Sábado, 31 de Julho de 2010

sexo e emagrecimento

 

Entre quatro paredes vale tudo, não é mesmo?! Então aproveite para entrar em forma da forma mais prazerosa, queimando calorias e trabalhando osmúsculos do corpo.

Uma matéria divulgada na revista zero em um, segundo pesquisas,  indicam que em  uma relação sexual, com a respiração mais ofegante, os músculosse exercitam e a perda de calorias aumentam. Novidade? Pelo menos 90% dos leitores já ouviu falar que sexo emagrece né? Então porquê não usar esse prazer para emagrecer, apenas prolongando o sexo? Em meia hora de atividade sexual uma pessoa pode queimar em média 250 calorias. Só noorgasmo são 80 calorias. Esses benefícios tedem a aumentar de acordo com a prolongação do sexo. Comparando a um exercício físico, pesquisas revelam que dependendo da posição sexual e da sua intensidade, pode existir variações de perda calórica, claro que isso depende da altura e peso do metabolismo de cada um.

O certo é que quando uma mulher comanda a transa ela se exercite mais, e quando nos posicionamos por cima, seja com ele sentado ou deitado, com o controle da penetração e os movimentos (que aliás é òtimo para se alcançar o orgasmo) estamos trabalhando quadris, panturrilhas, coxas  e pélvis. Já na posição do famoso papai e mamãe trabalha mais abdômen e pélvis, com baixo gasto energético

DISPOSIÇÃO E PRAZER

Quem já tem o hábito de se exercitar pode tirar o melhor proveito se beneficiando muito mais dessas horas de prazer. O condicionamento físico por praticar alguma atividade física, faz com que tenhamos mais disposição e flexibilidade, o que auxilia no desempenho sexual e na auto estima. Mas quando não estamos bem com nós mesmas com algum tipo de preocupação excessiva com o corpo, pode atrapalhar tudo. Uma pessoa com tabus não desenvolve uma sexualidade livre, ficando presa aos medos e preconceitos, criando barreiras que impedem o orgasmo.

Papo de sexólogo – ” Os benefícios do sexo só podem ser aprovados se tudo for feito com prazer” Fazer sexo apenas para cumprir um ritual não é nada saudável, sem ele não adianta a prática do sexo. Não ter orgasmos é uma das causas de patologias psíquicas, como nervosismo, insônia e ansiedade.Então, quanto maior a excitação, maior a explosão.

Pausas durante a relação faz com que o corpo concentre energias e o orgasmo seja mais intenso….então caro leitor, POSICIONE-SE.

 

 

Via Fabiana Alves



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Letra
Je ne rêve plus je ne fume plus
Je n'ai même plus d'histoire
Je suis seul sans toi je suis laid sans toi
Je suis comme un orphelin dans un dortoir

Je n'ai plus envie de vivre ma vie
Ma vie cesse quand tu pars
Je n'ai plus de vie et même mon lit
Se transforme en quai de gare

Quand tu t'en vas
Je suis malade complètement malade
Comme quand ma mère sortait le soir
Et qu'elle me laissait seul avec mon désespoir

Je suis malade parfaitement malade
T'arrives on ne sait jamais quand
Tu repars on ne sait jamais où
Et ça va faire bientôt deux ans

Que tu t'en fous
Comme à un rocher comme à un péché
Je suis accroché à toi
Je suis fatigué je suis épuisé

De faire semblant d'être heureux quand ils sont là
Je bois toutes les nuits mais tous les whiskies
Pour moi ont le même goût
Et tous les bateaux portent ton drapeau

Je ne sais plus où aller tu es partout
Je suis malade complètement malade
Je verse mon sang dans ton corps
Et je suis comme un oiseau mort quand toi tu dors

Je suis malade parfaitement malade
Tu m'as privé de tous mes chants
Tu m'as vidé de tous mes mots
Pourtant moi j'avais du talent avant ta peau

Cet amour me tue et si ça continue
Je crèverai seul avec moi
Près de ma radio comme un gosse idiot
Écoutant ma propre voix qui chantera

Je suis malade complètement malade
Comme quand ma mère sortait le soir
Et qu'elle me laissait seul avec mon désespoir
Je suis malade c'est ça je suis malade

Tu m'as privé de tous mes chants
Tu m'as vidé de tous mes mots
Et j'ai le c?ur complètement malade
Cerné de barricades t'entends je suis malade



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O regresso dos aviões supersónicos

Voar de Nova Iorque a Paris em 4h14 pode voltar a ser possível. Uma empresa norte-americana quer disponibilizar jactos supersónicos mas... só para ricos.

 

 

A Aerion Corporation diz que tem tudo pronto para ressuscitar os voos supersónicos intercontinentais. A empresa de aviação norte-americana garante que já reuniu os 80 milhões de dólares necessários para por no ar o projecto Supersónic Business Jet.

Um avião para executivos e pessoas verdadeiramente ricas, que lhes permitirá voar entre nova Iorque e Paris em apenas quatro horas e catorze minutos.

 

Este avião que ultrapassa a barreira do som pode voar a uma velociadade de Mach 1,5 (o equivalente a 1.840 km/h), com um alcance máximo de 4.000 milhas

A ligação entre a costa Este dos Estados Unidos e alguns pontos da Ásia poderá ser assegurada em pouco mais de nove horas, com uma escala.

A Aerion não está sozinha nesta 'corrida' ao avião supersónico, sendo já certo que outras companhias como a Cessna, a Sukhoi ou a  Tupolev também estão interessadas em voltar ao assunto.

Recorde-se que o mundo foi servido de voos supersónicos comerciais entre 1976 e 2000, ano em que um acidente com um Concorde, perto de Paris, pôs fim à carreira daquelas aeronaves.

 

Via Expresso



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Sexta-feira, 30 de Julho de 2010

Uma em cada 4 mulheres tem problemas na hora do orgasmo

 

De acordo com um novo estudo, a medicina não está tratando corretamente esse público – não há pesquisas suficientes sobre a satisfação sexual feminina, e isso explicaria os altos índices de mulheres com problemas nesse sentido.

Segundo Waguih William IsHak, psiquiatra do Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles, a dificuldade ou a incapacidade de chegar ao orgasmo é a segunda maior reclamação feminina sobre o sexo (a primeira é falta de desejo sexual). De acordo com o médico, há muitos métodos para curar esses problemas através de terapia, mas nenhum remédio foi desenvolvido para tentar livrar as moças desse problema.

Para você saber se tem anorgasmia, ou seja, incapacidade de ter um orgasmo, a falta do clímax deve ser persistente (deve ocorrer na maioria das relações sexuais) e a vida da paciente deve ser afetada por isso – tanto a qualidade do seu relacionamento quanto sua auto-estima. Segundo Waguih, se a paciente não se incomoda em não ter orgasmo, significa que ela não tem anorgasmia.

De acordo com ele, a maior parte dos casos de falta de orgasmo também não chegam aos ouvidos dos médicos por simples vergonha das pacientes – elas ficam com medo de que um tratamento fosse complicar ainda mais seus relacionamentos, então não falam nada ao médico.

Mesmo para pacientes que procuram os cuidados médicos, o tratamento ainda é complicado. Não há um número padrão de orgasmos que uma mulher deve ter por relação sexual – os médicos devem considerar uma série de fatores como idade, experiência sexual, satisfação e a qualidade das preliminares.

Achar as raízes da anorgasmia é outro problema. Muitas vezes ela é psicológica, causada por algum abuso sofrido no passado, falta de auto-estima ou então por um sentimento de culpa por estar fazendo sexo. Relacionamentos complicados e falta de conversas sobre o sexo também podem causar o problema.

Mas há mulheres que possuem problemas de ordem médica. Problemas nos rins, fibromalgia e artoesclerose (quando as artérias ficam mais estreitas por causa do colesterol) estão associados com a anorgasmia. Outro problema comum é a fraqueza dos músculos pélvicos depois que a mulher passou por um parto. Mudanças hormonais, principalmente causadas por medicamentos (como antidepressivos) também podem causar anorgasmia.

Nesses casos, há alguns tratamentos disponíveis no mercado. Para a fraqueza de músculos há uma série de exercícios chamados Kegel que podem ajudar a mulher. Pacientes que tomam antidepressivos e sofrem com a anorgasmia devem conversar com seu médico sobre a possibilidade de trocar de medicamento para algum que não cause efeitos colaterais sexuais. Alguns outros estudos apontam para a possibilidade de usar outros suplementos hormonais, como estrogênio e testosterona: mas o estrogênio em excesso é ligado ao desenvolvimento de câncer, enquanto a testosterona pode ter características “masculinizadoras”.

Até hoje não há nenhum remédio específico para o tratamento da anorgasmia que tenha sido aprovado. Várias empresas já buscaram uma versão feminina para o Viagra, mas sem sucesso. A pesquisa de Waguih aponta justamente para a falta de estudos e de resultados para a cura da anorgasmia.

 

Via HypeScience



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Perito em segurança quis apenas mostrar que o Facebook não protege devidamente os seus500 milhões de utilizadores ao tornar públicos dados pessoais de mais de 100 mil.(Veja como defender-se em vídeos no final do artigo)

 

 

Facebook,dados pessoais à solta na net

Dados pessoais de mais de 100 mil utilizadores do Facebook circulam livremente pela Internet, constituindo uma nova arma de arremesso para todos aqueles acusam a popular rede social de não proteger devidamente as informações inseridas pelos utilizadores.

 

Os dados foram compilados por Ron Bowes, um perito em segurança, que desenvolveu uma pequena aplicação que, saltando de perfil em perfil, recolhe as informações que os utilizadores do Facebook não protegeram de olhares indesejados.

Note-se que este site permite colocar as informações constantes dos perfis acessíveis apenas aos amigos ou aos amigos dos amigos, mas muitos utilizadores não procedem a este tipo de configurações. Ora, sempre alguém se regista no Facebook, algumas destas informações ficam acessíveis a qualquer pessoa.

 

Ataque iminente

 

Os dados agora tornados públicos incluem apenas o endereço (URL), nome e identificador único de cada utilizador, mas em declarações à BBC, Simon Davies da Privacy Internacional, garante que seria possível recolher, da mesma forma, informações tais como o endereço de correio eletrónico, números de telefone e até moradas.

 

A mesma fonte recordou ainda que o Facebook foi alertado por diversas vezes para a possibilidade de um ataque deste tipo, mas que nada terá feito.

"É inconcebível que uma empresa com centenas de engenheiros não tenha conseguido evitar um ataque com esta magnitude, podendo concluir-se que o Facebook foi negligente", afirmou Simon Davies.


O que diz o Facebook

 

Numa declaração enviada para a BBC, o Facebook assegura que os dados agora divulgados desta forma já podiam ser livremente acedidos online.

"As pessoas que usam o Facebook são donas da sua informação e têm o direito de partilhar o que querem, com quem querem e quando querem", pode ler-se na declaração.

"Neste caso, informações que os utilizadores concordaram tornar públicas e que foram compiladas por um perito, já estão disponíveis no Google, Bing e noutros motores de pesquisa, tal como no Facebook", afirmam os responsáveis pela rede social do momento frequentada por mais de 500 milhões de internautas.

"Não foram tornados públicos dados privados", garantem as mesmas fontes.

 

 

 

 

Via Expresso



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Quinta-feira, 29 de Julho de 2010
Letra
Pala saída que tem
Da vadiagem alguém
Chamou-lhe o Zé Passarinho
Fala em verso e as mulheres
Ao fim de duas colheres
Leva-as no bico p'ró ninho

Sabe os fados do Alfredo
Rima que até mete medo
Nesta função é doutor
Tem os tiques de fadista
Mão no bolso, lenço e risca
"Baixem a luz por favor!"

Uma triste noite ao frio
Cantava-se ao desafio
Para aquecer as paixões
Quando um estranho se levanta
Para mostrar como se canta
Faz-se à Rosa dos Limões

O povo ficou sentido
Com aquele destemido
... morrer engasgado!
Palavra puxa palavra
Desata tudo à estalada
Com o posto ali ao lado

Nem foi preciso a carrinha
Tudo na sua perninha
Numa linda procissão
Das perguntas com carinho
Ficou preso o Passarinho
Só para investigação

Nasce o dia atrás da Sé
E ninguém arreda pé
Nem por dó, nem por esmola
O povo ficou sentado
Para ouvir cantar o fado
Passarinho na gaiola


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Familia de Ansel Adamns contesta autenticidade das fotografias encontradas

 

A família de Ansel Adams contesta a conclusão de uma equipa de peritos norte-americanos que esta semana disse, sem margem para dúvidas, que os negativos comprados em 2000 por um professor de Fresno, Califórnia, numa venda de garagem eram do fotógrafo norte-americano Ansel Adams, um dos mais importantes nomes da actividade.

 

A equipa, que conta com um especialista de renome, Patrick Alt, foi contratada por uma firma de advogados em nome de Rick Norsigian, o homem que há dez anos comprou os 61 negativos em placa de vidro por 45 dólares e que, desde logo, acreditou serem estas imagens (que entretanto revelou) captadas pelo artista, considerado um dos pais da fotografia nos EUA. 

A equipa de peritos, que esta terça-feira apresentou em conferência de imprensa o relatório final da investigação iniciada em 2003, insiste na autenticidade das imagens e diz que, no seu conjunto, os negativos valem a 200 milhões de dólares (150 milhões de euros). 

Matthew Adams, neto do fotógrafo Ansel Adams, disse ao PÚBLICO não perceber como se chegou a esse valor. A família continua a contestar a forma como foi feita a investigação. Diz por exemplo que o facto de não haver em lado algum registos destes negativos, como acontecia com todo o trabalho de Adams, levanta dúvidas. 

“Pensamos que é irresponsável emitir este parecer com tão poucas provas”, afirmou Matthew Adams por telefone ao PÚBLICO. A família não vai contestar o caso judicialmente, mas acredita que as dúvidas existentes dificultarão a venda das imagens.

 

Via Público



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Quarta-feira, 28 de Julho de 2010

Mulheres usam gritos e sussurro para controlar os parceiros

 

Estudo publicado na "Archives of Sexual Behavior" revela que os aparentemente incontroláveis gritos e sussurros das mulheres durante o orgasmo são, na verdade, um jogo de cena para manipular os homens.

Os cientistas Gayle Brewer, da Universidade de Central Lancashire, e Colin Hendrie, da Universidade de Leeds, fizeram um estudo sobre o tema com 71 mulheres (com idades que variavam dos 18 aos 48 anos).

Eles separaram as vocalizações de prazer sexual em diversas categorias, que incluiam "silêncio", "gemidos", "gritos", "palavras e expressões" (como o nome do parceiro) ou "comandos" (como "não para". Eles também perguntaram as mulheres envolvidas no estudo por que elas emitiam determinados sons, em que ponto chegavam ao orgasmo, se chegavam mesmo ao orgasmo, e, se não chegavam, por que todos os ruidos.

A conclusão, segundo Brewer, é que as mulheres fazem as vocalizações de forma consciente com o objetivo de influenciar seu parceiro, e não como uma expressão direta de grande excitação sexual. Não se trata necessariamente de algo interesseiro ou ruim, explicam os especialistas.

Por exemplo, "mulheres dizem usar essas vocalizações para apressar a ejaculação do parceiro quando estão entediadas, cansadas, com algum desconforto ou sem tempo", diz Brewer. Na maioria das vezes, elas estão tentando ser legais.

– É importante notar que 92% das participantes sentiam que tais vocalizações aumentavam a auto-estima do parceiro – sustenta o estudo.

E 87% delas diziam lançar mão do expediente com esse propósito.

– Em outras palavras, os sons emitidos não se tratam da expressão vocal de uma excitação fora de controle. Na verdade, quando as mulheres estão muito excitadas, durante o sexo oral, por exemplo, ou quando estão realmente perto de ter um orgasmo, os gritos não são comuns.

E, é claro, como bem provou Meg Ryan na famosa cena do filme Harry e Sally, as mulheres podem usar a voz para fingir um orgasmo. No levantamento, mais de 25% das mulheres admitiram usar as vocalizações para fingir um orgasmo. E elas fariam isso em 90% dos casos em que percebem que não vão chegar lá. Segundo os cientistas, elas fariam isso porque, muitos homens, esperam pelo orgasmo feminino.

 

 

Via Donna



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Letra
Pela saída que tem 
Da vadiagem alguém 
Chamou-lhe o Zé Passarinho 
Fala em verso e as mulheres 
Ao fim de duas colheres 
Leva-as no bico p´ró ninho 

Sabe os fados do Alfredo 
Rima que até mete medo 
Nesta função é doutor 
Tem os tiques de fadista 
Mão no bolso, lenço e risca 
"Baixem a luz por favor!" 

Uma triste noite ao frio 
Cantava-se ao desafio 
Para aquecer as paixões 
Quando um estranho se levanta 
Para mostrar como se canta 
Faz-se à Rosa dos Limões 

Ai.. O povo ficou sentido 
Com aquele destemido 
Hás-de morrer engasgado! 
Palavra puxa palavra 
Desata tudo à estalada 
Com o posto ali ao lado 

Nem foi preciso a carrinha 
Tudo na sua perninha 
Numa linda procissão 
Das perguntas com carinho 
Ficou preso o Passarinho 
Só para investigação 

Nasce o dia atrás da Sé 
E ninguém arreda pé 
Nem por dó, nem por esmola 
O povo ficou sentado 
Para ouvir cantar o fado 
Passarinho na gaiola



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4Ansel Adans

 

Uma equipa de peritos confirmou esta semana que os negativos, comprados em 2000 por um professor de Fresno, na Califórnia, numa venda de garagem, eram da autoria do fotógrafo norte-americano Ansel Adams e que valiam 200 milhões de dólares (150 milhões de euros), bem mais do que os 45 dólares que Rick Norsigian pagou na altura. O relatório final da investigação será conhecido hoje.

 

Para Patrick Alt, um dos peritos da equipa, não há dúvidas acerca autenticidade dos 65 negativos em placa de vidro encontrados: “Em quase todas as fotografias, as composições não apresentam nenhuma falha, sendo evidente que foram feitas por um fotógrafo com uma visão e um talento singulares”, disse, citado no site PRWeb. 

Também um especialista em caligrafia confirmou que as palavras nos envelopes dos negativos tinham sido escritas por Ansel Adams. 

Para venda estão disponíveis edições limitadas de fotos impressas, ou digitais, de imagens de Ansel Adams nunca antes vistas. Mas apenas por um período limitado no site www.lostnegatives.com, informa ainda a PRWeb. 

Estas fotografias terão sido captadas entre 1919 e o início dos anos 1930, escreve o site da CNN, antes de Adams se ter tornado num fotógrafo conhecido nos Estados Unidos. Nos anos 1940, Adams viria a ser considerado o pai da fotografia americana e, para alguns, o melhor fotógrafo do século XX.

Fica por desvendar como é estes negativos, agora autenticados, de paisagens do Parque de Yosemite, na Califórnia, e de alguns locais de São Francisco, saíram da colecção de Adams e foram parar a uma venda de garagem há dez anos. 

Para já, o que dizem os especialistas, é que estes negativos estavam num grupo que foi danificado por um incêndio. Alguns ficaram destruídos. Os que foram recuperados e agora identificados como sendo de Ansel Adams vão permitir “mostrar ao mundo a evolução do seu olhar, do seu talento, o seu dom, mas também o seu legado”, disse David W. Streets, um negociante de arte e galerista de Beverly Hills, onde hoje vai ser divulgado o relatório final dos peritos.

 

Via Público



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Como evitar o calor

 

Com as altas temperaturas que se têm vindo a sentir em Portugal continental, nunca é demais relembrar os cuidados a ter com este tipo de condições atmosféricas. Foi isso que a Direcção-Geral de Saúde fez - publicando no seu site uma série de recomendações para o ajudar a lidar melhor com o calor, o i fez um apanhado.


Deve começar por aumentar a ingestão de líquidos, como, água ou sumos de fruta naturais, preferivelmente sem açúcar – evitando por outro lado a ingestão de bebidas alcoólicas e com elevado teor de açúcar. Deve fazer refeições leves e mais frequentes.


Entre as 11h00 e as 17h00 deve evitar a exposição directa ao sol, procurando permanecer em ambientes frescos. Evitando, sempre que possível realizar actividades que exijam esforço físico, como desportos de lazer.


Quando sair de casa, utilize roupa leve e larga, de preferência de algodão e que cubra a maior parte do corpo – utilizar óculos com protecção contra a radiação UV e UVA. Também é muito importante a colocação de protector solar nas zonas do corpo expostas ao sol.


Os idosos são um alvo frágil nestes dias de calor - principalmente se viverem sós - por isso mesmo, é importante que os familiares e vizinhos estejam especialmente atentos, proporcionando líquidos e zonas frescas em abundância.


Para os que trabalham no exterior também é preciso estar muito atento, devido às altas temperaturas e nível de radiação UV a que estão sujeitos - usar protecção adequada, manter uma boa hidratação e recorrer a locais frescos para descansar é essencial.


Na praia, evitar as horas críticas entre as 11h00 e as 17h00, renovando o protector solar de duas em duas horas.


As crianças com menos de seis meses não devem ir à praia e as crianças com menos de três anos não devem ser sujeitas à exposição solar directa.


Para as pessoas que sofram de doença crónica, que estejam a fazer uma dieta pouco com pouco sal ou comrestrição de líquidos devem dirigir-se ao seu médico e receber recomendações específicas para o seu caso.

 

Via Ionline



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Terça-feira, 27 de Julho de 2010

18 ideias para excitar um homem

18 ideias para excitar um homem

Deixe o seu parceiro "de quatro"

1. Dê muita importância aos preliminares. Não esteja preocupada com o tempo, o importante é dar e, claro, ter prazer.

2. Mostre-lhe imagens eróticas.

3. Leia-lhe um conto erótico ou convide-o para ver um filme erótico após um jantar romântico.

4. Partilhe as suas fantasias sexuais com o seu companheiro. Não deixe de contar todos os pormenores, mesmo os mais

picantes.

5. Experimente elementos afrodisíacos.

6. Crie o ambiente propício ao amor: perfume o quarto com uma essência floral e opte por uma iluminação suave.

7. O toque é afrodisiaco: deslize as suas mãos pelo corpo dele e toque-o com as pontas dos dedos.

8. Faça-lhe uma massagem com um óleo ou creme corporal.

9. Beije o corpo do seu amante. Comece pela boca e vá descendo pelo corpo: mordisque os mamilos, desça até às virilhas e parte interna das coxas. Estas duas últimas zonas são muito sensíveis pois estão perto do pénis.

10. Experimente fazer amor em locais diferentes. Pode ser num hotel, na mesa da cozinha, no jardim, no carro, no elevador, na banheira, num apartamento vazio, na praia ou na casa de banho de um avião.

11. Compre um baralho de cartas erótico e jogue com o seu parceiro. Também podem divertir-se com outros jogos como o strip-Trivial Pursuit.

12. Faça striptease para ele.

13. Experimente usar adereços sexuais, como o vibrador.

14. Amarre-o à cama com um lenço de seda e “abuse” dele ou peça-lhe para ele “abusar” de si.

15. Sussurre-lhe ao ouvido enquanto fazem amor.

16. Durante as relações sexuais não hesite em experimentar novas posições.

17. Façam amor em frente ao espelho.

18. Espalhe um produto no corpo do seu parceiro e percorra com a língua as zonas do corpo onde o colocou. Pode ser geleia, mel, natas ou iogurte.

 

Via Sapo Mulher



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Festival de músicas do Mundo em Sines

 

Entre 28 e 31 de Julho, a música com espírito de aventura está de volta a Sines. Falta pouco para começar a viagem.

 

 

O FMM Sines – Festival Músicas do Mundo prepara-se para voltar a surpreender os espectadores com os 26 espectáculos da sua 12.ª edição, marcada para quatro intensos dias de música – 28, 29, 30 e 31 de Julho de 2010– nos palcos do Castelo medieval e da Praia Vasco da Gama, em pleno coração do centro histórico de Sines.

Os congoleses Staff Benda Bilili, o mais premiado grupo do ano, a lenda do reggae U-RoyThe Mekons, banda britânica que partiu do pós-punk para a fundação do movimento alt-country, e Tinariwen, expoente contemporâneo dos blues do deserto, são alguns destaques da programação.

Menção especial ainda às norte-americanasLas Rubias del Norte e aos timorensesGalaxy, que fazem em Sines a sua estreia europeia, e aos vários projectos em estreia nacional, conjunto em que se incluem o fenómeno brasileiro Forro in the Dark, uma das maiores “cantaoras” do flamenco, Lole Montoya, os peruanos Novalima, o “joiker” finlandês Wimme e a mais subversiva orquestra latina da actualidade, Grupo Fantasma.

Vitorino e Janita Salomé com o Grupo de Cantadores de Redondo abrem o festival no dia 28 de Julho, às 18h30, com um espectáculo de entrada livre em estreia absoluta. Cacique’97Nat King Cole en Espagnol, um projecto de David Murray com Daniel Melingo como voz convidada em três canções, Las Rubias del NorteCéu Novalima completam o cardápio do primeiro dia do FMM, já esta quarta-feira.



publicado por olhar para o mundo às 18:53 | link do post | comentar

Letra
Hoje, eu acordei, e nem pensei no fim da linha
Hoje, eu levantei, e segurei a flor da vida, em vida, ergui os meus pés do chão

Nunca pensei que fosse fácil para mim
Que fosse fácil para ti, mas tentei
Não ser sombra de ti
E ter desejos para mim
Não ser apenas a luz do jardim

Hoje, eu convidei, e te abracei só por um dia
Hoje, eu convidei, e até beijei quem não conhecia, vazia, voar num furacão

Nunca pensei que fosse fácil para mim
Que fosse fácil para ti, mas tentei
Não ser sombra de ti
E ter desejos para mim
Não ser apenas a luz do jardim

Foi por ti que eu roubei, Dei-me a ti, Só por ti pequei
Mas por mim, Partirei, sei que não voltarei para dizer, Meu amor

Nunca pensei que fosse fácil para mim
Que fosse fácil para ti, mas tentei
Não ser sombra de ti
E ter desejos para mim
Não ser apenas a luz do jardim

Nunca pensei que fosse fácil para mim
Que fosse fácil para ti, mas tentei
Não ser sombra de ti
E ter desejos para mim
Não ser apenas a luz do jardim



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Como responder aos filhos?

 

Há anos, quando era médica residente em pediatria, um adolescente perguntou-me se já tinha fumado erva. Não era uma pergunta amigável, mas antes uma reacção do tipo "ah, sim, isso é o que tu dizes" às minhas questões, como que a avisar-me.

Nenhum doente me perguntou tal coisa em décadas. Mas, recentemente, dei por mim no meio de várias conversas entre pediatras sobre como os pais devem lidar com as perguntas sobre o assunto.Médicos e pais precisam de uma forma de integrar os seus padrões de honestidade com o que sabemos sobre o abuso de drogas - e com investigações que tornam claro que sabemos hoje mais sobre o assunto.

Em particular, os cientistas compreendem melhor a neurobiologia do cérebro adolescente e os riscos de experimentar drogas e álcool na adolescência. Embora pensássemos que o cérebro era relativamente maduro aos 16/18 anos, na realidade continua a desenvolver-se até aos 25. O que se desenvolve cedo é a área de procura do prazer, o núcleo acumbente. As regiões que auxiliam o raciocínio abstracto, a tomada de decisões e a capacidade de julgamento estão ainda a amadurecer e, logo, com menos inclinação para inibir a procura de prazer. Pelo que as drogas e o álcool podem, de facto, levar a alterações permanentes no cérebro - em particular, dizem especialistas, uma maior propensão para a dependência em adulto. No entanto, dar conselhos a jovens nunca foi fácil, e quando a história dos pais vem à baila, fica ainda mais complicado.

Há uma questão moral para os adultos que se orgulham da honestidade e abertura. Há o medo de que, mesmo se explicarmos cuidadosamente a lição da nossa história, possamos estar a oferecer ao nosso filho uma lição implícita acerca da falta de consequências, uma espécie de parábola de eu fiz isso e estou bem. "O problema vem sempre à baila quando dou conselhos aos pais", diz Sharon Levy, directora do programa de abuso adolescente de substâncias no Children's Hospital Boston. "Eles dizem 'bem, o que lhe devo dizer - ou não?'" A investigação é limitada. Mas há provas que sugerem que quando os pais prestam mais informação e dão melhores conselhos desde cedo, o risco de abuso é menor. E um estudo de 2009 do centro Hazelden para o tratamento da dependência, concluiu que muitos adolescentes apontavam a honestidade dos pais acerca do álcool como influência positiva.

É claro que todos os pais, crianças e todas as situações são diferentes, e não existe uma regra que diz que pais e médicos devem revelar qualquer informação particular sobre o seu consumo de álcool e drogas, passadas ou actuais. Em vez disso, é importante perceber "porque é que perguntas? O que se passa contigo?", diz Janet F. Williams, professora de pediatria no Health Center da Universidade do Texas, e directora do comité para o abuso de substâncias da Academia de Pediatria. "O que nós pensamos que eles querem saber pode não ser aquilo que eles estão a perguntar", afirma. E, tal como sucede com outras conversas, tenha em conta o estado de desenvolvimento da criança; a resposta a uma criança de 12 anos ou a quem tem 22 anos é dada em termos e detalhes diferentes.

Porém, a maioria dos especialistas concorda que quando uma criança faz uma pergunta, o melhor é não mentir. "Diga sem glorificar", aconselha Levy, "e se acha que cometeu um erro, diga isso." Na realidade, uma criança que faz esta pergunta pode ter pensado muito em como e quando puxar do assunto. Trate a questão com respeito, utilize-a para fazer a conversa fluir. Pode não ser uma questão que queira ver levantada mas é uma conversa que, como pai, deve encorajar. (Sites úteis:teens.drugabuse.gov - informação para adolescentes; eteen-safe.org - conselhos sobre como falar com adolescentes.)

Então e o pesadelo familiar de todos os pais: o adolescente zangado que reage à disciplina ou à reprovação virando a conversa com uma acusação sobre as transgressões dos pais? Deborah Simkin, psiquiatra que faz a ligação ao comité Williams da Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescente, faz a analogia com um alcoólico que resiste ao tratamento tentando trazer à baila os problemas dos outros. "O miúdo está a tentar desviar a atenção da intervenção oportuna por parte dos pais", diz. Em tais casos, a resposta dos pais deve ser clara: "Vamos discutir o que tu fizeste." 

O que queremos fazer como pais é transmitir sabedoria - mesmo que a tenhamos adquirido da maneira mais dura - sem que os filhos tenham de correr riscos. "Conduziu sem cinto de segurança e não morreu num acidente. Isso significa que quer que o seu filho conduza sem cinto?", pergunta Levy. Ou como diz Williams: "Se a forma como a questão é apresentada é 'Isto é arriscado e espero que não tenhas de colocar a mão no lume para descobrir que te podes queimar', eles não têm de tomar o mesmo risco." Por fim, depois de todos os cuidados e ansiedades, é essencial voltar ao lado positivo - "lembre-se sempre de reparar no que há de bom no seu filho", aconselha Williams. 

Afinal de contas, a mensagem mais importante não é sobre os erros que podem fazer descarrilar mas sim sobre o prazer de encontrar o próprio caminho. Diga ao seu filho, nas palavras de Simkin, que "preferiria que te dedicasses a descobrir a tua paixão, descobrir o que queres fazer na vida" - e celebrar esse potencial. E, por isso, diz Williams, "gostaria que tivessem todas as células cerebrais a que têm direito."

 

Via Ionline



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Segunda-feira, 26 de Julho de 2010

Ejaculação precoce

 

Embora o grande terror masculino seja a disfunção erétil (impotência), não é o único problema que atormenta o homem, deixando-o inseguro e, também, frustrando a mulher. A mais comum das disfunções sexuais masculinas é a ejaculação precoce: quando o orgasmo chega rápido demais para o homem. Mas as situações são variadas. Alguns homens ejaculam logo que se iniciam as carícias ou simplesmente ao ver a parceira se despindo. Muitos ejaculam antes ou logo depois de introduzir o pênis na vagina da mulher, mas outros são capazes de alguns movimentos antes de atingir o orgasmo

 

Um autor considera precoce a ejaculação ocorrida 30 segundos depois da penetração, um médico prolongou esse critério para um minuto e meio, outro para dois minutos, enquanto um terceiro a reconhece quando o orgasmo ocorre antes de dez movimentos.

 

Na verdade, o aspecto fundamental é a ausência de controle voluntário sobre o reflexo ejaculatório. Por alguma razão um homem pode nunca ter aprendido a perceber as sensações que anunciam o orgasmo e por isso o controle voluntário adequado não foi adquirido. Nesse caso, o orgasmo ocorre como um reflexo quando é atingido um nível intenso de excitação sexual. Frequentemente, isso cria muita tensão entre os parceiros, principalmente quando a mulher fica ressentida, acreditando que o homem não se preocupa com ela nem com suas necessidades sexuais.

 

Ele, por sua vez, se sente um fracasso e fica deprimido. A partir daí, passa a evitar relações sexuais, mas quando ocorre, tenta segurar a ejaculação mordendo a língua, pensando em coisas desagradáveis, anestesiando a ponta do pênis com pomada, ou qualquer outra técnica que possa diminuir a excitação. O resultado final é nenhum prazer e um profundo estresse, sem amenizar a culpa por ter gozado mais rápido do que gostaria. Sem dúvida, a capacidade do homem de controlar sua ejaculação é precondição para que ele e a parceira obtenham mais prazer na relação sexual. E se considera que o controle ejaculatório está estabelecido quando é possível tolerar durante o tempo que se quiser um nível elevado de excitação, sem ejacular por reflexo.

Dentre os diversos métodos de tratamento, destacam-se os exercícios para controlar a ejaculação - respiração e contração dos músculos que circundam a próstata -, que são os mesmos que permitem ao homem ter orgasmos múltiplos sem ejacular. E para o homem aprender como fazê-los sugiro o livro 'O Orgasmo Múltiplo do Homem', de Mantak Chia e Douglas Arava, da Editora Objetiva.

 

Via Terra - Vida e saúde



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Letra
São gente
De olhar ausente
Tão tristes vão
Nem são

Serpente
Olhos dormentes
Sem fogo
Nem dragão

Mais um
Que diz adeus
Mais um
Que lembra os seus

Não é Deus
Nem ilusão
É pão p’ra multidão

Em frente
Sem sol nascente
Sem direcção
Na mão

Enchente
Vão na corrente
Sem gueixas
Do Japão

Mais um
Que diz adeus
Um é crente
E o outro é ateu



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Os melhores caracois

 

As folhas escritas à mão em tascas e restaurantes anunciam a chegada do Verão: "Há caracóis." Comer caracóis é um acto gastronómico que divide: há os que adoram e os que nem se atrevem a prová-los; há quem se interrogue se são lesmas com casca ou parentes próximos das ostras. O que é certo é que são um petisco obrigatório nos meses de Verão. Com louro, alho, bacon ou colorau, mas sempre acompanhados de uma cerveja gelada.

O Filho do Menino Júlio dos Caracóis

Com gerência de Vasco Rodrigues, o Restaurante Cervejaria O Filho do Menino Júlio dos Caracóis é especialista em cozinhar caracóis provenientes das melhores regiões de Portugal e Marrocos, com receita antiga e exclusiva. Mas não é de admirar que Vasco Rodrigues goste tanto de caracóis. "Nasci no próprio restaurante, que na altura além da carvoaria também tinha habitação. Como caracóis desde criança." Com 21 anos já era dono do espaço, onde apenas o seu pai, Júlio, e a sua mulher, Fernanda Rodrigues, conhecem o segredo da receita, que nem com as duas filhas do casal partilharam ainda. Vasco Rodrigues apenas adianta: "Os caracóis são lavados de um dia para o outro, ficam 30 minutos em lume brando e depois adiciono-lhes cebola, alho, sal e o tal segredo do tempero. Tenho um cliente que tem o recorde de 15 pratos de caracóis seguidos", acrescenta o dono do restaurante.

R. Vale Formoso de Cima 140 - B Lisboa

Tel.: 218 596 160/Tm.: 936 470 077

O Palácio Em Alcântara encontra-se a Marisqueira Palácio, onde se podem saborear diariamente os vários frutos que o mar dá, da lagosta à amêijoa. Pode-se dizer que aqui o marisco é rei todo o ano, mas o caracol é o príncipe do Verão. João Agostinho Alves, sócio-gerente, explica o segredos dos caracóis da Palácio. "O caracol é guloso, não enche, mas sabe muito bem. Os caracóis são um petisco delicioso e os nossos levam orégãos, cebola, sal e presunto, para lhes dar gosto." A acompanhar os caracóis vêm tostas torradas com manteiga. Outro dos petiscos mais requisitados deste restaurante são as caracoletas assadas com molho de manteiga, limão e piripíri.

R. Prior do Crato 140, 1350 Lisboa

Tel.: 213 961 647

Túnel de Santos João Gonçalves, o dono do Túnel de Santos, explica: "Os caracóis comem-se nos meses sem 'r', tal como a sapateira e as ostras. O nosso caracol vem de Santarém, é mais seco, e serve-se em pires ou travessas com molho picante, cebola e orégãos, acompanhado de pão torrado e manteiga e uma imperial fresca." Na esplanada, as travessas de caracóis e o aroma do petisco confirmam as palavras de João Gonçalves.

Largo de Santos, 1 A/B/C Tel.: 912151850

Eduardo das Conquilhas Eduardo dos Santos e o seu filho Ricardo são os donos do Eduardo das Conquilhas, uma tasca tradicional, com decoração simples e ambiente acolhedor. Aberta há 45 anos, a casa é conhecida sobretudo pelas conquilhas, mas no Verão os caracóis também lhe trazem muita fama e clientes. À entrada, um azulejo ao balcão aconselha: "Não traga pressa, traga apetite" e este conselho aplica-se à experiência de degustar caracóis na esplanada. "Há muitas maneiras de os cozinhar, mas os caracóis têm um segredo culinário que não se pode revelar. Há dias em que chego a cozer mais de sete panelas, cada uma com doze quilos de caracóis", conta Eduardo dos Santos. De tamanho médio, têm acentuado sabor a orégãos e picante, com direito a malaguetas no prato.

Rua Capitão Leitão, 8, Parede 

Tel.: 214 573 303

Festival do Caracol Saloio Até 26 de Julho, o caracol é o centro das atenções na 11.a edição do Festival do Caracol Saloio, em Loures, onde se aguardam milhares de apreciadores de caracóis e caracoletas. O evento conta com a participação de 11 restaurantes, que disponibilizam pratos confeccionados com muita imaginação e gosto, como o rancho de caracoleta, creme aveludado de caracóis com gengibre, caracoleta à lagareiro, pataniscas de caracol, farinheira com ovos e caracóis, espetadas de caracoleta com enchidos, massinha de caracol e chili de caracoleta, entre muitas outras propostas. O festival, organizado pela Câmara Municipal de Loures, decorre entre as 17 e as 24 horas durante os dias da semana e aos fins-de-semana entre as 16 e as 24 horas.

Parque de estacionamento junto ao Pavilhão Paz e Amizade, em Loures

 

Via Ionline



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Domingo, 25 de Julho de 2010

Desejo. Ânsia. Compulsão. Há quem tenha tido mais de cem parceiros sexuais num só ano. Mas poderá o sexo viciar? Venha daí conhecer casos em que o sexo falou mais alto... repetidamente.

 


"Por uma queca fazemos coisas inacreditáveis. Fica-se cego." Sérgio, 39 anos, sabe do que fala. Nos últimos três anos passaram pela sua cama mais de 200 mulheres. Altas, baixas, gordas, magras. No que toca ao sexo, não tem dúvidas quando fala da fase pós-divórcio: "É o vale tudo. Fica-se viciado na novidade. É o prazer momentâneo."

"Com o fim do casamento de dez anos, Sérgio viu-se "sozinho, afastado dos amigos, longe dos filhos, numa nova cidade e com necessidade de novos laços". A blogosfera foi a forma encontrada "para deitar tudo cá para fora". Inicialmente escrevia um blogue de desabafos sentimentais que acabou por "enveredar num cariz erótico e sexual". Começou a ser seguido por leitoras e daí ao primeiro encontro foi rápido: "Começas por manter o registo antigo e combinas um cafezinho. Mas quando te apercebes que a conversa no computador é 300 vezes mais rápida, vais direto ao assunto. Não há medo de rejeição. O flirt começa com umas simples reticências e termina na cama: Queres? Bora."

"Toda a gente já pagou para ter sexo"

 

Com o "ego recuperado", Sérgio foi encontrando mulheres com "a mesma compulsão sexual" e gosto pelo risco. "Estava com uma no Bairro Alto e ela atirou-me para cima de um carro. Enquanto outras pessoas passavam, começou a fazer-me sexo oral ali mesmo. Puxei de um cigarro e decidi desfrutar."

Entre o telemóvel e as redes sociais, todos os dias Sérgio organizava a agenda. Num só dia chegou a estar com três mulheres diferentes. "É sexo egoísta. Usas aquela pessoa como objeto do teu prazer." Embora garanta nunca ter pago a ninguém, tem uma visão prática: "Todos pagamos para ter sexo. Nem que seja os copos que lhes oferecemos."

Esta obsessão levou-o a falhar compromissos de família e a inventar reuniões para sair do escritório. "Percebi que estava a passar o limite quando já me fazia confusão passar um dia sem sexo. Nunca procurei ajuda mas tal como começou, a necessidade de novidade também se esgotou." Hoje vive um "namoro liberal", baseado no diálogo. Para trás ficam exageros, muitas vezes tidos sem meios contracetivos. "Acho que não voltarei a cair no mesmo".

Rita diz o mesmo. Depois de sete meses "a mascarar carências afetivas com vontade de sexo", a jovem de 26 anos garante que "prefere usar um vibrador" a repetir o comportamento de há dois anos.

"Nem sequer queria saber quem eles eram"

 

O "impulso" levava Rita a procurar situações de sedução. "Chegava a ter dois a três parceiros por semana. Por vezes repetia-os, mas não queria saber sequer quem eram ou como era a vida deles". Heterossexual, "mas com um pezinho na bissexualidade", a jovem envolveu-se com homens e mulheres, por vezes com várias pessoas ao mesmo tempo e invariavelmente levada pelo ímpeto: "Lembro-me de estar num bar com zona privada para quem quisesse ter sexo. Senti aquela vontade. Acabei a ter sexo oral com um homem que nunca tinha visto. A meio dei por mim a pensar que naquele momento tanto podia ser ele a estimular-me como um simples vibrador. Era tudo mecânico."

Rita conta que esta foi a forma encontrada para compensar a baixa auto-estima: "Sentia-me feia e mal-amada. Queria a envolvência, a conquista, mas quando chegava a 'hora H' nem sequer tinha vontade. Muitas vezes fingia os orgasmos."

Quando regressava a casa, "encontrava o mesmo silêncio e sensação de vazio". "Mais que desejo sexual, hoje sei que era desejo emocional. Masturbar-me não era solução."

Rogério diz o mesmo. "Podia masturbar-me, mas o verdadeiro desejo que sentia era pelo risco. Saber que estou a deixar-me levar sem pensar nas consequências." Homossexual assumido, agora com 30 anos, relembra a "longa fase de loucura compulsiva" que passou há oito anos. "Não queria saber o nome nem o número telefone. Queria apenas aquilo."

"Quanto mais sexo temos, mais queremos"

 

Desde engates de uma noite em discotecas, a "sexo combinado pela web com estranhos", Rogério fez de tudo. Tal como Sérgio, "muitas vezes faltou o preservativo". Conta que em Lisboa, além das míticas saunas gay e bares com o "quarto escuro", há ainda zonas onde se pode parar o carro e simplesmente "propor a quem está ao lado se quer dar uma queca". Rogério fê-lo. Por vezes "terminava, fumava um cigarro e agarrava no telemóvel para ligar a alguém com quem pudesse estar a seguir".

"É uma bola de neve. Quanto mais sexo temos, mais queremos." O álcool ajuda à "desinibição no momento", mas também pode potenciar sustos. "Estava muito bêbedo e fui a uma sauna. No dia seguinte um amigo contou-me que me ouviu a ter relações e que estava louco. Não me lembro de como fui para casa, nem muito menos de quem esteve comigo. Senti-me violado."

Este e outros sustos fizeram-no "repensar o comportamento", que se prolongava há mais de dois anos. Não procurou ajuda, mas admite que lhe custou "controlar a ânsia quando tinha horas livres e não estava na cama com ninguém". Hoje, assegura que está numa fase calma, em que "mais do que sexo quer partilha emocional". Não se arrepende, mas a verdade é que perdeu a conta a com quantos homens se envolveu até hoje.

Júlia diz o mesmo. Depois de um casamento de 16 anos terminado com uma traição, o sexo surgiu como "forma de vingança". "Comecei por dormir com um colega de trabalho e nunca mais parei."

"Desejo incontrolável" com sabor a vingança

 

A tristeza deu lugar a um "desejo incontrolável" e Júlia, na altura com 43 anos, deu por si com a vida de pernas para o ar. "Durante o dia trocava mensagens picantes com vários ao mesmo tempo. Dava-me prazer ver qual conseguia ser mais ousado." E se de dia o trabalho ia sendo posto de lado em prol do flirt, à noite a vida familiar também: "Cheguei a receber homens com os miúdos a dormirem e também a sair de casa de madrugada. Sabia que era inconsciência deixá-los sozinhos, mas não conseguia pôr travão."

As retomadas idas à discoteca "rendiam novas conquistas", principalmente homens "bem mais novos". Júlia, hoje com 46, ainda não voltou a "criar laços afetivos". "Tenho amigos coloridos, mas deixei de acreditar no amor. A independência ninguém ma tira."

Pedro Freitas, sexologista clínico, já ouviu o mesmo: "Há cada vez mais homens e mulheres que não estão dispostos a partilhar a vida com alguém. Têm vários amigos especiais com quem saem, com quem têm sexo, mas com quem dormem poucas vezes."

Adição sexual não é doença

 

Por mais que sejam os parceiros sexuais, o especialista garante que excesso de desejo não é uma patologia. "Já muito se falou de ninfomania e adição sexual, mas a realidade é que o desejo hiperativo não está designado em lado nenhum como doença." Contudo, esclarece: "A compulsão sexual é um sintoma de um problema, que tanto pode ser uma perturbação da personalidade ou doença psiquiátrica como uma lesão do lobo temporal."

Pedro Freitas salienta que "depois de uma rutura a extravasão é comum". De uma forma "mais ou menos saudável", em alturas de fragilidade emocional tenta-se "repor as perdas através dos ganhos" e o "sexo é uma forma substitutiva que faz parte deste ritual".

Assegurando que não existem estudos nem clínicas específicas para o vício do sexo, o sexologista não tem dúvidas quanto à mediatização de casos como Tiger Woods, que esteve em recuperação da compulsão sexual: "Os divórcios à americana doem. São milhões envolvidos. É mais fácil dizer que se está doente e acarretar a nomeação de uma doença simpática como as obsessivas compulsivas. Certamente deram-lhe um antidepressivo leve, ele está mais calmo e desejoso que a mulher não peça o divórcio."

Mas não menosprezando casos em que o sexo a mais pode ser um problema, avisa: "Devemos preocupar-nos quando não ter sexo diariamente se torna num fator de perturbação ao bem-estar. Quando se começa a falhar obrigações porque se está obsessivamente à procura de sexo, seja ele real ou em sites pornográficos, é altura de parar e pensar."

 

Via Expresso



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Tiros nos pés

 

Via Henricartoon



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Letra
Lara, Lara écoute-moi
J'ai besoin de toi
Je t'aime
Non, non, non, non
Souviens-toi nous deux
Assez, assez, assez, assez
Tu sais j'ai changé
Tu mens
Tu verras je ne suis plus comme avant
Je t'aime, je t'aime tellement
Je sais
Que je n'existe en toi que par alternance
Pas très loin de l'amour
Entre les mots et ton silence
Je sais
Que j'ai eu mal de t'avoir trop fait confiance
Entre un peu et toujours
Y a des nuances
Lara, écoute-moi Lara
J'ai besoin de toi
Vraiment besoin de toi
Lara je t'aime
Non, non, non, non
Je t'en prie Lara
Assez, assez, assez, assez
Crois-moi
Tu mens
Lara
Va-t'en
Je sais
Tout l'inutile de vivre sans ta présence
Sans tes bras qui m'entourent
Tous mes regrets n'ont plus de sens
Je sais
Que j'y crois plus pourtant je prends de l'avance
Pour rêver de l'amour puisque tu y penses
Je sais
Que j'ai eu mal de t'avoir trop fait confiance
Entre un peu et toujours y a des nuances
Je sais
Je sais
Je sais
Je sais



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Por vezes há pessoas más.. porque sim!

 

"Não sei o que fizemos de errado", disse-me a doente no meu gabinete de psiquiatria. Era uma mulher inteligente e que sabia expressar-se, com pouco mais de 40 anos, que me procurou com queixas de depressão e ansiedade. Ao discutir as pressões que enfrentava tornou-se claro que o filho adolescente era, há muitos anos, a mais importante.

Em miúdo, explicou, lutava muitas vezes com outras crianças, tinha poucos amigos íntimos e a reputação de mau. Ela esperara sempre que ele mudasse, mas na altura ele estava quase com 17 anos e ela sentia-se cada vez mais abatida. 

Perguntei-lhe o que queria dizer com "mau". "Detesto admiti-lo, mas ele é cruel e não tem compaixão pelos outros", respondeu. Em casa era provocador e mal-educado, muitas vezes insultava os familiares. 

Entretanto mandara avaliá-lo por vários pedopsiquiatras, que o submeteram a testes neuropsicológicos exaustivos. Os resultados eram sempre os mesmos: estava no escalão superior da inteligência, sem vestígios de dificuldades de aprendizagem ou doença mental. A mãe perguntava a si mesma se ela ou o pai teriam sido de alguma forma negligentes. 

Nem um nem o outro, ao que parecia, se tinham saído tão bem nas avaliações psiquiátricas como o jovem. Um terapeuta notara que não eram inteiramente coerentes no que dizia respeito ao filho, especialmente em termos de disciplina: ela era mais permissiva que o marido. Outro terapeuta sugeriu que o pai não estava suficientemente presente e insinuou que não era um modelo forte para o filho. 

Porém, havia um inconveniente com as explicações: este casal em teoria com dificuldades conseguira educar dois outros rapazes bons e adaptados. Como teriam conseguido, se eram tão maus pais?

A verdade é que tinham uma relação diferente com o filho difícil. A minha doente foi a primeira a admitir que se zangava muitas vezes com ele, algo que quase nunca acontecia com os irmãos. 

Havia outra questão fundamental em aberto: se o rapaz não sofria de nenhuma problema psiquiátrico demonstrável, o que se passava? 

heresia? A minha resposta pode parecer herética, vinda de um psiquiatra. Afinal tendemos a ver o mau comportamento como uma psicopatologia a exigir tratamento: não existem pessoas más, apenas doentes. Mas talvez este jovem não passasse de uma pessoa má. 

Durante anos, os profissionais de saúde mental foram treinados para ver as crianças como meros produtos do seu ambiente, intrinsecamente boas até serem influenciadas no sentido contrário. Por trás de um mau comportamento crónico estava um pai ou uma mãe. 

Contudo, embora não pretenda deixar os maus pais fora do assunto - infelizmente são demasiados, dos malignos aos apáticos -, permanece o facto de pais decentes poderem criar filhos malvados. 

Quando digo "malvados" não quero dizer psicopatas. A literatura científica é abundante em escritos sobre psicopatas, incluindo as histórias de abuso na infância, a tendência precoce para violar as regras e a crueldade com colegas e animais. Alguns estudos sugerem que este comportamento anti-social pode ser modificado com ajuda dos pais. 

No entanto, não se tem escrito muito acerca de pais bons com filhos doentios. 

resistir aos filhos Outro doente falou--me do filho, então com 35 anos, que, apesar dos muitos privilégios, tinha mau génio e era mal-educado com os pais - recusava-se a devolver telefonemas e emails, mesmo quando a mãe esteve muito doente. "Temos dado voltas à cabeça para perceber por que razão o nosso filho nos trata assim", contou-me. "Não sabemos o que fizemos para merecer isto." Aparentemente, muito pouco. 

Admiramos a criança resistente que sobrevive aos pais mais doentios e ao pior ambiente em casa e consegue ter êxito na vida. Contudo, o contrário - a noção de que algumas crianças podem ser as sementes más de pais decentes - é difícil de aceitar.

Vai contra a ordem normal, não apenas por parecer uma avaliação triste e pessimista, mas por violar a crença social de que as pessoas têm um potencial praticamente ilimitado para a mudança e para o auto-aperfeiçoamento. 

Nem toda a gente se revela brilhante - tal como nem todos se revelam simpáticos e amorosos. E isso não será necessariamente devido ao fracasso dos pais ou ao mau ambiente doméstico. Acontece porque os traços de carácter que revelamos no dia-a-dia, como todo o comportamento humano, têm componentes genéticas, que não podem ser inteiramente modeladas pelo melhor dos ambientes, e menos ainda pelos melhores psiquiatras.

"Os pedopsiquiatras, hoje, acreditam que a doença está muitas vezes na criança e que as reacções da família podem agravar o cenário, mas não criá-lo por completo", diz o meu colega Theodore Shapiro, pedopsiquiatra do Weill Cornell Medical College. "A era do 'não há crianças más, apenas pais maus', passou." 

Lembro-me de uma doente me confessar ter desistido de manter um relacionamento com a filha de 24 anos. Já não suportava as críticas contínuas. "Ainda a amo e tenho saudades dela", disse, com tristeza. "Mas na verdade não gosto dela." Para o melhor ou para o pior, os pais têm pouco poder para influenciar os seus filhos. Por isso não devem precipitar-se a assumir todas as culpas - ou créditos - por tudo aquilo em que os filhos se transformam.



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Sábado, 24 de Julho de 2010

Sexo, drogas e violência nos bastidores do Dr House

 

Carl Jones -  um funcionário da Universal Pictures despedido em Março - preencheu um processo judicial contra a empresa e também produtora da série “Dr. House”. No processo judicial, Jones acusa os superiores de terem uma conduta “degenerativa” e que foi despedido por ter recusado envolver-se. O empregado pede à produtora uma indemnização de um milhão de dólares (cerca de 782 mil euros). 
Segundo o que consta no processo, Jones foi perseguido pelos superiores por se recusar a participar em práticas como encontros sexuais nas roulotes, visitas a bar de strip, embebedar-se ou intoxicar-se com cocaína. Jones afirma também que várias vezes a ele e outros empregados eram chamados vários nomes ofensivos, que um dos supervisores costumava inclusive trazer uma pistola para as filmagens. Atirar facas a alvos no cenário era outra prática comum.
O funcionário terá tentado denunciar a situação a um dos chefes executivos, o que resultou, segundo o processo, no seu despedimento. Jones afirma que ficou gravemente deprimido e que durante um dos incidentes ficou até ferido fisicamente. 
Recentemente, a produtora emitiu um comunicado em que afirma que o processo judicial não tem qualquer mérito, e que sempre fez o possível para proporcionar aos funcionários um “ambiente de trabalho livre de qualquer descriminação ou perseguição.” Diz ainda que é severamente proibido “retaliação ou vingança contra alguém que denuncie ou se oponha a discriminação ou perseguição.”



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Sexta-feira, 23 de Julho de 2010


Secção de artigos pornográficos

 

Como se atrevem a conspurcar a secção erótica com artigos destes?.. já não há respeito pelo erotismo.

 

Recebido no Facebook



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Os sapatos Prada do Papa

 

Se a proposta dos políticos entregarem vinte por cento dos seus salários (não pagam impostos como os outros?) aos pobres viesse de qualquer outra pessoa, ninguém com o mínimo de juízo hesitaria em denunciar o mais desbragado populismo. Porquê os políticos e não todos os outros? Em dizer que em tempo de crise cai sempre bem fazer este género de discurso. Mas como foi um bispo, tem tudo de fingir que estamos perante uma proposta digna de debate.

Uma proposta tão populista como a de, por exemplo, dizer à Igreja dos pobres deveria entregar as suas riquezas. Citando D. Carlos Azevedo, isso sim, “era um testemunho concreto”. Mais populista do que recordar que a preocupação com os pobres deveria ter feito o clero português nunca ter aceite estar isento do pagamento de impostos. E muito mais populista do que lamentar que tão severo rigor com os políticos cristãos lhe tenha faltado quando vivíamos numa ditadura e, com algumas excepções, a hierarquia da Igreja andava de braço dado com o poder não eleito e criminoso.

A justiça social faz-se com políticas fiscais redistributivas. Sim, os que ganham mais – todos – devem pagar mais. Contamos com a Igreja para essa luta? Faz-se com combate à corrupção. Faz-se com o reforço do Estado Social. Não se faz com demagogia barata que tenha a democracia como alvo.

Na imagem: os sapatos Prada do Papa. Todos sabemos ser demagogos.


Via Arrastão



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Oito mil pessoas juntaram-se no Facebook, e está já marcada uma manifestação para o dia 14 de Agosto, a partir das 17.00, em pleno Portinho da Arrábida. A organização pede aos participantes que levem vestida uma camisola preta. "Queremos mostrar o nosso luto e içar ainda uma bandeira preta numa zona que devia ter a bandeira azul", diz Pedro Vieira, engenheiro zootécnico, com casa na Arrábida e responsável pela jornada de luta, alertando que a maior preocupação se prende como desassoreamento galopante das praias. "Hoje temos o Portinho sem praia na maré cheia, ficando a água suja com o barro da arriba, que é comida pelo mar, porque já não há areia. Na vazante, encontramos um mar de calhaus, sendo necessário ir calçado para dentro de água, para evitar lesões", refere, alertando para a necessidade de haver reposição de areia, à semelhança do que foi feito na Costa de Caparica. Segundo o DN apurou junto do Instituto da Água (Inag), não está prevista nenhuma intervenção do género para Setúbal.

 

Via DN



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A Trapalhada das portagens das SCUTS

 

A cobrança de portagens nas três Scut do Norte não terá início a 1 de Agosto, uma vez que ainda não está em vigor o decreto que estipula o sistema de pagamento. Esta foi a justificação dada hoje aos jornalistas pelo ministro da Presidência, Silva Pereira, quando questionado sobre o assunto.

 

O Governo, adiantou Silva Pereira, “ainda está a analisar as implicações das votações no Parlamento”, leia-se o insucesso das negociações com o PSD, mas está disponível para negociar. 

“O Parlamento decidiu que [a cobrança] pode avançar, mas o sistema de cobrança de portagens ainda não está em vigor. Isso só por si prejudica a aplicação das portagens a 1 de Agosto”, disse Silva Pereira. 

O diploma sobre as formas de pagamento (chip e Via Verde) ainda está no Parlamento e só agora seguirá para promulgação para a Presidência da República. Só quando o diploma for publicado, o Governo dará mais explicações. “Não é bom ter informações parcelares, estamos a analisar as implicações das votações no Parlamento e quando esse quadro estiver em vigor, então o Governo esclarecerá de uma só vez o quadro de aplicação das portagens nas Scut”, afirmou o ministro. 

No entanto, Silva Pereira garantiu que “a cobrança nas Scut é para avançar” e que o Governo se “mantém disponível para reforçar um consenso alcançado no PEC [Programa de Estabilidade e Crescimento]”.

 

Via Público



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Quinta-feira, 22 de Julho de 2010

Pelo direito ao sexo como profissão

 

É o seguinte: nunca paguei por sexo. E nunca pagarei.

 

Essa afirmação dura, é claro, dura o tempo exato em que eu continuar sendo quem sou hoje. Posso mudar. E aí tudo pode mudar junto. (Mas cá entre nós: não creio.) Trata-se de uma questão de princípios. E não de princípios morais, como você possa imaginar. Os princípios a que me refiro aqui tem a ver com ego, com aquilo que eu espero de um relacionamento íntimo, com a minha necessidade de ser amado. Muito mais do que com um juízo de valor sobre padrões de conduta em sociedade. Woody Allen tem uma frase ótima a respeito desse assunto, que é mais ou menos assim: “sou completamente contra o sexo pelo sexo. Mas só até às 4h da manhã, quando eu estiver sobrando sozinho numa festa.”

 

No meu caso, essa opção por não comprar carinhos advém do fato de que eu sou um sujeito carente. Preciso muito imaginar que aquela moça (outra coisa que acho que não muda mais é minha opção por ter sexo exclusivamente com mulheres) está ali, nua à minha frente, com seus lábios carnudos se abrindo como uma flor cheia de néctar diante de mim, por minha causa – e não por causa dos trocados que eu eventualmente tiver no bolso. Sou egoísta. Quero paixão por mim, para mim, pelo que eu sou, pela minha capacidade de seduzir – e não pela minha grana. Se o sorriso for falso, se o orgasmo for fingido, se a aceitação for forçada, se o carinho for uma obrigação, se a vontade autêntica da pessoa não estiver ali comigo naquele momento, então eu não quero. Dispenso. Melhor não. Tenha dinheiro na parada ou não.

 

Quero desejo genuíno. Quero que o elemento irresistível da equação amorosa seja eu, só eu. E meu dinheiro não sou eu. Jamais será. Quatro, seis ou oito notas de 50 reais são uma coisa ordinária, um não diferencial, um tíquete que quase qualquer um tem ou pode arranjar. E quero uma mulher que me escolha a dedo, que me queira naquele momento em detrimento de todos os outros homens – e não que esteja atrás de um cheque (elas aceitam cheque?) sem fazer distinção alguma entre mim e os milhares de sujeitos que também poderiam assiná-lo. Isso me baratearia muito diante de mim mesmo. Me colocaria numa posição humilhante, de ter que comprar afeto e preferência, de ter de por algo que acho que considero que deveria receber de graça, de bom grado, que deveria ser trocado comigo numa relação baseada em algum tipo de desejo ou de sentimento, e não numa fria troca comercial. Não encaro sexo como produto ou serviço. Nem o concebo como uma relação econômica. Sexo para mim é Terceiro Setor, é zona de generosidade, entrega, não pode ter fins lucrativos.

Mas há quem goste especificamente do sexo pago. Como uma modalidade do esporte. Transar com prostitutas (ou com garotos de programa) nesse caso vira um fetiche, muito mais do que uma necessidade pessoal, uma imposição cruel do destino ou uma situação desfavorável que decorra de uma impossibilidade individual do sujeito (a de achar parceiros que queiram deitar com ele por gosto). Tenho um respeito todo especial por esse tipo de paladar sexual. Como tenho por quase todo tipo de libido que envolva a diversão mútua e consentida entre duas pessoas aptas a decidir sobre si mesmas (ainda que eu jamais venha a exercer muitas delas na minha alcova). Tenho também uma simpatia toda especial pelos profissionais do sexo. Além de funcionarem historicamente, desde tempos primevos, como uma espécie de welfare sentimental do planeta, de rede de proteção social (e emotiva) ligada ao sexo para a espécie humana, não deixando quase ninguém de fora desse socorro aos desvalidos do prazer e da afeição, eles também se conectam de modo absolutamente lícito àqueles que gostam desse tipo de brincadeira – sexo misturado com dinheiro. Eles brincam com quem gostar de brincar sexualmente levando uma relação de poder econômico para a cama. (Note-se bem que o leito nupcial das melhores e mais exemplares famílias, há muitos séculos, e em todo canto do mundo, com pais patrões e mães matronas, também embute enormes, imensas, gigantescas relações de poder econômico.)

 

Por isso não compreendo por que não se regulariza imediatamente essa profissão. É a mais antiga do mundo! A atividade já é reconhecida mas ainda não há regulamentação a respeito. É mais ou menos assim: a ocupação já começa a sair da completa obscuridade, e os profissionais do sexo já começam a se organizar, mas ainda não é possível ticar essa opção profissional na declaração de imposto de renda. Considero que a um Estado laico e leigo cabe reconhecer a vida como ela acontece na sociedade que o compõe. E abarcar todos os cidadãos dentro da legalidade, da civilidade, da municipalidade. Deixar todo um setor da atividade alijado de direitos, à margem do reconhecimento e da proteção da lei e das instituições, é criar e manter e fomentar uma casta marginal. E ninguém gosta de ser marginal. E, sobretudo, ninguém gosta de ter marginais à volta. O custo dessa nossa tremenda hipocrisia, dessa nossa dificuldade em aceitar as diferenças e tolerar juízos morais distintos dos nossos, e o impacto dessa nossa dificuldade em lidar com a realidade, com a vida como ela é, especialmente quando questões sexuais estão envolvidas, são sentidos na pele e na carne pelos excluídos. E isso, como já devíamos ter aprendido aqui no Brasil, sempre tem volta. E essa volta nunca é bonita.

 

Via Portal Exame



publicado por olhar para o mundo às 21:00 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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