Quarta-feira, 30 de Setembro de 2009

 O que é o sexo?

 

* Segundo os médicos é uma doença, porque acaba sempre na cama.

* Segundo os advogados é uma injustiça, porque há sempre um que fica por baixo.

* Segundo os alentejanos é uma máquina perfeita, porque é a única em que se trabalha deitado.

* Segundo os arquitectos é um erro de projecto, porque a área de lazer fica muito próxima da área de saneamento.

* Segundo os políticos é um acto de democracia perfeito, porque todos gozam independentemente da posição.

* Segundo os economistas é um efeito perverso, porque entra mais do que sai. Às vezes, nem se sabe bem o que é activo, passivo, ou se há valor acrescentado.

* Segundo os contabilistas é um exercício perfeito: entra o bruto, faz-se o balanço, tira-se o bruto e fica o líquido. Em alguns casos, pode ainda gerar dividendos.

* Segundo os matemáticos é uma equação perfeita. A mulher coloca a unidade entre parênteses, eleva o membro à potência máxima e extrai-lhe o produto, reduzindo-o à sua mínima expressão.

* Segundo os psicólogos, é fodido de explicar...

 

Via A verdade da mentira

 



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O Museu Guggenheim de Nova Iorque está a preceder a um concurso internacional de Design a que chama COMPETIÇÃO DE ABRIGOS ("Shelter Competition"). Os concorrentes têm de enviar o projecto 3D de um abrigo de acordo com as regras do concurso. Foram admitidos cerca de 600 projectos de 68 países.

Dos 600 projectos foram seleccionados 10 finalistas, entre os quais está o projecto do arquitecto português David Mares. É neste projecto que entra a cortiça, aliás a cortiça é mesmo o elemento do qual é feito o abrigo.

O "CBS - CORK BLOCK SHELTER " é um abrigo construído na versátil cortiça. Mas como se não bastasse a já honrosa posição de pertencer ao TOP 10 deste concurso neste momento o abrigo de cortiça está em 3º lugar na votação do público. Pf acedam ao site do concurso e votem na cortiça - http://www.guggenheim.org/new-york/education/sackler-center/design-it-shelter/vote-for-shelters!

Além do prémio do público, este concurso contempla também um prémio atribuído por um Júri, que será divulgado na Guggenheim Museum’s 50th Anniversary Celebration, no dia 21 de Outubro.

 



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Nós também não queremos mais polémicas

 

 O primeiro-ministro, José Sócrates, disse hoje que não quer alimentar “mais polémicas” no chamado “caso das escutas”. Questionado pelos jornalistas quanto à comunicação de ontem à noite do Presidente da República, José Sócrates afirmou que a posição do Partido Socialista foi já expressa ontem pelo Ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira. “Qualquer outro comentário seria contribuir para esta polémica que desgasta as instituições”, disse Sócrates, à margem da inauguração de uma auto-estrada em Cascais.

 

Via Público

 

Haj alguém que não queira deitar mais achas para esta fogueira, é que com a guerra que está instalada, quem mais tem  a perder é sempre o país... meus senhores, tenham juízo.... 




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O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, disse hoje que Portugal "não é seguro" por ser "um país louco", declarando ter "cada vez menos a ver com o rectângulo".

"[Portugal] não é um país seguro mas como é um país louco é natural também que não seja seguro", disse, Alberto João Jardim, num comentário à declaração de terça-feira à noite do Presidente da República, Cavaco Silva.

Alberto João Jardim ironizou ainda sobre as circunstâncias que terão rodeado a divulgação a 18 de Setembro pelo Diário de Notícias (DN), em plena campanha eleitoral para as legislativas, de uma alegada mensagem de correio electrónico trocada entre dois jornalistas do Público - Luciano Alvarez e o correspondente da Madeira, Tolentino de Nóbrega.

Um e-mail que serviu de base à notícia do jornal desse dia, segundo a qual o assessor do Presidente da República Fernando Lima terá sido a fonte do diário Público quando, a 19 de Agosto, com base numa fonte não identificada de Belém, noticiou a existência de suspeitas sobre a alegada vigilância do Governo sobre a Presidência da República.

"Fiquei esclarecido que houve papéis em mãos de jornalistas que falavam de hipotéticas conspirações e que esses papéis, estando nas mãos de um ou vários jornalistas do Público, foram parar aos jornalistas do jornal rival, o Diário de Notícias, que, assim, prestou um serviço ao PS pelo que, agora, vamos ver qual é o prémio dos jornalistas que passaram os papéis ao jornal rival".

E declarou: "Finalmente, fico convencido que cada vez tenho menos a ver com o rectângulo", concluiu.

Via ionline



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Letra

 

 

Não queiras saber de mim

Rui Veloso

 

Não queiras saber de mim

Esta noite não estou cá

Quando a tristeza bate

Pior do que eu não há

Fico fora de combate

Como se chegasse ao fim

Fico abaixo do tapete

Afundado no serrim

 

Não queiras saber de mim

Porque eu estou que não me entendo

Dança tu que eu fico assim

Hoje não me recomendo

 

Mas tu pões esse vestido

E voas até ao topo

E fumas do meu cigarro

E bebes do meu copo

Mas nem isso faz sentido

Só agrava o meu estado

Quanto mais brilha a tua luz

Mais eu fico apagado

 

Dança tu que eu fico assim

Porque eu estou que não me entendo

Não queiras saber de mim

Hoje não me recomendo

 

Amanhã eu sei já passa

Mas agora estou assim

Hoje perdi toda a graça

Não queiras saber de mim

 

 



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Se os brwsers fossem mulheres.... 

 

Via Retratos da minha existência



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Terça-feira, 29 de Setembro de 2009

 O amor é um risco, o sexo não

 

Na segunda metade do século xix, a sexualidade era escondida, proibida, recalcada. Ao observar o arco histérico dos pacientes de Charcot, o jovem Freud achou logo que tinha origem num desejo sexual que, por não poder ser satisfeito, se exprimia no corpo. Contudo, era possível falar e escrever de amor sem limites. Existe uma continuidade ideal entre livros como "Anna Karenina", "O Monte dos Vendavais" e filmes como "Love is a Many Splendored Thing" e "Um Homem e Uma Mulher". Hoje em dia são cada menos os romances e os filmes cujo tema é um amor apaixonado. Em compensação, o erotismo e o sexo sem amor estão cada vez mais presentes. Na vida real, há jovens que aos trinta anos já tiveram experiências sexuais que as mães nem teriam imaginado, mas ainda não viveram um grande amor. Não encontraram a pessoa certa, ou ficaram inibidas. É como se houvesse uma inversão do binómio sexualidade-amor. 

A sexualidade começou por ser perigosa (pelo risco de uma maternidade indesejada), pelo que era controlada e reprimida. Actualmente, o maior perigo está em abandonarmo-nos ao amor, pelo sofrimento que ele pode causar, sobretudo quando a sexualidade é livre e a fidelidade deixou de ser considerada uma virtude e um dever essencial. A psicanálise diz-nos que, quando um impulso é reprimido, se manifesta por sintomas de substituição. O arco histérico era o substituto de um desejo sexual proibido.

 

 

E haverá substitutos do amor apaixonado reprimido? No livro "Admirável Mundo Novo", de Aldous Huxley, que retrata um mundo em que tudo é planeado e não há enamoramento, as necessidades inconscientes eram satisfeitas com uma "injecção de paixão violenta".

 

 

No mundo de hoje, há alguma coisa que corresponda à "injecção de paixão violenta"? Penso que sim: a procura da excitação paroxística da discoteca, a falta de regras das raves, a anulação da pessoa nas festas e orgias e, de forma mais geral, o estado induzido pelas drogas. Depois de dissociado do amor, o sexo torna- -se fácil, enquanto amor se torna difícil e é substituído por estados paroxísticos artificiais. Há mesmo quem preveja, como Attali, o desaparecimento do amor exclusivo. Alguns neuropsicológos procuram fármacos para "acender" e "apagar" o amor. Na minha opinião, são vias que empobrecem a humanidade. O amor é um risco, mas quem não o corre não vive. 

Sociólogo, escritor e jornalista

 

Via ionline



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Letra

 

Acordes Com Arroz

Doismileoito

algo em mim me impede de amar o sol
vejo-o como uma luz apenas sol
faz falta a chuva o frio o vento
e em tempo assim vale ouro o teu calor

tenho medo do cedo anoitecer
tenho frio e temo não o ter

ó céu faz chuva em mim

o que é que interessa o bem sem passar mal
tal e qual as caras num postal
não me quero assim mas estou assim
eu temo o mal mas quero lá voltar

como maionese e muito sal
bebo coca-cola e não faz mal

ó céu faz chuva em mim

mais que um sapato gasto eu sinto que é o fim
enterra a dor e os ossos no teu jardim

ó céu faz chuva em mim
ó céu faz chuva em mim



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Votem no inquérito do Arrastão

 



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Governo autoriza associação de mediação de adopção

 

 Associação Emergência Social

Governo dá luz verde a associação que vai mediar adopção no estrangeiro 
28.09.2009 - 21h31 Andreia Sanches
Chama-se Associação Emergência Social e é a primeira entidade a receber luz verde do Governo para exercer actividade mediadora em adopção internacional. Promete ajudar candidatos a pais e mães adoptivos a receber crianças de Angola, Brasil, Bulgária, Etiópia, Índia, Polónia e Perú.

A adopção internacional é incipiente no país. No ano passado, apenas 12 menores (11 de Cabo Verde e um do Brasil) foram adoptados por candidatos a residir em Portugal. Já em Espanha, por exemplo, são adoptadas, por ano, cerca de cinco mil crianças de nacionalidade estrangeira, diz Luís Villas-Boas, que presidiu à Comissão de Acompanhamento da Execução da Lei de Adopção. 

Villas-Boas não comenta a decisão do Governo, hoje publicada em Diário da República, porque desconhece a associação a quem foi atribuída a tarefa de mediação. Limita-se a dizer que há muito que as regras da adopção internacional deviam ter sido revistas e que essa devia ser a prioridade. “Em Portugal não há praticamente crianças a vir de fora, o que é uma pena. E é assim porque a lei está ultrapassada.” 

Ainda assim, para muitas famílias portuguesas, o facto de ter nascido uma entidade que poderá abrir canais que facilitarão a adopção noutros países “é uma boa notícia”, diz o advogado José Esteves Aguiar, da associação de pais adoptivos Colo. Segundo o Instituto de Segurança Social (ISS) das “listas nacionais de adopção” faziam parte, em Agosto, 2377 candidatos que aguardavam que lhes fosse proposta uma criança e 548 meninos que reuniam os requisitos para serem adoptados não tinham qualquer família atribuída ou em vista (muitos têm problemas de saúde ou idades acima do desejado pelos candidatos). 

Esteves Aguiar acredita que para estas crianças, e para algumas das que vivem em instituições de acolhimento (perto de dez mil), a notícia da nova agência já não é tão boa. Afinal, se mais famílias adoptarem no estrangeiro haverá menos a fazê-lo em Portugal, isto quando se sabe que “muitas crianças que vivem em instituições só não vêem decretada a sua adoptabilidade por razões burocráticas absurdas”. Dá um exemplo: basta que os pais biológicos as visitem regularmente nos lares, mesmo que essas visitas não tenham qualidade. 

Javier Calderon, presidente da Associação Emergência Social – uma instituição particular de solidariedade social que trabalha em Portugal “na área do combate à pobreza e à exclusão social” – está consciente dos “problemas da adopção” no país. E porque acredita que em qualquer parte do mundo “cada criança tem direito a uma família”, decidiu actuar. Segundo o ISS, a associação terá agora que pedir autorização aos países onde se propõe ir buscar as crianças para que possa passar de facto a mediar os processos. 

Via Público



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Segunda-feira, 28 de Setembro de 2009

Porque é que as mulheres tem sexo?

 

 Antonio Banderas, Brad Pitt e George Clooney dizem-lhe... alguma coisa? Se sim, saiba que a empatia encontra explicação na Biologia. Quando se trata de escolher um parceiro sexual, as qualidades genéticas têm um peso importante para as mulheres, que inconscientemente começam logo a imaginar uma prole cheia de saúde (daí também gostarem de homens com casas grandes). Mas esta é só uma das mais de duas centenas respostas encontradas pela psicóloga clínica Cindy Meston e pelo psicólogo evolucionário David Buss para a pergunta: "What Turns Women On?".

Para escrever o livro "Why Women Have Sex", os autores entrevistaram 1006 mulheres em todo o mundo e conseguiram isolar 237 motivações femininas para o sexo. "Para se promoverem, por dinheiro, por droga, para negociar, por vingança, para recuperar um parceiro que as enganou. Para se sentirem bem. Para fazerem os parceiros sentirem-se mal", explica Meston num artigo do The Guardian.

As razões vão das altruístas às realmente más, contam os autores, que, à volta do mundo, encontraram quem tivesse por motivação transmitir doenças contagiosas.

Já gostar muito de um homem tipo Clooney e acabar casada com um espécime diferente também pode ser considerado um "negócio". Segundo os autores, estes homens tendem a ser infiéis, uma vez que têm uma "agenda genética" diferente das mulheres - querem engravidar o máximo possível de mulheres saudáveis. Trocam-se assim as mais-valias genéticas por exclusividade.

A análise concluiu ainda que uma das motivações mais comuns para o sexo é o prazer físico. As mulheres utilizam depois as relações para expressar amor, conquistá-lo e tentar mantê-lo.

O sexo como moeda de troca é também bastante comum, atestam os autores. "O peso da economia nas motivações sexuais surpreendeu-me. Não só na prostituição. A economia no sexo entra até nas relações normais. As mulheres têm sexo para que o homem corte a relva ou vá meter o lixo à rua. Troca-se sexo pelo jantar", diz David Buss.

Sexo para curar dores de cabeça ou menstruação é também uma terapêutica habitual.

Meston resume: "As mulheres usam o sexo em todas as fases de uma relação".

Via ionline



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A vitória fantástica ..e o emplastro

 

Via HenriCartoon 



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Letra

 

Nos Desenhos Animados

Os Azeitonas

Composição: Miguel AJ

Eu quero a sorte de um cartoon
Nas manhãs da RTP1
És o meu Tom Sawyer
E o meu Huckleberry Finn
E vens de mascarilha e espadachim
Lá em cima, onde há planetas sem fim
Tu és o meu super-herói
Sem tirar o chapéu de Cowboy
Com o teu galeão e uma garrafa de rum
Eu era tua e de mais nenhum
Um por todos e todos por um

Nos desenhos animados
Eu já conheço o fim
O bem abre caminho 
A golpes de espadachim
E o príncipe encantado
Volta semrpe para mim

Eu sou a Jane e tu Tarzan
A Julieta do meu Dartagnan
Se o teu cavalo falasse
Tinha tanto para contar
Há fantasmas debaixo dos meus lençois
Dos tesouros que escondemos dos espanhóis

Nos desenhos animados
Eu já conheço o fim
O bem abre caminho 
A golpes de espadachim
E o príncipe encantado
Volta semrpe para mim

Quando chegar o final
Já podemos mudar de canal
Nos desenhos animados
É raro chover
E nunca, quase nunca acaba mal.
BY THE POWER OF GREYSKULL.



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Domingo, 27 de Setembro de 2009

Terapia

 

 Com tanta terapia e tanto saber e tanto programa de TV à meia-noite com doutoras a falar de sexo, era suposto estar a chegar o momento em que as motivações e contradições da sexualidade feminina e masculina só se separariam por um único factor: o homem é incapaz de fingir um orgasmo. Posto isto chateia e cria mesmo um certo incómodo saber que temos sido levados de má-fé ao sermos agora informados por um estudo científico publicado a semana passada que afinal as mulheres, entre as dezenas motivações para terem sexo, o fazem apenas por estarem 'aborrecidas' ou para fazer com que 'ele vá pôr o lixo lá fora' e mesmo - esta é aviltante! - 'curar uma dor de cabeça'. Ora qualquer um de nós foi educado precisamente segundo a aceitação piedosa de que as mulheres usavam a desculpa da enxaqueca para evitar o sexo. Agora já somos o placebo?

A investigação de Cindy Meston e David Buss vem revelar este lado negro, mundano pouco romântico e comezinho das motivações que levam uma mulher a decidir ter sexo e que vão desde questões tácticas para evitar a infidelidade do parceiro, ou aumento de autoconfiança ou à expectativa de presentes. Peço às feministas que se acalmem e comprem o livro. Estamos a falar de 237 razões, sendo que nas primeiras 25, cerca de 20 coincidem - com uma ordem diferente - com as do homens, destacando-se, no primeiro lugar a atracção física, seguida do desejo de ter prazer. Mas se a maioria são razões 'egoístas', o sexo para procriação aparece num modesto 55º lugar. Uma característica mais feminina - e rapazes, vamo-nos fingir espantados - é a associação do sexo à ideia de vingança. Há mesmo quem diga no estudo querer ter relações para transmitir doenças a uma pessoa o que, esperemos seja um caso excepcional ou teremos que refazer a história das epidemias na humanidade.

Mas uma das razões que algumas mulheres apresentaram e que surpreendeu os responsáveis pela investigação foi terem dito que faziam sexo para estarem mais próximas de Deus.

Ora, acredite-se, a igreja católica polaca está precisamente deliciada a divulgar este aspecto divino do sexo. Caramba: após dois mil anos de má publicidade, de autoflagelações e mortificações chega um pouco tarde a esta 'alegria" da fornicação. Um franciscano polaco lançou o "Kama Sutra Católico" que ensina muito mais que a posição do missionário e garante que "todo o acto - tipo de carícia e posição sexual - com o objectivo de excitação agrada a Deus (...) eles podem, mesmo usar estimulação manual e oral".

O franciscano polaco Ksawery Knotz - cuja experiência no sector advém de ouvir falar mas que alega "que um cardiologista também nunca teve um ataque cardíaco" - é tudo menos um frade lascivo e podemos mesmo dizer que está a actuar de modo muito eficaz e nos interesses do Concílio do Vaticano II e não é por acaso que o livro vai ser publicado em diversos países.

É que os seus conselhos marotos, com tiques tantra e orgasmos divinos após o homem ter estimulado a mulher no centro de prazer, só se aplicam a casados e visam reforçar os dogmas papais dado que excluem sexo extraconjugal,gay ou qualquer tipo de contracepção entre as brincadeiras do casal. O sexo, diz, é uma forma de se aproximar de Deus. Desde que tenha havido cerimónia na igreja e aliança no dedo, nunca se use um anticoncepcional e seja o que Deus quiser: menino ou menina.

Enfim dirão uns que este "Kama Sutra para Católicos" é apenas a bênção ao cunnilingus matrimonial. Mas repare-se que pode ser também a análise ponderada do supracitado estudo Meston e Buss: estando a mulher aborrecida, dá-se-lhe um livrinho para alcançar orgasmos divinos à espera que haja um descuido e surja um filho para o rebanho do Senhor com o ganho de ter mandado o homem pôr o lixo lá fora.

 

Via Expresso

 


 

Kama Sutra para Católicos O sítio do frade Knotz tem uma zona em inglês. Os conselhos são idênticos a qualquer guia sexual soft com a diferença de terem sido escritos por um alguém que nunca praticou e o apoio da igreja católica polaca. Clique para aceder ao sítio do frade Knotz

 

Estudo "Why Women Have Sex: Understanding Sexual Motivation - From Adventure to Revenge (And Everything in Between)" by Cindy M. Meston, David M. Buss, Henry Holt & Company Publisher, 29 Set. 2009



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 cenas sensuais .. tudo a fingir

 

"Mexe-te mais!", "Não gemas tanto", "Agora mais devagar", "Um bocadinho mais depressa". A sucessão de indicações quase milimétricas do realizador José Fonseca e Costa, levaram Rogério Samora à beira de um ataque de riso. O actor estava a fazer uma cena de sexo com Filomena Cautela num celeiro e, como o som não estava a ser gravado, o realizador quis deixar bem claro como queria a cena de "Viúva Rica Solteira Não Fica". "Estava mortinho por me rir e com vontade de dizer: 'Cala-te Zé'", conta o actor para quem este tipo de cenas não é das mais difíceis. "Quando aceitamos um trabalho já sabemos ao que vamos. É tudo ensaiado e debatido. Mas para ficarem perfeitas, as cenas demoram muito tempo."

O sexo no cinema é o momento alto do voyeurismo dos espectadores e um sucesso de bilheteira. Parece o culminar perfeito daquela história de amor ou traição. Mas toda a sensualidade que transparece esconde os constrangimentos dos actores.
Que o diga a actriz São José Correia, que chorou na primeira cena de sexo que fez, em 2004, na curta-metragem de Adelino Tavares "I'll See You in My Dreams". "Estava muito envergonhada. Nua, a simular sexo, tinha frio e o cobertor onde estava deitada era daqueles da tropa, que picam. À medida que a câmara se ia aproximando do meu rosto, os gemidos tinham de ir aumentando. Ao fim do segundo take, estava a chorar. Foi a primeira vez que desisti de uma cena", confessa. Desde então, a actriz nunca mais chorou, mas nem por isso se sente mais confortável. "A única maneira é pensar que não sou eu." 

É TUDO A FINGIR
Podemos ficar ruídos de inveja quando vemos cenas perfeitas de amor e prazer, ou sonhar com aqueles momentos escaldantes dos nossos actores preferidos, mas se estivéssemos no plateau, mudávamos de opinião. 
O momento privado a dois é, na realidade, acompanhado por várias pessoas, que, ao contrário dos actores estão vestidos e carregam uma parafernália de tecnologia. Apesar de ser tudo ensaiado antes de gravarem as cenas, podem demorar horas para conseguirem todos os ângulos. Quanto à nudez, ela não é assim tão real. Cuecas cor de pele, toalhas para evitar o contacto e o famoso tapa sexo, inventado pelos brasileiros. "É uma coisa muito simples. Uns colãs de nylon, cortados em forma de cuecas. Depois deixa-se um triângulo e cola-se, com aquela cola de bigodes, à frente e atrás no meio do rabinho. Assim se estiveres em cima de alguém, os órgãos não estão em contacto directo", explica São José Correia. Até para ter uma respiração ofegante os actores recorrem a outros meios: correr e pular antes de ouvir acção. 
Só os beijos parecem não ter técnica. Pelo menos segundo os actores portugueses, o beijo técnico é um mito. Inventado por Hollywood, consistia em nunca introduzir a língua na boca do colega, o que nem assim evitava embaraços. Um dos beijos mais memoráveis da história foi na realidade um fiasco. Em "Tudo o Vento Levou", quando a apaixonada Scarlett (Vivien Leigh) beija finalmente Rhett descobre que Clark Gable, o da vida real, tinha mau hálito. 
Para evitar este tipo de contratempos, Rogério Samora faz questão de lavar os dentes sempre antes dessas cenas. "São cuidados higiénicos muito simples, que todas as pessoas com quem trabalhei fazem."


O PAPEL DO REALIZADOR
 "O Crime do Padre Amaro" ficou no imaginário português pelas cenas de sexo, bastante convincentes, entre Jorge Corrula e Soraia Chaves. A estreia de Carlos Coelho da Silva no cinema ficou marcada pela cena de sexo na sacristia. Foram poucos takes, com cerca de dez minutos cada, e o mínimo de pessoas no plateau. "É uma coreografia bem ensaiada, decidida por mim, mas depois era com os actores. Não os interrompia a meio. Esperava pelo corta, para dar indicações." O papel do realizador é tornar a cena mais real possível, diz Carlos Coelho da Silva, por isso a transpiração tem que lá estar, nem que seja com a ajuda de óleos, e as peças de roupa a proteger são normalmente erros a evitar.



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Via Vila Forte

Isto explica algumas coisas.... muitas coisas... quase tudo!



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Sábado, 26 de Setembro de 2009

A morte do sexo

 

Parecem um casal normal. Quem vê Maria e André (nomes fictícios) na rua - cúmplices e de mãos dadas - não imagina que, desde que se casaram, em 2007, quase não têm sexo. Ela recorda que, quando namoravam, o sexo existia. "E era óptimo." Ele diz que não consegue "arranjar explicação". Ela admite que não sente vontade. "E das poucas vezes que ele tenta, tento desviar-me de forma subtil", confessa. Ele defende-se e prefere acreditar que é "uma fase". "Uma fase que dura dois anos?", pergunta ela. E silêncio. Desde o início do ano, Maria e André só tiveram sexo duas vezes. No mês passado, resolveram procurar a ajuda de um sexólogo. 

O argumento desta história é familiar a muitos casais. Ao final do dia, depois do trabalho, a luz do quarto é perfeita, a cama confortável, os protagonistas estão a postos e conhecem o guião. Mas, na hora do filme, há qualquer coisa que não funciona. Sucedem-se as desculpas habituais. "Talvez amanhã", "Deixamos para depois", "Estou cansado". Um quer, o outro não. O que quer fica ofendido. O que não quer sente-se pressionado. O que quer sempre deixa de tentar. "E quando voltam a ter sexo a pressão é grande, é rápido e fica longe de ser bom", explica a sexóloga Marta Craw-ford - que recebe pedidos de ajuda de casais que já não têm sexo há muitos meses e até anos. "A dada altura, nenhum dos dois está para fretes e cada um trata de si. Desaprende-se de começar a fazer amor e as pessoas tornam-se estranhas", conta. 

Porque morre o sexo? O cansaço, o stresse e as preocupações profissionais estão no topo da lista de queixas dos casais que perderam o desejo sexual. E são os piores inimigos de uma relação. "A prioridade das pessoas, hoje, é o trabalho. O sexo e o tempo a dois vem em último lugar", explica a sexóloga. Por isso, a esmagadora maioria dos casais só tem sexo aos fins-de-semana. "Dizem--me frequentemente que depois de um dia de trabalho, só lhes apetece ver as séries da Fox e comer bolachas", conta. 

Os filhos também podem acabar com a vida sexual. "Especialmente quando os pais caem no erro de os deixar dormir com eles até serem crescidos, o que mata os momentos de intimidade a dois", refere o psicólogo Fernando Mesquita. "O casal esquece-se que antes de serem pais são um casal", acrescenta Marta. Quadros clínicos depressivos e factores orgânicos e hormonais - como a falta de testosterona - são outras razões que acabam com o desejo sexual. Nestes casos, o acompanhamento médico é imprescindível e pode ser necessária medicação. 

A lista não acaba aqui. A gravidez também mexe com a intimidade. "Muitos casais ainda acreditam que ter sexo durante a gravidez é nocivo", garante Marta Crawford. Mas, a menos que exista indicação médica em contrário, o sexo pode e deve continuar até ao parto. "Embora haja posições, como a de missionário, que se tornam mais desconfortáveis", reconhece a sexóloga. Na gravidez, é frequente que as mulheres façam infecções urinárias depois do sexo. "E isso torna--se desconfortável para a mulher."

Sexo não é só coito A penetração, explica Marta Crawford, é só uma das muitas versões do sexo. "Para um casal ter a sua intimidade não tem de recorrer, necessariamente, ao coito." A sexóloga recomenda o sexo oral e a masturbação a dois. "E a maior parte das mulheres até prefere a estimulação clitoridiana à penetração", acrescenta. Fernando Mesquita sublinha que a sexualidade de um casal "tem muitas vertentes e a descoberta deve ser feita a dois". 

O problema da abstinência sexual só é, realmente, um problema se um dos parceiros não se sentir bem com a situação. Marta Crawford exemplifica: "Se um homem ejacular rápido, mas encontrar uma mulher que também atinja o orgasmo depressa, corre tudo bem. Há casais que não têm sexo, mas que vivem bem com isso e encontram o seu equilíbrio." Dito de outra forma, a ausência de sexo só se torna, verdadeiramente, num problema quando existe um contraste entre os parceiros - quando um quer e o outro não. 

Reacender o desejo "Na terapia digo aos casais que têm de arranjar tempo. Aconselho-os a estarem juntos três a quatro vezes por semana, mas quando voltam ao consultório, 15 dias depois, a maioria conta que só conseguiu estar uma vez e que mais é impossível", explica a sexóloga. Só que o tempo a dois é importante. E a comunicação também. "Falar sobre o assunto é fundamental, a falta de desejo pode facilmente tornar-se um hábito", alerta Júlio Machado Vaz. "Deve falar-se sobre o que não está bem, sem ter medo da reacção do outro. A ideia de que o amor adivinha tudo é um mito", acrescenta Marta Crawford. Há que perceber o que se pode melhorar para que o parceiro se sinta melhor. "Mais beijos ou mais carícias, em vez de se partir logo para o coito. Há muitos homens, por exemplo, que não percebem que a mulher precisa de ser tocada", refere a sexóloga. 

Procurar ajuda Há casais que procuram ajuda um mês depois de identificarem o problema. Outros só recorrem à ajuda especializada 20 anos depois. Marta Crawford adianta que são precisas "pelo menos seis sessões, de quinze em quinze dias" para que o problema possa ser solucionado. Fernando Mesquita adianta que a intervenção é feita em três níveis: comunicação, auto-estima e intimidade. "Começa-se por desmitificar preconceitos, identificar as origens do desinteresse sexual e muitas vezes o casal só precisa de receber informação clara", explica a Marta Crawford. No consultório, os casais experimentam terapias sensoriais, vencem vergonhas e medos. Levam trabalhos de casa e prescrições que devem ser cumpridas à risca. "Reencontram-se através de carícias, sessões de massagens a dois e por vezes recomenda-se-lhes que evitem tocar-se nos sítios mais sexuais", explica a sexóloga. "O fim do sexo não significa o fim da relação porque o casal não deixa de existir enquanto tal e não é por isso que deixam de ser amar", explica Fernando Mesquita. Até porque, como refere Júlio Machado Vaz, "a intimidade do casal vai muito além da intimidade física".

 

Via ionline



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Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

 - "Ainda que digam por aí que sou uma caça-fortunas não é verdade. Joe tem 80 anos, mas tem a energia de alguém 40 anos mais jovem". - diz a pobre Kristin sobre Joe Hardy que deu um "suadouro" tão grande na esposa de 22 anos a cada dia dos 90 que durou o casamento, que a jovem Kristin se viu obrigada a pedir o divórcio pois seu esposo "só pensava naquilo o tempo todo e eu não sou desse tipo de garotas".

 

ela pediu o divorcio..por excesso de sexo

 

A loirinha especifica ainda mais: 

 

- "Não podia crer nas coisas que ele me pedia. Estava na cozinha fazendo alguma coisa e lá vinha ele. Estava vendo meu programa preferido na TV e lá vinha ele de novo. Ele não podia me ver que já vinha me agarrando e pedindo que eu andasse pela casa em roupa íntima sexy. Faça me o favor, assim ninguém aguenta. Eu já estava toda ardida". 

 

As suspeitas de que o casamento não foi (exclusivamente) por amor se sustentam nos seguintes dados: O multimilionário Joe possui dois aviões particulares e várias mansões na Flórida. Sua ex esposa, por sua vez, era uma manicure que conheceu Joe enquanto fazia as suas unhas. Nesse dia ganhou uma gorjeta maior que semanas inteiras de trabalho: 100 dólares. 15 dias depois, a esteticista conduzia um Porsche prateado de 50 mil dólares.

 

Pouco depois que voltaram da lua de mel na Europa Kristin se deu conta da terrível realidade: um idoso, tentando profanar o seu jardim a cada noite. Agora a jovem está felizmente divorciada e felizmente comprometida com um informático de 28 anos que promete deitar e virar para o lado todas as noites. 

 

Via MD



publicado por olhar para o mundo às 22:40 | link do post | comentar

 Julia Grovenburg e o marido sabiam que iam ter um filho, mas quando, esta semana, foram à sua primeira consulta no médico, o que descobriram deixou-os - e aos médicos - espantados.

 

O casal norte-americano vai ter dois bebés, mas não são gémeos. Um está claramente mais desenvolvido do que outro, isto porque um foi concebido num dia e o segundo duas semanas e meia depois. Os médicos suspeitam que este seja um caso raro de superfetação, ou seja, um caso em que uma mulher engravida já estando grávida.
"Sentimo-nos abençoados por nos acontecer algo tão raro e até agora estão os dois perfeitamente saudáveis", disse Julia aos media.
Apesar de tudo, os médicos não excluem a hipótese de serem gémeos. "É difícil dizer ao certo às vezes, porque uma mulher pode estar grávida de gémeos, que são marcadamente diferentes em termos de tamanho desde a concepção", explicou Patrcik O'Brien, o obstreta de Julia.
As dúvidas só serão dissipadas quando os bebés nascerem, e se puder testar se são ou não gémeos.

 

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 18:35 | link do post | comentar



Letra

 

 

Ai linda, ai linda

Xaile

 

Ai linda, ai linda, ai linda ai-li ai-lô

Ai ó linda ai-li ai-lô

 

Ainda, ainda, ainda não chegou

Quem te leve ai-li ai-lô

 

Ó Maria ó-i-ó-ai

Minha avó mãe do meu pai

Bem me dizia

Ó Maria ó-ai meu bem

Não te cases com ninguém

Da freguesia

Ó Maria ó-i-ó-ai

Minha avó mãe do meu pai

Bem me dizia

Ó Maria ó-ai meu bem

Não te cases com ninguém

 

Ai linda, ai linda, ai linda ai-li ai-lô

Ai ó linda ai-li ai-lô

 

Ainda, ainda, ainda não chegou

Quem te leve ai-li ai-lô

 

Ó Maria ó-i-ó-ai

Diz que vai mas nunca vai

Quando devia

Ó Maria ó-ai meu bem

Diz que vem mas nunca vem

Quem o diria

Ó Maria ó-i-ó-ai

Diz que vai mas nunca vai

Quando devia

Ó Maria ó-ai meu bem

Diz que vem mas nunca vem

 

Rei e capitão, soldado e ladrão

Perde-se a cabeça, depois o coração

E quem for capaz de dizer que não

Vai correr atrás da sua tentação

Rei e capitão, soldado e ladrão

Todos a remar na mesma direcção

É por isso então que as meninas não

Perdem a cabeça, nem têm coração

 



publicado por olhar para o mundo às 12:01 | link do post | comentar

O desmancha prazeres

 

Via HenriCartoon 



publicado por olhar para o mundo às 09:53 | link do post | comentar

Guimarães é espanha,.. braga é marrocos

 

Há quem passe na portagem da A11, que liga Braga e Guimarães, e mostre o passaporte à senhora do guiché, que cansada da mesma piada, revira os olhos e suspira enfadada. Mais adiante lê-se "Guimarães é Espanha", e outras coisas menos próprias, numa placa que anuncia o fim da concessão e início da cidade-berço. A referência ao país vizinho foi acrescentada com spray numa letra muito torta. E, mal chegam à cidade, os bracarenses mais despeitados começam a pedir tapas e tortilhas em cada café que entram. E, pronto, assim começa um dia de dérbi. Com as piadinhas do costume, acabando nas habituais cenas de pancadaria e autocarros partidos. Tudo sob o olhar da antiga muralha, onde permanece escrito e sem se deixar afectar pelo tempo: "Aqui nasceu Portugal". 


A rivalidade entre as duas cidades minhotas já tem cerca de mil anos, mas esta última ideia de chamar espanhóis aos vimaranenses tem menos de duas décadas. Nos anos 90, depois do Vitória ter perdido contra a equipa rival, os adeptos furiosos incendiaram o carro do árbitro. Na jornada seguinte e depois de terem perdido a oportunidade de acederem à Taça UEFA, tudo sob fortes suspeitas de terem sido prejudicados, um adepto mais destemperado apresentou um cartaz onde se podia ler: "Para sermos tratados assim, mais vale sermos espanhóis". O epíteto pegou e desde então assim foram baptizados. A retaliação veio depois, e os bracarenses marroquinos ficaram.

"Um vimaranense ama a sua cidade", diz Carlos Ribeiro, de 24 anos, que apesar das raízes bem fincadas em Guimarães, foi "obrigado" a ir estudar para Braga. "Nós somos muito mais apegados à cidade, muito mais bairristas. Em Braga as pessoas parecem mais desligadas. O amor pelo Vitória é um amor verdadeiro, nunca fazemos de mais pelo nosso clube." E o de mais até pode parecer insólito. Pedro Ribeiro, doutorando na área de Inteligência Artificial e ex-presidente da Associação Vitória Sempre, conseguiu pôr um cão-robô a fazer vénias e a cantar o hino do clube. "A paixão é tão grande que chega a misturar- -se em questões profissionais. E achei que era mais eficaz o meu filho aprender o hino assim, do que me ouvir a cantar", ri. "É também uma forma de mostrarmos aos jogadores que estamos sempre com eles." A decepção dos vimaranenses, que andam doentes com o Braga em primeiro lugar no campeonato, contrasta com a felicidade da dona Amélia que, nos seus 73 anos, vai com o seu "Braguinha" para todo o lado. "Amanhã [hoje] vou ao cabeleireiro e depois na sexta-feira lá vou eu para para Olhão. Faço bem, não acha? Sou viúva há 24 anos, tenho mais é que gozar a vida. Quando o Braga jogava nos Peões eu ia da ponte de São João a pé para lá. Ainda era um esticão, mas enquanto tiver saudinha, lá vou eu. O Braga é a minha família, o meu coração. E ai, Jesus, não quero morrer sem o ver ganhar", diz sem parar de rir. A dona Amélia acompanha a claque feminina e é rara a vez em que não aparece na televisão em dia de jogo.

A história Diz-se que a polémica rivalidade se deu por causa de padres. Ao que parece o conde D. Henrique instalou-se em Guimarães e deu regalias à terra. O arcebispo de Braga não gostou da diferença de trato e escreveu ao Papa Inocêncio III a reclamar. Os vimaranenses queimaram tudo o que viram e os bracarenses correram com eles à pedrada.

Rivalidades à parte, todos concordam no mesmo aspecto. Um dérbi Sp. Braga-Vitória de Guimarães não seria a mesma coisa "se não houvesse esta rivalidade tão caricata".

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 07:46 | link do post | comentar

Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009

 Tinha 17 anos quando se casou no final dos anos 50. Chama-se Antónia, vive nas Terras de Basto. Pediram-lhe para recordar a noite de núpcias. E ela contou: “Na noite do casamento, quando me deitei ele disse-me: ‘Então porque não te vens deitar? Não te faço mal… Sabes como é… se me casei foi para ter relações contigo’… E eu: ‘Não, que eu não quero!’ E ele: ‘Não é assim, tu não queres… tem de ser.’ Depois aconteceu.” Antónia sobreviveu. “Não morri, graças a Deus.”


Berta, filha de Antónia, tem 42 anos, casou-se nos anos 80. Era virgem e sentia vergonha do sexo. “Ele disse-me: ‘Não faz mal, depois eu explico-te. Tu não tenhas medo. Porque vai correr tudo bem. Tens de te pôr apta, porque tu sabes como é, eu não te faço mal.’”

Carla, neta de Antónia, filha de Berta, tem 25 anos. Teve a primeira relação sexual aos 18, antes de casar-se. “Qualquer pessoa tem direito a sentir prazer e a ter a sua própria sexualidade, acho que uma pessoa que tem namorado não tem de estar virgem.” Agora que é casada gostava de experimentar o swing (troca de casais). “Era uma coisa de que eu gostava.”

As três mulheres da mesma família fazem parte das 60 pessoas entrevistadas por investigadores do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa num projecto inédito em Portugal, explica a socióloga Sofia Aboim. O estudo tem o financiamento da Fundação para a Ciência e Tecnologia e da Comissão para a Igualdade e Cidadania. E é apresentado hoje num seminário, em Lisboa.

Abarca três gerações de 20 famílias. “Tentámos perceber o que é que mudou em Portugal através das narrativas de vida de homens e mulheres, avós, pais e netos.” E comparando com estudos semelhantes feitos nos EUA ou em Inglaterra, diz, a distância geracional “é enorme”. Na área da sexualidade, a investigadora fala mesmo de uma “mudança radical”.

Regresse-se à noite de núpcias: “O discurso da avó e da mãe sobre a sexualidade é o discurso da vergonha. Mesmo quando esconde uma verdade que não era relatada [Belmira, por exemplo, acabou por contar que, na verdade, estava grávida quando se casou], revela algo que é real: que existia uma opressão muito grande da sexualidade feminina.”

E entre os homens? De novo uma família entrevistada: Tiago nasceu em 1922, teve a sua primeira relação sexual com uma prostituta. O filho, Raúl, nasceu em 1949. Aos 17 anos foi com os amigos a uma casa de prostituição e começou a sua vida sexual da mesma forma que o pai. Já o seu filho, Victor, nasceu em 1983. Começou a namorar aos 15 anos e foi com a namorada que perdeu a virgindade.

Ao contrário do pai e do avô, Victor defende que homens e mulheres devem dormir com quem acharem por bem, “desde que não façam mal a ninguém”. Depois, contradiz-se: “não é possível olhar com amor” para as raparigas que dormem com vários rapazes. O que mostram relatos como este? Que o recurso à prostituição era institucionalizado e hoje quase não existe. Mas também que, havendo um discurso de paridade sexual, “é sistemática a diferenciação que os rapazes fazem entre as raparigas fáceis e as não fáceis”, diz Aboim. “É um discurso que só emerge se aprofundamos as entrevistas, que é herdado dos avós, mas muito mais matizado.”

Em suma, ao contrário do que se passou a outros níveis, “no campo da sexualidade, a mudança foi mais ambígua”, remata. “Há imensa sensibilização para a igualdade de género, mas depois há questões mais profundas que não têm a ver com o conseguirmos levar mais os homens para a cozinha. Há, de facto, concepções de diferenciação e de poder: uma rapariga simplesmente não pode ter o mesmo comportamento que um rapaz.”

 

Via Publico



publicado por olhar para o mundo às 23:38 | link do post | comentar



Letra

 

antes de saíres para o trabalho, arrumas à pressa o dia anterior
para debaixo da cama.
guardas o coração ainda adormecido bem dentro do teu
corpo
e esqueces essa canção que já não passa na rádio
mas que vive secretamente dentro de ti.
fechas a porta à chave com duas voltas e sais.

os teus passos na escada fria soam ligeiros e apagam-se,
perde-se o rasto, easy listening,
guardas tudo para ti como um ex-dj...
assim partes, quase a correr.

parada junto à passadeira, protegida num gesto ledo
fixas o olhar na sombra dos carros que passam.
esperas pelo sábado,
pelo feriado e as suas pontes,
pelas férias para ouvires as tuas canções.
sentes-te longe, silenciosa de luz



publicado por olhar para o mundo às 11:59 | link do post | comentar

 

 

Chelentiçimo sinhor injinheiru Sócras,

 

Foi com muinta teristesa que comesei as minhas iaulas este anu.

A minha perubessora tinha-me dito que nu perimeiro dia de iaulas o sinhor injinheiro Sócras mia ofrecer um camputador magalhais. É cu ano paçado, já não tive direitu peruque não xigarão pás incumendas.

 

Quale foi o meu ispantu conde xegei à sala de iaulas e não vi ninhum magalhais em sima da minha mensa. Porcurei na sala poreque pudia sere supresa mas não incontrei ninhum.

 

Axei esta atitude muito feia sinhor sócras. Iço não se faz. O meu manu teve direitu a um camputador e eu já não. Iço é escriminação, óviu sinhor Sócras?

 

É que eu só fui pá excola pruque me disserão, ou melhor, me pormeterão um camputador. Sim e eu inté pormeti à minha mãesinha quia istudar muito e fazer muintos tarbalhos de casa no camputador. E agora como cumpru as minhas pormeças? É queu não sou cumó sinhor, sinhor Sócras!

O meu manu nunca me deixo mixer no camputador dele. Dizia que tinha muintos enrros e que tavão lá umas gaijas nuas pur causa do calore a arranjar os porblemas do magalhais.

 

O meu pai já estava fartu de pagar interneti que era o cas gajas cumião e vendeu o camputador ao meu vezinho debacho.

O meu vezinho ficou bastante sastefeito com a mánica e cas gajas, só diçe cu egrã é um bucado peqeno e cas tequlas podião ser maiores.

 

Afinal conde é que xegão os outros magalhais? Ficarão pós subrinhos da sinhoira ministra? É queu não quero sere cumáqueles meninos que lhe derão os camputadores a fengir… Adepois vieram uns sinhoires capangas e palmarão os camputadores aos putos. A mim não me façem iço! Se querem levar o camputador, levão-me a mim tameim agarrado com unhas e dentes!

 

Ó sinhor Sócras não quer ser meu tio ou meu padrinho pa eu arreceber o camputador magalhais um bucado mais depreca???

 

Ass.

Um aluno devoto

 

Via Riscos e Rabiscos



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Pense bem antes de escolher o nome do seu filho

 

 Tem 22 anos e chama-se Zoé. A culpa é dos pais. E, na verdade, até teve sorte. O plano inicial era outro. Zoé esteve para se chamar Tamagnini, mas a mãe não deixou. Vítor Silva, o pai, descobriu a segunda opção num prontuário e não esteve com meias medidas: foi sozinho ao cartório e registou o nome sem a mulher saber. Na família Silva, Zoé não é o único que tem um nome diferente. 


A irmã, de 25 anos, chama-se Andresa. Agora, a diferença até passa despercebida, mas na escola primária Zoé não conseguiu evitar as piadas das outras crianças. "O maior problema eram as rimas que dava para fazer com o meu nome, como chulé e outras coisas desagradáveis", recorda. Um dia, fartou-se. Chegou a casa e disse ao pai que era gozado. "Ele disse-me para não ligar, mas eu só pensava que a culpa era dele e que era fácil falar... afinal de contas não era o meu pai que tinha de lidar com os miúdos todos os dias", conta. Por isso, Zoé teve de encontrar as suas próprias tácticas para resolver o problema. "Todos os nomes, mesmo os mais convencionais, davam para fazer rimas ainda piores, como João. E se não me lembrasse de nada na hora, ia para casa pensar e no dia seguinte lançava a bomba. Quando não encontrava rimas, tinha de me calar e esperar que a piada caísse no esquecimento."

A importância do nome Na infância, o nome próprio assume um papel extremamente importante no crescimento. É o primeiro bilhete de identidade da criança e uma característica que a acompanhará para o resto da vida. "Os nomes não condicionam", sublinha o psiquiatra Daniel Sampaio. "Mas influenciam as crianças e disso não há dúvida." Numa altura em que a criança está a construir a sua identidade, o nome "é determinante na maneira como estabelece a primeira ligação ao mundo social", refere o psiquiatra. Por isso, quando o nome é demasiado invulgar, é frequentemente alvo de críticas "dos colegas e até dos professores". Ao invés, quando o nome transporta a referência a um antepassado da família de quem a criança tem uma imagem feliz, "estabelece-se uma influência positiva". 

E agora? Bato-lhes? O pediatra Gomes Pedro diz que é nesta guerrilha que a criança "constrói a sua afirmação e a sua auto-estima". Apesar disso, Rita Jonet, psicóloga infantil, acredita que os nomes, por si só, não são factores de exclusão social. "Tudo depende do clima da escola. Se a troça e a ridicularização forem comuns então tudo é pretexto para se gozar o próximo, até os nomes", explica. 

Mas há outros factores que interferem na socialização na infância como "a maneira de vestir, de falar ou de brincar". Os adultos, sublinha a especialista, têm um papel fundamental neste processo, "porque são modelos essenciais na aceitação das diferenças". Assim sendo, os pais têm mesmo de saber lidar com o problema. Gomes Pedro refere que a maior parte das crianças tenta esconder, em casa, que é ridicularizada e "quando conta aos pais é porque está realmente fragilizada". A eles cabe "prepará-la para que possa construir, a partir destes percalços, a sua auto-estima". Se as investidas dos colegas forem muito frequentes, então é hora de contactar a direcção da escola, "que deve pôr termo à situação". Até porque, como refere Daniel Sampaio, "a escola por vezes é violenta, tal como a sociedade o é". A criança nunca deve mostrar que fica afectada ou melindrada com as piadas dos colegas. Daniel Sampaio sugere várias técnicas que os pais podem transmitir aos filhos: "Deve contra-atacar e responder aos insultos com humor, um grande sorriso e até com orgulho por ser diferente." 

Cristiano Ronaldo? Esqueça Se está a pensar chamar o seu filho de Cristiano Ronaldo ou Alexandre, o Grande, esqueça. Daniel Sampaio avisa que não é boa ideia atribuir nomes de figuras demasiado conhecidas às crianças - que vão ter sempre de conviver com a sua sombra. 

"Traz-lhes grandes expectativas e uma pressão constante. Se um miúdo se chamar Cristiano Ronaldo e jogar mal à bola na escola será, certamente, ridicularizado", exemplifica. Pressões assim podem acarretar insegurança, ansiedade ou agressividade. O ideal é optar por nomes que "não se distingam muito dos da moda, mas que, obviamente, sejam do gosto dos pais". Deixando, então, de parte nomes mais espalhafatosos ou excêntricos.

Escolher o nome do filho é uma tarefa que requer muita ponderação. Alguns estudos demonstram que crianças com nomes estranhos têm notas piores e são menos populares do que os seus colegas na escola primária. No ensino superior têm mais hipóteses de chumbarem e de virem a sofrer de neuroses. Mas estas conclusões nunca reuniram o consenso dos investigadores. Os economistas Roland Fryer e Stephen Levitt defendem que estas consequências derivam não só do nome, mas de muitas variáveis socioeconómicas. 

"Os nomes só têm influência significativa quando são a única coisa que se sabe sobre a pessoa", escreveu Martin Ford, psicólogo do desenvolvimento da Universidade George Mason. Contudo, a brasileira Regina Obata, que escreveu "O Livro dos Nomes" defende que os pais devem mesmo ter atenção aos nomes que escolhem. "É um atributo involuntário imposto pelos pais aos filhos e que pode abrir e fechar portas durante a sua caminhada. Deve sempre pensar-se se o nome não poderá submeter o filho a futuros problemas - quer por ser foneticamente desagradável, quer por ter um significado extravagante ou excêntrico." 

Regras Em Portugal, o nome deve ter, no máximo, seis vocábulos em que os dois primeiros podem corresponder ao chamado nome próprio (ex. António Manuel) e os restantes ao chamado apelido ou sobrenome (ex. Soares Costa Fonseca Rocha). Os nomes próprios devem ser portugueses e admitidos pela onomástica portuguesa (catálogo de nomes próprios) ou adaptados fonética e graficamente à língua portuguesa e não devem suscitar dúvidas acerca do sexo. Os apelidos são escolhidos entre aqueles que os pais usem (os que pertençam a ambos ou a só um dos pais) ou outros a que os mesmos tenham direito, como por exemplo o apelido do avô que não conste do nome do pai.

 

Via ionline



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Quarta-feira, 23 de Setembro de 2009

 

 


Acerca da temática da dimensão e das comparações entre "equipamentos" masculinos, cabe-me dizer, aqui que sou rainha e senhora, de forma mas imponente do que em caixas de comentos de blogs alheios (dos quais sou hiper fã...não se iludam) o seguinte:

1. Sim, Size matters! Por favor! Não venham com histórias!!! Não, não é o facto de ser trabalhador e acrobático que conta! Conta o tamanho sim sra, e quem diz que não foi porque nunca teve o infortúnio de, numa noite que se esperava tórrida de paixão, se deparar com uma "pilita", fininha com ar fraquinho...e aquilo era o auge da sua pujança...e sim...foi mesmo como nas sitcoms: ..."o quê? já lá está?!....Oh my God!
 

E sim, as mulheres falam nisso. Não comparam com as amigas: "a pila do meu é maior que a pila do teu" mas gostam de poder dizer: "o meu é muito bem equipado". Obviamente que na categoria de "bem equipado" cabe um sem numero de dimensões...e não, não comparamos centímetros!

 
O Tamanho importa, mas, para cada uma de nós, um tamanho diferente tem percepções diferentes.

O que para mim pode ser muito, para outra pode ser muito pouco, é um facto! Agora que NINGUÉM me queira convencer que um "trabalhador" com menos que os 15cm dos mínimos olímpicos, é fabuloso...porque não vale a pena!

 
Tive uma colega de trabalho que após o divorcio se lembrou de adquirir um dildo, de proporções, que na época todas achamos épicas, mas a ela pareceu-lhe bem. Lá escolheu o dito, via Internet e até se deu um jantarinho para celebrar a chegada do novo "membro" à família...ora bem...30 cms com 5cm de diâmetro, que já no monitor nos tinha parecido abusado...era uma visão capz causar lágrimas em alguns olhos....

No dia seguinte ela lá confessou que não tinha conseguido "exercitar-se" por excesso de silicone mas com o passar das semanas, aos que nos informou "foi-se habituando"...e adorando cada cm!

 
Portanto meus amigos! O tamanho conta. Há muita boa moça que gosta deles grandes, há muito boa menina que gosta deles menos colossais, mas a questão do tamanho IMPORTA!

É um assunto que circula nas conversas entre amiga (intimas claro). É!
 

Agora o que não acontece de facto são comparações.
Homens, tranquilizem-se porque como já disse, a categoria de "bem equipado" abarca um leque variado de dimensões que nunca são compradas exaustivamente ao pormenor ou ao centímetro.
 

E a história de ser "trabalhador" que, é uma expressão que repudio terminantemente, é conversa para boi dormir.

A partir de determinada idade, o grau de exigência está bem estabelecido na mente feminina e menos que isso não é sexo. Trabalhadores são todos aqueles que vale a pena repetir. Trabalhadores somos todos, pois o objectivo final é satisfazer da melhor forma o nosso parceiro mas como quem corre por gosto não cansa, não se pode falar em trabalho sob pena de cunhar esse delicioso exercício com selo negativo.
 
E disse!
----------------------
 
Retirado de um blog fantástico que acabo de descobrir!.. o Sexo e a localidade



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As reformas de Fundo 

Via Anterozoide



publicado por olhar para o mundo às 15:42 | link do post | comentar

Olha para a minha pulseira, saberás se quero sexo

 

 Uma escola secundária do Colorado está a pedir aos pais dos alunos que não os deixem usar um determinado tipo de pulseiras coloridas, por pensarem que estas têm conotações sexuais.


Na última quinta-feira, Mike Medina, presidente da Angevine Middle School, de Lafayette, perto de Boulder, enviou uma mensagem de correio electrónico aos pais, alertando-os para as pulseiras "de gelatina", cujas cores se diz indicarem o nível de actividade sexual que um estudante já atingiu ou pretende atingir, diz Briggs Gamblin, porta-voz da região escolar de Boulder Valley.

Gamblin diz que funcionários da escola tinham ouvido alguns estudantes a falarem sobre as pulseiras, que se tornaram cada vez mais populares este ano, e comunicaram o teor das conversas a Medina. O responsável da escola encontrou-se então com alguns estudantes e concluiu que as pulseiras se tinham tornado fonte de distracção suficientemente repetida, nas salas de aula e em conversas de corredor, para merecerem uma mensagem de correio electrónico.

"Parece que muitos alunos, sobretudo as raparigas, as usam como acessório de moda", diz Gamblin, "e alguns afirmaram enfaticamente que as pulseiras não tinham qualquer conotação".

Contudo, acrescenta, outros estudantes tinham descoberto na internet um jogo chamado snap, no qual a cor da pulseira indica uma disposição para praticar uma determinada actividade sexual. Quando um rapaz arranca a pulseira a uma rapariga, indica ostensivamente que essa actividade irá eventualmente ter lugar.

As pulseiras de material borrachoso parecem-se com umas que se tornaram populares nos anos 80. Mas, ao longo dos últimos anos, algumas escolas do país têm-nas proibido por temerem que se tenham tornado símbolos de actividade sexual. Com efeito, inúmeros websites sobre pulseiras de gelatina, ou pulseiras do sexo, fazem referência ao jogo snap, e alguns dos sites contêm mesmo a descodificação das cores.

Gamblin afirma que não houve até ao momento qualquer indicação de que o jogo tenha sido jogado em Angevine e que a medida era, por enquanto, apenas preventiva.

"Tudo se resume a rumores e boatos", diz. "Não há qualquer indicação de que este tipo de coisa esteja a acontecer."

Acrescenta que os estudantes vistos a usarem as pulseiras na escola não serão castigados, mas ser-lhes-á pedido que as tirem.

 

Via ionline



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Cobra.. ou peixe?

 

 A paixão de Charles Darwin por animais foi muito além da teoria de evolução das espécies. O famoso cientista do século XIX não só gostava de estudar todos os bichos à face da Terra, como de conhecer o seu intrigante sabor. Em Cambridge, tinha por hábito reunir-se uma vez por semana no quarto dos colegas universitários e servir o jantar de mais uma sessão do Clube dos Glutões, ou simplesmente do Clube Gourmet, como se intitulavam. A ementa raramente se repetia e era constituída, segundo o próprio, por "aves e animais desconhecidos do paladar humano". Mas os jantares do clube acabaram quando nenhum dos membros conseguiu aguentar o sabor "indescritível" de uma velha coruja. Darwin não desistiu das extravagâncias gastronómicas e durante as suas missões pelo mundo experimentou animais exóticos como pumas, tatus que "sabiam a pato", iguanas e tartarugas gigantes. Há quem tenha cágados a nadar num aquário, mas Darwin preferiu levar 48 a bordo de um barco para serem servidos durante uma longa viagem.


Hoje em dia já não é preciso fazer reuniões secretas em quartos de estudantes para experimentar sabores diferentes. É certo e sabido que pelas mesas da China passa um pouco de tudo, desde carne de cão até pratos cujo protagonista é o macaco. A Portugal também já chegaram carnes exóticas, oriundas de outros continentes e tão estranhas ao paladar como a de crocodilo.

Crocodilo com batatas fritas O restaurante As Colunas, no número 51 da Rua Elias Garcia, faz a fronteira entre a Amadora e as Portas de Benfica e tem o aspecto típico de qualquer restaurante de caça, onde várias famílias se juntam ao fim-de- -semana para comer bons petiscos. E até cauda de crocodilo, em vez do tradicional cozido à portuguesa. Nas paredes, algumas cabeças de mamíferos observam-nos com um olhar perdido, ignorando os pratos da ementa: costeletas de crocodilo e escalopes de zebra grelhados, ou canguru e camelo na brasa. "São carnes importadas que vêm da África do Sul. Por acaso o crocodilo que temos vem da Zâmbia", explica o dono, o caçador José Gonçalves. Há dez anos que satisfaz os estômagos curiosos dos clientes que querem provar animais estranhos ao paladar. "Não é todos os dias que nos pedem estes pratos, mas há quem venha cá de propósito", conta. Decidimos pedir uma dose de crocodilo por 18 euros, sem antes perguntar qual é o sabor da espécie. "Não é carne nem é peixe, sabe mesmo a crocodilo", diz José Gonçalves. Perante o nosso olhar desconfiado, Gonçalves, como é chamado pelos clientes, esclarece: "É uma carne branca, da cauda do animal e come-se bem. É grelhada na brasa com sal para apurar o sabor."

Pouco tempo depois, a famosa criatura chega à mesa, acompanhada de batatas fritas e feijão verde. Poderia facilmente ser confundida com febras grelhadas, mas o sabor é inigualável. Uma mistura saborosa entre peito de peru e espadarte que desaparece rapidamente. No prato ficam só os ossos e um sabor leve na boca. "Dizem que as melhores partes são o lombo e as patas, mas essas não chegam cá", diz o caçador enquanto levanta a mesa.

Cobra rija Há quatro anos, José Gonçalves teve cobra na ementa. "Mas deixei de servir porque a última que recebi do fornecedor era muito rija", conta. Na altura, o réptil foi muito popular entre os ciganos que vendiam numa feira ali perto. "Pode comer-se frita ou num ensopado, como as enguias", adianta. Mas a viagem da África do Sul até à Amadora sai cara. "Um quilo de cobra custa cem euros." José Gonçalves compra as iguarias a um fornecedor espanhol que, por sua vez, as importa de África. Mas não é o único.

Francisco Camacho, de 44 anos, conta que os clientes se riem quando lêem a ementa do restaurante Vinte9, no centro de Vila Nova de Mil Fontes. "Pensam que é uma brincadeira, que inventámos nomes para os pratos", diz o dono. Não é uma brincadeira, mas provavelmente todas as associações de protecção dos animais gostariam que fosse. Além do crocodilo a 13 euros, "que 80 por cento das pessoas pede por curiosidade", o restaurante serve javali, veado, zebra e canguru. "A carne de zebra é a mais cara [27 euros o quilo] e é muito boa", diz o dono.

Bife de canguru Pedro Nobre, de 38 anos, mudou há um ano a sua Tasquinha Alentejana para um espaço maior, em Cucujães, Oliveira de Azeméis. O restaurante, sempre cheio, recebeu na semana passada carne de zebra. "Experimentei, mas não gostei muito. A que gosto mais é a de canguru estufada", conta Pedro Nobre, que introduziu novos animais no menu para dar outras oportunidades gastronómicas a quem se senta às suas mesas. "É parecida com a carne de vaca mas mais doce e tenra." Aos clientes, aconselha a pedir meias doses e a combinar vários pratos. "A carne de camelo é esponjosa, vermelha e mais dura, mas há quem goste." A maior parte dos animais vem do outro lado do mundo, da Nova Zelândia, excepto o tubarão grelhado com legumes dos mares de Cabo Verde. "Há pessoas que me perguntam se vão sair dali aos saltos por comerem canguru ou quantos homens é que o crocodilo comeu antes de ser cozinhado." Pedro costuma brincar e gritar para a cozinha: "Mata-me aí um crocodilo!"

 

Via ionline



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