenir.

E você, já transou no primeiro encontro? Qual é a sua opinião?

 

Via Vila dois



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Letra
Navegar navegar 
Mas ó minha cana verde 
Mergulhar no teu corpo 
Entre quatro paredes 
Dar-te um beijo e ficar 
Ir ao fundo e voltar 
Ó minha cana verde 
Navegar navegar 


Quem conquista sempre rouba 
Quem cobiça nunca dá 
Quem oprime tiraniza 
Naufraga mil vezes 
Bonita eu sei lá 

Já vou de grilhões nos pés 
Já vou de algemas nas mãos 
De colares ao pescoço 
Perdido e achado 
Vendido em leilão 
Eu já fui a mercadoria 
Lá na praça do Mocá 
Quase às avé-marias 
Nos abismos do mar 


navegar navegar... 


Já é tempo de partir 
Adeus morenas de Goa 
Já é tempo de voltar 
Tenho saudades tuas 
Meu amor 
De Lisboa 
Antes que chegue a noite 
Que vem do cabo do mundo 
Tirar vidas à sorte 
Do fraco e do forte 
Do cimo e do fundo 
Trago um jeito bailarino 
Que apesar de tudo baila 
No meu olhar peregrino 
Nos abismos do mar



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Pílula dos cinco dias mais eficaz que a do dia seguinte

 

Especialistas comprovam eficácia redobrada do novo contraceptivo de emergência, que pode ser tomado até cinco dias depois da relação desprotegida

 

contraceptivo dos cinco dias, já conhecido como a pílula da semana seguinte, é mais eficaz do que a tradicional pílula do dia seguinte. A garantia é dada pelo presidente do Grupo para o Estudo da Mulher, sedeado em Madrid, que é igualmente chefe do serviço de ginecologia doHospital Geral da Ciudad Real (Espanha).

Segundo Javier Haya, a razão pela qual esta nova pílula é mais eficaz para proteger as mulheres de uma gravidez prende-se com o facto de esta atrasar a ovulação durante mais tempo, oferecendo "uma taxa de eficácia muito alta com cinco dias de margem", pelo que constitui uma boa "ferramenta para evitar gravidezes não desejadas".

O médico é apoiado por outros especialistas e defende ainda que a criação desta nova pílula pode ajudar a uma queda estrondosa das taxas de aborto nos países desenvolvidos.

 

Via ionline



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Quinta-feira, 28 de Outubro de 2010

O maior prazer é dar prazer

 

Sigmund Freud afirmou que as mulheres tinham dois tipos de orgasmo, nomeadamente o clitoriano e o vaginal. Segundo este psicanalista, o primeiro era importante no desenvolvimento sexual, mas, se fosse único, significava imaturidade.

 

Já o orgasmo vaginal surgia na sequência do primeiro, além de ser característico de maturidade sexual. De facto há três tipos de orgasmos: clitoriano, vaginal e múltiplo. No entanto, «talvez não hajam três tipos de orgasmos mas apenas um, pelo menos do ponto de vista fisiológico. Mas em relação àquilo que a mulher sente já se podem estabelecer variações com a divisória do clitoriano e vaginal. O orgasmo múltiplo é muito raro mas existe», refere José Pacheco, psicólogo clínico e sexólogo no Hospital Júlio de Matos. O orgasmo clitoriano é atingido através de estímulos externos, designadamente pelo toque ou estimulação directa do clitóris. Este órgão tem o formato de um Y, tem cerca de dez centímetros e, por se encher de sangue, incha e fica sensível ao toque directo. Mais intenso, o orgasmo vaginal dependente do ponto 'G', uma zona situada no interior da vagina, junto à parede frontal, altamente estipuláveis tanto pelo pénis como manualmente. Tal como o nome indica, «o orgasmo múltiplo é uma sequência de orgasmos. Após um orgasmo, a excitação mantém-se e a mulher consegue ter vários orgasmos. Mas são raras as mulheres multiorgásmicas», afirma o psicólogo supracitado.

 

Vamos lá pôr ordem na casa..

 

Tipos de Orgasmos

 

1. Sonhorgasmo - a mulher goza em sonho, acorda gozando ou goza, simultaneamente, em sonho e nos lençóis.

 

2. Microrgasmos - são orgasmos leves, que ocorrem sem nenhuma estimulação externa, quase a nível celular. Esse orgasmo pode ser alcançado através da erotização de gestos e actos simples. Sprinkle afirma que até um mero espirro, um passeio no parque ou a visão de uma flor pode levá-la a um microrgasmo.

3. Orgasmo intravaginal - esse é o gozo que ocorre dentro da vagina, através de estimulação peniana, digital, do pulso ou de vibradores. O orgasmo pode vir da estimulação do ponto G (em contacto com a parede da uretra, onde há tecido eréctil, fartamente enervado) ou do colo cervical quando estimulado por “fist fucking” (penetração com o pulso).
4. Orgasmo energético - é aquele alcançado através de várias técnicas de meditação, com origem no Yoga (orgasmo kundalini) ou sexo tântrico, por exemplo. Sprinkle também coloca nesta categoria orgasmos aparentemente involuntários, como os que ocorrem durante um acesso de riso ou um momento de medo (como acontecia com alguns soldados do Vietnam, segundo relatos transmitidos).
5. Orgasmo clitoriano - acontece depois da estimulação clitoriana. É o tipo de gozo mais conhecido das mulheres quando se masturbam, embora muitos homens insistam em ir directo ao pote vaginal sem passar antes pela varinha mágica.
6. Orgasmos combinados - Sprinkle afirma que, geralmente, esses orgasmos listados acima acontecem em combinação, ocorrendo dois, três ou quatro tipos, simultaneamente ou em sequência.
7. Megaorgasmos - Sprinkle diz que esse é “o tsunami dos orgasmos”. O megaorgasmo é uma experiência intensa, física, emocional e espiritual, ao mesmo tempo. A sua duração é longa (a própria Annie, em seu vídeo “Putas e Deusas”, é protagonista de um megaorgasmo de 5 minutos de duração!) e é geralmente alcançado após múltiplas estimulações que, segundo Sprinkle, “vão além do acto de fazer amor”, exigindo uma ”completa entrega e estimulação massiva dos genitais”.
Via O Poder do Limão


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medicamentos com preço

 

Estas últimas semanas têm surgido uma série de medidas e de alterações a nível da saúde com intenção de diminuir a despesa com medicamentos. Para além das diminuições de comparticipação de alguns grupos terapêuticos, o preço total dos medicamentos vai sofrer uma descida de 6%. Ao mesmo tempo que vai haver esta descida, o governo decretou que os medicamentos comparticipados deixassem de ter o preço marcado. Ora, em todas as áreas de negócio, o preço marcado é uma obrigação legal para defesa dos consumidores. Qual será a razão obscura para que os medicamentos não tenham preço marcado?! Soa assim a pouca transparência na área dos medicamentos não é?! Para tentar contrariar esta legislação, promoveu-se uma petição a enviar à Assembleia da República.

Assine a petição - Medicamentos sem preço põem em causa o direito à informação dos consumidores

 

Via É possível ser feliz



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Letra
O alentejo é uma terra
Cheia de moças airosas
Pr’a passear à tardinha
Alentejanas e amorosas

O alentejo é uma cantiga
Com quadras das mais formosas
Cantemos à desgarrada
Alentejanas e amorosas

O alentejo é um jardim
Plantado de flores vistosas
Do malmequer ao jasmim
Alentejanas e amorosas

O alentejo é uma tristeza
Suas canções dolorosas
Pr’a cantar á despedida
Alentejanas e amorosas

O alentejo é um encanto
Uma braçada de rosas
Vou bailar com meus amores
Alentejanas e amorosas

As cantigas e as mulheres
É bom que sejam mimosas
Pr’a ficarem no sentido
Alentejanas e amorosas

 



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Pensava que já tinha visto tudo em televisão, mas a TVI tem o condão de surpreender. A recém-contratada Fátima Lopes paga-lhe as contas do mêsnem que para isso tenha de ir ao chão, literalmente. Veja.

 

Logo na estreia do programa "Agora é que conta- a apresentadora Fátima Lopes foi atropelada de frente por duas senhoras enroladas em quilos de esponja enquanto gritava a plenos pulmões "vamos embora, vamos embora" como se estas tivessem Teixeira dos Santos no seu encalce com o IVA de 23% a morder-lhes o rabo.

As senhoras queriam de tal forma ver as contas da luz/gás/etc. pagas que partiram aos pulos, numa histeria desenfreada como gazelas anafadas com o cio em direcção à apresentadora. Uma luta feroz para agarrar uma pequena bola e responder à pergunta sobre pateta: o cão de Walt DisneyMais lesta, a badocha de cinturão verde acabou por levar de rojo a querida Fátima, que por ali andou a rebolar entalada entre as "matrafonas" e o cenário. Depois, Fátima ainda conseguiu meter água, fazendo a pergunta fornecendo a resposta.

Por 35 mil euros por mês também ia ao chão e não me importava de ser espalmado contra cenários em directo todos os dias, empurrado por tudo o que fosse balofa com um osso de algodão pendurado no pescoço e 50 metros de celofane a envolver-lhes as partes. E ainda me ria a rebolar no chão enquanto fingia que não achava toda a situação ridícula. Tudo para lhes pagar as contas mensais. Tudo pela caridade. Meus amigos: até fazia o pino enquanto analisava as facturas da TV Cabo.

É profundamente deprimente criar-se um programa para pagar contas correntes da vida particular das pessoas a troco da exposição destas ao ridículo. Não deixa de ser um aproveitamento desonesto do desespero alheio. Certamente não terão sido obrigadas a ir ao programa, mas só dar-lhes essa oportunidade por interesse comercial de uma estação televisiva, falsamente imbuída de um espírito solidário, não deixa de ser uma exploração. As pessoas vão, obviamente, aproveitar. Até porque muitos preferem ir à televisão e ter as contas pagas a efectivamente ter um dia de trabalho. Sinal dos tempos.

É por isso sublimemente metafórico que logo no primeiro programa a apresentadora tenha ido ao tapete. É que no chão somos todos iguais, com 35 mil euros por mês ou com 35 euros de luz por pagarTouchdown. Veja!

 



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Quarta-feira, 27 de Outubro de 2010

Sexo lésbico a primeira vez

 

Se vai experimentar sexo ésbico pela primeira vez é provável que esteja ansiosa e que esteja a pensar no que deve ou não deve fazer. Quer seja a primeira vez que vai experimentar fazer sexo, ou a primeira vez que vai experimentar sexo lsbico, na primeira vez é sempre normal que esteja nervosa. Perder a virgindade com alguém do mesmo sexo é muito conotado com mitos que podem ajudar a não estar verdadeiramente relaxada na sua experiencia. 

Deixamos algumas dicas para a sua primeira experiência com uma mulher.

1. Conheça o seu próprio corpo

Antes sequer de imaginar fazer sexo com alguém, é importantíssimo que se conheça a si mesma. Descubra o seu corpo, os locais que gosta de ser tocada, o que a excita; a masturbação é um grande passo para o sucesso de uma relação íntima com outra pessoa. Dispense tempo consigo mesma, toque-se e descubra o que a faz sentir nas nuvens. Desta forma, também irá descobrir onde deverá tocar na outra pessoa para a fazer sentir nas nuvens; de igual importância será o facto de saber transmitir à outra pessoa o que a faz sentir bem.

2. Esteja sóbria

Certamente quererá recordar-se do seu primeiro momento lsbico, e para tal é necessário senti-lo, com o nervoso miudinho associado, com o verdadeiro sentimento humano a brotar de si. Embora o álcool possa diminuir as inibições a verdade é que também diminui sensações e pode tornar momentos intensos em momentos banais.

3. Faça sexo seguro

As mulheres também se preocupam com o sexo seguro! O HIV também se pode transmitir através de relações lsbicas, por isso deve ler sobre o assunto e ir preparada. Ainda que exista o mito de que as lsbicas não necessitam de sexo seguro, não passa disso mesmo, de um mito, que por vezes pode tornar-se no maior pesadelo de quem o ignora.

4. Seduza e fantasie

A fantasia é fundamental para a felicidade humana e para o sexo também... Se vai dormir com outra mulher a verdade é que já fantasiou com isso, portanto recorde-se e viva esse momento como a sua fantasia. Recorde-se dos seus pensamentos, é você que a seduz, ou é ela que a seduz a si? A verdade é quem tem de imaginar antes de o fazer.

5. Não exagere

Se pensa usar brinquedos sexuais deixe-os para as próximas vezes; na primeira vez é importante conhecer os corpos tocar e sentir; existirão muitas outras oportunidades para experimentar brinquedos, na primeira vez delicie-se com o contacto.

6. Relaxe

Demore o seu tempo, toque todo o corpo da sua parceira. Tocar e sentir é muito importante e claro é um óptimo método de sedução. Não vá logo a correr tocar no clítoris dela, seja comedida nesse toque; antes disso toque-lhe no restante corpo - há tanto corpo para ser sentido -, dispa-a lentamente, beije-lhe a parte de trás dos joelhos e o interior dos cotovelos, toque nos seus seios, toque na sua barriga toque-lhe nos sovacos, beije-lhe o pescoço, humedeça os dedos dela com a sua língua. Nua, deite o seu corpo em cima do dela, sinta o corpo dela em contacto com o seu. Existe muita coisa que podem fazer antes de se tocarem na área púbica, por isso apreciem-se mutuamente.

7. Comunique

Não tenha pudor em perguntar-lhe o que ela gosta, e o que a faz sentir excitada. Diga-lhe o que gostava que ela lhe fizesse; por vezes não tem de lhe dizer verbalmente pode simplesmente conduzir-lhe as mãos ou proporcionar o momento. A comunicação é o princípio fundamental numa relação sexual de sucesso.

8. Não tenha expectativas irrealistas

A sua primeira vez como amante de alguém deve ser usada para experienciar e para conhecer o corpo da outra mulher, bem como ela deve conhecer o seu. Por vezes quando se está a aprender, a química pode diminuir: um orgasmo pode não acontecer na primeira vez, mas é perfeitamente natural que isso aconteça. Toque experimente e seja sincera a comunicar o que deseja.

 

Via letra L



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Letra
A tua pequena dor 
quase nem se quer te doi
é só um ligeiro ardor 
que nao mata 
mas que mói.

É uma dor pequenina
quase como se não fosse
e como uma tangerina
tem um sumo agridoce.

De onde vem essa dor
se a causa não se ve
se não é por desamor
então e uma dor de que.

Não esponhas essa dor 
e preciosa e so tua
não a mostres tem pudor
e um lado oculto da lua.

Não e vicio nem costume
deve ser inquietação 
nao há nada que a arrume 
Dentro do teu coração.

Talver seja a dor de ser
só a sente quem a tem
ou sera a dor de medo 
a dor de ir mais além.

Certo e ser a dor de quem 
nao se da por satisfeito
nao a mates guarda bem
guardada no fungo do peito.

 



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Fora com os outdoors

 

Via HenriCartoon



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Quantas vezes já se sentiu ameaçada por um qualquer indivíduo que lhe  apareceu de repente à frente, num caminho ou num local menos movimentado?

Numa situação dessas, a tendência das mulheres é olhar para trás, para ver se vem alguém que possa ajudar ou afugentar o agressor. Mas, na maioria das vezes, não vem ninguém. É que o indivíduo soube exatamente fazer as coisas, certificando-se que se cruzava com a vítima a sós naquele instante.

O resto da história, infelizmente, muitas de nós sabemos qual é: você entra em pânico, o que a deixa numa posição de pré disposição para colaborar com o agressor.

Nunca pensou nisto? Ah já sei: nunca lhe aconteceu. Mas olhe que você pode muito bem ser um dos próximos alvos destes indivíduos, tal como qualquer uma de nós pode.

É por isso que resolvi deixar aqui algumas medidas de antecipação para as mulheres, bem como dois vídeos com truques de autodefesa.

 

Evitar situações de risco

 

1 - Se tem o hábito de ir correr (fazer jogging), não o faça em locais pouco movimentados. Há muitos tarados por aí à solta e sabem bem onde estar para conseguirem o que querem;

2 - Não estacione o carro num local escondido, muito menos se for de noite;

3 - Quando anda num passeio público, certifique-se de que a sua mala de mão não vai do lado da rua, mas sim no braço que fica do lado de dentro;

4 - Tome atenção sempre que entra no metropolitano ou num autocarro. Coloque-se de forma a poder estar encostada e com uma boa visibilidade à sua volta;

5 - Nunca abra o vidro do carro para dar uma informação, sobretudo se estiver parada num sinal vermelho;

6 - Evite ao máximo as paragens de transportes públicos pouco movimentadas. São locais propícios a abordagens indevidas, que podem terminar em crimes sérios;

 

Quando a prevenir não chega

 

Infelizmente nem sempre as medidas de antecipação são suficientes.  Quando é assim, o melhor mesmo é estarmos preparadas para enfrentar o agressor.

Há um livro ótimo, do brasileiro Carlos Alberto Galvão Rocha, que dá bons conselhos e sugestões de autodefesa para as mulheres. Trata-se do Guia de auto defesa para mulheres espertas e está quase sempre esgotado.

Ainda assim, independentemente de o conhecer ou não, recomendo que veja com atenção os dois vídeos que se seguem. Ambos contêm ótimas técnicas de autodefesa.

Vá, sem medos! Agora só tem é de testar estas técnicas no seu marido, namorado, irmão, pai ou até, quem sabe, no seu chefe. Boas tentativas!

 

 

Via A vida de saltos altos

 



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Terça-feira, 26 de Outubro de 2010

sexo, os homens pensam, as mulheres fazem

Estudo mapeou quantas vezes o assunto é lembrado diariamente por homens e mulheres

 

Que os homens pensam mais em sexo do que as mulheres você deve imaginar. Agora uma nova pesquisa mapeou quantas vezes por dia eles pensam no assunto.

Um levantamento feito pela empresa de pesquisa OnePoll.com mostrou que eles lembram do tema cerca de 13 vezes ao dia, ou seja, um total de 4.745 ao ano! Já na cabeça feminina o sexo está presente pelo menos 5 vezes ao dia (1.875 ao ano).

Pensar mais vezes no assunto (teoria) não se reflete na prática. Os homens declararam que fazem sexo somente duas vezes por semana — ou seja, média de 104 vezes ao ano. Outro dado: 75% dos entrevistados responderam que estão satisfeitos com essa frequência sexual.

 

Via Donna DC



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Letra
Nossa senhora do sis
fique à vontade para meter o nariz"
olha o vizinho do lado
não dá conta do recado e já não sabe o que diz
"e é de qualquer maneira
faz-se tudo o que se queira"
fique sabendo o senhor que nem sequer é doutor
nem tudo o que é parece
"cala-me a divagação,
filosofias que sufocam a razão"
se quer dizer consciência
terá que ter muito mais do que paciência ai

o homem de ontem era ainda mais parvo do que tu
queria-me como quem quer um cão
se eu encontrasse o homem de ontem numa rua escura
fazia-lhe uma breve confissão
estes olhos não são património
estas pernas não são património
os ciúmes idiotas, as conquistas, as derrotas
medo, é medo, muito medo de falhar

"ai minha nossa senhora do sis
o que está a acontecer neste país?
ai que saudades de quando mandava eu
para onde foi esse teu de apogeu"
eu detesto a mesquinhez
de quem não admite nunca o mal que fez
mas pode ter a certeza
não vou estar à espera da delicadeza ai

o homem de ontem era ainda mais parvo do que tu
queria-me como quem quer um cão
se eu encontrasse o homem de ontem numa rua escura
fazia-lhe uma breve confissão
estes olhos não são património
estas pernas não são património
os ciúmes idiotas, as conquistas, as derrotas
medo, é medo, muito medo de falhar
estes olhos não são património
estas pernas são de mais para ti
esta mente de que tens medo
nunca foi nenhum brinquedo
queres-me toda ou só assim assim
estes olhos não são património
estas pernas não são património
os ciúmes idiotas, as conquistas, as derrotas
medo, é medo, muito medo de falhar

Obrigado Carlos por disponibilizares a letra


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Cidade italiana quer abolir mini saias

 

Saias que revelam demasiado são um problema para o presidente da câmara da pequena cidade costeira italiana de Castellammare di Stabia. O autarca quer limitar o uso da mini-saia, reclamando decência pública em algumas peças de vestuário demasiado curtas.

O surto de proibições começou quando, em Agosto de 2008, pouco depois da chegada ao poder de Silvio Berlusconi, aprovou o decreto em que autorizava as diferentes autarquias a aprovar as próprias leis no que concerne à ordem pública.

Luigi Bobbio, o presidente da câmara da pequena cidade perto de Nápoles, acrescenta que a medida não pretende banir completamente o uso de mini-saias, mas antes garantir que a roupa usada pelas mulheres é suficiente para tapar a roupa interior. A ideia, segundo o autarca, é "restaurar o decoro urbano e facilitar a coexistência civil". A nova lei deverá ser aprovada hoje mesmo na assembleia municipal.

 

Via Ionline



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Segunda-feira, 25 de Outubro de 2010

sexo em tempo de crise

Segundo a sexóloga Marta Crawford, em momentos de maiores dificuldades, os casais tendem a praticar menos sexo.

 

Até o sexo sofre com a crise? A resposta é: "sim, sofre". Segundo a sexóloga Marta Crawford, "apesar da pessoa poder viver um momento de descontração que dá energia e bem estar e, além disso, sem custos, a verdade é que em momentos de grande preocupação, principalmente as mulheres rejeitam este tipo de intimidades".

Ou seja, em tempos de crise o desejo também fica em défice e os casais tendem a não o praticar, afirma a sexóloga, que no entanto ressalva que nem todos reagem da mesma maneira.

Marta Crawford explica ainda que a crise e a instabilidade provocada por sucessivas más notícias desencadeia nos homens e nas mulheres reações diferentes. Se elas perdem o desejo sexual, com eles isso pode acontecer, mas com mais frequência os homens têm a capacidade de  "usar o sexo para se sentir bem, ainda que por breves momentos".

No entanto, sublinhou a especialista, "também há muitos homens que vivem muito mal esta ansiedade e que ficam com problemas de disfunção erétil".

 

Via Expresso



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Letra

Não queiras saber de mim

Rui Veloso

 

Não queiras saber de mim

Esta noite não estou cá

Quando a tristeza bate

Pior do que eu não há

Fico fora de combate

Como se chegasse ao fim

Fico abaixo do tapete

Afundado no serrim

 

Não queiras saber de mim

Porque eu estou que não me entendo

Dança tu que eu fico assim

Hoje não me recomendo

 

Mas tu pões esse vestido

E voas até ao topo

E fumas do meu cigarro

E bebes do meu copo

Mas nem isso faz sentido

Só agrava o meu estado

Quanto mais brilha a tua luz

Mais eu fico apagado

 

Dança tu que eu fico assim

Porque eu estou que não me entendo

Não queiras saber de mim

Hoje não me recomendo

 

Amanhã eu sei já passa

Mas agora estou assim

Hoje perdi toda a graça

Não queiras saber de mim



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o amigo Chavez e os  Magalhães

 

Via HenriCartoon



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Há oito anos em “digressão” mundial, o primeiro grupo de monges tibetanos abençoado pelo Dalai Lama para sair em Tour chega a Portugal. Entre consultas de astrologia e medicina, prometem fazer rituais de purificação em jardins mas também em empresas e casas particulares. Basta pedir.

Os Monges Tibetanos do Gaden Shartse Monastery University chegam a Lisboa no próximo sábado. Domingo é dia de descanso. Depois, durante um mês, vão fazer “cerimónias de grupo e cerimónias de purificação de ambiente, cantos e danças sagradas”, contou à agência Lusa Margarida Castro, coordenadora da Inkarri Portugal, organismo responsável pela visita.

Quer purificar a sua casa?.. contrate um monge tibetano

 

Os monges vão ficar hospedados em cinco centros de desenvolvimento pessoal, situados na Parede, S. Domingos de Rama e Lisboa. E é através destes centros que qualquer pessoa pode marcar uma consulta de astrologia ou medicina tibetana. Ter a casa purificada é outra das “ofertas” destes monges.

“As consultas são permanentes. As pessoas marcam para o dia que querem e depois vão buscar os monges ao centro, eles fazem o seu ritual e no final as pessoas transportam-nos novamente ao centro”, explicou Margarida Castro, acrescentando que também é possível fazer marcações através da Inkarri.

Os rituais de purificação fazem-se em casas particulares, com a presença da família e amigos, mas também em empresas com os funcionários. Durante 45 minutos, dois monges tibetanos fazem orações e bênçãos para harmonizar as energias do lar ou das empresas.

O objetivo das “pujas” é, por um lado, remover todos os obstáculos e negatividades e a falta de harmonia e, por outro, garantir o êxito aos membros que habitam a casa.

Os monges vão ainda fazer consultas de astrologia, medicina tibetana e mini cursos introdutórios à meditação tibetana.

“Os espetáculos em geral são com donativos sugeridos, não há imposição obrigatória de pagar, mas a ideia é ajudar a cultura tibetana e o próprio mosteiro deles, que é o maior mosteiro monástico universitário da linhagem do Dalai Lama”, lembrou Margarida Castro.

Os preços sugeridos variam consoante o ritual: as consultas de medicina tibetana são 25 euros e as consultas de astrologia 70. Já as "pujas" (purificações) em casa são 100 euros e nas empresas vão aos 200 euros.

“Este foi o primeiro grupo a ser abençoado pelo Dalai Lama para sair em Tour”, lembrou Margarida Castro, sublinhando que vão existir ainda conferências ao longo do mês e uma semana em que vão estar em Portugal.

No âmbito do Oitavo Tour Mundial pela “Paz interior”, os monges pretendem divulgar alguns conhecimentos tibetanos sobre medicina, psicologia, filosofia e astrologia do Tibete através de oficinas/ateliers e conferências.

 

Via Ionline



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Domingo, 24 de Outubro de 2010

sexo na gravidez

Psiquiatra e sexologista esclarecem mitos e ajudam a acabar com os principais receios dos casais

A gravidez é um período de adaptações físicas e emocionais e, por isso, vivida intensamente pelos casais sendo que, quase todos, passam por mudanças no seu relacionamento sexual durante os nove meses de gestação.

Vítor Cotovio, psiquiatra, sublinha que «é importante haver comunicação entre o casal» e que «nunca se deve confundir a parentalidade com a conjugalidade». De acordo com o psiquiatra, há aspectos que devem ser trabalhados, nomeadamente o que relaciona o papel de mãe com o papel de amante: «existem homens que projectam na mulher grávida uma pessoa igual à mãe deles e por isso “então não se faz sexo”. Isto mobiliza determinados aspectos psicológicos».

«A mulher, por um lado, sente-se menos feminina, ganhou peso, perdeu as formas e o homem, por outro lado, acha que aquela passou a ser a mãe dos seus filhos. Tudo isto exige que se faça um trabalho de flexibilidade para nunca desintegrar aquilo que é a mulher esposa, daquilo que é a mulher mãe», afirma Vítor Cotovio.

Deste modo, por se tratar de um período de medos e inseguranças, é importante desvendar alguns mitos, relativamente à sexualidade, que vão passando de geração em geração. Pergunta a pergunta, elucidamos cada um dos seus receios.

 

Via Sapo Saúde



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Uma geração pouco rasca

 

"A geração anterior entalou-nos nela própria: tomem lá a liberdade e não sei o quê e logo a seguir caem numa resignação apagada. Deram-nos uma ilusão de força colectiva e capacidade de mobilização que de repente não se percebe, sequer, como é que existiu." A conclusão é do músico JP Simões, um dos convidados do documentário "Uma na Bravo outra na Ditadura", de André Valentim Almeida. Durante uma hora, vários trintões explicam o que é isso de ser da geração de 70, nascidos e criados a seguir ao 25 de Abril.

A ideia é de André, 33 anos, professor de multimédia na Universidade do Porto: "Há documentários sobre a guerra colonial, sobre o 25 de Abril, e sobre nós? Ainda por cima é uma geração um bocado vilipendiada pela anterior, que põe nela um grande peso e a apelida de rasca, sem perceber que estão a chamar-se a si próprios, uma vez que somos um produto da geração anterior." 

André demorou um ano e meio para concluir o projecto e é responsável por todas as fases da criação do documentário, desde os contactos às entrevistas, passando pela recolha de imagens e montagem da obra. 

Além dos depoimentos de nomes conhecidos como Jacinto Lucas Pires, Joana Vasconcelos, João Pereira Coutinho ou Raquel Bulha, André inseriu imagens de séries, filmes e anúncios populares do final dos anos 70, início dos 80, com os quais esta geração cresceu: "Havia uma monocultura potenciada pela televisão. Só havia dois canais e toda a gente via o mesmo. Posso falar disso com qualquer pessoa da minha geração que ela imediatamente se identifica e se reconhece. E é transversal a classes sociais e económicas. E depois transforma-se em conversa de café muito emocional e sentimental." Para André e alguns dos convidados de "Uma na Bravo outra na Ditadura", esta é uma geração "precocemente nostálgica". "Crescemos num espaço muito mágico e bonito; crescemos com o lápis e vimos essa evolução; ainda brincámos na rua e ainda tivemos os avós no campo, onde os visitávamos", explica André. 

Para Pedro Mexia, esta é uma geração ambígua: "Não é antiga mas também não é completamente moderna. É um bocado como aqueles cidadãos sem pátria, não pertencem a um sítio mas também não pertencem ao outro." 

Para além dessa nostalgia precoce, que se reflecte, inclusive, no regresso de produtos dessa altura e de remakes de filmes e séries dos anos 80 [ver caixa], é uma geração mais infantil do que a anterior: "A geração anterior foi obrigada a crescer mais depressa, porque viviam numa ditadura. Nós podemos ser infantis até mais tarde, o que não quer dizer que sejamos infantilizados, e vejo isso como uma coisa boa. A nossa geração é mais lúdica, em oposição à dos nossos pais, que é mais cinzenta e sisuda."

Com apenas quatro meses de vida e uma divulgação feita apenas online, o documentário de André já teve mais de oito mil visualizações. A opção de partilhar este projecto através da internet prende-se com vários motivos: "Primeiro porque queria que o maior número de pessoas o visse; segundo, por uma questão de direitos de autor. Com a quantidade de imagens que usei não podia mesmo ganhar dinheiro com o documentário."

Este foi o primeiro trabalho de André, um projecto "limpinho, honestinho e útil", que serviu como uma "purga", uma espécie de ajuste de contas com a geração-mãe: "Fomos levados a acreditar que tudo seria possível, que o futuro era nosso, brilhante e com oportunidades. E de repente saímos da universidade e as coisas não eram bem assim. Fomos um bocado enganados pela geração anterior. Mas eles não nos mentiram: acreditavam efectivamente que as coisas iam ser óptimas."

 

Via Ionline



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Letra
How the time passed away? All the trouble that we gave
And all those days we spent out by the lake
Has it all gone to waste? All the promises we made
One by one they vanish just the same

Of all the things I still remember
Summer's never looked the same
The years go by and time just seems to fly
But the memories remain

In the middle of September we'd still play out in the rain
Nothing to lose but everything to gain
Reflecting now on how things could've been
It was worth it in the end

Now it all seems so clear, there's nothing left to fear
So we made our way by finding what was real
Now the days are so long that summer's moving on
We reach for something that's already gone

Of all the things I still remember
Summer's never looked the same
The years go by and time just seems to fly
But the memories remain

In the middle of September we'd still play out in the rain
Nothing to lose but everything to gain
Reflecting now on how things could've been
It was worth it in the end

We knew we had to leave this town
But we never knew when and we never knew how
We would end up here the way we are
Yeah we knew we had to leave this town
But we never knew when and we never knew how

Of all the things I still remember
Summer's never looked the same
The years go by and time just seems to fly
But the memories remain

In the middle of September we'd still play out in the rain
Nothing to lose but everything to gain
Reflecting now on how things could've been
It was worth it in the end 



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Sábado, 23 de Outubro de 2010

O fim da inocência

 

"Deu-me uma garrafa de água para as mãos e disse que era um tipo de ecstasy com efeito mais retardado. Os efeitos só iriam ser sentidos daí a, pelo menos, hora e meia. O tempo suficiente para chegarmos ao festival e ter uma experiência única na vida." O relato de Inês, a jovem do livro O Fim da Inocência, de Francisco Salgueiro, é verídico e espelha a vida dos novos adolescentes portugueses, garante o autor.

Uma realidade de droga, álcool e sexo vivida por um grupo de amigos desde os 12 anos. O escritor diz que o livro é "um alerta para todos os pais que desconhecem a vida dos filhos". A jovem que contou a sua história a Francisco Salgueiro tem agora 19 anos e deixou Portugal para tentar começar uma vida nova.

Os psicólogos alertam para a distância que existe entre pais e filhos. "Os pais têm muitas vezes uma imagem que não é necessariamente verídica da vida dos filhos. Os adolescentes, por sua vez, fazem tudo para esconder a vida que levam com os amigos e as saídas à noite", reconhece o terapeuta familiar Hélio Borges.

No entanto, o especialista acredita que os jovens que têm estes comportamentos - como as festas onde Inês e os amigos escolhiam os desconhecidos com quem consumiam drogas e faziam sexo, descritas no livro - são ainda "uma minoria". Já a psicóloga Dora Bicho, que também trabalha com jovens, alerta para o facto de esta realidade ser cada vez mais frequente. "O número de adolescentes que bebe e consome está a aumentar, mas há jovens que conseguem organizar-se e conciliar as saídas à noite com os estudos", diz.

O desconhecimento da vida dos filhos é o que mais assusta Francisco Salgueiro. Os pais da jovem que viveu as histórias d'O Fim da Inocência não faziam ideia de como a filha vivia e quando descobriram tentaram esconder essa realidade do meio onde viviam. O escritor considera que isso acontece porque "os pais pensam que os adolescentes são como eles eram. Mas há uma realidade social totalmente diferente daquela que os pais de hoje viveram na adolescência".

Por isso, os psicólogos aconselham os pais a manterem um diálogo aberto com os filhos para evitar que estes tenham comportamentos de risco como os que Inês viveu entre os 12 e os 18 anos. "Os pais devem estar presentes, sem imposições e mostrar uma certa abertura nas conversas", indica Hélio Borges.

A consciência do mundo em que os filhos vivem também pode fazer a diferença. Dora Bicho sublinha a importância de os pais mostrarem "uma disponibilidade não condenatória para ouvir e para tentar colocar-se no lugar do adolescente sob o ponto de vista actual e não querer que eles vivam como os pais viveram no seu tempo".

Os jovens do século XXI, que Francisco Salgueiro retrata, estão também expostos aos perigos das redes sociais. Inês conheceu um homem pela Internet, que dizia ser um rapaz de 16 anos, e com quem ela decidiu perder a virgindade, mas acabou por ser violada. "Os pais devem acompanhar o que os filhos fazem nas redes sociais. Devem explicar-lhes os cuidados que devem ter", refere o autor. "Os 15 minutos de fama transformaram-se em 15 megas, que são colocados na Internet e que ficam para sempre", diz.

'O Fim da Inocência'

Francisco Salgueiro

2010

Oficina do Livro

 

Via DN



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Mineiros, do Underground para a ribalta

 

"O que aconteceu na mina, fica na mina", Foram estas as palavras de Dário Segovia, o 20º mineiro a chegar à superfície de óculos escuros e sorriso nos lábios. Mas, definitivamente, esta premissa não foi cumprida. A trágica derrocada da mina de San José, no deserto de Atacama, espalhou-se pelo mundo. De repente toda a gente queria saber tudo sobre os mineiros: se estavam a salvo, quando sairiam, o que faziam lá em baixo, o que comiam, em que pensavam, quem eram os seus familiares.

As luzes incidiram sobre o Chile, o seu presidente e os incríveis esforços para resgatar os mineiros. A identidade dos homens foi conhecida assim como as suas histórias pessoais. Um pôde ver pela primeira vez a filha por videoconferência outro pediu a namorada em casamento e outro, afinal, não queria sair da mina, porque tinha mulher e amante à espera. Sabe-se que o líder do grupo foi "Don Lucho" que manteve a ordem e estabeleceu a calma. Impunha regras para não deixar os companheiros irem abaixo: havia horas para levantar, racionamento de comida e água. Muitos rumores surgiram 700 metros debaixo de terra: que pairou um medo de canibalismo e até que houve confrontos físicos entres alguns mineiros. 

"A vida imita a arte" dizia o dramaturgo e escritor Oscar Wilde. O salvamento dos mineiros é um exemplo prático de como a vida pode ganhar contornos de guião. O episódio tem todos os ingredientes dignos de uma película de sucesso. Um acidente inesperado, uma situação insuportável, a luta pela sobrevivência, o final heróico e feliz. "Se as grandes personagens de ficção se revelam pelas suas escolhas, o drama e as opções vividas pelos mineiros da mina chilena teriam tudo para resultar num filme intenso" explica Nuno Duarte, escritor e argumentista. 

Já surgiram uma série de reacções ao salvamento dos mineiros chilenos. Apareceram em capas de jornais, abriram noticiários de todo o mundo, foram ouvidos nas rádios. O seu salvamento foi transmitido minuto a minuto por todo o globo. Foi criado um jogo inspirado na situação e até já se fala de um filme com Javier Bardem como protagonista. 

Apanhado por esta onda de mediatismo, o i ficou curioso por saber como seria ver a história dos 33 mineiros transformada num filme. Assim, desafiámos quatro argumentistas e um realizador a fazer a adaptação. Surgiram histórias diferentes: do irónico, passando pelo dramático até ao romanceado, muitas perspectivas foram abordadas. 

Pode ser que ache piada ou pode ser que não. Mas que esta história dava um filme, ai isso dava.

 

Alexandre Borges:

Versão blockbuster

“33 Homens e um destino”

Chile, 2010. O Presidente está em queda nas sondagens. De repente, uma tábua de salvação: 33 homens ficam soterrados numa mina. Poderiam ser retirados em poucos dias, mas o pérfido Presidente mantém-nos soterrados. Finge desdobrar-se em esforços enquanto os alimenta por uma palhinha. 69 dias depois, vai salvá-los pessoalmente. O povo ajoelha-se a seus pés. No último momento, o derradeiro mineiro topa as intenções do Presidente, traça-lhe a perna e manda-o lá para baixo. Urra. Vitória. O mineiro é eleito Presidente.

 

Versão romance

“A Vida, o amor e as minas”

Chile, 2010. 35 homens ficam soterrados numa mina. Enquanto estão lá em baixo, sem luz nem mantimentos, Ortega e Octávio descobrem o amor. Os outros 33 não suportam tanta pieguice e imploram para que alguém os tire de lá. Após 69 dias, são salvos. Octávio e Ortega optam por ficar porque acham que o mundo não compreenderá o seu amor. Pedem aos 33 que não contem a ninguém e estes respondem, antes de se meterem na cápsula, que não falariam sobre isso nem que lhes pagassem.

 

Versão intelectual

“A Mina”

Chile, 2010. 33 homens ficam soterrados numa mina. 69 dias depois, são resgatados. Cada um vai à sua vida. Todos pensam muito nos dias que passaram lá em baixo. Vão trabalhar e pensam nisso. Vão ao supermercado e pensam nisso. Fazem amor com a mulher e pensam nisso. Fazem amor com a amante e pensam nisso. Um dia, um deles repara que ontem não pensou nisso. No fim, há um plano muito bonito da antiga mina e dos hotéis e lojas de souvenirs que, entretanto, cresceram em volta.

 

Alexandre Borges é guionista, trabalhou na TV em projectos como“Equador” e “Grandes Livros”. É crítico de cinema do i.

 

Nuno Duarte:

“Paralelismos”

Se as grandes personagens de ficção se revelam pelas suas escolhas, o drama e as opções vividas pelos mineiros de cobre da mina Chilena de El Teniente teriam tudo para resultar num filme intenso. Todavia, o que seria destes homens se o soterramento não tivesse acontecido? Esta seria a premissa de um filme com duas linhas narrativas paralelas tendo pontos de partida divergentes. 
De um lado a dura realidade dos momentos vividos após o soterramento, com as discussões, o medo, a claustrofobia e a discussão por meras gotas de água e bolachas. Noutro mundo porém, 33 mineiros são informados atempadamente do fecho da mina e partem para um mundo solarengo, onde as famílias, a sociedade e a realidade de uma crise económica se apodera deles.
Se para os homens enterrados vivos a 700 metros de profundidade o contacto com as autoridades e a descoberta de meios para lhes fazer chegar mantimentos se revela como um facho de esperança, para os seus alter egos em liberdade, o desespero da falta de oportunidades e de um sentido para a vida começa a levar muitos para soluções de ruptura.
No fundo da mina surge uma luz e uma cápsula que a todos levará para um mundo mais atento aos seus problemas, enquanto que na corriqueira vida de uma realidade alternativa um grupo de homens cai vítima de alcoolismo, crime e falta de esperança.
Branco e negro, yin e yang, dois mundos, duas formas de perceber que, se calhar, bater literalmente no fundo pode nem ser assim tão mau.

Nuno Duarte é argumentista associado das Produções Fictícias, tendo trabalhado em séries como “Liberdade 21”, “República” ou “Conta-me como foi”, encontrando-se este fim de semana a promover a sua novela gráfica “A Fórmula da Felicidade” no Festival Amadora BD 2010.

Nuno Duarte é argumentista associado das Produções Fictícias, tendo trabalhado em séries como “Liberdade 21”, “República” ou “Conta-me como foi”, encontrando-se este fim de semana a promover a sua novela gráfica “A Fórmula da Felicidade” no Festival Amadora BD 2010.

Tiago R. Santos

"70 Dias"

Sebastián Piñera, presidente do Chile, está fechado num gabinete com um Homem e a discussão decorre há horas. “Há que fazer alguma coisa”, diz o Homem que lê o jornal. “Já ninguém se lembra que chegámos aos oitavos no campeonato do Mundo. Se tivéssemos ganho ao Brasil, ainda hoje se falava disso”. O Presidente rói as unhas “Temos que colocar o Chile no mapa. Tirar a crise da cabeça das pessoas”.
Dois dias depois, 33 mineiros ficam soterrados a 700 metros de profundidade. Há quem descubra que o acidente foi, na verdade, provocado por um dos colegas. Os trabalhadores viram-se uns contra os outros. Até que um admite ser o culpado. “Ouçam. Sim, vamos ficar isolados durante duas semanas, é preciso drama nesta história. Mas depois temos comida e música do Elvis Presley, vemos futebol, há jogos de vídeo e MP3 e até livros. E, quando sairmos, somos heróis, vendemos entrevistas e fotografias com as nossas famílias.’ Os mineiros acalmaram e continuaram a ouvir. “E, aqui, somos quem nós quisermos. Tu, José, o que é que querias ser?’. ‘Padre’. ‘Então és Padre. E tu, Ávalos, qual é o teu sonho?’ ‘Ser Realizador de Cinema’. ‘Vou já pedir uma câmara’. ‘Quero ser escritor’, disse Victor, embalado pelo momento. ‘Vou dizer aos advogados para redigirem os contratos.”
Sessenta e nove dias depois, os mineiros são resgatados numa cerimónia transmitida em directo para todo o mundo. Nesse momento, não há um único chileno que esteja a pensar na crise. Jornais e revistas, editoras de livros e produtoras cinematográficas abrem os livros de cheques. 
No dia 70, Roberto Fernandez, 26 anos, é esmagado por uma pedra enquanto trabalhava a mil metros de profundidade. Não há luzes apontadas a esta história. “Pois, é preciso estar no sítio certo, na hora certa, para sermos heróis”, diz o Homem que lê o jornal.


Tiago R. Santos escreveu o argumento de grandes produções portuguesas como “Call Girl” ou o mais recente “A Bella e o Paparazzo”.

Luís Filipe Borges

"Dust to Dust"

STORYLINE: O mundo acompanha em suspense a odisseia de 33 homens há mais de dois meses presos no interior da terra. Todos querem vê-los salvos. Um quer continuar lá.

Género: thriller inspirado numa história verídica

Quando Cuautehmoc Isla ficou soterrado, reagiu como os 32 companheiros. Houve pânico e desespero. Quando um líder se afirmou entre o grupo não respirou de alívio, fez como os outros e resignou-se. Contentaram-se com a ideia de haver nobreza numa morte digna. A luz, por uma vez literalmente ao fundo do túnel, era uma esperança para quase todos vã. Mas habituaram-se a comer e beber racionadamente, a contar histórias à volta da fogueira como os homens primitivos do início dos tempos. Quando as comunicações foram reestabelecidas, exultou como todos, mas rapidamente se tornou o único a remar contra a maré, roído pelo remorso e pela culpa. O seu motivo permaneceu misterioso e originou discussões que levaram a vias de facto, em particular quando Cuautehmoc tenta corromper as coordenadas, de modo a deslocar a cápsula Fénix para outro lugar. Terá cometido um crime, como desconfia o líder? Será o responsável pela situação dramática em que se encontra o grupo, como pensa a esmagadora maioria dos colegas? Ou terá duas mulheres à espera quando a terra der finalmente à luz? 
Comediante e guionista, Luís Filipe Borges também é apresentador de televisão. “A Revolta dos Pastéis de Nata” e o “Cinco para a Meia-Noite” são, talvez, os seus trabalhos mais conhecidos.

 

Ivo M. Ferreira

"O Penúlltimo Homem"

Os três homens acabam de receber por uma mangueira uma série de comprimidos: “Carne...Vegetais... Peixe... Batata... Galinha...” Um deles atira os comprimidos para o chão e afasta-se, nervoso e choroso (Manolo). Outro, riposta: “Eu cá não como mais disso. Prefiro esperar por um bife de chouriço, acompanhado do sauvignon blanc da aldeia.” Paco, que mal vemos no escuro, apanha os comprimidos do chão. Um som de motor eléctrico chama a atenção dos homens. “Vem aí!” “Manolo, és o tu próximo!” 
Uma cápsula pintada de vermelho, branco e azul chega à galeria subterrânea. Manolo, antes de entrar na cápsula, vira-se para Paco: “Paco, queres que diga alguma coisa à família?” “Até já, Manolo!”A cápsula volta a descer e entra para lá o mineiro. Fica assim Paco e o Último.
A cápsula sobe. O Último aproxima-se de Paco. “Tenho medo. E tu?” “De quê? De ser o último” “Dou-te a minha vez.” A cápsula volta a descer. O Último entra. “Não tens medo, Paco?” “Até já.”
A cápsula sobe e Paco baixa-se a um canto. Debaixo de um cobertor, retira uma lata. Abre-a para guardar os comprimidos e vemos que dentro há dezenas de outros. Guarda a lata e vemos que há várias garrafas de plástico cheias de água. Um walkman de cassetes está em cima de um pedaço de cartão rasgado. Paco arrasta uns ferros para o pé da zona onde chega a cápsula. Carrega um outro ferro. A cápsula chega.
Paco, está no canto, coloca o seu walkman e carrega em play. Ouvimos alto “La Concentida” (Cueca Chilena).
Fora da mina, no exterior, todos aguardam a subida da última cápsula. Quando ligam a máquina, a torre que puxa a cápsula sede, rebenta, e causa o desabamento de terras e guindastes.


Ivo Ferreira é realizador português. Já realizou longas-metragens, curtas e documentários. “Vai com o Vento” é o seu último trabalho que está nos cinemas.

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 12:34 | link do post | comentar

Letra
Hey, slow it down whataya want from me 
Whataya want from me 
Yeah I'm afraid whataya want from me 
Whataya want from me 

There might have been a time 
When I would give myself away 
Oooh once upon a time I didn't give a damn 
But now, here we are so whataya want from me 
Whataya want from me 

Just don't give up I'm workin it out 
Please don't give in, I won't let you down 
It messed me up, need a second to breathe 
Just keep coming around 
Hey, whataya want from me 
Whataya want from me 
Whataya want from me 

Yeah, it's plain to see (plain to see) 
that baby you're beautiful 
And there's nothing wrong with you 
(nothing wrong with you) 
It's me, I'm a freak (yeah) 
but thanks for lovin' me 
Cause you're doing it perfectly 
(it perfectly) 

There might have been a time 
When I would let you slip away 
I wouldn't even try 
But I think you could save my life 


Just don't give up I'm workin' it out 
Please don't give in, I won't let you down 
It messed me up, need a second to breathe 
Just keep comin around 
Hey, whataya want from me (Whataya want from me) 
Whataya want from me (Whataya want from me) 

Just don't give up on me 
(uuuuuuh) I won't let you down 
No, I won't let you down 

(So hey) just don't give up 
I'm workin it out 
Please don't give in, 
I won't let you down 
It messed me up (It messed me up) 
Need a second to breathe 
Just keep coming around 
Hey, whataya want from me 

Just don't give up I'm workin' it out 
Please don't give in, i won't let you down 
It messed me up, need a second to breathe 
Just keep coming around 
Hey, whataya want from me (whataya want from me) 
whataya want from me (whataya want from me) 
whataya want from me



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