Terça-feira, 30 de Junho de 2009

Apenas sexo com alguém que amo...

 

 "Não critiques a masturbação. É apenas sexo com alguém que amo." Mais claro é impossível. A frase de Woody Allen, no filme "Annie Hall", é uma definição digna de constar num dicionário. Mas que os homens estão à vontade com esta forma de amor e que falam dela sem problemas não é novidade. Billy Idol "dançava" sozinho, Prince cantava acerca das variadíssimas utilidades de uma revista em "Tamborine", e até Elvis Costello, muito antes do romântico "She", já elogiava a prática em "Pump It Up". E as mulheres? Será que a masturbação continua a ser uma forma de prazer reservada apenas aos homens?

A psicóloga Ana Alexandra Carvalheira, do Instituto Superior de Psicologia Aplicada, quis investigar o tema e concluiu que as mulheres estão cada vez mais à vontade com o seu próprio corpo e com a masturbação. Das inquiridas, 79,6% toca directamente os genitais e apenas 8,5% nunca se masturbou.

Este comportamento demonstra uma boa vivência sexual. "A masturbação permite um conhecimento do corpo. A mulher só sabe que o clítoris é importante se o tocar e souber que ele existe." Aliás, o estudo indica ainda que as mulheres que se masturbaram na adolescência têm mais facilidade em ter orgasmos, comparadas com as que não o fizeram. Mas a investigadora, de 36 anos, explica, que apesar de os dados indicarem uma mudança, não representam a totalidade das portuguesas. "O estudo é representativo das mulheres utilizadoras da Internet, que vivem no meio urbano e têm cerca de 30 anos."

Diversidade Vibradores, chuveiros, almofadas, corrimãos e até selins de bicicleta. É caso para dizer que imaginação não lhes falta. "As mulheres têm uma maior plasticidade erótica do que os homens." Mesmo assim, continuam a ter sentimentos contraditórios em relação à masturbação: 14,3% têm vergonha e 9,5% sentem-se culpadas por o fazer. Estes preconceitos reflectem-se nas formas de masturbação.

Cerca de 20% masturbam-se sem se tocar. A psicóloga explica porquê: "É a pesada herança judaico-cristã que está associada ao modelo reprodutivo do sexo e à ideia de que a masturbação é pecado. Mas isto está a mudar. A educação das mulheres é menos repressiva e a sexualidade é vivenciada com mais liberdade."

A investigadora indica outra razão para o sentimento de vergonha. "Muitas mulheres estão insatisfeitas com a sua imagem corporal e a sexualidade passa pelo corpo."

Apesar disso, os dados de Ana Alexandra Carvalheira demonstram que a maioria das mulheres tem orgasmos nas relações sexuais. E até poderiam ter mais, a julgar pelos 56% que afirmam que gostariam de receber do parceiro melhor estimulação sexual. "A mulher deve comunicar o que deseja, porque os estímulos que eram adequados aos 20 anos, não são aos 40. O desejo feminino é muito flutuante e é influenciado por muitas variáveis psicológicas - como as emoções, o cansaço -, e biológicas, como as hormonas e até os fármacos."

via ionline

 



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As mães também se enganam

 

1º "Pare de jogar bola e vá estudar para você ter um futuro!" - Mãe do Ronaldinho


2º "Como que o leite está com gosto ruim?" - Mãe de Pasteur

3º "Pare de gritar o dia todo." - Mãe de Luciano Pavarotti

4º "Deixa de brincar com estas maquininhas ou nunca deixará de ser pobre. - Mãe de Bill Gates

5º "É a última vez que rabiscas o teto do banheiro". - Mãe de Michelângelo

6º "Como que oito quartos de hora é relativo? Se você chega tarde à escola eles vão lhe dar falta". - Mãe de Einstein

7º "Pare de batucar na mesa. Já estou cansada desses ruídos". - Mãe de Samuel Morse

8º "Fica quieto de uma vez! Daqui a pouco vai querer dançar na parede" - Mãe de Fred Astaire

9º "Nada de igualdades. Eu sou tua mãe e tu és meu filho" - Mãe de Karl Marx

10º "Estou falando contigo. Não me respondas com gestos. Os ratos comeram tua língua" - Mãe de Charles Chaplin

11º "E tu pensas que trabalhando como engenheiro vais chegar a algum lugar?" - Mãe de José Sócrates

 

Via Senhor das Chaves



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Letra

 

Desapareço a vapor
fico fechado ao lado
sentindo-me só
passando despercebido

À garrafa agarrado
o meu nome é ...
Desapareço ao teu lado 
de fora fico a ver

As pessoas para onde vão?
Dentro dos autocarros
levados são levados 
Comida por liberdade

O meu nome é João e vivo ao teu lado
O meu nome é Yuri do continente gelado
O meu numero é zero nesta democracia
Deixa-me pertencer eu quero pertencer-te

Letra: Pedro Puppe
Arranjos e Música: Oioai e Xutos e Pontapés



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 Disfunção erectil pode ser uyma benção?

 

Disfunção eréctil. Basta juntar as duas palavras para a maioria dos homens entrar em pânico. Haverá poucas doenças que ameaçam tanto a identidade masculina. Mas o que parece ser uma humilhação é, afinal, uma bênção que previne diabetes, arteriosclerose e enfartes. É um facto comprovado, garante o professor de Urologia da Universidade de Colômbia, em Nova Iorque, Ridwan Shabsigh.


"No dia em que um homem tiver uma disfunção eréctil, isso significa que, se mantiver os seus hábitos, terá um ataque cardíaco no espaço de três anos", explica o especialista perante uma plateia de médicos de todo o mundo, reunidos recentemente em Gotemburgo (Suécia) num seminário sobre perturbações sexuais masculinas.

A disfunção eréctil resulta igualmente do baixo nível de testosterona, um indicador que revela outra doença no intervalo de oito anos: a diabetes. Aquilo que é encarado como uma vergonha, funciona, afinal, como uma espécie de máquina para calcular os males que podem surgir a médio prazo. "É uma oportunidade de ouro para intervir." Homens de todas as idades ficam agora a saber que têm alguns anos pela frente para combater as doenças que nem sequer desconfiavam poder vir a ter. E também de recuperar a forma física na intimidade - já que a disfunção eréctil não é um mal irreversível. "Durante anos ensinei que esta era uma condição progressiva." O mal-entendido acabou no início desta década, quando se descobriu que um terço dos homens em todo o mundo viu a doença simplesmente regredir, depois de adoptar um estilo de vida saudável. 

O recuo, conta Shabsigh, é avaliado através da massa corporal: quanto maior for este índice, mais baixo é o nível de testosterona. Como saber, então, se a doença está a regredir? A resposta está na barriga. "A obesidade abdominal mostra que há muito pouca quantidade de hormonas sexuais." E essa ausência está associada à alta taxa de mortalidade da população masculina. "A testosterona afecta tudo, desde a saúde óssea, à circulação sanguínea, músculos, massa gorda, etc."

Disfunção eréctil antecipa danos que avançam em silêncio: "Quando alguém sofre um ataque cardíaco hoje, quer dizer que o enfarte começou há 25 anos." Doenças cardiovasculares são processos lentos que evoluem sem alertas. "Os males crescem sem ruído e, por isso, continuamos indiferentes à hipertensão, ao colesterol ou à obesidade."Até ao dia em que é demasiado tarde. Mas não tem de ser assim. "Hoje sabemos que a disfunção eréctil é o primeiro aviso de que perturbações graves estão a caminho." É caso para dizer que um mau desempenho sexual pode salvar um homem.

 

Via ionline

 

Humm, aposto que isto foi escrito por uma mulher



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Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

As Hotest girls do itunes

 

Dois anos depois de inaugurada, a loja da Apple no iTunes permitiu, pela primeira vez, a comercialização de um programa de conteúdos eróticos para o iPhone. Chama-se Hottest Girls e custa 1,59 euros. O utilizador tem de se comprometer em como tem mais de 17 anos para fazer o download. A Apple incluiu, no entanto, um programa de controlo parental na última versão do sistema operativo do telefone, que, quando activada, não permitirá a instalação da aplicação erótica. 

Esta aplicação já existe desde 29 de Maio, mas só hoje, com uma actualização, passou a incluir imagens de nus parciais. 

 

Via ionline



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A outra beverland 

 

Via henricartoon



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Domingo, 28 de Junho de 2009

 A freira danada

 

 Certa vez, um padre e uma freira regressavam para o convento. 

Ao cair da noite, avistaram uma cabana a meio do caminho, e decidiram entrar para pernoitar e prosseguir viagem no dia seguinte.  

Ao entrarem na cabana, viram que havia apenas uma cama de casal.
O padre e a freira entreolharam-se e, depois de alguns segundos de silêncio, o padre disse: 
  
- Irmã, pode dormir na cama que eu durmo aqui no chão. 

E assim fizeram. No entanto, a meio da  noite a freira acordou o padre:  

- Padre! O senhor está acordado? 

O padre podre de sono: 
- Sim irmã, precisa de alguma coisa? 
  
- Tenho frio...pode dar-me um cobertor? 
 Sim, irmã, com certeza! 

O padre levantou-se, foi buscar um cobertor ao armário e cobriu a irmã com muita ternura. 
Uma hora depois, a irmã acorda o padre novamente: 

- Padre! Ainda está acordado? 
- AH? Irmã ... O que foi agora?  

É que ainda estou com frio. Pode dar-me outro cobertor? 
- Claro irmã, com certeza! 
 
Mais uma vez, o padre levantou-se cheio de amor e boa vontade  para atender o pedido da irmã.
 
Outra hora passou e, mais uma vez, a irmã chamou pelo padre:

- Padre. O senhor ainda está acordado? 
Sim irmã! O que foi agora?! 
- Eu não estou a conseguir dormir. Ainda estou com muito frio.

Finalmente, o padre não resistiu e disse: 

- Irmã, só estamos aqui nós dois, certo? 
- Certo! 
- Somos ambos adultos e o que acontecer aqui, só nós saberemos e mais ninguém, certo? 
- Certo!
- Então tenho uma sugestão... Que tal se fingirmos ser um casal? 

A freira então pula de alegria na cama e diz
:
- SIM! SIM! OH SIM!

Então o padre muda o tom de voz e grita: 

- ENTÃO, PORRA MULHER! VAI BUSCAR A MERDA DOS COBERTORES E DEIXA-ME DORMIR EM PAZ!

 

Via Fazer Humor



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Religiões do mundo

 

Via Anovis Anophelis 



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Eles sairam do armário

 

Quando começou a perceber o interesse da assistente, Jorge, um professor universitário então com 27 anos, resolveu abrir o jogo: "Há um problema, sou homossexual", confessou-lhe. Talvez com a esperança de que o "problema" fosse tratável, a mulher insistiu. As cedências de parte a parte resultaram, após seis meses de namoro, numa gravidez não planeada e no casamento. Vinte anos depois, com três filhos e várias traições pelo meio, veio o irremediável divórcio. Mas Jorge não voltou a ter mulheres. Afinal, parece que o "problema" era o mesmo. E não tinha cura. 


No café, o professor agora com 51 anos espera por nós, incógnito. "Estou vestido de casaco castanho", avisa ao telefone. Embora assuma a sua homossexualidade, opta por não dar a cara na reportagem. Tem três filhos menores e não quer expô-los. O ponto de encontro é a Brasileira, café emblemático de Braga, cidade conhecida como a Roma portuguesa, conservadora e católica. Jorge atalha: "Pode ser conservadora, mas é também a cidade dos três P: dos padres, putas e paneleiros." Verdade ou mito, ele acaba a confessar os seus pecados: "Já namorei com três padres." 

Um homem a mais Antes, muito antes disso, o professor viveu no interior do país. Foi para lá dar aulas na universidade, numa altura em que mantinha dois relacionamentos homossexuais. Ser gay nunca foi um problema - jamais o escondeu, apenas não gosta de empunhar essa bandeira. 

"Foi um processo muito gradual, feito por etapas", explica. Aos 11 anos começou a perceber que as conversas sobre raparigas não lhe despertavam interesse. "Dava-me bem com elas e era até bastante popular, mas nunca passava disso, eram amigas", conta. 

A popularidade da adolescência prolongou-se pela idade adulta, a ponto de despertar interesse na assistente com quem trabalhava na universidade, "uma mulher bonita e inteligente". Depois de se envolverem, ela engravidou. "Não lhe escondia nada, mas achamos por bem casar. Acreditei que seria possível compatibilizar a minha orientação sexual", conta Jorge. Nenhum dos dois foi feliz. Ele não venceu a sua natureza e as infidelidades constantes desgastaram a relação até à ruptura inevitável. "Se o teu relacionamento fosse com outra mulher, saberia que armas usar. Com um homem não posso competir", dizia-lhe a mulher. De facto nunca o conseguiu, apesar de terem tido mais dois filhos de gravidezes não planeadas. 

Quase vinte anos volvidos sobre o casamento, e cinco após o divórcio, Jorge reconhece que hoje talvez não se tivesse casado. O que o levou a aguentar um casamento de 17 anos? A resposta é imediata: "Os filhos." 

Verdade escondida A filha foi o preço que João Mouta, de 48 anos, pagou pela sua liberdade. "Há sempre um preço a pagar e o meu foi esse", lamenta o director de marketing de uma empresa ligada ao ramo automóvel. A batalha jurídica pelo poder paternal, feita de lágrimas e violência, empurrou-o para o activismo: é um dos dirigentes da Pais Para Sempre, uma associação de defesa dos interesses do pai. Hoje, diz, é muito mais fácil falar sobre homossexualidade. Não só falar, como ser. "Se formos autênticos, as pessoas respeitam-nos", garante. 

Mas nem sempre foi assim. "Tive consciência disso aos cinco anos." No entanto, "a família, a sociedade e os valores estabelecidos levaram-me a reprimir a minha identidade". João Mouta namorou três anos e esteve casado durante oito. "A relação com a minha mulher foi--se deteriorando, e quando se consumou a separação fui viver com um homem." 

O processo de divórcio arrastou-se durante vários anos. "Uma separação é sempre complicada, diz-se que o sentimento é o que mais se aproxima da morte de um familiar. No meu caso foi ainda mais difícil", diz, embora nunca tenha assumido perante a mulher que iria viver com um homem. 

Mas o que o levou a embarcar num processo que sabia ser emocionalmente muito violento? "Há várias coisas: o desejo de ser autêntico e não ter de esconder mais, o desejo de ser feliz sem contingências, não lutar mais contra a sua própria natureza. Encontrar paz interior de alguma forma."

A estas razões, o psiquiatra Júlio Machado Vaz acrescenta o cansaço. "Já ouvi pessoas de 50 ou 60 anos confessarem--se exaustas, após uma vida de fingimento. Não dos afectos que as unem aos familiares, mas da verdade que (pres)sentem dentro de si", explica. 

Lésbica ou mãe? Não foi o caso de Teresa, que descobriu a sua homossexualidade já adulta. E depois de se divorciar do marido, com quem tem dois filhos. "Sou muito distraída. Ignorei completamente todos os sinais, a forma como me relacionava com os rapazes, as brincadeiras, o jogar à bola e ao berlinde", conta. E bonecas? "Destruía-as, riscava-as, cortava-as, coitadas." Teresa esteve casada durante dez anos, sem nunca ter questionado a sua orientação sexual. Hoje, consegue olhar para trás e admitir que o interesse pela professora de Francês na secundária era afinal uma paixão de adolescente. "Foi por causa dela que escolhi esta profissão [professora]."

O episódio ficou por ali, e Teresa diz ter seguido o percurso tido como normal: "Na faculdade relacionei-me com rapazes. Em termos amorosos nunca deu grande resultado, mas ficavam sempre grandes amizades." Fartava-se rapidamente quando passava a fase da paixão. Foi assim com quase todas os relacionamentos, incluindo com o ex-marido.

A verdade chegou muitos anos depois, aos 36, após o divórcio. "Comecei a perceber que as mulheres eram muito mais bonitas e bem mais interessantes", lembra. "Essa é a grande dificuldade, olhar ao espelho e assumir." Teresa ouviu conselhos em associações de lésbicas e procurou informação necessária para pôr um ponto final às "questões existenciais" que a atormentavam. Mas sentiu na pele as consequências. Um dia, a educadora de infância da filha perguntou às crianças da sala "se queriam ser lésbicas ou mães". A conversa deixou marcas até hoje. "A minha filha diz que preferia que a mãe tivesse um homem, quer ser igual às outras." Hoje, partilha a casa com a companheira e os dois filhos. 

Amor à primeira vista "Vi uma mulher e apaixonei-me por ela." Filipa, 55 anos, 30 dos quais casada, tem dois filhos adultos e viveu até há bem pouco tempo um romance com uma mulher. Garante que até há seis anos, altura em que conheceu a ex-companheira, nunca olhara para o sexo feminino com outro olhar que não fosse "amizade ou admiração". Tal como a maioria, não se deixa fotografar e recorre a um nome fictício. "Por respeito aos filhos", justifica. Quando conheceu - num consultório médico - a mulher com quem se viria a juntar, Filipa percebeu logo o que estava a acontecer. "Houve uma altura em que não pensava noutra coisa se não no dia em que teria a próxima consulta." Foram precisos 40 anos de vida para descobrir que afinal gostava de mulheres. Nunca teve o mínimo indício? "Não estou muito preocupada em encontrar respostas." Depois de se divorciar, Filipa juntou-se com a sua ex-companheira. Nunca disse à família que estava a viver um amor no feminino. Mas não se livrou da condenação de um dos filhos, que ainda hoje não lhe fala.

Para João Mouta, hoje estão criadas as condições para as pessoas "serem mais autênticas, sem pagarem um preço tão alto como antes". Por outro lado, há um paradigma geracional que ainda afecta muitos homens e mulheres escondidos no armário. É uma questão de coragem? "Não, é preciso ser  inconsequente.

 

Via Ionline



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Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

Sabemos bem que politicos e muitos representantes de instituições públicas enchem a boca com a liberdade de expressão e os valores de Abril, mas depois à primeira critica ou  aquele artigo ou entrevista mais "sarcástica",  aqui Del Rei que não podem dizer o que querem e isto da liberdade de expressão é muito bonito, mas é só quando toca aos outros.

Sócrates tem sido um ÁS a colocar processos em tribunal contra jornalistas e bloggers, mas de derrota em derrota vai levando uns banhos de água fria que é para ver se aprende . O último foi a decisão do Ministério Público em arquivar aqueixa de Sócrates contra o Jornalista João Miguel Tavares. Mas, infelizmente Sócrates não é o único que pensa que pode calar as pessoas e mesmo prejudicá-las por dizerem o que pensam e escreverem sobre o que gostam.Daniel Luís, mais conhecido por "dissidências" no mundo virtual, viu  a sua vida dar um trambolhão, a sua entidade patronal, Universidade do Minho, argumenta que o que ele escrevia não era bom para a imagem da Instituição.Para mim e para muitos isto é Censura!

Vale a pena ler o relato do Daniel sobre este episódio. Assim vai o nosso País.

 

Via Vila Forte



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Michael Jackson, o Rei da Pop

 

 

Michael Jackson, o “Rei da Pop”, morreu aos 50 anos, vítima de uma paragem cardíaca. Ao início da tarde de ontem (horário da Califórnia) os serviços de emergência médica foram chamados à sua residência para socorrer o cantor, aparentemente em paragem respiratória — poucas horas mais tarde, já a partir do hospital universitário UCLA, para onde foi transportado, surgia a confirmação da morte.


Aparentemente, o músico terá sofrido um colapso em casa. Foi socorrido por uma equipa de paramédicos, que o encontraram sem pulso e não lograram reanimá-lo. Segundo as autoridades, chegou ao hospital em estado de coma profundo e foi pronunciado morto. Desconhece-se qual seria o seu estado de saúde antes do episódio fatal. Uma autópsia foi já marcada e deverá ocorrer ainda na sexta-feira.

A música de Michael Jackson marcou de forma indelével os anos 80 e influenciou toda uma geração de músicos. O seu álbum “Thriller”, lançado em 1982, é um ícone da música pop e continua a ser o disco mais vendido da história da música. E os vídeos que acompanharam os seus sucessos transformaram a indústria, abrindo a porta ao sucesso dos canais televisivos musicais como a MTV.

A carreira de Michael começou precocemente, acompanhando os seus irmãos no bem sucedido grupo “Jackson 5” logo aos cinco anos de idade. A sua canção “I want you back” está entre as melhores melodias da pop. Aos treze anos, e enquanto ainda actuava com os irmãos, iniciou a carreira a solo. 
Depois de se rebelar contra a Motown, aos 17 anos, Michael enveredou para um som disco. Era a transição para a idade adulta e para a independência — com Quincy Jones como produtor, “Don’t Stop ‘Til You Get Enough” projectou Jackson para o topo das tabelas.

Com “Thriller” — o disco mais vendido da tabela americana durante 37 semanas consecutivas — e “Bad” tornou-se o músico mais famoso do mundo.

Michael Jackson foi por duas vezes reconhecido no “Rock’n Roll Hall of Fame” e venceu 13 Grammys. O seu trabalho humanitário — foi o responsável pelo “single” de ajuda a África “We Are the World” — foi reconhecido pelo Presidente Ronald Reagan.

Tão espectacular como o seu fulgurante sucesso foi o seu colapso: há doze anos que Jackson se mantinha afastado dos palcos.

A sua vida quotidiana, misteriosa e excêntrica, foi motivo de especulação durante décadas — alegadamente, Jackson dormia numa câmara de oxigénio, tratava o chimpanzee Bubbles como seu filho e queria transformar o seu rosto numa cópia do de Diana Ross, que idolatrava. O músico morava em reclusão num rancho chamado “Neverland”, uma propriedade de dez quilómetros quadrados que mais parecia um parque de diversões — e que esteve recentemente em hasta pública.

A sexualidade de Jackson também sempre foi motivo de especulação. O músico casou por duas vezes: a primeira das quais com Lisa Marie Presley, a filha de Elvis, o “Rei do Rock n’ Roll”, e depois com a sua enfermeira Deborah Rowe, mãe dos seus dois filhos mais velhos. A identidade da mãe do seu terceiro filho não é conhecida.

Os filhos, sempre escondidos das objectivas dos paparazzi por densos véus de cores escuras têm 12, 11 e seis anos e nomes bizarros: Prince Michael Joseph Jackson Jr, Paris Michael Katherine Jackson e Prince Blanket Michael Jackson II.

Michael Jackson admitiu publicamente ter-se submetido a várias cirurgias plásticas e ter lutado contra dependências de comprimidos e estupefacientes. Um controverso documentário realizado pela britânica Granada Television, em 2003, deixava implícitos vários casos de abuso sexual de meninos que Jackson acolhia no seu rancho e dormiam na sua cama.

 

Ver o resto da noticia no Publico



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Menage a trois

 

A convite do jornal "The Guardian" o escritor Ewan Morrison escolheu os dez melhores trios de amantes na literatura

 

 

Ewan Morrison é um autor inglês conhecido pelas suas novelas que exploram o sexo pouco convencional, como o swing e poligamia, por exemplo. Aqui ficam as suas dez escolhas.


1. O Jardim do Éden, de Ernest Hemingway
2. Jules e Jim, de Henri Pierre Roche
3. Politics, de Adam Thirlwell
4. Uma Casa no Fim do Mundo, de Michael Cunningham
5. Three in Love: Ménages à Trois from Ancient to Modern Times, de Barbara Foster, Michael Foster e Letha Hadady
6. Off the Road: Twenty Years with Cassady, Kerouac and Ginsberg, de Carolyn Cassady
7. O Amante do Vulcão, de Susan Sontag
8. Henry and June, de Anais Nin
9. Design for Living, de Noel Coward
10. O livro do Génesis

 

Via ionline



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Quinta-feira, 25 de Junho de 2009


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Manuela a super mulher.. defensora dos oprimidos

 

Via Henricartoon

 

Nasceu mais uma defensora dos pobre e oprimidos... .. está-se mesmo a ver que o José Eduardo precisa da proteção da senhora....



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 Roleta russa africana

 

O ministro dos Negócios Estrangeiros de uma república africana visita a Rússia numa viagem oficial. Depois de uma semana de visita o seu homólogo russo disse-lhe:

 -"Espero que tenha desfrutado a estadia no nosso país, mas antes de terminar é costume que pratique o nosso jogo nacional".

 - "E qual é esse jogo?", pergunta o africano.

 - "Bem, é a roleta russa, claro".

 - "A roleta russa? Não conheço".

 - "É muito simples. O senhor apenas tem de apontar esta pistola à sua cabeça e premir o gatilho. Na pistola há somente uma bala. Tem cinco possibilidades entre seis de

 sobreviver".

 -"E qual é a graça, ministro"? pergunta o africano.

 - "A adrenalina homem, a adrenalina !!!".

 O ministro africano engole em seco, mas pensa para si:

 "Sou herdeiro de uma tribo de valentes guerreiros e enfrentarei esta prova".

 O homem aperta o gatilho e... clic! Não se disparou nenhuma bala.

 Então, respira fundo e diz ao russo:

 - "Recordo-lhe que dentro de três meses terá que me retribuir a visita".

 Três meses depois, o ministro russo passa uma semana na pequena república africana, e no último dia o seu homólogo disse-lhe:

 - "Espero que tenha apreciado a estadia no nosso país, mas antes de terminar a visita é costume que pratique o nosso  jogo nacional".

 -"E qual é esse jogo"?

 - "É a roleta africana, claro".

 - "A roleta africana? Não conheço. Em que consiste"?

- “Será conduzido a um aposento onde estão seis mulheres  esculturais completamente nuas. A que você escolher, far-lhe-á sexo oral".

 - "Genial! Isto é magnífico mas... onde está a adrenalina?", pergunta o ministro russo.

 O africano sorri e responde:

 - "Uma delas é canibal".

 
Via Just Look


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Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Michelle Brito

 

Via HenriCartoon 



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Adopção

 

Famílias adoptantes lamentaram hoje que a lista nacional de crianças adoptáveis não funcione, criando assimetrias entre os vários distritos, enquanto fonte da tutela garantiu que só existem listas nacionais.

 

Num encontro sobre adopção que decorreu hoje em Lisboa, Patrícia Macedo, que já adoptou uma criança e apresentou recentemente o seu segundo processo de candidatura, diz-se decepcionada com o sistema.

 

“A simpatia da equipa é superior à do primeiro processo, mas só isso mudou”, disse na Audição sobre Adopção, que decorreu na Assembleia da República.

 

Esta candidata à adopção explicou que neste último processo de candidatura, entregue há um ano, perguntou pelas listas nacionais, que deveriam estar a funcionar desde Junho de 2006, tendo-lhe sido dito que só são usadas as listas distritais.

 

Também Mara Batista, mãe adoptiva, explicou que no seu caso foi evidente a inexistência de uma lista nacional, uma vez que tentou adoptar uma criança “que já ninguém queria e que era de outro distrito” e inicialmente esse processo foi-lhe dificultado.

 

Contudo, a secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Idália Moniz, garantiu no mesmo encontro que não existem listas distritais, mas sim nacionais.

 

'O benefício que tivemos com as listas nacionais foi ter uma única base de dados, instrumento indispensável para a celeridade processual e para a escolha do perfil do candidato e da criança a adoptar', garantiu.

 

Jorge Soares, da associação Missão Criança, criada recentemente para lutar pelos direitos das crianças institucionalizadas, disse por seu lado que a inexistência de listas nacionais cria assimetrias.

 

As listas, referiu, não funcionam na maior parte dos distritos, em alguns casos por não existirem crianças em situação de adoptabilidade.

 

“O facto de não existirem listas nacionais cria diferenças de distrito para distrito. Em Lisboa pode trabalhar  bem, por exemplo, mas essa não é a realidade de Setúbal”, disse.

 

Sem se referir às listas, uma responsável da Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens disse que de facto existem assimetrias que devem ser corrigidas.

 

“Tenho consciência de que os procedimentos sobre adopção ao longo do país são muito diferentes. O que se passa no Norte não é igual ao Sul, Este ou Oeste”, disse

Além da questão das listas, alguns intervenientes no debate apontaram outros constrangimentos nos processos de adopção, entre os quais as dificuldades de comunicação entre os pais adoptantes e os serviços da segurança social.

 

Edmundo Martinho, presidente do Instituto de Segurança Social disse que a adopção não é um processo fácil, capaz de resolver todos os problemas que se colocam a uma boa parte das crianças institucionalizadas.

 

“Sabemos hoje que a adopção é resposta para 15 a 16 por cento das crianças institucionalizadas e sabemos que no extremo oposto temos vindo a aumentar de forma significativa o número de adopções”, disse.

 

A questão da comunicação com os candidatos, um dos constrangimentos encontrados, explicou, tem de ser um dos aspectos a melhorar.

 

“Não é aceitável que um casal que se candidate fique meses sem um contacto. A manutenção do relacionamento só pode ajudar a consolidar a opção”, disse.

 

Já a secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação Idália Moniz, a preocupação é encontrar soluções alternativas para as crianças.

 

Temos em todas as vertentes técnicos muito habilitados e responsáveis e que isso para nos não merece discussão.

 

Para a deputada Rosário Carneiro, da subcomissão de igualdade e família que no âmbito da comissão de ética sociedade e cultura organizou o encontro, a audição é uma janela de oportunidade para a próxima legislatura, para que as preocupações relatadas sejam acolhidas pelos decisores

 

Via Publico



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O negócio dos problemas

 

Está a sobrevoar os Alpes suíços num helicóptero. De repente, o piloto tem um ataque cardíaco e passa-lhe o controlo do aparelho. Durante uns minutos fica sozinho no cockpit e tem de evitar a queda. No último momento, o piloto recupera a consciência e aterra. Milagre? Não. Acabou de superar um problema do site www.needaproblem.com, que nasceu em Novembro e todos os dias vende um dilema a utilizadores com falta de desafios. A empresa é de três suíços, Hansmartin Amrein, Martin Koncjlia e Björn Herring. "As pessoas têm tantos problemas sem solução que ficam aliviadas quando conseguem comprar um que é fácil de resolver. Além disso, queremos acabar com a monotonia", explica Martin. 


O funcionamento do site é simples. Primeiro escolhe-se o tipo de problema - vai do trivial ao quase impossível - recebe-o por e-mail. Tem 48 horas para resolver o desafio e enviar um comprovativo para o site - uma fotografia, por exemplo. "Oferecer soluções é muito banal. Queremos dar algo completamente diferente, porque quem é feliz e não tem preocupações leva uma vida entediante", diz Martin. Dos três amigos, Hansmartin Amrein é o responsável por criar problemas. Os mais triviais, que custam um euro, são fáceis de resolver. Arranjar uma fotografia aérea do jardim botânico de Caracas não deve causar muitas dores de cabeça. "Mas outro dos desafios é trabalhar, durante um dia, como homem do lixo e enviar-nos uma fotografia em uniforme", conta Martin Koncjlia. 

Há tarefas ainda mais complicadas que a do helicóptero: "Por 5 mil euros, compra um problema quase impossível de resolver, como almoçar com a nossa assistente no restaurante The Pearl, em Reiquiavique, na Islândia, e manter uma conversa agradável. Detalhe: ela só percebe islandês." O needaproblem.com começou por estar apenas em alemão, mas em Fevereiro foi traduzido em inglês. Nessa altura o número de visitas mensais disparou de 50 mil para 200 mil. Martin Koncjlia, que trabalhava no departamento de marketing dos caminhos--de-ferro suíços, conta que muitos clientes oferecem os problemas. "Um alemão já me enco- mendou 20 problemas para dar a um amigo." Inspirado no filme "O Jogo", de David Fincher, o site tenta recriar a experiência que Michael Douglas viveu. O actor é um banqueiro deprimido e entediado que se vê envolvido no jogo de uma empresa de entretenimento. O protagonista só se apercebe de que está num jogo arrepiante quando tem de saltar de um táxi em andamento. O needaproblem.com não vai tão longe, mas os leitores do podem experimentar um dos desafios. 

 

Via ionline



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Terça-feira, 23 de Junho de 2009

Swing

 

 Aquele bangalô do Parque de Campismo de Monsanto não fala. Se falasse, seria a fonte ideal para relatar a primeira aventura de swing do casal SW-Team. É este o nome de guerra de T. (homem, 29 anos) e S. (mulher, 26), casal que pratica "sexo social, entre casais" desde 2006 e que agora publica o livro "Swing - Diário de bordo" (ed. Bertrand). 


Recuamos a 2006 e ao aniversário de S.. Depois de muitas conversas em fóruns na internet, T. resolveu oferecer-lhe uma noite a três com... outro homem. "Convidei o Tob a juntar-se a nós. Ele aproximou-se e ela ajudou-o a tirar o roupão, depois levou a boca ao seu jovem sexo firme e duro", narra T. na página 18 do livro. 

A chegada ao swing não foi a mais habitual para o casal lisboeta. Afinal, os singles masculinos como Tob (homens que se movimentam sozinhos nesta comunidade em busca de prazer) não são muito bem vistos e sofrem "mais recusas dos casais". Mas a "noite de loucos" no ambiente bucólico de Monsanto correu bem e foi o empurrão que faltava para a entrada definitiva no meio.

Os próximos passos foram a primeira ida ao X-Club, local por excelência da comunidade swinger lisboeta; a "partilha de fotos sem rosto" pela net; as primeiras vezes com casais swingers; as grandes festas eróticas e as mais privadas, até na própria casa. No livro, T. descreve tudo com uma escrita muito explícita e várias vezes pornográfica: "Segurou-me o pénis dentro da boca da minha amada enquanto lhe dizia 'bebe o leitinho todo, bebe'. Adorei a experiência." 

Passaram quatro anos e a SW-Team continua a encarar o sexo sem tabus. Tem perfis em vários sites, para conhecer novos casais, e garante que o prazer está em "procurar inovar a cada experiência". Quando olha para trás, T. dá um conselho aos que pensam iniciar-se nesta prática: "Jamais entrem no swing com a ideia de que pode salvar um casamento. Se o casamento não está bem, o swing apenas o vai piorar."

O sexo livre é apenas "uma pequena parte" da vida deste "casal feliz", com dois filhos. T. garante não sentir "qualquer tipo de monotonia ou quebra de confiança na relação". O principal risco de entrar no universo swing é não ter a certeza do passo que se está a dar. "Deve entrar-se no swing com confiança e quando a relação está sólida. Aí, o swing tem o papel fundamental de apimentar a realidade sexual do casal", prossegue T.

O swing foi a forma que a SW-Team encontrou de animar a sua vida sexual e "desfrutar dos diferentes prazeres da vida" sem recorrer à traição: "Não entramos no campo da infidelidade, no qual a maioria das pessoas entra, jogando às escondidas e colocando máscaras de gente séria" (pág. 21).

Mas para um casal dito convencional é difícil imaginar uma situação em que o outro parceiro faz sexo ali ao lado, com outra pessoa. T. diz que a culpa é da sociedade, que é "preconceituosa em relação a escolhas que diferem do que está dentro de certos parâmetros". É principalmente por isso que a SW-Team continua a esconder esta sua faceta sexual da maioria dos amigos não swingers. "Existem duas ou três pessoas fora do meio que sabem mas os riscos são elevados e preferimos salvaguardar-nos."

São poucas as barreiras que o casal swinger não quebrou: as noites de sexo em grupo, os encontros casuais em festas, as férias picantes no Algarve e em Amesterdão. Tudo, afiança T., sem que o ciúme alguma vez se intrometesse na história. "A partir do momento em que colocamos os valores swingers em prática, sentimentos como o ciúme desvanecem."

Isso vale mesmo quando T. percebe que a sua "amada" [expressão que usa, quase sempre, quando se refere a S.] gosta do sexo com outro parceiro. "Se a minha companheira gosta de estar com alguém não implica que já não goste de estar comigo", defende-se. E vai avisando que é bom que S. aproveite cada minuto de sexo, porque "pode ter a certeza" que ele vai fazer o mesmo. "Faço questão de que ela se divirta ao máximo", remata. 

T. frisa que "um swinger é uma pessoa completamente normal". Só que as noções de normalidade também estão inscritas pela sociedade e é natural que surjam perguntas. Um ano depois de entrarem no swing, S. resolveu contar a uma amiga. "Ao princípio a reacção foi quase de choque mas depois de se habituar começou a fazer as perguntas habituais" (pág. 84). Para quem também tem perguntas (ou interesse), o melhor é consultar as páginas dedicadas ao swing na web (ver caixa) e começar por analisar este lema da SW-Team: "O ciúme limita, a conduta swinger liberta."

 

Via ionline



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Tipos de orgasmos

 

 1 - Asmática:

- Annhh.. Annhhh...Annhhh!...
2 - Serpente:
- Ssss!... Sssss!... Sssssssssssss!!!
3 - Matemática:
- Mais! Mais! Mais! Maaaaaaaiis!!!
4 - Religiosa:
- Ai meu Deus!... Ai meu Deus!... Ai meu Deus!!!
5 - Suicida:
- Ai que eu vou morrer!... Ai! Vou morrer!... Vou morr eee eeer!!!
6 - Homicida:
- Se páras, mato-te!!! Mato-te!... Maaaaaato-te!!!
7 - Degustadora:
- Ai que bom!... Ai que bom!... Que bom!... Que booooom!!!
8 - Gulosa:
- Que delicia!... Que delicia!... Que deliiiicia!!!
9 - Interesseira:
- Dá-me!... Dá-me mais!... Dáááááááá-me!!!
10 - English teacher:
- Oh! Yes!... Oh! Yes!... Oh! My God!... Oh! My Gooood!!!
11 - Zootécnica:
- Vem, meu macho!... Meu garanhão!... Meu maaaacho!!!
12 - Positiva:
- Sim!... Sim!...Sim!... Siiiiiiim!!!
13- Negativa:
- Não! Não! Não! Nãããããããããoooo!!!
14 - Dominadora:
- Faz!... Isso!.. Faz isso! Faz! Iiiiiiissssssooooo!!!
15 - Cozinheira:
- Mexe!... Mexe!... Mexe!... Meeeexe!!!
16 - Sensível:
- Estou a senti-lo!... Estou a senti-lo!. Estou a sentiiiii-lo!!!
17 - Desinformada:
- Ai o que é isto!? Ai o que é isto!? O que é iiiiiisto!!!???
18 - Profeta:
- Aí  vem ele!... Aí  vem ele!... Aí vem!... Aí  veeeemmm!!!
19 - Casada:
- ... Olha, querido, pensando bem, acho que já era tempo de se pintar o tecto do quarto...

 

Via Lua secreta



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 Tempo é dinheiro

 

O avanço tecnológico deveria aumentar a produtividade e reduzir o tempo de trabalho. Porém, na prática isso não se verifica: as estatísticas oficiais dizem que quase um milhão de portugueses trabalha mais de 40 horas por semana e que a média nacional é superior à europeia. Em 2008, a carga semanal até aumentou. "Somos conhecidos por trabalhar até mais tarde (não necessariamente com a correspondente produtividade - aliás, a nossa maior fraqueza, sobejamente conhecida), tendo como consequência o facto de dispormos de menos tempo para a família, os amigos e o lazer", lembra Pedro Oliveira, director da Albenture, uma empresa que oferece serviços de ajuda para conciliar a vida laboral com a vida pessoal. Uma investigação da Eurofound, o braço da União Europeia que estuda as condições de trabalho, concluiu que um em cada quatro portugueses trabalha seis ou sete dias por semana.


Embora algumas vezes seja por necessidade, é frequente as pessoas trabalharem mais apenas pelo dinheiro. "Há efectivamente uma tendência para as pessoas orientarem as suas vidas em função do dinheiro. Contudo, a vasta investigação nesta área sugere que a felicidade não é conquistada através do dinheiro - a partir de um nível médio socioeconómico, não existe uma diferença significativa em termos de felicidade, no Ocidente", avisa Catarina Rivero, psicóloga e terapeuta familiar. O objectivo de ganhar mais dinheiro em detrimento de ter mais tempo longe do trabalho acaba por provocar um desequilíbrio familiar. Em 2006, numa investigação do International Research Institute, 57% dos portugueses admitiu não ter equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. "Pode dizer-se que aqueles que procuram felicidade na acumulação de dinheiro e riqueza não estão necessariamente a assegurá-la: o materialismo provou estar negativamente associado a muitas das medidas de qualidade de vida estudadas", lembra Gabriela de Abreu, fundadora da Associação Portuguesa de Estudos e Intervenção em Psicologia Positiva.

O dinheiro é importante, mas não se deve fazer tudo por ele. "O foco de cada pessoa deveria estar em colocar o dinheiro a trabalhar para ela e não estar a trabalhar para ganhar dinheiro", aconselha Pedro Queiroga Carrilho, autor do livro "O Seu Primeiro Milhão". "Colocar o dinheiro a trabalhar para nós significa, por exemplo, poupar e investir regularmente de modo a uma parte dos nossos rendimentos provir de juros e retorno de investimentos que fazemos", concretiza.

Se é um dos muitos portugueses que pensam que as 24 horas do dia não são suficientes para o trabalho e para a família, está na hora de sair do ciclo vicioso. Comece já hoje a ser mais produtivo, a trabalhar menos e a gozar mais com a família.

 

Via ionline



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Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

Calendário da Pirelli

Atente na descrição: "A sessão foi retomada à meia-noite. [O fotógrafo Terry] Richardson quis que a sua produção armasse um luau na praia. Encomendou porco no rolete - o maior que o cozinheiro encontrasse. Bicho assando, festa rolando, consumo de caipirinhas estourando. Quando todas [as modelos] já estavam bem alegrinhas, Richardson apareceu com farinha e ovo e começou uma guerrinha com as modelos. Em pouco tempo, elas rolavam na areia. Roupa zero. As mais ousadinhas subiram no suíno no espeto, brincaram de montaria e simularam uma aproximação maior."


O fotógrafo norte-americano esteve em Trancoso, perto da Bahia, no Brasil, a fotografar o novo calendário da marca de pneus italiana Pirelli. As sessões fotográficas, narra a revista Veja, foram das mais alucinadas e escaldantes de que há memória. E quase levaram um transeunte às lágrimas.

"Quando acabavam as fotos, elas, nuas como estavam, corriam para o mar e ficavam brincando na água, como se estivessem em uma ilha deserta", descreveu o empresário Eduardo Rios. "Quando vi aquela cena louca, quase chorei. Parecia uma miragem. Tive de ligar para o meu pai, meu irmão e meus amigos, porque senão ia enlouquecer."

Para realizar este trabalho, o fotógrafo, um ícone do underground nova-iorquino, gay, ex-toxicodependente, tatuado, branquíssimo, óculos "retro" graduados, só apresentou três requisitos: as modelos tinham de ser muito jovens (todas tinham entre os 18 e os 24 anos; a mais velha era a brasileira Ana Beatriz de 27 anos), aceitar fazer fotos nuas e não ter silicone no corpo. "Queríamos um visual bem natural, fosse de peitinhos, fosse de peitões", explicou a directora de casting, Jennifer Starr.

 

Via ionline



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Os sonhos infantis

 

No fundo de uma casa lilás há uma porta azul que, ao abrir-se, mostra lá fora um corredor de nuvens alinhadas em montinhos de algodão. É o caminho que se percorre até chegar à outra ponta de um céu carregado de tons laranja. A viagem termina assim que os olhos abrem e, ainda antes de chegar à escola, a recordação desaparece para sempre. Em menos de nada, os sonhos fogem da memória dos miúdos. Agarrá-los antes de se perderem é uma oportunidade que os adultos têm para entender as emoções das crianças. "Os sonhos infantis são alertas para os pais, pois podem ser expressões de preocupações, de necessidades e de desejos dos filhos", garante a psicoterapeuta Natacha Rodrigues.


Mas descodificar as aventuras vividas pelos mais novos durante a noite não é tarefa instantânea. "Não existe uma correlação directa com o estado emocional da criança", avisa o pediatra Mário Cordeiro. A sua interpretação é sempre individual e varia de caso para caso. Depende, portanto, do momento, da história de vida e do contexto pessoal de cada criança. Mas, a vantagem é que são fáceis de entender. Nos sonhos infantis não há leituras nas entrelinhas, interpretações freudianas ou mergulhos nas profundezas do subconsciente. 

"Os sonhos das crianças são simples, breves e sem ambiguidades", explica Cristina Nunes, psicoterapeuta e directora associada da CliniPinel, clínica vocacionada para as as áreas de Psiquiatria, Psicoterapia e Psicanálise. São rastos de desejos por realizar, inquietações com algo que ficou pendente na véspera. "Retratam sobretudo aspectos pontuais mal resolvidos durante o dia e raros são os casos em que é possível interpretar o lado emocional mais profundo da criança", esclarece Cristina Nunes. 

Mas há sonhos que são recorrentes. Que fazem parte do imaginário colectivo de quase todos os miúdos. São símbolos universais, combinados com ingredientes culturais e individuais, explica Natacha Rodrigues: "Sonhar com monstros é muito mais comum em crianças do que em adultos, mas no Japão, por exemplo, o monstro pode adoptar a forma de um godzilla, enquanto que, em Portugal, cabe ao bicho-papão simbolizar o medo."

Medos Fugir sem hipóteses de fuga, ser perseguido por serpentes ou por feras, atormentado por bruxas e outras figuras fantásticas são alguns dos padrões infantis identificados pelo pediatra Mário Cordeiro. São vários os feitios que o medo assume para uma criança e poderão querer dizer que estão frustrados, se sentem culpados, frágeis, revoltados, com remorsos ou raiva: "Os sonhos agradáveis, por outro lado, poderão estar relacionados com a sexualidade ou erotismo, com a mãe, o nascimento, etc." 

As fantasias agradáveis são as mais facilmente partilhadas com os pais, ainda que por vezes possam ser embaraçosos para as crianças, adverte a psicanalista Luísa Branco Vicente. "Quando se está no período classicamente conhecido como edipiano, uma menina pode sonhar que casou com o pai e um menino com a mãe, e desta forma conseguir eliminar um rival." 

Outros sonhos são transversais a todas as idades, quase próprios da espécie humana. "Voar ou andar no céu, perder peças de roupa ou cair de um comboio são padrões recorrentes que, ainda assim, devem ser pensados em função do aqui e agora do sonhador", diz Cristina Nunes.

Pesadelos Acordar ao meio da noite com os pesadelos dos filhos já aconteceu à maioria dos pais. Em regra, não é motivo de preocupação: "Boa parte das vezes é apenas resultado do imaginário infantil que vai sendo construído a partir de experiências, jogos, filmes ou histórias que ouviram contar e que interpretam à sua maneira", defende a directora da CliniPinel. 

 

Ver o resto da noticia aqui

 

Via ionline



publicado por olhar para o mundo às 10:28 | link do post | comentar

Caçadores de infedilidades

 

Nem todos foram fadados para serem detectives privados. Senão haveria homens de gabardina e escritórios fumarentos em cada esquina e a cidade seria a preto-e-branco, como nos filmes noir dos anos 40. Espiar a própria mulher, mesmo que as suspeitas de infidelidade cresçam até se tornarem tão óbvias que só apetece dizer 'dah, acorda para a vida!' não deve ser fácil, supomos.

Basta imaginar as perguntas existenciais que faz um marido desconfiado a partir do momento em que ele decide sair de casa, de óculos escuros e chapéu de feltro - Ok, estamos no século XXI, pode ser um boné de basebol - e meter-se num táxi, atrás do carro da esposa, que pela terceira vez numa semana combinou um copo com as colegas do trabalho nas docas: "E se ela me descobre?", "E se afinal vai ter mesmo com a Tareca e a Nuxa?"; "E se o acelerado do taxista bate nas traseiras do Renault, escondo-me no banco de trás enquanto eles discutem sobre quem tem a culpa?" E se ela estacionar, não perto das docas mas entrar numa garagem de um prédio das avenidas novas? O que prova isso? "Pode andar simplesmente numa consulta nocturna de astrologia", defender-se-ia o marido, perante o olhar de tédio do taxista.

Rebobinando. Em 2009, há métodos mais fáceis, e não menos infalíveis, para descobrir a (tão temível) verdade. Foi por isso que nos pusemos a pesquisar na Internet. E foi por isso que, depois de uns cliques no Google, comprámos um kit, o Checkmate, que até tem o nome da jogada final, e decisiva, de um jogo de xadrez. Teoricamente, com umas gotas e uns pozinhos é possível tirar as teimas, sem ser preciso ser um Kasparov. Faz lembrar o CSI, mas sem o glamour da série. Aqui não há batas brancas, nem detectives (voltamos a eles) com palavras sábias, que em dois intervalos e em 50 minutos descobrem o culpado através dos vestígios de ADN.

Depois de aberto o pack, que nos foi enviado pelo correio, faltava o mais difícil: convencer alguém a usá-lo para saber se resultava. Ou seja, uma cobaia. O trabalho não podia ser mais espinhoso. As nossas 'fontes' fugiram, não a sete mas a oito pés, mesmo com a garantia de que lhes alterávamos a identidade. "Mas porque me escolheu a mim? O meu casamento está de pedra e cal", a resposta não poderia ser mais clássica. Mesmo depois de alguém nos garantir que 'Carlos' (sim, não era o nome verdadeiro) há muito que desconfiava que a mulher andava a 'pular a cerca', (expressão duvidosa made in Brasil). Ao fim de dezenas de telefonemas e e-mails, lá emprestámos um dos frascos a um amigo de um conhecido que nos havia sido aconselhado por um ex-colega. Confusos? Também nós.

A experiência não poderia ser mais desastrosa. Uma semana depois, via e-mail, o tal amigo do conhecido, etc, etc, confessou-nos que à última hora não teve coragem para deitar as gotas numa peça de roupa interior, onde supostamente poderia ser detectado o sémen do amante. Nem com as nossas palavras de compreensão, e incentivo, o tal contacto não nos voltou a contactar, pelo menos até ao fecho da edição. Se ele estiver a ler isto, deve estar a encolher-se todo, ou então a rir-se às bandeiras despregadas, pois lá conseguiu enganar à grande um jornalista.

Esgotados os argumentos, decidimos enveredar pela jogada clássica. Contactámos a empresa que vende o produto em Portugal - e se vendem, pois segundo o seu representante, cerca de 300 pessoas por mês, bastante mais homens do que mulheres, compram o kit da infidelidade - e pedimos para nos fornecerem os contactos de alguns clientes para nos relatarem as suas 'investigações'. Mais um tiro bem longe do alvo. Grande parte dos tais clientes compra o Checkmate por telefone, muitas vezes através de um número não identificado, e pedem para lhes enviarem a encomenda para anónimos apartados. Aqueles que enviam os pedidos por e-mail pedem a todos os santinhos e mais alguns o máximo de sigilo. O argumento do "não publicaremos os nomes verdadeiros" revela-se tão certeiro como um remate do Nuno Gomes à baliza.

Veja o resto da noticia aqui

Via Expresso



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Domingo, 21 de Junho de 2009

 O Amor é cego

 
Loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa. Todos os convidados foram.
Após o café, a Loucura propôs:
- Vamos brincar ao Esconde-Esconde?
- Esconde-esconde? O que é isso? - perguntou a Curiosidade.
- Esconde-esconde é uma brincadeira. Eu conto até cem e vocês escondem-se. Ao terminar de contar, eu vou procurar, e o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar.
Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.
- 1,2,3,... - a Loucura começou a contar.
Pressa escondeu-se primeiro, num lugar qualquer. A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa de uma árvore. A Alegria correu para o meio do jardim. Já a Tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder.
Inveja acompanhou o Triunfo e escondeu-se perto dele, debaixo de uma pedra. A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam-se escondendo.
Desespero ficou desesperado ao ver que a Loucura já estava no noventa e nove...
- CEM! - gritou a Loucura. - Vou começar a procurar...
A primeira a aparecer foi a Curiosidade, já que não aguentava mais, queria saber quem seria o próximo a contar. Ao olhar para o lado, a Loucura viu aDúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficar para melhor se esconder.
E assim foram aparecendo a Alegria, a Tristeza, a Timidez...
Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou:
- Onde está o Amor?
Ninguém o tinha visto. A Loucura começou a procurá-lo. Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do Amor aparecer. Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou num pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente ouviu um grito.
Era o Amor, gritava por ter furado o olho com um espinho. A Loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu segui-lo para sempre.
Amor aceitou as desculpas.
Hoje, o Amor é cego e a Loucura acompanha-o sempre.
 
Via Lua Secreta

 



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